Smartphone | O Domínio dos Aplicativos Nativos.

  Passadas algumas décadas após o surgimento dos primeiros aparelhos celulares, aqueles tijolões lançados pela empresa Motorola, cheios de luzes indicadores na cor abóboras  e baterias que duravam duas horas máximas de uso, começaram a chegar os primeiros aparelhos que podiam acessar a internet e algumas redes sociais de uma forma tímida, ainda beta, mas que logo começaram a tornar-se populares. Assim começou a dinastia dos Smartphone que hoje já são imbatíveis até surja um sucessor para eles. Com o enorme sucesso destes dispositivos vieram os aplicativos, muito utilitários e outros sem utilidades algumas, mas que invadiram os Smartphone e se tornaram responsáveis pela ocupação da sua memória e armazenamento. Você deve estar me dizendo, mas porque manter estes aplicativos se eles usam quase toda a memória RAM do dispositivo?  Porque estes aplicativos caro leitor, são nativos do aparelho, ou seja, já vem pré-instalado de fábrica e não podem ser excluídos.
  Como assim não podem ser desinstalados? Porque nós não temos privilégios administrativos para acessar suas pastas e desinstalá-los (conhecido como acesso Rooter).  Porque não temos este acesso? Pelo fato destas desinstalações  não interessarem aos desenvolvedores. Tal ocupação da memória por parte destes aplicativos  associados ao peso das suas atualizações bem como de outros aplicativos existentes no aparelho reduzem a vida útil do dispositivo, tornando-o obsoleto quanto ao espaço existente para novas aplicações. Então a situação real é esta: O desenvolvedor tem privilégios de instalar os aplicativos que quer no aparelho que nós iremos comprar e pagar caro por ele, os fabricantes das marcas também podem instalar nestes dispositivos qualquer aplicativo que desejem e nós que pagamos as contas não temos permissão para desinstalar absolutamente nada!

  Mas se até a história é sinistra, para piorar agora os aplicativos disponíveis para downloads como antivírus, limpadores e outros utilitários resolveram entrar na brincadeira e instalarem durante o download, aquilo que você não pediu. Se prestarmos um pouco de atenção, alguns anos atrás você pesquisava: Antivírus e logo encontrava vários, alguns free, outros trial version, mas todos estavam ali, você baixava e instalava aquilo que pesquisou. Hoje você pesquisa e raramente encontrará somente o antivírus, pois junto com ele virão limpadores, aceleradores, monitores de desempenho de internet e tantas outras aplicações que você não deseja justamente pelo fato de que associadas elas consomem ainda mais memória do seu aparelho.

  Outro fato incômodo e abusivo é a presença dos spam. Aquelas propagandas insistentes e irritantes  que surgem a todo momento na tela e que consomem seu plano de dados da internet. Você pediu aquilo? Não! Foi obrigado. O pior é que todos somos enganados por uma propaganda que diz "Free". Ora se é free porque existe a propaganda? Alguém está pagando pelos anúncios, então não é free. De fato o que se aplica é que o desenvolvedor recebe o dinheiro e nós recebemos o incômodo dos spam, fato que caracteriza uma extrema falta de respeito com o consumidor. Se quem desenvolve não tem condições de manter o aplicativo como grátis que não o ponha! Informe o preço e não informe que é free enquanto empurra uma avalanche de spam no aparelho dos usuários. 

  Quanto aos desenvolvedores do Sistema Operacional Android que estes tenham bom senso, que respeitem o direito de quem compra e paga caro pelos aparelhos. Eles devem vir apenas com aplicativos necessários para o funcionamento do Sistema Operacional e não uma avalanche de lançamentos de produtos que em muitos casos o usuário nem sabe para que servem e provavelmente jamais irá usá-los, servindo tão somente para consumir a memória dos dispositivos. Se querem disponibilizar seus lançamentos e instalá-los, que o façam, mas deem a nós o direito de desinstalar os aplicativos no dia e na hora que bem entendermos.  É uma pena que ainda haja esta ditadura comercial em plena democracia. O mesmo se aplica aos Desktop que são atualizados já com um mundo de aplicativos que você nunca solicitou. 

Esta obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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   Smartphone | The Native Application Domain.

  A few decades after the first cell phones were introduced, the Motorola phones, which were full of indicator lights in the shape of pumpkins and batteries that lasted two hours, began to arrive the first devices that could access the Internet and some social networks in a timid, yet beta, form that soon began to become popular. So began the Smartphone dynasty that today are already unbeatable until a successor emerges for them. With the enormous success of these devices came the applications, very utilitarian and others without some utilities, but that invaded the Smartphone and became responsible for occupying their memory and storage. You should be telling me, but why keep these applications if they use almost all of the device's RAM? Because these expensive reader applications, are native to the handset, meaning it is already pre-installed from the factory and can not be deleted.

  How come they can not be uninstalled? Because we do not have administrative privileges to access your folders and uninstall them (known as Rooter access). Why do not we have this access? Because these uninstallations do not interest the developers. Such memory footing by these applications, coupled with the weight of their updates as well as other applications on the device, reduces the life of the device, making it obsolete in terms of space for new applications. So the real situation is this: The developer has privileges to install the applications that wants on the device that we will buy and pay dearly for it, the manufacturers of the brands can also install on these devices any application they want and we who pay the bills we do not have permission to uninstall absolutely nothing!

  But if even the story is ominous, to make matters worse now the applications available for downloads like antivirus, cleaners and other utilities have decided to enter the joke and install during download, what you did not ask. If we paid a little attention, a few years ago you searched: Antivirus and soon found several, some free, others trial version, but everyone was there, you downloaded and installed what you searched for. Today you search and rarely find only the antivirus, because along with it will come cleaners, accelerators, internet performance monitors and so many other applications that you do not want precisely because associated with them consume even more memory of your device.

  Another annoying and abusive fact is the presence of spam. Those insistent and annoying advertisements that pop up all the time on the screen and that consume your data plan from the internet. You asked for that? No! Thank you. The worst thing is that we are all fooled by an advertisement that says "Free." Why is it free because there is propaganda? Someone is paying for the ads, so it's not free. In fact what applies is that the developer receives the money and we receive the annoyance of the spam, fact that characterizes an extreme lack of respect with the consumer. If the developer does not have the conditions to keep the application for free, do not put it! Enter the price and do not report that it is free while pushing an avalanche of spam on users' devices.

  As for the Android operating system developers who have good sense, respect the right of those who buy and pay expensive for the devices. They should only come with applications required for operating system operating rather than an avalanche of product releases that in many cases the user does not even know what they are for and probably will never use them, serving only to consume the memory of the devices. If you want to make your releases available and install them, do so, but give us the right to uninstall the applications on the day and at the time we want. It is a shame that there is still this commercial dictatorship in full democracy. The same goes for Desktop that is already updated with a world of apps you've never asked for.

This work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of the means or purposes , without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively entitled to the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

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    Smartphone | El dominio de las aplicaciones nativas.

  Después de algunas décadas después del surgimiento de los primeros aparatos celulares, aquellos ladrillos lanzados por la empresa Motorola, llenos de luces indicadores en el color calabazas y baterías que duraban dos horas máximas de uso, comenzaron a llegar los primeros aparatos que podían acceder a internet y algunas redes sociales de una forma tímida, aún beta, pero que pronto empezaron a llegar a ser populares. Así comenzó la dinastía de los Smartphone que hoy ya son imbatibles hasta que surja un sucesor para ellos. Con el enorme éxito de estos dispositivos vinieron las aplicaciones, muy utilidades y otros sin utilidades algunas, pero que invadieron los Smartphone y se volvieron responsables por la ocupación de su memoria y almacenamiento. Usted debe estar diciéndome, pero ¿por qué mantener estas aplicaciones si utilizan casi toda la memoria RAM del dispositivo? Porque estas aplicaciones querido lector, son nativas del aparato, es decir, ya vienen preinstaladas de fábrica y no pueden ser excluidos.

  ¿Cómo no se pueden desinstalar? Porque no tenemos privilegios administrativos para acceder a sus carpetas y desinstalarlos (conocido como acceso Rooter). ¿Por qué no tenemos este acceso? Debido a que estas desinstalaciones no interesan a los desarrolladores. Tal ocupación de la memoria por parte de estas aplicaciones asociadas al peso de sus actualizaciones así como de otras aplicaciones existentes en el aparato reducen la vida útil del dispositivo, haciéndolo obsoleto en cuanto al espacio existente para nuevas aplicaciones. Entonces la situación real es ésta: El desarrollador tiene privilegios de instalar las aplicaciones que queramos en el dispositivo que vamos a comprar y pagar caro por él, los fabricantes de las marcas también pueden instalar en estos dispositivos cualquier aplicación que deseen y nosotros que pagamos las cuentas no tenemos permiso para desinstalar absolutamente nada!

  Pero si hasta la historia es siniestra, para empeorar ahora las aplicaciones disponibles para descargas como antivirus, limpiadores y otras utilidades decidieron entrar en el juego e instalar durante la descarga, lo que usted no pidió. Si le prestamos un poco de atención, algunos años atrás usted investigaba: Antivirus y luego encontraba varios, algunos free, otros trial version, pero todos estaban allí, usted bajaba e instalaba aquello que investigó. Hoy en día usted busca y raramente encontrará solamente el antivirus, pues junto con él vendrán limpiadores, aceleradores, monitores de rendimiento de internet y tantas otras aplicaciones que usted no desea justamente por el hecho de que asociadas ellas consumen aún más memoria de su aparato.

  Otro hecho incómodo y abusivo es la presencia de los spam. Aquellos propagandas insistentes e irritantes que surgen en todo momento en la pantalla y que consumen su plan de datos de internet. ¿Usted pidió eso? ¡No! Fue obligado. Lo peor es que todos somos engañados por una propaganda que dice "Free". Pero si es libre porque existe la propaganda? Alguien está pagando por los anuncios, entonces no es libre. De hecho, lo que se aplica es que el desarrollador recibe el dinero y recibimos la molestia de los spam, hecho que caracteriza una extrema falta de respeto con el consumidor. Si el que desarrolla no tiene condiciones de mantener la aplicación como gratis que no lo ponga! En este momento, no hay ningun comentario.

  En cuanto a los desarrolladores del sistema operativo Android que estos tengan buen sentido, que respeten el derecho de quien compra y paga caro por los aparatos. Deben venir sólo con las aplicaciones necesarias para el funcionamiento del sistema operativo y no una avalancha de lanzamientos de productos que en muchos casos el usuario ni sabe para qué sirven y probablemente jamás los usará, sirviendo tan sólo para consumir la memoria de los dispositivos. Si quieren poner a disposición sus lanzamientos e instalarlos, que lo hagan, pero damos derecho a desinstalar las aplicaciones el día y la hora que entendemos. Es una pena que todavía haya esta dictadura comercial en plena democracia. Lo mismo se aplica a los escritorios que se actualizan ya con un mundo de aplicaciones que nunca ha solicitado.

Esta obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o finalidades sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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