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Relacionamento | A quebra da Confiança.

  Quando era criança ganhei um pequeno vaso de barro semelhante a um pote. Destes utensílios usados aqui no Nordeste para colocar água potável, só que este que ganhei era uma miniatura.  Eu simplesmente adorei aquilo. Um dia porém, eu estava manuseando meu pequeno brinquedo e de repente ele caiu. Partiu-se em dois ou três pedaços. Chorei muito e corri até minha mãe, que obviamente achou uma grande bobagem estar chorando por aquilo, mas me disse que daria um jeito. Ela juntou os pedaços e os colou, mas eu ainda poderia ver as trincas, então falei a ela, que imediatamente poliu e após ter feito uma tinta com o pó. Parecia perfeito, mas eu continuei triste, apesar de não ver mais as trincas. Fiquei marcado com aquilo e após muitos anos, percebei que o que havia me afetado tanto e causado a minha tristeza, mesmo após o vaso ter sido colado, polido e pintado de maneira perfeita, é que mesmo ser ver as trincas, eu sabia que ele havia sido quebrado.  

  Qualquer relacionamento, não importa em que área, seja ele conjugal, familiar ou social, envolve um pacto de confiança para que a fusão do elo permaneça intacta, sem trincas.  A fidelidade não é um privilégio das relações conjugais, mas é abrangente a todo tipo de relacionamentos. Logo que se envolvem, as partes geram um compromisso moral de respeito, de fidelidade e companheirismo que servirá como base da relação e é sua principal estrutura.  A natureza humana é tendenciosa, inclinada ao erro e ás justificativas e assim como o vaso que na minha infância após ter sido quebrado, mesmo após seu conserto me deixou insatisfeito, as relações humanas também são assim. Ainda que as justificativas colem os cacos e as desculpas pintem as trincas, nada conseguirá nos fazer esquecer de que a confiança está quebrada.

   Vou mais uma vez ilustrar hipoteticamente uma situação apenas para que tenhamos noção de quanto é delicada a questão da quebra da confiança. Imaginemos uma represa que durante anos segurou a água através de uma poderosa barreira de concreto que permitia que apenas parte das águas fossem liberadas.  Uma estrutura deste porte deve ser robusta o suficiente para impedir o avanço das águas. Agora imaginemos que uma trinca, uma fissura surgiu na estrutura.  O surgimento desta fissura abala toda a confiança que as pessoas tinham na estrutura, ainda que se façam reparos, ela não será mais vista como antes, mas com a desconfiança natural de que poderá rachar a qualquer momento.

    Nas duas ilustrações, tanto na do pequeno vaso, como na da represa, podemos perceber que algo foi feito após surgirem os problemas e obviamente foi algo que deixou de ser feito antes que o problema pudesse surgir.  Nas relações é importante o envolvimento e a renovação do compromisso constantemente como forma de impedir rupturas. Quando meu vaso caiu e quebrou-se, eu afirmei diversas vezes que não havia sido culpa minha, que tive cuidado e etc, mas o fato é que minhas palavras não esconderam o fato, assim como o engenheiro que fez o projeto da represa que afirmou ser ela construída com tecnologia de ponta, usando materiais de primeira qualidade e mão de obra especializada, não foi o bastante para impedir o surgimento da fissura.

   Não são as palavras que impedem as quebras, as rupturas, as fissuras nas relações, mas as atitudes. Se fizermos o que deve ser feito, jamais teremos problemas, mas se apenas dissermos e nada fizermos, as fissuras surgirão e depois não adiantam palavras. É preciso perceber a delicadeza das estruturas e a necessidade da manutenção correta afim de manter as relações seguras, impedindo assim que elas venham a rachar porque não tomamos o devido cuidado.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

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    Relationship | The Breaking of Confidence.

   When I was a child, I got a small earthen jar like a pot. Of these utensils used here in the Northeast to put potable water, only this one that I gained was a miniature. I just loved that. One day though, I was handling my little toy and suddenly it fell. It split into two or three pieces. I cried a lot and ran to my mother, who obviously thought it was silly to be crying about it, but she told me she would find a way. She gathered the pieces together and glued them, but I could still see the cracks, so I told her, that she immediately polished and after making an ink with the powder. It seemed perfect, but I remained sad, though I did not see the cracks anymore. I was marked with that and after many years, I realized that what had affected me so much and caused my sadness, even after the vessel had been glued, polished and painted perfectly, is that even being to see the cracks, I knew that he Had been broken.

  Any relationship, no matter in what area, be it marital, family or social, involves a pact of trust so that the bond fusion remains intact, without cracks. Fidelity is not a privilege of conjugal relationships, but is encompassing all kinds of relationships. Once involved, the parties generate a moral commitment of respect, fidelity and companionship that will serve as the basis of the relationship and is its main structure. Human nature is biased, inclined to error and to justifications, and just as the vessel that in my childhood after being broken, even after its repair left me unsatisfied, human relations are also like this. Even if the justifications put the pieces and the excuses paint the cracks, nothing will be able to make us forget that the trust is broken.

   I will again hypothetically illustrate a situation just so that we have a sense of how delicate the question of breach of trust is. Imagine a dam that for years held the water through a powerful concrete barrier that allowed only part of the water to be released. A structure of this size must be robust enough to prevent the water from advancing. Now imagine that a crack, a fissure has emerged in the structure. The emergence of this fissure shakes all the confidence that people had in the structure, even if they make repairs, it will not be seen as before, but with the natural distrust that can crack at any moment.

  In the two illustrations, both in the small vessel and in the dam, we can see that something was done after the problems arose and obviously it was something that was not done before the problem could arise. In relationships it is important to constantly engage and renew commitment as a way to prevent disruption. When my vessel collapsed and broke, I repeatedly stated that it was not my fault, that I was careful, and so on, but the fact is that my words did not hide the fact, as did the engineer who did the dam project he said Being built with state-of-the-art technology, using first-class materials and skilled labor, was not enough to prevent the onset of the fissure.

   It is not the words that prevent breakages, ruptures, fissures in relationships, but attitudes. If we do what needs to be done, we will never have problems, but if we just say and do nothing, the cracks will come and then no words. We must understand the delicacy of the structures and the need for proper maintenance in order to keep the relationships secure, thus preventing them from cracking because we do not take due care.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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    Relación | La Rotura de la Confianza.

   Como un niño que gana una pequeña olla de barro similar a una olla. Estas herramientas se utilizan aquí en el noreste de llevar agua potable, sólo que ésta lo que tengo es una miniatura. Simplemente me encantó. Un día, sin embargo, yo estaba tocando mi pequeño juguete y de repente se cayó. Se divide en dos o tres piezas. Lloré mucho y encontré a mi madre, que, evidentemente, se encontró un gran disparate estar llorando por eso, pero me dijeron que iba a encontrar una manera. Ella recogió las piezas y pegar, pero todavía podía ver las grietas, y luego le dijo que una vez pulido y después de hacer una tinta con el polvo. Parecía perfecto, pero me quedé triste, aunque no ver las grietas. Lo marqué y después de muchos años, percebei lo que había afectado a mí tanto y causado mi tristeza, incluso después de que el buque ha sido pegada, pulido y pintado de una manera perfecta, es que incluso sea ver las grietas, sabía que él se había roto.

  Cualquier relación, no importa en qué área, ya sea civil, familiar o social, implica un pacto de confianza para el enlace de la fusión se mantiene intacto y sin grietas. La fidelidad no es un privilegio de las relaciones maritales, pero es integral para todo tipo de relaciones. Tan pronto como se involucran, las partes generan un compromiso moral con respeto, lealtad y compañerismo que servirá como base de la relación y es la estructura principal. La naturaleza humana es sesgado, inclinado al error y el as justificaciones y como el barco que en mi infancia después de haber sido roto, incluso después de la reparación de sus me dejó insatisfecho, las relaciones humanas son así. Aunque las razones que se pegan las piezas y las excusas para pintar grietas, nada va a ser capaz de hacer olvidar que la confianza se rompe.

   una vez más, voy a ilustrar una situación hipotética sólo para tener sentido de lo delicada que es la cuestión de la ruptura de confianza. Imagínese una presa que durante años mantuvo el agua a través de una poderosa barrera de hormigón que permitió sólo una parte de las aguas fueron puestos en libertad. Una estructura de este tamaño debe ser lo suficientemente robusta como para impedir el avance del agua. Ahora imagina que una grieta, una grieta apareció en la estructura. La aparición de esta fisura sacude toda la confianza que la gente tiene en la estructura, incluso si lo hacen reparaciones, no va a ser visto como antes, pero con la desconfianza natural que podría romper en cualquier momento.

    En los dos ejemplos, tanto en la pequeña embarcación, al igual que en la presa, podemos ver que algo se hizo después de que surjan problemas y obviamente era algo que queda por hacer antes de que pudiera surgir el problema. En las relaciones es importante participación y el compromiso renovado constantemente con el fin de evitar interrupciones. Cuando mi vaso cayó y se rompió, he dicho varias veces que no fue mi culpa, es que me importe, etc., pero el hecho es que mis palabras no ocultaron el hecho, como el ingeniero que hizo el proyecto de la represa, dijo que se construirá con la última tecnología, utilizando materiales de primera calidad y mano de obra especializada no fue suficiente para evitar la aparición de grietas.

   No son las palabras que evitan roturas, las pausas, las grietas en la relación, pero las actitudes. Si hacemos lo que hay que hacer, nunca tendremos problemas, pero sólo si lo que decimos y hacemos nada, las grietas a surgir y entonces las palabras no ayudan. Uno debe darse cuenta de la delicadeza de las estructuras y la necesidad de un mantenimiento adecuado a fin de mantener relaciones seguras, evitando así que se agrieta porque no tomamos el cuidado adecuado.

Escritor de texto y el autor, Tony Casanova. Todos los derechos reservados y garantizados por leyes nacionales y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo, de todos o parte de ella, independientemente de los medios o extremos. La violación de estos derechos constituye un delito y es pasiva de las sanciones legales aplicables.

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.