Tempo | Fenômenos Naturais | A Prevenção.

Imagem da Internet - Tsunami Fukushima - Japão 2011
   No Brasil nas estações mais quentes do ano estamos habituados a conviver com as fortes chuvas e as enchentes provocadas por elas em determinadas regiões, porém a cada ano as temperaturas vão mudando, os ventos e as chuvas ficando mais fortes e as quedas de raios aumentam. O que antes considerávamos de certa maneira comum já começa a assustar.  No entanto, por mais que nos assustemos com os fenômenos particulares do Brasil, jamais poderemos compará-los com eventos climáticos marcantes e devastadores como os Tsunamis do Japão ou o da Indonésia.  Nestes Países estes eventos naturais são comuns e as autoridades investem pesado para minimizar os efeitos destas ocorrências e reduzir o possível número de vítimas. Voltando ao nosso País o que nos assusta mais é o despreparo e a falta de estrutura para emergências deste tipo, não por falta de ocorrências, mas por falta absoluta de vontade política das autoridades que deveriam investir no setor.  Este ano São Paulo e Belo Horizonte, em Minas Gerais, sofreram com enchentes assustadoras sem que houvesse nenhum trabalho preventivo e apesar da quantidade de vítimas fatais terem sido mínimas, as perdas materiais foram muito significantes. Continue Lendo... 
  No que diz respeito ás enchentes,  analisemos o seguinte fato: O planeta é um só e toda água que nele é deslocada segue para algum lugar, ainda que leve anos para chegar a um ponto como o Brasil, estes volumes de água chegarão.  Pelo mar ou pelos rios, as águas deslocadas buscarão pontos de acesso e isto é absurdamente lógico. Ninguém precisa ser Nobel de Ciência para saber disso. As calotas polares estão derretendo porque ano a ano a temperatura global se eleva, fato já comprovado pelos cientistas em todo o mundo. Óbvio que se o gelo derrete está água gera volume nos mares e rios e consequentemente invade os lugares mais baixos inundando-os.  Não há como conter a fúria das águas, mas há como se realocar populações para pontos mais altos,  fazer adutoras e diques de contenção. O problema é que tudo isto requer investimento de muito dinheiro e mesmo sendo uma ação preventiva, esbarra em um número sem fim de trâmites burocráticos que acabam resultando em ações paliativas ou mesmo em nada.

  No caso de Tsunamis, como ocorrem no Japão e na Indonésia,  a situação não é tão simples quanto no Brasil e as proporções da devastação sequer podem ser comparadas ás nossas.  Ainda não tivemos incidência com Tsunamis, mas também não éramos considerados o segundo corredor de Tornados do mundo, portanto é preciso estarmos alertas para os eventos climáticos, pois o mundo está mudando e aqueles Países que não estiverem preparados sofrerão as consequências.  Durante uma ocorrência climática, o tempo não escolhe ricos ou pobres, formandos ou analfabetos, poderosos ou plebeus, simplesmente tudo é devastado sem que haja tempo de defesa.  O preocupante no Brasil é que não há mecanismos, estruturas para tais eventos porque não foram feitos os investimentos  necessários para isso. Não há preocupação alguma na prevenção, infelizmente. Tudo que podemos fazer é utilizar os servições corriqueiros e rezar para que tudo fique bem.

  Poderíamos, já que somos o segundo corredor de Tornados do mundo, ser também o segundo País em excelência de prevenção e medidas de apoio ás vítimas invés de esperarmos que aconteça primeiro para agirmos depois. É preciso parar de mentir para a população utilizando mídias que chamam de temporal os Tornados que passam no Brasil, quando foram vistos caminhões com as rodas para cima e casas lançadas a 30 metros de distância de onde estavam. Sim, foi um temporal seguido de um Tornado cujas autoridades sequer se pronunciaram informando a magnitude dos ventos, afirmando serem menores quando populares sabiam da verdade. A verdade é necessária para que o assunto seja levado á sério, do contrário estaremos fadados a morrer por inocência.   

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 Weather | Natural Phenomena | Prevention.

  In Brazil in the hottest seasons of the year we are accustomed to live with the heavy rains and floods caused by them in certain regions, but each year the temperatures change, the winds and rains getting stronger and lightning strikes increase. What we once considered a certain common way already begins to frighten. However much we may be concerned with the particular phenomena of Brazil, we can never compare them with striking and devastating climatic events like the Tsunamis of Japan or Indonesia. In these countries these natural events are common and the authorities invest heavily to minimize the effects of these occurrences and reduce the possible number of victims. Returning to our country, what is most frightening to us is the lack of preparation and lack of structure for emergencies of this type, not because of a lack of occurrences, but because of the absolute lack of political will of the authorities that should invest in the sector. This year, São Paulo and Belo Horizonte, Minas Gerais, suffered with frightening floods without any preventive work and although the number of fatalities were minimal, the material losses were very significant. Keep reading...

  With regard to the floods, let us analyze the following fact: The planet is one and all the water that is displaced in it goes somewhere, even if it takes years to reach a point like Brazil, these volumes of water will arrive. By sea or by rivers, the displaced waters will seek access points and this is absurdly logical. No one needs to be a Nobel laureate in science to know this. Polar caps are melting because year after year global temperature rises, a fact already proven by scientists around the world. Obviously if the ice melts this water generates volume in the seas and rivers and consequently invades the lower places flooding them. There is no way to contain the fury of the waters, but there is a way to reallocate populations to higher points, to make conduits and containment dikes. The problem is that all this requires investment of a lot of money and even being a preventive action, it runs into an endless number of bureaucratic procedures that end up resulting in palliative actions or even nothing.

  In the case of Tsunamis, as in Japan and Indonesia, the situation is not as simple as in Brazil, and the rates of devastation can not even be compared to ours. We have not yet had an impact on Tsunamis, but we were not considered the second Tornado Corridor in the world either, so we need to be alert for weather events because the world is changing and those countries that are not prepared will suffer the consequences. During a climatic event, time does not choose rich or poor, trainees or illiterates, powerful or commoners, simply everything is devastated without time of defense. The worrying thing in Brazil is that there are no mechanisms, structures for such events because the necessary investments have not been made for this. There is no worry in prevention, unfortunately. All we can do is use the ordinary services and pray that everything will be all right.

  We could, since we are the second corridor of Tornados in the world, also be the second Country in excellence of prevention and measures of support to the victims instead of waiting that happen first to act later. It is necessary to stop lying to the population using media that call the tornados that pass in Brazil, when trucks were seen with the wheels up and houses thrown 30 meters away from where they were. Yes, it was a storm followed by a Tornado whose authorities did not even speak out on the magnitude of the winds, claiming they were smaller when popular knew the truth. Truth is necessary for the matter to be taken seriously, otherwise we will be doomed to die for innocence.

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 Tiempo | Fenómenos Naturales | La Prevención.

  En Brasil en las estaciones más cálidas del año estamos acostumbrados a convivir con las fuertes lluvias y las inundaciones provocadas por ellas en determinadas regiones, pero cada año las temperaturas van cambiando, los vientos y las lluvias quedando más fuertes y las caídas de rayos aumentan. Lo que antes considerábamos de cierta manera común ya empieza a asustar. Sin embargo, por más que nos asustes con los fenómenos particulares de Brasil, jamás podremos compararlos con eventos climáticos marcados y devastadores como los Tsunamis de Japón o el de Indonesia. En estos países estos eventos naturales son comunes y las autoridades invierte pesado para minimizar los efectos de estos sucesos y reducir el posible número de víctimas. Volviendo a nuestro país lo que nos asusta más es el despreparo y la falta de estructura para emergencias de este tipo, no por falta de ocurrencias, sino por falta absoluta de voluntad política de las autoridades que debían invertir en el sector. Este año São Paulo y Belo Horizonte, en Minas Gerais, sufrieron con inundaciones aterradoras sin que hubiera ningún trabajo preventivo ya pesar de que la cantidad de víctimas mortales fueron mínimas, las pérdidas materiales fueron muy significativas. Continúe leyendo ...

  En lo que se refiere a las inundaciones, analizamos el siguiente hecho: El planeta es un solo y toda agua que en él es desplazada sigue hacia algún lugar, aunque lleve años para llegar a un punto como el Brasil, estos volúmenes de agua llegarán. Por el mar o por los ríos, las aguas desplazadas buscarán puntos de acceso y esto es absurdamente lógico. Nadie necesita ser Nobel de Ciencia para saberlo. Los casquetes polares están derritiendo porque año a año la temperatura global se eleva, hecho ya comprobado por los científicos en todo el mundo. Es obvio que si el hielo se derrite está agua genera volumen en los mares y ríos y consecuentemente invade los lugares más bajos inundándolos. No hay como contener la furia de las aguas, pero hay como reubicarse poblaciones para puntos más altos, hacer aductoras y diques de contención. El problema es que todo esto requiere inversión de mucho dinero y aun siendo una acción preventiva, choca en un número sin fin de trámites burocráticos que acaban resultando en acciones paliativas o incluso en nada.

  En el caso de Tsunamis, como ocurren en Japón e Indonesia, la situación no es tan simple como en Brasil y las proporciones de la devastación ni siquiera pueden ser comparadas a las nuestras. Todavía no hemos tenido incidencia con Tsunamis, pero tampoco se consideraba el segundo corredor de Tornados del mundo, por lo que hay que estar alertas para los eventos climáticos, pues el mundo está cambiando y aquellos países que no estén preparados sufrir las consecuencias. Durante una ocurrencia climática, el tiempo no escoge ricos o pobres, formandos o analfabetos, poderosos o plebeyos, simplemente todo es devastado sin que haya tiempo de defensa. El preocupante en Brasil es que no hay mecanismos, estructuras para tales eventos porque no se hicieron las inversiones necesarias para ello. No hay preocupación alguna en la prevención, por desgracia. Todo lo que podemos hacer es utilizar los servicios ordinarios y rezar para que todo quede bien.

  Podríamos, ya que somos el segundo corredor de Tornados del mundo, ser también el segundo país en excelencia de prevención y medidas de apoyo a las víctimas en lugar de esperar que suceda primero para actuar después. Es necesario parar de mentir a la población utilizando medios que llaman temporal los Tornados que pasan en Brasil, cuando fueron vistos camiones con las ruedas arriba y casas lanzadas a 30 metros de distancia de donde estaban. Sí, fue un temporal seguido de un Tornado cuyas autoridades ni siquiera se pronunciaron informando la magnitud de los vientos, afirmando ser menores cuando populares sabían de la verdad. La verdad es necesaria para que el asunto sea tomado en serio, de lo contrario estaremos fadados a morir por inocencia.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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