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Decepções | Por que Ocorrem? | Como Vencê-las?

  Sem dúvida alguma que decepcionar-se não é um privilégio concebido a alguns, mas contrário a isso, todos nos decepcionamos em algum momento.  Para alguns as decepções trazem marcas profundas, para outros apenas alguns "arranhões", mas o fato é que todos sentem estas pancadas repentinas que abalam nossas estruturas, contudo existem formas de evitar ou minimizar estes efeitos causados se nos prepararmos emocionalmente para isso.  Vamos então procurar entender que se lidamos com pessoas, as decepções chagarão, mais cedo ou mais tarde, por isso não adianta abalar-se, mas procurar entender que em muitas vezes somos decepcionados e em tantas outras decepcionamos também. Ás vezes, sem percebermos decepcionamos alguém querido e quando isto ocorre ficamos muito tristes porque a nossa intenção não era aquela e o mesmo pode (eu estou dizendo PODE) estar ocorrendo com que nos decepciona também.
  O que é preciso para combatermos uma decepção é abrir o diálogo franco com a pessoa que nos decepcionou e procurar entender as razões da sua atitude, assim poderemos perdoar de acordo com as razões apresentadas, mas jamais devemos condenar uma ação sem que tenhamos certeza do porque foi cometida. Seria injusto com o outro e se alguém age assim conosco também é injusto. O que acontece em nossos tempos é que adquirimos uma estranha capacidade de julgar e condenar ações e pessoas sem que tenhamos o cuidado de ouvi-las antes, o que incorre em um julgamento precipitado ou preconceito. 
  Estamos todos nós, tão sujeitos a sermos decepcionados como a decepcionar e nestes momentos é preciso que aprendamos a conversar e aparar arestas que porventura venham a surgir destas ações. É fácil combater e vencer as decepções, mas é preciso desejar isso, não apenas lamentarmos ou ficarmos furiosos com a pessoa.  Se não exercitarmos a nossa capacidade de perdoar, como então podemos ser perdoados quando cometemos nossos erros? O diálogo é sempre a melhor forma de esclarecer as situações que nos incomodam e o melhor meio de evitar mágoas e dores oriundas das decepções.
  Podemos sim perdoar aqueles que nos decepcionam, pois precisaremos do perdão daqueles a quem decepcionamos também. Esta troca de ações é feita como retribuição e prova de que aquela pessoa realmente nos importa. Se retribuímos abriremos um ciclo e criaremos a dinâmica necessária para a melhoria da qualidade nas relações.  Atentemos que tudo que gostamos de receber precisamos também oferecer para que esta dinâmica seja evolutiva e o ciclo seja mantido. 

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

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  Deceptions | Why Occur? | How to Beat Them?

 Undoubtedly to be disappointed is not a privilege conceived by some, but contrary to this, we all disappoint at some point. For some the disappointments bring deep marks, for others only a few "scratches", but the fact is that everyone feels these sudden blows that shake our structures, however there are ways to avoid or minimize these effects caused if we prepare ourselves emotionally for it. Let us then try to understand that if we deal with people, disappointments chagarão, sooner or later, so it is no use shaking, but try to understand that in many times we are disappointed and in many others we disappoint as well. Sometimes without realizing we disappoint someone dear and when this occurs we are very sad because our intention was not that one and the same can (I am saying CAN) be occurring with that also disappoints us.
  What we need to combat a disappointment is open frank dialogue with the person who has disappointed us and try to understand the reasons for his attitude, so we can forgive according to the reasons given, but we should never condemn an ​​action without being sure why Was committed. It would be unfair to the other and if someone acts like this to us it is also unfair. What happens in our times is that we acquire a strange ability to judge and condemn actions and people without our being careful to listen to them before, which is a hasty judgment or prejudice.
  We are all so subject to disappointment and disappointment that we need to learn to talk and trim edges that may arise from these actions. It is easy to fight and overcome disappointments, but we must desire it, not just moan or be angry with the person. If we do not exercise our capacity to forgive, how then can we be forgiven when we make our mistakes? Dialogue is always the best way to clarify the situations that bother us and the best way to avoid heartache and pain from disappointments.
  We can forgive those who disappoint us, for we will need the forgiveness of those whom we disappoint as well. This exchange of actions is done as retribution and proof that that person really cares for us. If we reciprocate we will open a cycle and create the dynamics necessary to improve the quality of relationships. Let us notice that everything we like to receive must also offer for this dynamic to be evolutionary and the cycle to be maintained.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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  Decepciones | ¿Por qué ocurren? | ¿Cómo vencerlas?

 Sin duda alguna que decepcionarse no es un privilegio concebido a algunos, pero contrario a eso, todos nos decepcionamos en algún momento. Para algunas decepciones traen marcas profundas, para otros sólo algunos "arañazos", pero el hecho es que todos sienten estos golpes repentinos que sacuden nuestras estructuras, pero existen formas de evitar o minimizar estos efectos causados ​​si nos preparamos emocionalmente para eso. A continuación, trataremos de entender que si se trata de personas, las decepciones chascar, tarde o temprano, por lo que no sirve de sacudirse, sino tratar de entender que en muchas veces estamos decepcionados y en tantas otras decepcionamos también. A veces, sin darse cuenta de que decepcionamos a alguien querido y cuando esto ocurre quedamos muy tristes porque nuestra intención no era aquella y el mismo puede (estoy diciendo PODE) estar ocurriendo con que nos decepciona también.
  Lo que es necesario para combatir una decepción es abrir el diálogo franco con la persona que nos decepcionó y tratar de entender las razones de su actitud, así podremos perdonar de acuerdo con las razones presentadas, pero jamás debemos condenar una acción sin que tengamos certeza de por qué. Se cometió. Sería injusto con el otro y si alguien actúa así con nosotros también es injusto. Lo que sucede en nuestros tiempos es que adquirimos una extraña capacidad de juzgar y condenar acciones y personas sin que tengamos el cuidado de oírlas antes, lo que incurre en un juicio precipitado o preconcepto.
  Estamos todos nosotros, tan sujetos a ser decepcionados como a decepcionar y en estos momentos es preciso que aprendamos a conversar y recortar aristas que venir a surgir de estas acciones. Es fácil combatir y vencer las decepciones, pero hay que desear eso, no sólo lamentarnos o quedarnos furiosos con la persona. Si no ejercitamos nuestra capacidad de perdonar, ¿cómo entonces podemos ser perdonados cuando cometemos nuestros errores? El diálogo es siempre la mejor forma de aclarar las situaciones que nos incomodan y el mejor medio de evitar dolores y dolores oriundos de las decepciones.
  Podemos sí perdonar a aquellos que nos decepcionan, pues necesitaremos el perdón de aquellos a quienes decepcionamos también. Este intercambio de acciones se hace como retribución y prueba de que esa persona realmente nos importa. Si retribuimos abriremos un ciclo y crearemos la dinámica necesaria para la mejora de la calidad en las relaciones. Atendemos que todo lo que nos gusta recibir necesitamos también ofrecer para que esta dinámica sea evolutiva y el ciclo sea mantenido.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.