Arte Cênica | A Responsabilidade de Fazer Cinema.

  Não há dúvida alguma que o Cinema é sim a Arte deste século e suas produções tem marcado diversas gerações com suas tramas de aventura, suspense, ação, romance, enfim com a sua mistura infinita de enredos exibidos nas telas. Como em tudo na vida, também as artes possuem artistas bons e ruins, gente preparada, envolvida e competente e aqueles que produzem apenas como meio de vida, uma forma comercial de faturamento. Nem todos possuem a mesma responsabilidade na produção de arte, assim como nem todos os resultados são iguais. Quem produz consciente de que o Cinema é mais que uma brincadeira com equipamentos, equipe e artistas, sabe que por trás de todo aparato de profissionais que irão tornar sonhos possíveis através da trama refletida, existem os sonhadores que irão assistir e absorver o impacto deste resultado. 
  O Cinema não é somente a realização do um sonho de cada artista envolvido, mas também o mover do imaginário daqueles que irão assistir e nisso há muita responsabilidade da parte de todos no sentido de saber alimentar o público de maneira correta sem induzi-lo á erros.  Um dos maiores erros de quem lida com as Artes, na minha opinião, é achar que a finalidades destas é a obtenção de lucros e não de transmitir uma mensagem ao seu espectador.  Ao longo da vida desta maravilhosa arte que é o Cinema, muitos produziram obras genuinamente incríveis, outros porém o fizeram por fazer. Fizeram apenas com intuito comercial, apresentando a pobreza das suas obras como resultados das suas ambições.
  O número de filmes que sequer saíram dos scripts é infindável, ou daqueles que foram lançados e resultaram em fiascos também é enorme, não importa quais atores e atrizes emprestaram seus nomes para dar vida aos personagens, o fato é que quando a estória é ruim, quando não há mensagem clara e evidente na produção, o público não se identifica e dá-se o fracasso de todo trabalho feito. Aos poucos os próprios atores vão se tornando diretores, produtores executivos e protagonistas dos seus filmes, obviamente correndo o risco de repetir fórmulas politicamente corretas já utilizadas por outros, resultando em sequências desgastantes e previsíveis.
  Estaria a Sétima Arte perdendo suas forças? Ficando pobre na sua criatividade?  Pelo menos é isto que estamos vendo nos filmes modernos que trazem os Super-Heróis americanos como chave, as infinitas sequências de filmes de terror e ação policial onde as telas chegam a ganhar a cor avermelhada presente nos banhos de sangue de cada trama. É possível imaginarmos que estamos perdendo pela falta de surpresas agradáveis nos filmes que assistimos, semelhante ao maravilhoso "A Espera de Um Milagre" com Tom Hanks e Michael Clarke Duncan, um filme de Stephen King, dirigido por Frank Darabont que foi lançado no ano 2000. Ali temos o exemplo claro de como fazer cinema. 
  A Espera de Um Milagre apresentava todos os elementos para ser um fracasso total, tinha um ar de filme antigo e chato, uma iluminação de época, cenas na maioria internas, diálogos que imaginava-se serem cansativos. Mas ai entra a magia da Sétima Arte. O conjunto da obra tornou o filme um dos mais atraentes e comentados da história do cinema e eu, mais uma vez dando a minha opinião, atribuo ao Stephen King grande parte deste mérito por ter construído uma estória magnificamente atraente, genial. Frank Darabont,com sua extraordinária direção, soube trazer com fidelidade aquilo que o Stephen quis transmitir. Quanto aos atores, não só o Tom Hanks e o Espetacular Michael Clarke Duncan, todos souberam dar vida com maestria aos seus personagens. Esta equação de trabalhos de equipe bem executados deu a forma e a fórmula que transformaram  o filme em um dos mais vistos neste século.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

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   Performing Arts | The Responsibility of Making Movies.

  There is no doubt that the Cinema is rather the Art of this century and its productions have marked several generations with their plots of adventure, suspense, action, romance, with its infinite mixture of tangles displayed on canvas. As in everything else in life, the arts also have good and bad artists, prepared, engaged and competent people and those who produce only as a way of life, a commercial form of billing. Not everyone has the same responsibility in the production of art, just as not all results are the same. Who produces consciously that Cinema is more than a joke with equipment, team and artists, knows that behind every apparatus of professionals that will make dreams possible through the reflected frame, there are dreamers who will watch and absorb the impact of this result .
  Cinema is not only the realization of a dream of every artist involved, but also the movement of the imagination of those who will watch and in this there is a lot of responsibility on the part of everyone to know how to feed the public in a correct way without inducing it to errors . One of the biggest mistakes of those who deal with the Arts, in my opinion, is to think that the purpose of these is to obtain profits and not to convey a message to your viewer. Throughout the life of this wonderful art that is the Cinema, many produced genuinely incredible works, others did however by doing. They did it only with commercial intent, presenting the poverty of their works as a result of their ambitions.
  The number of movies that even came out of the scripts is endless, or those that were released and resulted in fiascos is also huge, no matter what actors and actresses lent their names to give life to the characters, the fact is that when the story is bad, When there is no clear and evident message in production, the public does not identify and the failure of all the work is done. The actors themselves gradually become directors, executive producers and protagonists of their films, obviously running the risk of repeating politically correct formulas already used by others, resulting in exhausting and predictable sequences.
  Was the Seventh Art losing its strength? Getting poor in your creativity? At least this is what we are seeing in modern movies that bring American Superheroes as key, the endless sequences of horror movies and police action where the screens even gain the reddish color present in the bloodbaths of each plot. It is possible to imagine that we are missing out on the lack of pleasant surprises in the films we watch, similar to the wonderful "Await of a Miracle" with Tom Hanks and Michael Clarke Duncan, a Stephen King film directed by Frank Darabont that was released in the year 2000 Here we have the clear example of how to make movies.
  The Waiting for a Miracle had all the elements to be a total failure, had an air of old and boring film, an illumination of time, scenes in the majority internal, dialogues that imagined to be tiresome. But here comes the magic of the Seventh Art. The whole of the play made the film one of the most engaging and commented in the history of cinema, and I, once again giving my opinion, attributed to Stephen King much of this merit for having constructed a magnificently attractive, brilliant story. Frank Darabont, with his extraordinary leadership, knew how to bring with fidelity what Stephen wanted to convey. As for the actors, not only Tom Hanks and the Spectacular Michael Clarke Duncan, they all knew how to bring their characters to life. This equation of well executed teamwork gave the form and formula that made the film one of the most seen in this century.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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  Arte Escénico | La responsabilidad de hacer cine.

  No hay duda alguna que el cine es sí el arte de este siglo y sus producciones han marcado diversas generaciones con sus tramas de aventura, suspenso, acción, romance, en fin con su mezcla infinita de enredos exhibidos en las pantallas. Como en todo en la vida, también las artes poseen artistas buenos y malos, gente preparada, involucrada y competente y aquellos que producen sólo como medio de vida, una forma comercial de facturación. No todos tienen la misma responsabilidad en la producción de arte, así como no todos los resultados son iguales. Quien produce conciencia de que el cine es más que una broma con equipos, equipo y artistas, sabe que detrás de todo aparato de profesionales que van a hacer sueños posibles a través de la trama reflejada, existen los soñadores que ver y absorber el impacto de este resultado .
  El cine no es sólo la realización del sueño de cada artista involucrado, sino también el mover del imaginario de aquellos que van a asistir y en eso hay mucha responsabilidad por parte de todos en el sentido de saber alimentar al público de manera correcta sin inducirlo a errores . Uno de los mayores errores de quien lidia con las Artes, en mi opinión, es creer que a finalidades de éstas es la obtención de ganancias y no de transmitir un mensaje a su espectador. A lo largo de la vida de este maravilloso arte que es el cine, muchos produjeron obras genuinamente increíbles, otros lo hicieron por hacer. Sólo se hicieron con fines comerciales, presentando la pobreza de sus obras como resultados de sus ambiciones.
  El número de películas que ni siquiera salieron de los scripts es interminable, o de aquellos que fueron lanzados y resultaron en fiascos también es enorme, no importa qué actores y actrices prestaron sus nombres para dar vida a los personajes, el hecho es que cuando la historia es mala, Cuando no hay un mensaje claro y evidente en la producción, el público no se identifica y se da el fracaso de todo trabajo hecho. A los pocos los propios actores se van convirtiendo en directores, productores ejecutivos y protagonistas de sus películas, evidentemente corriendo el riesgo de repetir fórmulas políticamente correctas ya utilizadas por otros, resultando en secuencias desgastantes y previsibles.
  ¿Estaría el Séptimo Arte perdiendo sus fuerzas? ¿Está pobre en su creatividad? Por lo menos eso es lo que estamos viendo en las películas modernas que traen a los Superhéroes americanos como clave, las infinitas secuencias de películas de terror y acción policial donde las pantallas llegan a ganar el color rojizo presente en los baños de sangre de cada trama. Es posible imaginar que estamos perdiendo por la falta de sorpresas agradables en las películas que asistimos, semejante al maravilloso "La Espera de un Milagro" con Tom Hanks y Michael Clarke Duncan, una película de Stephen King, dirigida por Frank Darabont que fue lanzado en el año 2000 Allí tenemos el ejemplo claro de cómo hacer cine.
  La Esperanza de un Milagro presentaba todos los elementos para ser un fracaso total, tenía un aire de película antigua y aburrido, una iluminación de época, escenas en la mayoría internas, diálogos que se imaginaba ser agotadores. Pero ahi entra la magia del Séptimo Arte. El conjunto de la obra hizo la película uno de los más atractivos y comentados de la historia del cine y, una vez más dando mi opinión, atribuyo a Stephen King gran parte de este mérito por haber construido una historia magníficamente atractiva, genial. Frank Darabont, con su extraordinaria dirección, supo traer con fidelidad lo que Stephen quiso transmitir. En cuanto a los actores, no sólo el Tom Hanks y el Espectacular Michael Clarke Duncan, todos supieron dar vida con maestría a sus personajes. Esta ecuación de trabajos de equipo bien ejecutados dio la forma y la fórmula que transformaron la película en uno de los más vistos en este siglo.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.

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