Decisões | Qual a Melhor Hora para Tomá-las?

  Todos nós já enfrentamos aquele momento em que temos que decidir algo e ficamos na dúvida se aquele é ou não o momento certo para decidir e esta matéria trata exatamente disto: Decisões, qual a melhor hora para tomá-las? Sei que muita gente não tolera regras, adora a liberdade e quer decidir as coisas no tempo da sua conveniência, mas ações deste tipo costumar retornar resultados não muito agradáveis, quando não desastrosos. Para evitar isso vale lembrar sempre que queiramos ou não, gostemos ou não, a vida impõe suas regras e elas nos limitam nas nossas atitudes, por isso é altamente recomendável respeitar estes critérios naturais afim de preservar-se de algumas consequências por ações erradas. Só referenciando, caso o leitor acredite nas escrituras que lá no livro de Eclesiastes capítulo 3 e versículo 1, diz o seguinte: "Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu". Mas não só usando referência Bíblica, minha mãe dona Mira sempre me dizia assim: "Filho tudo tem seu tempo e sua hora". 
  Existem momentos em que não estamos propícios á decidir coisa alguma por não estarmos prontos, preparados para aquele evento. Não que não sejamos capazes de tomar uma decisão, mas porque precisamos estar em equilíbrio mental e emocional para decidirmos sobre as coisas, principalmente aquelas que são mais importantes nas nossas vidas. Sendo assim, se estivermos envolvidos emocionalmente com um problema, uma questão que exija uma decisão, não podemos tomá-la de imediato sem antes termos a noção exata das suas consequências para nós e para todos os envolvidos. Todos somos tendentes a reagir á fortes emoções e quando existem pressões externas, muitas vezes não reagimos bem. Um dos principais causadores do desconforto humano é o sofrimento, este que pode ser emocional, psicológico ou físico. A questão se agrava quando a dor,  um segundo elemento de desconforto está associado ao sofrimento.
  O homem não aprendeu ainda a lidar com dores e sofrimentos. Provavelmente não aprenderá, quem sabe? Mas o fato é que de alguma maneira reagimos quando sentimos algum sofrimento ou alguma dor e definitivamente estes sentimentos não são desejáveis para o homem, porém eles são inevitáveis e em muitas situações evitá-los requer conhecimento das consequências das ações e do momento certo de tomada de decisões. Não desejo aqui ser pretensioso a ponto de ensinar-lhes algo que já não saibam, apenas reforço a lembrança de que a melhor hora para decidir algo é quando se está livre dos efeitos imediatos das ações. Manter-se racional e isento do calor emocional é muito importante quando se tem que decidir algo, portanto é melhor, mais recomendável que não se decida no ato, na hora em que as coisas acontecem.
  Um dos mais relevantes sinais de maturidade é exatamente a capacidade de conhecer os momentos apropriados para tomar decisões, evitando agir sob o descontrole temperamental ou mesmo sob a influência de uma reação emocional negativa. Todos sabemos o que não desejamos ter, do que não gostamos ou toleramos, mas precisamos saber, sem possuir dúvida alguma, como, onde e quando devemos agir para minimizar dores e mais sofrimentos. Não há sofrimento pior do que aquele em que sofremos em vão, sem ter um propósito, uma motivação que nos leve á aquele sacrifício.  Se as dores e os sofrimentos forem inevitáveis, que pelo menos sejam esperados porque tiveram planejamento e organização prévia e que tenhamos o alento de que não estamos sofrendo em vão; temos uma causa que o justifique. 
  Se temos que decidir, que decidamos, mas não de forma precipitada e a pior hora é aquela em que estamos sob influência das causas que nos obrigam a tomar uma decisão. Pare, reflita, amadureça bem a questão, pense nos efeitos que sua decisão poderá trazer e caso esteja seguro de que realmente é aquilo que deseja, decida! A melhor hora é quando a cabeça está fria, livre para analisar todos os pontos e refletir sobre cada uma das consequências. Decisões seguras são, em muitos casos, a melhor forma de se lidar com problemas que nos causam desconforto. Fico por aqui, se você gostou, comente, compartilhe. Estou aguardando o seu comentário. Obrigado pela visita.

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Decisions | What's the Best Time to Take It?

 We have all faced that moment when we have to decide something and we are in doubt as to whether or not it is the right time to decide and this is exactly the subject of this: Decisions, what is the best time to take them? I know a lot of people do not tolerate rules, they love freedom and want to decide things at the time of their convenience, but actions of this kind usually return very pleasant, if not disastrous, results. To avoid this, it is always worth remembering whether we like it or not, like it or not, life imposes its rules and they limit us in our attitudes, so it is highly recommended to respect these natural criteria in order to preserve some consequences for wrong actions. Just referencing, if the reader believes in the scriptures that there in the book of Ecclesiastes chapter 3 and verse 1, it says the following: "Everything has its appointed time, and there is time for all purpose under heaven." But not only using Biblical reference, my mother Mrs. Mira always said to me: "Son, everything has its own time and its time."
 There are times when we are not ready to decide anything because we are not ready, prepared for that event. Not that we are not able to make a decision, but because we need to be in mental and emotional balance to decide on things, especially those that are most important in our lives. So if we are emotionally involved with a problem, an issue that requires a decision, we can not take it right away without first having the exact notion of its consequences for us and for everyone involved. We are all inclined to react to strong emotions and when there are external pressures, we often do not respond well. One of the main causes of human discomfort is suffering, which can be emotional, psychological or physical. The issue worsens when pain, a second element of discomfort is associated with suffering.
 Man has not yet learned to deal with pain and suffering. Probably will not learn, who knows? But the fact is that somehow we react when we feel some suffering or some pain and definitely these feelings are not desirable for the man, however they are inevitable and in many situations to avoid them requires knowledge of the consequences of the actions and the right moment of taking of decisions. I do not wish here to be pretentious to the point of teaching them something they no longer know, only reinforcing the reminder that the best time to decide something is when one is free from the immediate effects of actions. Staying rational and free of emotional heat is very important when you have to decide something, so it is better, more advisable not to decide in the act, at the time that things happen.
 One of the most significant signs of maturity is exactly the ability to know the appropriate moments to make decisions, avoiding to act under the temperamental lack of control or even under the influence of a negative emotional reaction. We all know what we do not want to have, what we do not like or tolerate, but we need to know, without any doubt, how, where and when we should act to minimize pain and more suffering. There is no suffering worse than that in which we suffer in vain, without a purpose, a motivation that leads us to that sacrifice. If pain and suffering are inevitable, let at least be expected because they have had prior planning and organization, and let us take heart that we are not suffering in vain; we have a cause that justifies it.
 If we have to decide, let us decide, but not in a hurry, and the worst hour is when we are under the influence of the causes that compel us to make a decision. Stop, reflect, mature well the issue, think about the effects that your decision can bring and if you are sure that it really is what you want, decide! The best time is when the head is cold, free to analyze all the points and reflect on each of the consequences. Decisions that are safe are, in many cases, the best way to deal with problems that cause us discomfort. I'm here, if you like, comment, share. I'm waiting for your comment. Thanks for the visit.

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Decisiones | ¿Cuál es la mejor hora para tomarlas?

 Todos nosotros ya enfrentamos aquel momento en que tenemos que decidir algo y quedamos en la duda si ese es o no el momento adecuado para decidir y esta materia trata exactamente de esto: Decisiones, cuál es la mejor hora para tomarlas? Sé que mucha gente no tolera reglas, adora la libertad y quiere decidir las cosas en el tiempo de su conveniencia, pero acciones de este tipo acostumbran retornar resultados no muy agradables, cuando no desastrosos. Para evitar esto vale recordar siempre que queramos o no, nos guste o no, la vida impone sus reglas y ellas nos limitan en nuestras actitudes, por eso es altamente recomendable respetar estos criterios naturales a fin de preservarse de algunas consecuencias por acciones erróneas. Sólo haciendo referencia, si el lector cree en las escrituras que en el libro de Eclesiastés capítulo 3 y versículo 1, dice lo siguiente: "Todo tiene su tiempo determinado, y hay tiempo para todo el propósito bajo el cielo". Pero no sólo usando la referencia bíblica, mi madre doña Mira siempre me decía así: "Hijo todo tiene su tiempo y su hora".
 Hay momentos en que no estamos propicios a decidir nada por no estar listos, preparados para ese evento. No es que no seamos capaces de tomar una decisión, sino porque necesitamos estar en equilibrio mental y emocional para decidir sobre las cosas, principalmente aquellas que son más importantes en nuestras vidas. Siendo así, si estamos involucrados emocionalmente con un problema, una cuestión que exija una decisión, no podemos tomarla de inmediato sin antes tener la noción exacta de sus consecuencias para nosotros y para todos los involucrados. Todos estamos dispuestos a reaccionar ante fuertes emociones y cuando hay presiones externas, a menudo no reaccionamos bien. Uno de los principales causantes de la incomodidad humana es el sufrimiento, que puede ser emocional, psicológico o físico. La cuestión se agrava cuando el dolor, un segundo elemento de incomodidad está asociado al sufrimiento.
 El hombre no aprendió todavía a lidiar con dolores y sufrimientos. Probablemente no aprender, ¿quién sabe? Pero el hecho es que de alguna manera reaccionamos cuando sentimos algún sufrimiento o algún dolor y definitivamente estos sentimientos no son deseables para el hombre, pero ellos son inevitables y en muchas situaciones evitarlos requiere conocimiento de las consecuencias de las acciones y del momento cierto de toma de decisiones. No deseo aquí ser pretencioso para enseñarles algo que ya no sepan, sólo refuerzo el recuerdo de que la mejor hora para decidir algo es cuando se está libre de los efectos inmediatos de las acciones. Mantener racional y exento del calor emocional es muy importante cuando se tiene que decidir algo, por lo tanto es mejor, más recomendable que no se decida en el acto, en la hora en que las cosas suceden.
 Una de las señales más relevantes de madurez es exactamente la capacidad de conocer los momentos apropiados para tomar decisiones, evitando actuar bajo el descontrol temperamental o incluso bajo la influencia de una reacción emocional negativa. Todos sabemos lo que no deseamos tener, de lo que no nos gusta o toleramos, pero necesitamos saber, sin tener ninguna duda, cómo, dónde y cuándo debemos actuar para minimizar dolores y más sufrimientos. No hay sufrimiento peor que aquel en que sufrimos en vano, sin tener un propósito, una motivación que nos lleve a aquel sacrificio. Si los dolores y los sufrimientos son inevitables, que por lo menos se esperan porque han tenido planeamiento y organización previa y que tengamos el aliento de que no estamos sufriendo en vano; tenemos una causa que lo justifique.
 Si tenemos que decidir, que decidimos, pero no de forma precipitada y la peor hora es aquella en que estamos bajo la influencia de las causas que nos obligan a tomar una decisión. ¡Pare, reflexione, madure bien la cuestión, piense en los efectos que su decisión podrá traer y si está seguro de que realmente es lo que desea, decida! La mejor hora es cuando la cabeza está fría, libre para analizar todos los puntos y reflexionar sobre cada una de las consecuencias. Las decisiones seguras son, en muchos casos, la mejor manera de lidiar con problemas que nos causan molestias. Me siento por aquí, si te gustó, comente, comparte. Estoy esperando su comentario. Gracias por la visita.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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