Meio-Ambiente | Tsunamis | A Fúria Que Vem do Mar.

 Fenômenos naturais sempre ocorreram na terra desde sua existência, apesar de que nos primórdios a devastação provocada era pouco sentida pelas populações por estas serem menores que hoje. A superpopulação do planeta nos tempos atuais, o progresso avançando em direção á natureza, a alteração de habitats naturais, ecossistemas junto com a emissão de poluentes e o aquecimento global entre outros fatores ambientais, produziu um clima mais que propício para o grande número de fenômenos que temos visto acontecer no mundo. São terremotos, ciclones, furacões, tornados, maremotos e as temidas e terríveis tsunamis. O planeta que é cercado pelas águas dos mares, começa a sentir o reflexo do aquecimento e estas águas mais quentes que suas temperaturas normais alteram de forma sensível o clima na terra, produzindo reações que geram os fenômenos chamados de tsunamis. De acordo com especialistas, um tsunami é produzido por uma equação complexa de fatores climáticos favoráveis á sua formação e o fato é que tais fatores tem sido a causa de tantos fenômenos naturais ocorrendo no mundo.
  Pesquisando o assunto, após ter visto vários vídeos assustadores exibindo a devastação produzida pelos tsunamis em diversas partes do mundo, fiquei estarrecido com a fúria natural destes fenômenos e uma conclusão foi óbvia: Não há muito o que fazer senão adotar medidas preventivas afim de minimizar os efeitos da passagem de uma onda gigante. O fato é que tais eventos não escolhem lugar para acontecerem e quando acontecem podem ter efeito mínimo, médio ou avassalador, provocando diversas mortes e consideráveis perdas materiais. As imagens que mais me impressionaram foi do tsunami ocorrido no Japão, ocorrido em 2011 e cujo ação resultou em muitas mortes e devastação total das localidades, principalmente na cidade de Porto Kesennuma, onde através das imagens de vídeos feito por celulares foi possível ver o mar começando a ficar revolto por alguns minutos e logo em seguida soaram os alarmes de evacuação, mas infelizmente para muitos não foi possível a saída do local. As embarcações começaram a ser atiradas umas contra as outras, logo depois elas foram completamente encobertas pelas águas e as ondas começaram a avançar em direção á mureta de contenção que separava a área habitada da pequena cidade e aos poucos o volume era tão grande que transbordou inundando de forma gradativa as habitações. Nem mesmo aqueles que estavam em edificações mais elevadas que o nível das águas conseguiram salvar-se, pois muitas estruturas não resistiram á força e a fúria das correntes produzidas pelas ondas. Pessoas corriam buscando abrigo em lugares mais elevados, enquanto outras iam ficando pelo caminho, tragadas pelas correntes furiosas. Muitos gritavam, outros choravam desesperados, muitos tentavam salvar aqueles que corriam, mas as águas chagaram muito rapidamente e com um poder de devastação difícil de se prever. Carros eram arrastados, não só veículos pequenos, mas também caminhões, casas eram destruídas, arrancadas juntos com árvores e o que houvesse pela frente.
  Em pouco tempo já não era possível ver o solo, apenas águas, escombros e muitos corpos arrastados pelas força das ondas. O cenário era como um palco de guerra após a chuva, só que em proporções bem maiores. Os gritos das pessoas se confundiam com o barulho dos alarmes e o choro dos que perderam tudo, inclusive familiares. Já não havia separação entre as águas e a terra, tudo tornou-se apenas água, um enorme mar de restos de tocos, veículos, animais e corpos boiando, resto de tudo que fora reduzido a nada, de uma hora para outra. Diante do caos, restou aos populares lamentarem o episódio, reconstruírem suas casas e suas vidas da forma como foi possível, mas as memórias jamais serão apagadas e o medo ainda persiste naqueles que viveram aquilo que pode ser classificado, sem sombra de dúvida como o pior dia de suas vidas. Cenas como as que ocorreram na Indonésia e na Índia já não são um privilégio apenas destes locais e o tempo já começa a demonstrar sua força mostrando claramente ao homem que é preciso parar e refletir, pensar no planeta como um todo, como políticas únicas de prevenção, mas sobretudo, impedir a degradação e devastação da terra, pois a conta certamente será bem alta.

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   Environment | Tsunamis | The Fury Coming from the Sea.

  Natural phenomena have always occurred on the earth since its existence, although in the early days the devastation provoked was felt by the populations because they are smaller than today. Overpopulation of the planet in modern times, progress towards nature, alteration of natural habitats, ecosystems along with the emission of pollutants and global warming among other environmental factors, has produced a climate more than conducive to the large number of phenomena which we have seen happen in the world. They are earthquakes, cyclones, hurricanes, tornadoes, tsunamis and the dreaded and terrible tsunamis. The planet that is surrounded by the waters of the seas begins to feel the reflection of the warming and these waters warmer than their normal temperatures change the climate in a sensible way on earth, producing reactions that generate the phenomena called tsunamis. According to experts, a tsunami is produced by a complex equation of climatic factors favorable to its formation and the fact is that such factors have been the cause of so many natural phenomena occurring in the world.
  Researching the subject, having seen several scary videos showing the devastation produced by tsunamis in various parts of the world, I was appalled by the natural fury of these phenomena and one conclusion was obvious: There is not much to do but to take preventive measures to minimize the effects of the passage of a giant wave. The fact is that such events do not choose place to happen and when they happen they can have minimal, average or overwhelming effect, causing several deaths and considerable material losses. The images that impressed me most were the tsunami that occurred in Japan in 2011, which resulted in many deaths and total devastation of the localities, mainly in the city of Porto Kesennuma, where through video images made by mobile phones it was possible to see the sea starting to get agitated for a few minutes and then the evacuation alarms sounded, but unfortunately for many it was not possible to leave the premises. The boats began to be thrown against each other, soon after they were completely covered by the waters and the waves began to advance towards the wall of contention that separated the inhabited area of ​​the small town and the volume was so little that it overflowed flooding gradually. Not even those who were in buildings higher than the water level were able to save themselves, for many structures did not resist the force and fury of the currents produced by the waves. People ran for shelter in higher places, while others were stranded along the way, swallowed by furious chains. Many cried out, others cried in despair, many tried to save those who were running, but the waters came very quickly and with a power of devastation difficult to predict. Cars were dragged, not only small vehicles, but also trucks, houses were destroyed, ripped together with trees and whatever lay ahead.
  Soon it was no longer possible to see the ground, only water, debris and many bodies dragged by the force of the waves. The scenery was like a stage of war after the rain, only in much greater proportions. The screams of the people were mixed with the noise of the alarms and the cry of those who lost everything, including relatives. There was no separation between the waters and the earth, everything became water, a huge sea of ​​remains of stumps, vehicles, animals and bodies floating, rest of everything that had been reduced to nothing, from one hour to another. In the face of chaos, it was left to the popular to mourn the episode, to rebuild their homes and their lives as it was possible, but memories will never be erased and fear still persists in those who lived what can be classified, without a doubt as the worst day of their lives. Scenes such as those in Indonesia and India are no longer only a privilege of these places and time is already beginning to show its strength clearly showing man that it is necessary to stop and reflect, to think of the planet as a whole, as unique prevention policies , but above all, prevent the degradation and devastation of the land, because the account will certainly be very high.

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  Medio ambiente | Tsunamis | La furia que viene del mar.

  Los fenómenos naturales siempre ocurrieron en la tierra desde su existencia, a pesar de que en los primordios la devastación provocada era poco sentida por las poblaciones por éstas ser menores que hoy. La superpoblación del planeta en los tiempos actuales, el progreso avanzando hacia la naturaleza, la alteración de hábitats naturales, ecosistemas junto con la emisión de contaminantes y el calentamiento global entre otros factores ambientales, produjo un clima más que propicio para el gran número de fenómenos que hemos visto en el mundo. Son terremotos, ciclones, huracanes, tornados, maremotos y temáticas terribles y terribles. El planeta que está rodeado por las aguas de los mares, empieza a sentir el reflejo del calentamiento y estas aguas más cálidas que sus temperaturas normales alteran de forma sensible el clima en la tierra, produciendo reacciones que generan los fenómenos llamados tsunamis. De acuerdo con expertos, un tsunami es producido por una ecuación compleja de factores climáticos favorables a su formación y el hecho es que tales factores han sido la causa de tantos fenómenos naturales ocurriendo en el mundo.
  La investigación del tema, después de haber visto varios vídeos espeluznantes exhibiendo la devastación producida por los tsunamis en diversas partes del mundo, quedé aterrorizado con la furia natural de estos fenómenos y una conclusión fue obvia: No hay mucho que hacer sino adoptar medidas preventivas a fin de minimizar los riesgos los efectos del paso de una ola gigante. El hecho es que tales eventos no eligen lugar para suceder y cuando ocurren pueden tener efecto mínimo, medio o avasallador, provocando diversas muertes y considerables pérdidas materiales. Las imágenes que más me impresionaron fue del tsunami ocurrido en Japón, ocurrido en 2011 y cuya acción resultó en muchas muertes y devastación total de las localidades, principalmente en la ciudad de Porto Kesennuma, donde a través de las imágenes de videos hechos por celulares fue posible ver el mar empezando a volverse revuelta por unos minutos y luego sonaron las alarmas de evacuación, pero desafortunadamente para muchos no fue posible la salida del local. Las embarcaciones comenzaron a dispararse unas contra otras, poco después fueron completamente encubiertas por las aguas y las olas comenzaron a avanzar hacia la mureta de contención que separaba el área habitada de la pequeña ciudad y poco a poco el volumen era tan grande que desbordó inundando de forma gradual las viviendas. Ni siquiera aquellos que estaban en edificaciones más elevadas que el nivel de las aguas consiguieron salvarse, pues muchas estructuras no resistieron a la fuerza y ​​la furia de las corrientes producidas por las olas. Las personas corrían buscando refugio en lugares más elevados, mientras que otras iban por el camino, tragadas por las corrientes furiosas. Muchos gritaban, otros lloraban desesperados, muchos intentaban salvar a aquellos que corrían, pero las aguas chagaron muy rápidamente y con un poder de devastación difícil de predecir. Los coches eran arrastrados, no sólo vehículos pequeños, pero también camiones, casas eran destruidas, arrancadas junto con árboles y lo que hubiera por delante.
  En poco tiempo ya no era posible ver el suelo, sólo aguas, escombros y muchos cuerpos arrastrados por las fuerzas de las olas. El escenario era como un escenario de guerra después de la lluvia, sólo que en proporciones mucho mayores. Los gritos de las personas se confundían con el ruido de las alarmas y el llanto de los que perdieron todo, incluso familiares. Ya no había separación entre las aguas y la tierra, todo se convirtió en agua, un enorme mar de restos de tocones, vehículos, animales y cuerpos flotando, resto de todo lo que había sido reducido a nada, de una hora a otra. Ante el caos, restó a los populares lamentar el episodio, reconstruir sus casas y sus vidas de la forma como fue posible, pero las memorias jamás serán borradas y el miedo aún persiste en aquellos que vivieron aquello que puede ser clasificado, sin sombra de duda como el peor día de sus vidas. Las escenas como las que ocurrieron en Indonesia y en la India ya no son un privilegio sólo de estos lugares y el tiempo ya empieza a demostrar su fuerza mostrando claramente al hombre que hay que parar y reflexionar, pensar en el planeta como un todo, como políticas únicas de prevención pero sobre todo, impedir la degradación y devastación de la tierra, pues la cuenta ciertamente será muy alta.

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