O Poder das Palavras | A Força do Silêncio.

  Não há dúvida nenhuma quanto ao poder que há nas palavras, isto é fato. Através dos discursos políticos são eleitos e mudam os destinos de nações inteiras, nas escolas é pelas palavras escritas e falada que aprendemos, no trabalho é com elas que nos comunicamos, ou seja as palavras são a nossa forma de interagir com outras pessoas e com elas nos comunicarmos. Uma palavra maldita pode transtornar a vida de alguém e uma bendita pode salvá-la. Elas tem o poder de fazer rir, chorar, entristecer e alegrar, contudo não só elas podem comunicar algo ou até mesmo produzir benefícios ou malefícios a alguém, o silêncio também pode fazer isso, só que de maneira disfarçada, mais suave, porém não menos poderosa.
  Enquanto as palavras atingem diretamente aquela que as ouve, o silêncio é sorrateiro e nem sempre é percebido pela pessoa a quem se destina. Para entendê-lo naquilo que quer dizer é preciso interpretá-lo e não só isso, interpretá-lo de forma correta.  Nem sempre o silêncio é compreendido e isso nos confunde, nos faz pensar que signifique algo oposto á aquilo que realmente vem a ser, mas há quem possua habilidade em decifrar palavras omissas. As vezes ele determina a culpa de alguém, outras vezes apontam um culpado, as vezes serve de fuga, outras de libertação, mas algo deve ser ressaltado no silêncio: Ele não é em vão. Existe por alguma razão e possui algum significado, acredite.

  O não querer falar não significa que não se queria ter dito ou não se queira dizer, apenas não se tem coragem suficiente ou se esteja tentando ocultar algo de maior acidez ou relevância que possa trazer algum prejuízo a uma das partes.  O silêncio é pode representar uma forma de ser omisso ou covarde, negligente, cauteloso e até mesmo previdente. Há situações em que ele confunde e conduz á interpretações errôneas, muitas vezes maldosos quanto ao seu significado. Não são raros os casos em que ele suscita a dúvida e provoca falsos julgamentos e por esta razão difere até certo ponto das palavras.

 As palavras são ferramentas poderosas, principalmente se estudadas á exaustão com determinado intuito.  Seus estragos, como já foi dito anteriormente, podem ser dos mais leves até os mais graves. Imaginemos alguém com um caso depressivo grave á mercê de pessoas inábeis com as palavras. Um erro em apenas uma palavra e a pessoas pode afundar-se de tal maneira que torne-se ainda mais difícil resgatá-la ou até mesmo levá-la a extremos como o suicídio por exemplo. O uso inadequado das palavras é de tal forma perigoso que de acordo com a situação, dever-se-ia ter mais cautela ao usá-las.

  Em contrapartida, tanto as palavras quanto o silêncio podem sim beneficiar, desde que haja  intenção e habilidade para tanto. Palavras de difícil entendimento, diálogos complexos ou recheados de nomenclaturas técnicas tornam-se confusos e deixam dúvidas quanto á intenção de fazer-se entender do locutor. Um bom diálogo deve ser franco, claro, transparente e objetivo. Nele diz-se aquilo que se quer dizer sem meias palavras, sem muito alongamento, do contrário tudo que se consegue é confundir, complicar e o pior, desvirtuar todo o conteúdo da conversa.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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 The Power of Words | The Force of Silence.

 There is no doubt about the power that is in words, this is fact. Through political discourses are elected and change the destinies of entire nations, in schools it is by written and spoken words that we learn, at work it is with them that we communicate, that is, words are our way of interacting with and with other people we communicate A damn word can upset somebody's life and a blessed one can save it. They have the power to make you laugh, to weep, to grieve and rejoice, yet not only can they communicate something or even produce benefits or harms to someone, silence can do this, only in a disguised, softer, but no less powerful.

  While the words directly reach the one who hears them, the silence is sneaky and is not always perceived by the person for whom it is intended. To understand it in what it means, it is necessary to interpret it and not only this, to interpret it correctly. Not always silence is understood and this confuses us, makes us think that it means something opposite to what it really is, but there are those who have the ability to decipher omission words. Sometimes he determines someone's guilt, sometimes they point out a guilty, sometimes escape, others release, but something must be emphasized in silence: It is not in vain. It exists for some reason and has some meaning, believe me.

  Not wanting to talk does not mean that one does not want to say or not to say, one does not have enough courage or is trying to hide something of greater acidity or relevance that could bring some damage to one of the parties. Silence is can represent a way of being omitted or cowardly, careless, cautious and even foresighted. There are situations in which he confuses and leads to misinterpretations, often mischievous as to their meaning. Not infrequently are cases in which he raises doubt and provokes false judgments, and for this reason differs to some extent from words.

 Words are powerful tools, especially if studied with exhaustion for a certain purpose. Their damage, as has been said previously, may be from the slightest to the most serious. Imagine someone with a severe depressive episode at the mercy of unskilled people with words. A mistake in just one word and people can sink in such a way that it becomes even more difficult to rescue it or even take it to extremes like suicide for example. The inappropriate use of words is so dangerous that according to the situation, one should be more cautious in using them.

  In contrast, both words and silence can benefit, as long as there is the intention and ability to do so. Words difficult to understand, complex dialogues or filled with technical nomenclatures become confused and leave doubts as to the intention of making themselves understood by the speaker. A good dialogue should be frank, clear, transparent and objective. In it one says what one wants to say without half words, without much stretching, otherwise all that is obtained is to confuse, to complicate and worse, to detract from the whole content of the conversation.

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El poder de las palabras | La Fuerza del Silencio.

 No hay duda alguna en cuanto al poder que hay en las palabras, esto es hecho. A través de los discursos políticos son elegidos y cambian los destinos de naciones enteras, en las escuelas es por las palabras escritas y habladas que aprendemos, en el trabajo es con ellas que nos comunicamos, o sea las palabras son nuestra forma de interactuar con otras personas y con ellas nos comunicamos. Una palabra maldita puede trastornar la vida de alguien y una bendita puede salvarla. Ellas tienen el poder de hacer reír, llorar, entristecer y alegrar, sin embargo no sólo ellas pueden comunicar algo o incluso producir beneficios o maleficios a alguien, el silencio también puede hacerlo, sólo que de manera disfrazada, más suave, pero no menos poderosa.

  Mientras las palabras alcanzan directamente a aquella que las oye, el silencio es sorpresivo y no siempre es percibido por la persona a quien se destina. Para entenderlo en lo que quiere decir es preciso interpretarlo y no sólo eso, interpretarlo de forma correcta. No siempre el silencio es comprendido y eso nos confunde, nos hace pensar que signifique algo opuesto a lo que realmente viene a ser, pero hay quien tiene habilidad en descifrar palabras omissas. A veces él determina la culpa de alguien, otras veces apunta un culpable, a veces sirve de fuga, otras de liberación, pero algo debe ser resaltado en el silencio: Él no es en vano. Hay alguna razón y tiene algún significado, crea.

  El no querer hablar no significa que no se quisiera haber dicho o no se quiera decir, apenas no se tiene coraje suficiente o si está tratando de ocultar algo de mayor acidez o relevancia que pueda traer algún perjuicio a una de las partes. El silencio es puede representar una forma de ser omiso o cobarde, negligente, cauteloso e incluso previsor. Hay situaciones en que él confunde y conduce a interpretaciones erróneas, muchas veces malvadas en cuanto a su significado. No son raros los casos en que suscita la duda y provoca falsos juicios y por esta razón difiere hasta cierto punto de las palabras.

 Las palabras son herramientas poderosas, principalmente si se estudian al agotamiento con determinada intuición. Sus estragos, como ya se ha dicho anteriormente, pueden ser de los más ligeros hasta los más graves. Imaginemos a alguien con un caso depresivo grave a merced de personas inhabilidades con las palabras. Un error en una sola palabra y la gente puede hundirse de tal manera que sea aún más difícil rescatarla o incluso llevarla a extremos como el suicidio por ejemplo. El uso inadecuado de las palabras es tan peligroso que de acuerdo con la situación, se debería tener más cautela al usarlas.

  En cambio, tanto las palabras como el silencio pueden beneficiarse, siempre que haya intención y habilidad para tanto. Palabras de difícil entendimiento, diálogos complejos o rellenos de nomenclaturas técnicas se vuelven confusos y dejan dudas sobre la intención de hacerse entender del locutor. Un buen diálogo debe ser franco, claro, transparente y objetivo. En él se dice aquello que se quiere decir sin medias palabras, sin mucho estiramiento, de lo contrario todo lo que se logra es confundir, complicar y lo peor, desvirtuar todo el contenido de la conversación.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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