Não que eu queira privilégios na vida, apenas quero vivê-la, senti-la com seus sabores, vencer seus desafios e nela provar amores. Amores de pai e mãe, amores de filhos, amoras da companhia. Sentir a invasão da existência, a chegada da alegria. Viver, apenas isso e viver todas as sensações que a vida traz de maneira suportável, sobrando espaço para o afago, o carinho e o aconchego, sabendo que estou apto para me doar e receber doações recíprocas neste universo emocional. Mal ou bem, bem ou mal, a vida é a vida, única, plena, satisfatória com suas novidades diárias que não permitem rotinas e bem sei eu que se tudo fosse alegria, omo seria o próximo dia? Sorrindo? E o sabor azedo das lágrimas que temperam e fazem a nossa limonada emocional? Venha comigo nesta prosa. Continue lendo...
Críticas literárias, sobre arte, cultura e tradições. Música, Dança, Cinema, Televisão, Teatro e textos informativos.
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Relacionamentos | Diferenças Entre Casais | Vai Dar Certo?
Hoje falarei sobre Relacionamentos e suas diferenças que as vezes produzem dúvidas para as quais nem sempre encontramos respostas. Todo início é sempre cheio de expectativas e questionamentos, mas é perfeitamente normal possuir dúvidas, afinal estamos nos envolvendo com o desconhecido, um mundo novo que está presente no universo particular de alguém e a melhor maneira de se ter conhecimento sobre as ações da pessoa com quem estamos intencionados em nos relacionar é observando com atenção afim de saber quais pontos existem em comum e aqueles que divergem dos nossos. Vamos ao tema de hoje? Continue Lendo...
Relacionamentos | Traição | Você perdoaria?
Esta é uma pergunta para a qual muita gente tem resposta pronta, afinal a traição é algo tão indigesto e doloroso que há quem prefira nem tocar no assunto. Quanto á resposta, por padrão ela é sempre não por envolver e atingir a parte mais sensível de um relacionamento: A confiança. É sobre Traição que farei esta matéria. Você seria capaz de perdoar uma traição? Esta é a grande pergunta deste artigo e aguardo seu comentário, caso você deseje participar da matéria. Se gostar compartilhe, siga este blog. Sua participação é importante, pois a escolha dos temas leva em consideração o fato de você poder participar e interagir dando-nos a sua opinião. Neste tema, por exemplo, muitas pessoas conseguem perdoar a traição, desde que tenha sido ato único e isolado, outras conseguem perdoar até mesmo a reincidência, muitos jamais perdoariam e você, qual a sua posição? Continue Lendo...
Relacionamentos | Os Perigos das Relações Virtuais.
Eles cresceram na mesma proporção com que surgiram as redes sociais e todos os dias novas relações virtuais são atadas, outras desfeitas e cada vez mais decepções são vividas nos relacionamentos virtuais. A facilidade na opção de pares contribui para este crescimento e não só para isso, contribui para engordar os números nas estatísticas de homicídios cuja origem são os perigosos encontros com desconhecidos que foram encontrados nas redes sociais. Nossa matéria de hoje trará este importante tema para você onde falarei sobre Os Perigos das Relações Virtuais e como evitá-los. Espero que você leia atentamente e absorva este conteúdo, pois é uma realidade de todos nós que usamos as redes sociais no dia-a-dia e que este artigo sirva para nos abrir os olhos quanto á perigosa exposição com desconhecidos. Se gostar compartilhe, comente, siga este blog. Continue Lendo...
Relacionamento | O Preço da Infidelidade.
Mais uma vez volto a falar sobre o tema Infidelidade e como sempre faço vou explicar que meus textos não fazem defesa de gêneros, mesmo porque a infidelidade deixou de ser uma exclusividade masculina já faz muito tempo. Priorizando o assunto e o conduzindo de maneira imparcial, foco nas consequências nocivas desta ação sem procurar atribuí-la a este ou aquele gênero. Veremos o que leva o ser humano a trair e como evitar cair nestas ciladas que são as opções fáceis ou mesmo a tentação de permitir que as vontades pessoais nos dominem. Aquele que deseja ser fiel consegue fazer isso sem nenhum esforço e cabe a cada um dos cônjuges manter-se distante do que possa representar um risco ao pacto de fidelidade. Continue Lendo...
Relacionamento | As Ferramentas do Amor.
Não é de hoje que as pessoas fazem confusão entre amor e paixão. Nesta matéria vamos tentar entender o real significado de cada para termos a luz sobre estes dois momentos distintos das nossas vidas. Na verdade cada um destes momentos conduz a um campo diferente e por esta razão são tão distintos. Eu poderia dizer que é ruim apaixonar-se? Claro que não. A paixão faz parte da vida humana e quando vivida com equilíbrio produz muitos benefícios. Vamos então ler sobre estes elementos importantes para nossa existência? Tratarei do assunto de forma abrangente como sempre faço, usando linguagem simples e de fácil compreensão para facilitar o entendimento de todos.
Relacionamento | O Perigo do Amor Platônico.
O amor platônico é o que não é devidamente correspondido, muitas vezes não confessado, impossível de tornar-se real. Aquele que ama de forma platônica pode idealizar este amor por qualquer pessoa que lhe atrai os desejos e provoque sentimentos. Até ai tudo está bem, mas a situação torna-se perigosa quando este amor transforma-se em obsessão, o que é uma doença. Dentro dos patamares da normalidade muitas pessoas já tiveram amores platônicos por este ou aquele artista ou até mesmo por pessoas comuns sem que isto representasse algum risco para a pessoa desejada, muito embora existam casos em que alguns não se ativeram apenas a admirar a pessoa amada e passaram a persegui-la e ameaça-la na tentativa de impedir qualquer outra aproximação. Continue lendo...
Relacionamento | A Verdade Sobre Agressões e Mortes Passionais.
Este não é um tema novo, mas dada a sua importância hoje abordarei algumas questões sobre os tão falados "Crimes Passionais", ou seja aqueles que são motivados por razões emocionais. De antemão cabe dizer que nenhum crime, seja ele de que natureza for é justificado, independente das razões que se apresente. O que nos traz esta matéria é um assunto bastante atual e recorrente principalmente nos dias de hoje, apesar de já haver diversos registros destes mesmo tipos de delitos já terem sido cometidos em épocas passadas. Trata-se não somente do crime de homicídio doméstico, mas também de ameaças, agressões verbais e físicas dentro dos relacionamentos e que são cometidos não só por homens, mas também pelas mulheres, ainda que em número menor. Continue lendo...
Relacionamento | Como Saber se o Amor é de Verdade?
Ai chega aquele momento em que vem aquela dúvida cruel: - Será que estou sendo amada(o) de verdade? A resposta para esta pergunta é complicada de ser dada, mesmo porque relacionamentos são complexos e variáveis para cada casal envolvido, mas é possível sim analisarmos alguns pontos e termos alguma certeza de que realmente estamos sendo amados ou não. O amor deixa sua marcas e possui seus "sintomas" e através deles podemos verificar se de fato ele existe. Vamos então fazer uma comparação hipotética e pensar no amor como se ele fosse uma árvore. É o que veremos abaixo onde colocarei alguns pontos possíveis de serem analisados por nós. Antes devo lembrar que estes pontos ressaltados vale para você e para o outro, afinal não se pode falar de relacionamentos sem que se envolva o casal e não apenas uma das partes. Continue lendo abaixo...
Relacionamento | Mulher | Uma Vítima da Rotina.
Na matéria de hoje vou falar sobre o desgaste produzido pela rotina nos relacionamentos, sendo que ela contribui em boa parte para o agravamento e consequente o final das relações entre casais. Há como o casal preparar-se para este evento?Sim há. Com a consciência de que futuramente haverão tarefas diárias e um bom planejamento para a divisão delas, ficará mais fácil encarar a "pedreira" que é enfrentar o dia-a-dia. Nestas situações sofre mais a mulher, com quem ficam a maior parte das tarefas domésticas, mas o homem não só pode como deve somar-se a ela para dividir os afazeres. E não adianta dizer que não faz isto porque não sabe fazer. Eu estou certo de que nenhuma mulher hesitará em dar um cursinho rápido de ensinamento daquilo que o cônjuge ainda não aprendeu. Com boa vontade qualquer homem pode aprender tudo que lhe for possível, obviamente respeitando as suas condições físicas naturais. Amamentar é impossível para ele" Continue em Mais informações...
Relacionamentos | Verdades Sobre as Relações.
Dentro do universo das relações entre homens e mulheres existem coisas que admitimos e outras que não admitimos, mas há também aquelas que não queremos admitir. São as verdades sobre as relações que muitas vezes, por esta ou aquela razão, muitas até por pura conveniência nos negamos a aceitar a existência. É sobre estas verdades que falarei um pouquinho para vocês e espero que reflitam sobre o texto e o amadureçam buscando nele alguma utilidade para suas vidas. Vou á partir de agora dar um ponto-a-ponto sobre algumas questões envolvendo
Relacionamentos | Relações Perfeitas Existem?
A resposta para a pergunta tema desta matéria é não. Não há relações perfeitas porque os seres humanos não são perfeitos, mas semelhantes á peças com formas diferentes, é preciso que cada um busque encaixar-se perfeitamente ao outro e formar um só conjunto. A perfeição é uma meta humana que está longe de ser alcançada e nas relações todas as mulheres sonham com príncipes encantados que não existem enquanto os homens buscam princesas que só se exibem em contos de fadas. Na adversidade das pessoas no mundo há quem possua uma quantidade maior de imperfeições, outros possuem esta quantidade menor, em alguns se destacam mais as qualidades, em outros mais as imperfeições. Mas é fato que não existe ser humano isento de imperfeições porque elas são parte de todos nós. Podemos acentuar mais esta ou aquela virtude, procurarmos ser virtuosos no máximo de tempo possível, mas nossas imperfeições permanecem conosco e mais cedo ou mais tarde nós tendemos a exibi-las.
Contudo há algo que é preciso ser ressaltado aqui: Ser imperfeito não necessariamente quer dizer ser mau ou ruim, posto que nascemos imperfeitos, mas não o fato de possuirmos capacidade para o mal não nos obriga a ser maus. Outro fato é que não podemos alegar que não tínhamos opções de escolha entre ser bons ou maus porque esta opção existe para nós. Quanto ao relacionamento entre casais, sempre haverão discrepâncias, arestas a serem aparadas e que gerarão atritos. O aconselhável quando o atrito é iminente e inevitável é tentar diminuí-lo o máximo possível. Uma ótima dica é pensar antes de agir. Refletir bastante sobre as consequências de ações consideradas importantes e que podem afetar a vida do casal ou até mesmo da família. Decisões corretas são passos que se acerta em direção do nosso objetivo, então cada um deve certificar-se de que a decisão a ser tomada resultará em boas consequências sobre todos os envolvidos.
É comum o nosso eu, as vezes, falar mais alto e pensamos em decidir coisas que só trariam benefícios para nós, mas que poderiam resultar em prejuízos para os outros. O simples fato de estarmos pensando apenas, indica que estamos refletindo sobre a ação e suas consequências, isto é bom, porém não será assim se apenas decidirmos levando em conta apenas o que queremos. É preciso descobrir se o que quero é bom para todos ou somente para mim e neste caso vale ressaltar que relacionamentos bons devem produzir bons resultados para todos, não apenas para uns. Isto seria egoísmo e nós já sabemos que egoísmo e relacionamentos não se misturam. O egoísmo tende a ser tão ruim que mesmo em pessoas distantes de relacionamentos ele provoca estragos.
Por padrão, nós já nascemos de um relacionamento e somos relacionados á nossa família, após isso vem amigos, vizinhos, colegas enfim. Quando chegamos ao campo do relacionamento entre duas pessoas que constituirão ou que já constituem uma família, ai de fato percebemos como é difícil equilibrar a equação. Para muito pode parecer simples, mas de fato não é. Unir gostos, desejos e vontades é como misturar padrões que muitas vezes são diferentes. O choque de valores, de princípios e até mesmo de culturas individuais pode produzir enormes atritos, por isso a convivência anterior ao passo matrimonial é importante para que se descubram os limites um do outro. Então seguindo á risca a cartilha de relacionamentos segue-se o momento inicial onde as pessoas se conhecem, o início de namoro onde há a preparação para um passo mais avançado, o noivado que consiste no agrupamento de ideias comuns, planejamento e organização de vida á dois e por fim o matrimônio onde oficialmente se declara a união.
Estes passos são só o começo e nenhum deles serve para dar garantias de uma boa relação. A convivência diária irá ensinar a cada um como renunciar, como recuar ou avançar e acima de tudo, como dividir e partilhar momentos que solidifiquem a relação. Por ora é só. Gostou, deixe seu comentário, sugira temas, participe! Abração.
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Relationships | Perfect Relationships Are There?
The answer to the theme question of this matter is no. There are no perfect relationships because human beings are not perfect, but similar to pieces with different forms, each one must seek to fit perfectly into the other and form a single whole. Perfection is a human goal that is far from being achieved and in relationships all women dream of enchanted princes who do not exist while men seek princesses who only display themselves in fairy tales. In the adversity of the people in the world there are those who possess a greater amount of imperfections, others possess this smaller quantity, in some the qualities stand out more, in others more imperfections. But it is a fact that there is no imperfection-free human being because they are part of us all. We can accentuate this or that virtue more, seek to be virtuous in as much time as possible, but our imperfections remain with us and sooner or later we tend to exhibit them.
But there is something that needs to be emphasized here: Being imperfect does not necessarily mean being bad or bad, since we are born imperfect, but not having our capacity for evil does not compel us to be evil. Another fact is that we can not claim that we had no choice between being good or bad because this option exists for us. As for the relationship between couples, there will always be discrepancies, edges to be trimmed and that will generate friction. The advisable when the friction is imminent and inevitable is to try to reduce it as much as possible. A great tip is to think before you act. Reflect a lot on the consequences of actions considered important and that can affect the life of the couple or even the family. Right decisions are steps that are right toward our goal, so each one must make sure that the decision to be taken will result in good consequences on everyone involved.
It is common for our self to speak up sometimes and we think about deciding things that would only benefit us, but that could result in harm to others. The mere fact that we are only thinking indicates that we are reflecting on the action and its consequences, that is good, but it will not be so if we only decide taking into account only what we want. It is necessary to find out if what I want is good for everyone or only for me and in this case it is worth emphasizing that good relationships should produce good results for all, not just for some. This would be selfishness and we already know that selfishness and relationships do not mix. Selfishness tends to be so bad that even in people distant from relationships it wreaks havoc.
By default, we are already born of a relationship and are related to our family, after that comes friends, neighbors, colleagues anyway. When we come to the field of the relationship between two people who will constitute or already constitute a family, then indeed we realize how difficult it is to balance the equation. For a lot it may seem simple, but in fact it is not. Joining tastes, desires and wants is like mixing patterns that are often different. The clash of values, principles and even individual cultures can produce enormous friction, so the coexistence before the matrimonial step is important to discover the limits of each other. So following the primer of relationships follows the initial moment where people know each other, the beginning of courtship where there is preparation for a more advanced step, the engagement consisting of the grouping of common ideas, planning and organization of life two and finally the marriage where the union is officially declared.
These steps are only the beginning and none of them serve to give guarantees of a good relationship. The daily coexistence will teach each one how to renounce, how to retreat or move forward and, above all, how to share and share moments that solidify the relationship. Just for now. Like, leave your comment, suggest topics, participate! Thank you.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Relaciones | Relaciones Perfectas ¿Existen?
La respuesta a la pregunta tema de esta materia es no. No hay relaciones perfectas porque los seres humanos no son perfectos, sino semejantes a piezas con formas diferentes, es necesario que cada uno busque encajar perfectamente al otro y formar un solo conjunto. La perfección es una meta humana que está lejos de ser alcanzada y en las relaciones todas las mujeres sueñan con príncipes encantados que no existen mientras los hombres buscan princesas que sólo se exhiben en cuentos de hadas. En la adversidad de las personas en el mundo hay quienes poseen una cantidad mayor de imperfecciones, otros poseen esta cantidad menor, en algunos se destacan más las cualidades, en otros más las imperfecciones. Pero es un hecho que no existe ser humano exento de imperfecciones porque son parte de todos nosotros. Podemos acentuar más esta o aquella virtud, procurar ser virtuosos en el máximo tiempo posible, pero nuestras imperfecciones permanecen con nosotros y tarde o temprano tendemos a exhibirlas.
Pero hay algo que hay que resaltar aquí: Ser imperfecto no necesariamente quiere decir ser malo o mal, puesto que nacimos imperfectos, pero no el hecho de poseer capacidad para el mal no nos obliga a ser malos. Otro hecho es que no podemos alegar que no teníamos opciones de elección entre ser buenos o malos porque esta opción existe para nosotros. En cuanto a la relación entre parejas, siempre habrá discrepancias, aristas a ser recortadas y que generarán fricciones. Lo aconsejable cuando la fricción es inminente e inevitable es intentar disminuir lo máximo posible. Una buena sugerencia es pensar antes de actuar. Reflejar bastante sobre las consecuencias de acciones consideradas importantes y que pueden afectar la vida de la pareja o incluso de la familia. Las decisiones correctas son pasos que se aciertan hacia nuestro objetivo, entonces cada uno debe cerciorarse de que la decisión a tomar resultará en buenas consecuencias sobre todos los involucrados.
Es común a nuestro yo, a veces, hablar más alto y pensamos en decidir cosas que sólo traerían beneficios para nosotros, pero que podrían resultar en perjuicios para los demás. El simple hecho de estar pensando sólo, indica que estamos reflexionando sobre la acción y sus consecuencias, esto es bueno, pero no será así si sólo decidimos teniendo en cuenta sólo lo que queremos. Es necesario descubrir si lo que quiero es bueno para todos o sólo para mí y en este caso vale resaltar que buenas relaciones deben producir buenos resultados para todos, no sólo para unos. Esto sería egoísmo y ya sabemos que el egoísmo y las relaciones no se mezclan. El egoísmo tiende a ser tan mal que incluso en personas distantes de relaciones él provoca estragos.
Por defecto, ya nacimos de una relación y estamos relacionados con nuestra familia, después de eso viene amigos, vecinos, colegas en fin. Cuando llegamos al campo de la relación entre dos personas que constituir o que ya constituyen una familia, de hecho percibimos cómo es difícil equilibrar la ecuación. Para mucho puede parecer simple, pero de hecho no lo es. Unir gustos, deseos y voluntades es como mezclar patrones que a menudo son diferentes. El choque de valores, de principios e incluso de culturas individuales puede producir enormes fricciones, por lo que la convivencia anterior al paso matrimonial es importante para que se descubran los límites uno del otro. Entonces, siguiendo a la derecha la cartilla de relaciones se sigue el momento inicial donde las personas se conocen, el inicio de citas donde hay la preparación para un paso más avanzado, el compromiso que consiste en el agrupamiento de ideas comunes, planificación y organización de vida dos y por fin el matrimonio donde oficialmente se declara la unión.
Estos pasos son sólo el comienzo y ninguno de ellos sirve para dar garantías de una buena relación. La convivencia diaria enseñará a cada uno cómo renunciar, cómo retroceder o avanzar y sobre todo, cómo dividir y compartir momentos que solidifiquen la relación. Por ahora es sólo. Al igual, dejar sus comentarios, sugerir temas, participar! Abrazo.
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Relacionamentos | Narrativa | Somos Nós e o Amor.
Antes éramos dois que buscavam e que a vida aproximou e o amor uniu. Dois que o amor tornou em um. Nossas vidas se uniram, se misturaram e assim conhecemos um sentimento maior que nós e passamos a vivê-lo. Todas as lutas se tornaram mais fáceis de serem vencidas, os problemas, antes enormes, pareciam menores e já não havia medo de enfrentá-los. As alegrias eram divididas, assim como todas as emoções vividas. Sorríamos de tudo e de tudo brincávamos, como se as tristezas fossem reduzidas á zero e um sorriso bastasse. A noite se tornava curta para nossas conversas e o silêncio era rompido pelas gargalhadas. Não havia hora para rir, porque ali, éramos eu, você e o amor. Não éramos dois, mas um.
Apesar da simplicidade da condição, tínhamos permissão para ser felizes e éramos. Sempre, independente do que estivesse acontecendo, encontrávamos um jeito de dar a volta e sorrir, de encontrar esperanças e certezas que só nós víamos. Só nós curtíamos como se aquele mundo fosse um espaço privado e nele só coubesse um; eu e você. Água e óleo não se unem, mas não éramos assim. Sempre fomos da mesma matéria; o amor. O amor que nos modelou, nos uniu e nos prometeu um ao outro. Unidos por uma liga indestrutível que não pode ser rompida ou arranhada por nada. Algo tão maravilhoso que chega a ser surpreendente. Que foge á compreensão humana. Nossos dias eram mais claros, mesmo quando nublados e neles havia luz forte, a forte luz do nosso sentimento.
Conseguimos, através desta magia, alcançar a adolescência que parecia ter ficado para trás, mas não ficou. Descobrimos juntos que a adolescência sempre estivera conosco e com ela nossos sorrisos, nossa vontade de fazer coisas que adultos já não fazem pela vergonha que sentem. Coisas simples, mas extremamente importantes. Coisas naturais e belas como observar ondas quebrando na praia em um indo e vindo infinito, como descreve Lulú Santos na sua canção. Também descobrimos que nada do que foi será do jeito que já foi um dia, por isso precisávamos criar, inventar e reinventar novas maneiras de encontrar sorrisos. Descobrimos que um abraço tem muito valor quando o mundo está desabando. Sentir o calor do corpo quentinho nos ajuda a manter acesa a chama da esperança.
Quando misturamos nossas vidas, misturamos tudo em nós. Misturamos sorrisos e choros, alegrias e tristezas, decepções, mágoas e rancores, transformamos tudo em felicidade. Fizemos isso porque a vida assim nos ensinou. Assim nos ensinou o amor e assim fizemos. Não fizemos apostas porque não há jogo. Não fizemos sacrifício, fizemos entrega voluntária. Nos doamos um ao outro e nos completamos. Vimos em cada nova luta mais uma oportunidade para vitória e passamos a encarar cada desafio como uma chance de vencer juntos. E a cada vitória um abraço, um novo sorriso e nossas esperanças. Crescemos juntos e quando diminuímos fizemos isto juntos também. Mas jamais permitimos que nos diminuíssem.
Provamos e vivemos o amor assim, em sua essência, como ele deve ser vivido, com fé e determinação e por assim ser, acabamos por descobrir que não há distância, barreira ou obstáculo capaz de separar aquilo que o verdadeiro amor uniu. E nós não fomos unidos por palavras, por promessas e declarações, mas pelas ações que nos ajudaram e ajudam a vencer todas as barreiras que atravessam nossos caminhos, sempre com o aval do nosso criador, aquele que é Senhor do amor e que por amor conseguiu perdoar todos os erros que cometemos e mais ainda, consegue nos proteger de todas as investidas e setas que o inimigo possa lançar em nossa direção. Assim, pela fé, somos nós e o amor, mais que vitoriosos.
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Relationships | Narrative | It's Us and Love.
Before we were two who sought and that life came and love united. Two that love has become one. Our lives have merged, blended together and thus we know a greater feeling than ourselves and come to live it. All the struggles became easier to overcome, the problems, once enormous, seemed smaller and there was no longer any fear of facing them. The joys were divided, as were all the emotions experienced. We laughed at everything and everything we played, as if the sorrows were reduced to zero and a smile was enough. The night became short for our conversations, and the silence was broken by laughter. There was no time to laugh, because there, it was me, you and love. We were not two, but one.
Despite the simplicity of the condition, we were allowed to be happy and we were. Whatever was happening, we always found a way to turn around and smile, to find hopes and certainties that only we saw. Only we enjoyed ourselves as if this world were a private space and only one of them; you and me. Water and oil do not come together, but we were not. We have always been of the same material; love. The love that shaped us, united us and promised us each other. United by an indestructible league that can not be broken or scratched by anything. Something so wonderful that it comes as astonishing. That escapes human understanding. Our days were clearer, even when cloudy and in them there was strong light, the strong light of our feeling.
Through this magic we managed to reach the adolescence that seemed to have lagged behind, but it was not. We discovered together that adolescence had always been with us and with it our smiles, our willingness to do things that adults no longer do because of the shame they feel. Simple things, but extremely important. Natural and beautiful things like watching waves crashing on the beach in an endless coming and going, as Lulú Santos describes in his song. We also discovered that nothing was as it was a day, so we had to create, invent and reinvent new ways to find smiles. We find that a hug is very valuable when the world is falling apart. Feeling the warmth of the warm body helps us keep the flame of hope alive.
When we mix our lives, we mix everything in ourselves. We mix smiles and cries, joys and sorrows, disappointments, sorrows and grudges, we turn everything into happiness. We did this because life taught us so. This is how love taught us and we did. We did not make bets because there is no game. We did not sacrifice, we did voluntary surrender. We donate each other and we complete each other. We saw in each new fight another opportunity for victory and we came to face each challenge as a chance to win together. And with each victory a hug, a new smile and our hopes. We grew up together and when we slowed down we did it together as well. But we never allowed them to diminish us.
We prove and live love in its essence, how it must be lived, with faith and determination and so to be, we find out that there is no distance, barrier or obstacle capable of separating what true love has united. And we were not united by words, by promises and declarations, but by the actions that helped us and help overcome all the barriers that cross our paths, always with the endorsement of our creator, the Lord of love and who for love forgiving all the mistakes we have made and even more, can protect us from all the attacks and arrows that the enemy can throw towards us. So by faith, it is us and love, more than victorious.
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Relaciones | Narrativa | Somos nosotros y el amor.
Antes éramos dos que buscaban y que la vida se acercó y el amor unió. Dos que el amor hizo en uno. Nuestras vidas se unieron, se mezclaron y así conocemos un sentimiento mayor que nosotros y pasamos a vivirlo. Todas las luchas se hicieron más fáciles de vencer, los problemas, antes enormes, parecían más pequeños y ya no había miedo de enfrentarlos. Las alegrías se dividían, así como todas las emociones vividas. Nos fuimos de todo y de todo jugábamos, como si las tristezas fueran reducidas a cero y una sonrisa bastara. La noche se hacía corta para nuestras conversaciones y el silencio se rompía por las carcajadas. No había hora para reír, porque allí, éramos yo, tú y el amor. No éramos dos, sino uno.
A pesar de la simplicidad de la condición, teníamos permiso para ser felices y éramos. Siempre, independientemente de lo que ocurría, encontrábamos una manera de dar la vuelta y sonreír, de encontrar esperanzas y certezas que sólo nosotros veníamos. Sólo nosotros cortamos como si aquel mundo fuera un espacio privado y en él sólo cabría uno; tú y yo. Agua y aceite no se unen, pero no éramos así. Siempre fuimos de la misma materia; el amor. El amor que nos modeló, nos unió y nos prometió el uno al otro. Unidos por una aleación indestructible que no puede romperse o arañada por nada. Algo tan maravilloso que llega a ser sorprendente. Que huye a la comprensión humana. Nuestros días eran más claros, incluso cuando nublados y en ellos había luz fuerte, la fuerte luz de nuestro sentimiento.
Conseguimos, a través de esta magia, alcanzar la adolescencia que parecía haber quedado atrás, pero no se quedó. Descubrimos juntos que la adolescencia siempre estuvo con nosotros y con ella nuestras sonrisas, nuestra voluntad de hacer cosas que los adultos ya no hacen por la vergüenza que sienten. Cosas simples, pero extremadamente importantes. Cosas naturales y bellas como observar las olas rompiendo en la playa en un ir y venido infinito, como describe Lulú Santos en su canción. También descubrimos que nada de lo que fue será de la manera que ya fue un día, por eso necesitábamos crear, inventar y reinventar nuevas maneras de encontrar sonrisas. Descubrimos que un abrazo tiene mucho valor cuando el mundo se está desmoronando. Sentir el calor del cuerpo calentito nos ayuda a mantener encendida la llama de la esperanza.
Cuando mezclamos nuestras vidas, mezclamos todo en nosotros. Mezclamos sonrisas y lloras, alegrías y tristezas, decepciones, penas y rencores, transformamos todo en felicidad. Lo hicimos porque la vida nos enseñó. Así nos enseñó el amor y así lo hicimos. No hicimos apuestas porque no hay juego. No hicimos sacrificios, hicimos entrega voluntaria. Nos damos el uno al otro y nos completamos. Vimos en cada nueva lucha más una oportunidad para ganar y pasamos a encarar cada desafío como una oportunidad de vencer juntos. Y a cada victoria un abrazo, una nueva sonrisa y nuestras esperanzas. Crecimos juntos y cuando disminuimos lo hicimos juntos también. Pero jamás permitimos que nos disminuir.
Hemos probado y vivimos el amor así, en su esencia, cómo debe ser vivido, con fe y determinación y por así ser, acabamos por descubrir que no hay distancia, barrera o obstáculo capaz de separar aquello que el verdadero amor unió. Y nosotros no fuimos unidos por palabras, por promesas y declaraciones, sino por las acciones que nos ayudaron y ayudan a vencer todas las barreras que atravesan nuestros caminos, siempre con el aval de nuestro creador, aquel que es Señor del amor y que por amor logró perdonar todos los errores que cometemos y más aún, nos puede proteger de todas las embestidas y flechas que el enemigo pueda lanzar hacia nosotros. Así, por la fe, somos nosotros y el amor, más que victoriosos.
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Relacionamento | Como é Um Grande Amor?
Conhecer as engrenagens que movimentam o amor é dar um passo na sua direção e provar de todos os seus doces e saborosos frutos. Porém é preciso que nos lembremos que o amor é produto do manifesto da fé e se não acreditamos nele, infelizmente não poderemos prová-lo. O amor, assim como uma semente qualquer, não germina em solo seco e a nossa fé é semelhante a água que refresca a terra e a prepara para que a semente germine. É muito difícil falar do amor sem se debruçar em poesia, sem render-se aos impulsos da inspiração que ele proporciona, mas voltando-se ao nosso tema: Como é um grande amor? Obviamente nós devemos assumir o fato de que não somos grandes e para crescermos precisamos estar amparados pelas ações deste nobre sentimento.
Já que sabemos que somos miúdos e ficamos menores diante da grandeza existente no amor, a única maneira de ficarmos iguais em estatura com ele é praticando-o. Um grande amor é aquele que não se alegra com os erros, mas sabe a hora certa de perdoá-los. Por estarmos cheios dele não nos tornamos super, isentos da condição de errantes, mas ele nos aperfeiçoa e nos ensina os caminhos corretos a serem percorridos. Um grande amor está sempre presente quando há necessidade. Ele não falha, nunca falhou porque o amor é divino e em Deus não há falhas. Mesmo sabendo que estamos inteiramente errados, ele nos oferece chances de recomeçar através do perdão. Esta é uma das qualidades de um grande amor, a capacidade de perdoar infinitamente. Acreditar na recuperação, no recomeço e na vitória são próprios de quem ama, pois o amor nos capacita a isto.
Talvez você não acredite que alguém possa amar assim, mas é necessário neste momento que nos lembremos de algo que foi dito por Jesus no livro de Marcos, Capítulo 9 e Versículo 23 "Se tu pode crer, tudo é possível ao que crê". Lógico que é possível que alguém ame desta forma, basta que creia e deseje isto. Apesar de parecer estarmos tão próximos de amar, esbarramos em uma enorme barreira que nos impede disto; o fato de estarmos mais voltados ao desejo de ser amados do que a vontade de amar. É o nosso egoísmo, as nossas ambições, o egocentrismo que não permite que cheguemos no nosso semelhante.
Quando nos esforçamos para dar tudo que desejamos receber estamos amando. Isto é o amor. É quando você retribui aquilo que recebe, quando dá sem que espere receber, quando faz pelo outro aquilo que pensou fosse capaz de fazer, apenas para beneficiá-lo. O amor é isto. O amor é dar prioridade, é manter-se digno, presentear com a honra e tornar-se digno de confiança. Tudo isto é possível sim, se quisermos. Podemos amar de forma plena e generosa, gerando através das nossas ações, os frutos que comprovam a existência deste amor. Devemos e podemos colocar o amor em tudo nas nossas vidas e assim estaremos praticando seu cultivo. Quanto mais plantamos amor, mais nós o teremos para colher.
E para que você meu amigo leitor, minha amiga leitora, não imagine que estes exemplos dados foram de um grande amor, saiba que eles não foram. Os exemplos acima são daquilo que humanamente é possível á nós, ainda que muitos achem que não haja amor deste tipo entre os humanos. O exemplo de um grande amor foi dado quando Deus enviou o seu primeiro e único filho á cruz para perdão daqueles que o perseguiram, humilharam e injustiçaram. Aquele foi e é um grande amor. Um feito digno de Deus. Nós podemos amar grande sim, maior, bem maior do que amamos, podemos amar divinamente se crermos que podemos. Cabe a cada um de nós exercitar este amor através dos frutos das ações.
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Relationship | How Is A Great Love?
To know the gears that move love is to take a step towards it and taste of all its sweet and tasty fruits. But we must remember that love is the product of the manifesto of faith and if we do not believe in it, we can not unfortunately prove it. Love, like any seed, does not germinate in dry soil, and our faith is like water that refreshes the earth and prepares it for the seed to germinate. It is very difficult to speak of love without dwelling on poetry, without surrendering to the impulses of the inspiration it provides, but turning to our theme: How is a great love? Obviously we must assume the fact that we are not big and to grow we need to be supported by the actions of this noble sentiment.
Since we know that we are children and we become smaller in the face of the greatness that exists in love, the only way to be equal in stature with him is to practice it. A great love is one who does not rejoice over mistakes, but knows the right time to forgive them. Because we are full of him we do not become super, free from the condition of wandering, but he perfects us and teaches us the right paths to be traveled. A great love is always present when there is need. He does not fail, he never fails because love is divine and in God there are no failures. Even knowing that we are entirely wrong, he offers us the chance to start over again through forgiveness. This is one of the qualities of a great love, the ability to forgive infinitely. Believing in recovery, resumption and victory are characteristic of those who love, for love enables us to do so.
You may not believe that anyone can love this way, but it is necessary at this time that we remember something that Jesus said in the book of Mark, Chapter 9 and Verse 23 "If thou canst believe, all things are possible to him that believeth." Of course it is possible for someone to love in this way, just believe and desire it. Although we seem to be so close to loving, we find ourselves in an enormous barrier that prevents us from this; the fact that we are more focused on the desire to be loved than the will to love. It is our selfishness, our ambitions, egocentricity that does not allow us to reach our fellow man.
When we strive to give everything we want to receive we are loving. This is Love. It is when you give back what you receive, when you give without expecting to receive, when you do for the other what you thought you could do, only to benefit you. Love is this. Love is giving priority, it is keeping oneself worthy, gifting oneself with honor and becoming trustworthy. All this is possible, if we will. We can love fully and generously, generating through our actions the fruits that prove the existence of this love. We should and can place love in everything in our lives and thus we will be practicing its cultivation. The more we plant love, the more we will have it to reap.
And so you my friend reader, my friend reader, do not imagine that these examples given were of a great love, know that they were not. The above examples are of what is humanly possible for us, though many find that there is no love of this kind among humans. The example of a great love was given when God sent his first and only son to the cross for the forgiveness of those who persecuted him, humiliated and wronged him. That was and is a great love. A deed worthy of God. We can love great yes, greater, far greater than we love, we can love divinely if we believe we can. It is up to each of us to exercise this love through the fruits of action.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Relaciones | ¿Cómo es un gran amor?
Conocer los engranajes que mueven el amor es dar un paso en su dirección y probar de todos sus dulces y sabrosos frutos. Pero es necesario que recordemos que el amor es producto del manifiesto de la fe y si no creemos en él, desafortunadamente no podremos probarlo. El amor, así como una semilla cualquiera, no germina en suelo seco y nuestra fe es semejante al agua que refresca la tierra y la prepara para que la semilla germine. Es muy difícil hablar del amor sin inclinarse en poesía, sin rendirse a los impulsos de la inspiración que él proporciona, pero volviéndose a nuestro tema: ¿Cómo es un gran amor? Obviamente debemos asumir el hecho de que no somos grandes y para crecer necesitamos estar amparados por las acciones de este noble sentimiento.
Ya que sabemos que somos niños y nos quedamos más pequeños ante la grandeza existente en el amor, la única manera de quedarnos iguales en estatura con él es practicándolo. Un gran amor es aquel que no se alegra con los errores, pero sabe la hora correcta de perdonarlos. Por estar llenos de él no nos hacemos super, exentos de la condición de errantes, pero él nos perfecciona y nos enseña los caminos correctos a ser recorridos. Un gran amor está siempre presente cuando hay necesidad. Él no falla, nunca falló porque el amor es divino y en Dios no hay fallas. Incluso sabiendo que estamos completamente equivocados, nos ofrece posibilidades de recomenzar a través del perdón. Esta es una de las cualidades de un gran amor, la capacidad de perdonar infinitamente. Creer en la recuperación, en el reanudamiento y en la victoria son propios de quien ama, pues el amor nos capacita a esto.
Tal vez usted no cree que alguien pueda amar así, pero es necesario en este momento que recordemos algo que fue dicho por Jesús en el libro de Marcos, Capítulo 9 y Versículo 23 "Si usted puede creer, todo es posible al que cree. Lógico que es posible que alguien ame de esta forma, basta que crea y desee esto. A pesar de parecer estar tan cerca de amar, chocamos en una enorme barrera que nos impide esto; el hecho de estar más orientados al deseo de ser amados que la voluntad de amar. Es nuestro egoísmo, nuestras ambiciones, el egocentrismo que no permite que lleguemos a nuestro semejante.
Cuando nos esforzamos para dar todo lo que deseamos recibir estamos amando. Esto es el amor. Es cuando usted retribuye lo que recibe, cuando da sin que espere recibir, cuando hace por el otro aquello que pensó era capaz de hacer, apenas para beneficiarse. El amor es esto. El amor es dar prioridad, es mantenerse digno, regalar con el honor y llegar a ser digno de confianza. Todo esto es posible si lo queremos. Podemos amar de forma plena y generosa, generando a través de nuestras acciones, los frutos que comprueban la existencia de este amor. Debemos y podemos poner el amor en todo en nuestras vidas y así estaremos practicando su cultivo. Cuanto más plantamos amor, más lo tendremos para cosechar.
Y para que usted mi amigo lector, mi amiga lector, no imagine que estos ejemplos dados fueron de un gran amor, sepa que no lo fueron. Los ejemplos anteriores son de lo que humanamente es posible a nosotros, aunque muchos creen que no hay amor de este tipo entre los humanos. El ejemplo de un gran amor fue dado cuando Dios envió a su primer y único hijo a la cruz para perdón de aquellos que lo persiguieron, humillaron e injustificaron. Aquel fue y es un gran amor. Un hecho digno de Dios. Podemos amar grande, grande, mucho más grande de lo que amamos, podemos amar divinamente si creemos que podemos. Cabe a cada uno de nosotros ejercitar este amor a través de los frutos de las acciones.
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Relacionamentos | As Relações e as Redes Sociais.
A relação poder ser um namoro, um noivado ou mesmo o casamento, mas a base que constitui qualquer relacionamento é a mesma. Relações são mantidas com base na segurança que um transmite ao outro e a segurança se converte na confiança que temos em virtude das ações praticadas. A quebra desta frágil imaginária chamada segurança pode gerar desconfianças e quando chegamos a este ponto, o relacionamento está a um passo de ruir. As redes sociais tem contribuído fortemente para a dissolução de vários relacionamentos, seja pela insegurança natural ou pelas ações deliberadamente suspeitas de um dos parceiros. A entrada da internet e das redes sociais de forma massiva no ambiente doméstico trouxe a fragilidade das relações até o limite e colocou em cheque a duração de namoros, noivados e casamentos com a mesma velocidade em que chegou.
Ato falho, muitos acreditam que a raiz desta questão esteja no enorme leque de opções que as redes sociais oferecem aos parceiros que supostamente buscam novos contatos e novas amizades. Não é bem assim. Opções sempre existiram, sempre existirão e pensar em infidelidade justificando a quantidade de opções é absurdo. É lançar no lixo qualquer possibilidade de confiança que um possa ter no outro. Quando o caráter é falho, utiliza-se qualquer desculpa para justificá-lo. Não importa em que tipo de relacionamento se está, mas o compromisso de manter a segurança e a confiança do outro existe enquanto a relação existir. Qualquer ação fora disto é injustificável, desrespeitosa e egoísta. Não é um mais que o outro em direitos, deveres ou obrigações, ninguém pode mais, pois ambos tem a missão de tornarem-se felizes respeitando e amparando um ao outro independente da situação. A fidelidade de um é a honra do outro e a infidelidade é a desonra dos dois.
As redes sociais aproximam pessoas de diferentes locais, muitos próximos, outros distantes e na maioria dos casos oculta intenções desconhecidas, porém não são as intenções de terceiros que fazem ruir os relacionamentos, mas as fraquezas de caráter que possam afetar os relacionados. Enquanto navega na internet mergulhado em redes sociais, há um número enorme de oportunidades de sermos infiéis. Sempre tem alguém ameaçando a nossa relação com promessas e juras de amor. Recorrer a uma destas opções é assinar uma declaração de infidelidade e promover o rompimento da linha de confiança que mantém o casal seguro. É lançar a última pá de terra em um compromisso que muitas vezes foi firmado há anos e cujo desfecho poderia ser diferente caso houvesse a escolha pelo respeito incondicional.
Afirma que as redes sociais não afetam relações é como negar aquilo que está próximo das nossas vistas, sendo que hoje não só relacionamentos homem e mulher são eliminados pela influência da redes, mas também relações familiares, fraternais e sociais sofrem com a corrupção trazida pelo modismo cibernético. As relações humanas em geral são as que mais sofrem. Como zumbis dedicamos mais tempo a este ou aquele aplicativo do que aos nossos cônjuges, aos nossos filhos, á nossa família e amigos. Já não falamos com nossos vizinhos, não mantemos contatos reais e não vivemos o cotidiano, exceto o virtual. A internet chegou trazendo as redes sociais como se fossem um enorme meteoro em rota de colisão com nossos hábitos e costumes, procurando perigosamente mudá-los e distorcê-los de forma a parecerem melhores, mas não é bem assim a realidade.
O fato é que colocamos em segundo plano tudo que não seja virtual. Passamos a viver em função disto e passamos a descartar relacionamentos por conta da visão da gigantesca quantidade de opções que o mundo virtual oferece. Banalizamos a família, os filhos, os vizinhos e amigos e trocamos tudo por nova realidade, a chamada realidade virtual. Ambiente em que tudo é permitido, tudo é possível e parece ser impune. Só parece. As consequências disto são a dependência cada vez mais forte desta convivência que nos transforma em zumbis. Ilusões, decepções e tristezas, amarguras e dor, muita dor é o que tem sido o retorno daqueles que se iludem pela facilidade virtual de relacionamentos.
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Relationships | Relations and Social Networks.
The relationship could be a dating, an engagement or even a marriage, but the basis of any relationship is the same. Relationships are maintained based on the security that one transmits to the other and the security becomes the confidence that we have by virtue of the actions practiced. The breakdown of this fragile imaginary called security can generate mistrust and when we get to this point, the relationship is a step closer to collapse. Social networks have contributed greatly to the dissolution of various relationships, either by natural insecurity or by the deliberately suspicious actions of one of the partners. The entry of the internet and social networks in a massive way into the domestic environment brought the frailty of relations to the limit and put in check the duration of dating, engagements and marriages with the same speed in which it arrived.
Failing that, many believe that the root of this issue lies in the wide range of options that social networks offer partners who are supposed to seek new contacts and new friendships. Not really. Options have always existed, there will always be and thinking of infidelity justifying the amount of options is absurd. It is throwing in the trash any possibility of trust that one may have in the other. When character is flawed, any excuse is used to justify it. It does not matter what kind of relationship one is in, but the commitment to maintaining the other's security and trust exists as long as the relationship exists. Any action outside of it is unjustifiable, disrespectful and selfish. It is not one more than the other in rights, duties or obligations, no one else can, since both have the mission to become happy respecting and supporting each other regardless of the situation. The fidelity of one is the honor of the other and infidelity is the dishonor of the two.
Social networks approach people from different places, many close, others distant and in most cases hidden unknown intentions, but it is not the intentions of third parties that crumble the relationships, but the weaknesses of character that can affect those related. While surfing the internet plunged into social networks, there are a huge number of opportunities to be unfaithful. There is always someone threatening our relationship with promises and swear love. To resort to one of these options is to sign a declaration of infidelity and to promote the disruption of the line of trust that keeps the couple safe. It is to throw the last shovel of land in a compromise that was often signed years ago and whose outcome could be different if there were the choice for unconditional respect.
Affirms that social networks do not affect relationships is like denying what is close to our eyes, and today not only are relationships man and woman eliminated by the influence of networks, but also family, fraternal and social relationships suffer from the corruption brought by the fashion cybernetic Human relations in general suffer most. As zombies we spend more time on this or that application than on our spouses, our children, our family and friends. We no longer talk to our neighbors, we do not maintain real contacts and we do not live everyday except the virtual. The internet has come bringing social networks as if they were a huge meteor in a collision course with our habits and customs, looking dangerously to change them and to distort them in order to appear better, but not quite the reality.
The fact is that we put in the background everything that is not virtual. We live with it and we begin to discard relationships because of the vision of the huge amount of options that the virtual world offers. We banalize the family, the children, the neighbors and friends and we exchange everything for a new reality, the so-called virtual reality. Everything in which everything is allowed, everything is possible and seems to be unpunished. Just seems. The consequences of this are the increasing dependence of this coexistence that turns us into zombies. Illusions, disappointments and sorrows, bitterness and pain, much pain is what has been the return of those who delude themselves by the virtual ease of relationships.
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Relaciones | Las relaciones y las redes sociales.
La relación puede ser un noviazgo, un compromiso o incluso el matrimonio, pero la base que constituye cualquier relación es la misma. Las relaciones se mantienen en base a la seguridad que uno transmite al otro y la seguridad se convierte en la confianza que tenemos en virtud de las acciones practicadas. La ruptura de esta frágil imaginaria llamada seguridad puede generar desconfianzas y cuando llegamos a este punto, la relación está a un paso de ruidos. Las redes sociales han contribuido fuertemente a la disolución de varias relaciones, ya sea por la inseguridad natural o por las acciones deliberadamente sospechosas de uno de los socios. La entrada de Internet y de las redes sociales de forma masiva en el ambiente doméstico trajo la fragilidad de las relaciones hasta el límite y puso en cheque la duración de novios y bodas con la misma velocidad en que llegó.
El acto fallido, muchos creen que la raíz de esta cuestión está en el enorme abanico de opciones que las redes sociales ofrecen a los socios que supuestamente buscan nuevos contactos y nuevas amistades. No es así. Las opciones siempre existieron, siempre existirán y pensar en la infidelidad justificando la cantidad de opciones es absurdo. Es lanzar en la basura cualquier posibilidad de confianza que uno pueda tener en el otro. Cuando el carácter es fallido, se utiliza cualquier excusa para justificarlo. No importa en qué tipo de relación se está, pero el compromiso de mantener la seguridad y la confianza del otro existe mientras la relación existe. Cualquier acción fuera de esto es injustificable, irrespetuosa y egoísta. No es más que el otro en derechos, deberes u obligaciones, nadie puede más, pues ambos tienen la misión de hacerse felices respetando y amparándose el uno al otro independiente de la situación. La fidelidad de uno es el honor del otro y la infidelidad es la deshonra de los dos.
Las redes sociales acercan a personas de diferentes lugares, muchos cercanos, otros distantes y en la mayoría de los casos oculta intenciones desconocidas, pero no son las intenciones de terceros que hacen ruir las relaciones, sino las debilidades de carácter que puedan afectar a los relacionados. Mientras navega por Internet sumido en redes sociales, hay un número enorme de oportunidades de ser infieles. Siempre hay alguien amenazando nuestra relación con promesas y juramentos de amor. Recurrir a una de estas opciones es firmar una declaración de infidelidad y promover el rompimiento de la línea de confianza que mantiene a la pareja segura. Es lanzar la última pala de tierra en un compromiso que muchas veces se ha firmado desde hace años y cuyo desenlace podría ser diferente si hubiera la elección por el respeto incondicional.
En el caso de las redes sociales no afectan las relaciones es como negar lo que está cerca de nuestras vistas, siendo que hoy no sólo las relaciones hombre y mujer son eliminadas por la influencia de las redes, pero también las relaciones familiares, fraternales y sociales sufren con la corrupción traída por el modismo cibernético. Las relaciones humanas en general son las que más sufren. Como zombis dedicamos más tiempo a este o aquella aplicación que a nuestros cónyuges, a nuestros hijos, a nuestra familia y amigos. Ya no hablamos con nuestros vecinos, no mantenemos contactos reales y no vivimos lo cotidiano, excepto lo virtual. La Internet llegó trayendo las redes sociales como si fueran un enorme meteoro en ruta de colisión con nuestros hábitos y costumbres, buscando peligrosamente cambiarlos y distorsionarlos para que parezcan mejores, pero no es así la realidad.
El hecho es que colocamos en segundo plano todo lo que no sea virtual. Pasamos a vivir en función de esto y pasamos a descartar relaciones por la visión de la gigantesca cantidad de opciones que el mundo virtual ofrece. Banalizamos la familia, los hijos, los vecinos y amigos y cambiamos todo por nueva realidad, la llamada realidad virtual. El ambiente en que todo está permitido, todo es posible y parece ser impune. Sólo parece. Las consecuencias de esto son la dependencia cada vez más fuerte de esta convivencia que nos transforma en zombis. Ilusiones, decepciones y tristezas, amarguras y dolor, mucho dolor es lo que ha sido el retorno de aquellos que se engañan por la facilidad virtual de relaciones.
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Relacionamento | Traição | Por Que?
Ela é alvo de artigos nas revistas, tema de piadas nos programas humorísticos e tem inclusive citação Bíblica, não sendo um assunto novo, mas que sem dúvida alguma é razão de discussão e polêmica sempre que se torna centro das discussões. A traição conjugal representa para muitos um trauma, assunto delicado a ser discutido e nada agradável de ser lembrado por envolver pessoas cujos relacionamentos foram interrompidos ou mesmo a confiança no cônjuge tenha sido abalada. Em alguns casos as feridas emocionais são tão profundas que fazem com que muios deixem de acreditar na Instituição Casamento. Destas decepções um número enorme de pessoas tem dificuldade de envolver-se em novas relações ou dar crédito ás novas relações.
A traição, seja ela de qualquer natureza é um erro gravíssimo, sem justificativa e sem precedentes, mas que não justifica um outro erro: O de imaginar que a falha de caráter de um, esteja presente em todas as pessoas. Se fôssemos pensar desta forma e levar ás ações este pensamento, fatalmente não haveriam mais namoros, noivados e casamentos. Um outro erro que aqueles que foram traídos comete é achar que são eles os culpados(as), quando na verdade ninguém pode ser culpado da falta de caráter de terceiros. Afirmar qualquer coisa na tentativa de justificar-se por ter traído é tão absurdo quanto a própria traição. Mas e o amor, como fica nisto tudo? Pois é, ai começa a nossa jornada para entendermos como a lógica do amor funciona e como ele pode resgatar um relacionamento fadado á dissolução.
Talvez não caiba na sua cabeça, sequer lhe passe pela ideia perdoar alguém que trai, mas está ai o paradoxo escondido nesta ação. Trair é errado, não há a menor dúvida disto, mas será que uma traição não merece ser perdoada? Racione sobre isto sobriamente, de maneira calma, sem deixar-se envolver pelas emoções. Qual a máxima do amor quanto ás relações humanas, não é perdoar? O perdão não faz parte do caráter divino e não é um dos mandamentos de Deus? Um erro é trair e o outro é não perdoar, afinal porque nós não nos consideramos traidores, não significa que um dia também nós não possamos trair. Está no perdão a concepção da paz para a alma, da libertação não só daquele que perdoa, mas também de quem é perdoado. O perdão representa o zerar da conta e o reinício, o recomeço á partir do zero da relação.
Mas existem casos em que não dá para manter o relacionamento e salvar o casamento? Sim, claro que existe, mas isto não significa não perdoar. Há casos em que a reincidência não permite a continuidade do relacionamento devido ao enorme número de repetições da infidelidade, o que torna frágil qualquer laço afetivo e acaba por eliminar todas as tentativas de resgatar a confiança e manter a segurança na relação. Porém é preciso esgotar-se as tentativas antes da dissolução definitiva, mesmo porque em muitos casos há toda uma vida que foi construída juntos, filhos envolvidos e laços que foram criados e que não serão esquecidos de forma tão fácil. Eu não estou aqui tentando estabelecer parâmetros para você, cada um conhece seu próprio limite e o grau de aceitação para cada coisa. Tudo que estou fazendo é um pedido de que haja mais racionalidade e menos emoção na tomada de uma decisão tão importante quanto a separação definitiva, lembrando que isto vale para homens e mulheres e ressaltando que a traição não é um privilégio apenas de homens.
Independente do que diz aquela canção ou da forma como aquele humorista trate da questão, este problema é de foro muito íntimo e individual e cada um deve procurar agir da maneira mais prudente e sensata possível visando preservar a integridade física do outro. Não se pode fazer da vida moeda de troca, banalizando a existência como se ela fosse descartada. Tentar resolver um erro cometendo um crime não resolve coisa alguma, pelo contrário, vai trazer problemas para todas as partes envolvidas e aqueles que a cercam. Antes de pensar em fazer qualquer ato tresloucado e insano, pense nos seus filhos, eles não te traíram e independentemente do casal estar junto, eles precisam de ambos para lhes dar carinho e afeto. A melhor hora para se tornar grande é crescer em pensamentos e lembrar que se o outro errou, você também está sujeito ao erro, mas se não perdoar poderá também não ser perdoado(a).
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Relationship | Betrayal | Because?
She is the subject of articles in magazines, a subject of humorous jokes and has even a Biblical citation, not a new subject, but which is undoubtedly a reason for discussion and controversy whenever it becomes the center of the discussions. Marital betrayal is for many a trauma, a delicate subject to be discussed, and nothing pleasant to be remembered for involving people whose relationships have been disrupted or even trust in the spouse has been shaken. In some cases the emotional wounds are so deep that they often stop believing in the Marriage Institution. Out of these disappointments, a large number of people find it difficult to engage in new relationships or give credit to new relationships.
Betrayal, whether it be of any nature, is a most serious error, without justification and without precedent, but which does not justify another mistake: that of imagining that one's lack of character is present in all persons. If we were to think in this way and take this thought to action, there would inevitably be no more courtship, betrothal, and marriage. Another mistake that those who have been betrayed commit is to think that they are to blame, when in fact no one can be guilty of a third party's lack of character. To assert anything in the attempt to justify yourself for betraying is as absurd as the betrayal itself. But what about love, how does it all stand? Well, there begins our journey to understand how the logic of love works and how it can rescue a relationship bound to dissolution.
Maybe it does not fit in your head, do not even think of forgiving someone who betrays, but there is the paradox hidden in this action. Betraying is wrong, there is not the slightest doubt of it, but does a betrayal not deserve to be forgiven? Rely on it soberly, calmly, without being overwhelmed by emotions. What is the maxim of love as to human relations, is not forgiveness? Is not forgiveness part of the divine character and not one of God's commandments? One mistake is to betray and the other is not to forgive, after all because we do not consider ourselves traitors, does not mean that one day we can not betray either. There is in forgiveness the conception of peace for the soul, of the liberation not only of the one who forgives, but also of the one who is forgiven. Forgiveness represents the zeroing of the account and the resumption, the resumption from the zero of the relation.
But are there cases where you can not maintain the relationship and save the marriage? Yes, of course it exists, but that does not mean not to forgive. There are cases in which recidivism does not allow the continuity of the relationship due to the enormous number of repetitions of infidelity, which makes any affective bond fragile and ends up eliminating all attempts to rescue trust and maintain security in the relationship. But attempts must be exhausted before final dissolution, because in many cases there is a whole life that has been built together, children involved and bonds that have been created and will not be forgotten so easily. I am not here trying to set parameters for you, each one knows its own limit and the degree of acceptance for each thing. All I am doing is a request that there be more rationality and less emotion in making a decision as important as the definitive separation, remembering that this holds true for men and women and pointing out that betrayal is not a privilege only of men.
Regardless of what that song says or how that humorist deals with the issue, this problem is very intimate and individual, and each one must seek to act in the most prudent and sensible way possible in order to preserve the physical integrity of the other. Life can not be made of exchange, banalizing existence as if it were discarded. Trying to solve a mistake by committing a crime does not solve anything, on the contrary, it will bring problems for all parties involved and those around them. Before thinking about doing any crazy and insane act, think about your children, they did not betray you and regardless of the couple being together, they need both to give them affection and affection. The best time to become great is to grow in your thoughts and to remember that if the other has erred, you are also subject to error, but if you do not forgive you may not be forgiven.
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Relaciones | Traición | ¿Por qué?
Es objeto de artículos en las revistas, tema de chistes en los programas humorísticos y tiene incluso citación Bíblica, no siendo un tema nuevo, pero que sin duda alguna es razón de discusión y polémica siempre que se convierte en centro de las discusiones. La traición conyugal representa para muchos un trauma, asunto delicado a ser discutido y nada agradable de ser recordado por involucrar a personas cuyas relaciones se interrumpieron o incluso la confianza en el cónyuge ha sido sacudida. En algunos casos las heridas emocionales son tan profundas que hacen que muchos dejan de creer en la Institución Matrimonio. De estas decepciones un número enorme de personas tienen dificultades para involucrarse en nuevas relaciones o dar crédito a las nuevas relaciones.
La traición, sea de cualquier naturaleza, es un error gravísimo, sin justificación y sin precedentes, pero que no justifica otro error: El de imaginar que la falta de carácter de uno, esté presente en todas las personas. Si fuésemos a pensar de esta manera y llevar a las acciones este pensamiento, fatalmente no habrían más novios, novios y bodas. Otro error que los que fueron traicionados comete es creer que son ellos los culpables cuando no puede ser culpable de la falta de carácter de terceros. Afirmar cualquier cosa en el intento de justificarse por haber traicionado es tan absurdo como la propia traición. Pero y el amor, ¿cómo queda en esto todo? Pues es, ay comienza nuestra jornada para entender cómo la lógica del amor funciona y cómo él puede rescatar una relación fadada a la disolución.
Tal vez no caiga en su cabeza, ni siquiera le pase por la idea perdonar a alguien que traiciona, pero está ahí la paradoja escondida en esta acción. Traer es incorrecto, no hay la menor duda de esto, pero ¿será que una traición no merece ser perdonada? Razone sobre esto sobriamente, de manera tranquila, sin dejarse envolver por las emociones. ¿Cuál es la máxima del amor en cuanto a las relaciones humanas, no es perdonar? ¿El perdón no forma parte del carácter divino y no es uno de los mandamientos de Dios? Un error es traicionar y el otro es no perdonar, al final porque nosotros no nos consideramos traidores, no significa que un día también nosotros no podamos traicionar. Está en el perdón la concepción de la paz para el alma, de la liberación no sólo del que perdona, sino también de quien es perdonado. El perdón representa el cero de la cuenta y el reinicio, el reanudamiento a partir del cero de la relación.
Pero hay casos en que no se puede mantener la relación y salvar la boda? Sí, claro que existe, pero esto no significa no perdonar. Hay casos en que la reincidencia no permite la continuidad de la relación debido al enorme número de repeticiones de la infidelidad, lo que hace frágil cualquier lazo afectivo y acaba por eliminar todos los intentos de rescatar la confianza y mantener la seguridad en la relación. Pero hay que agotarse los intentos antes de la disolución definitiva, incluso porque en muchos casos hay toda una vida que fue construida juntos, hijos involucrados y lazos que fueron creados y que no serán olvidados de forma tan fácil. No estoy tratando de establecer parámetros para usted, cada uno conoce su propio límite y el grado de aceptación para cada cosa. Todo lo que estoy haciendo es una petición de que haya más racionalidad y menos emoción en la toma de una decisión tan importante como la separación definitiva, recordando que esto vale para hombres y mujeres y resaltando que la traición no es un privilegio sólo de hombres.
Independiente de lo que dice aquella canción o de la forma en que ese humorista trate de la cuestión, este problema es de foro muy íntimo e individual y cada uno debe procurar actuar de la manera más prudente y sensata posible para preservar la integridad física del otro. No se puede hacer de la vida moneda de cambio, banalizando la existencia como si fuera descartada. Intentar resolver un error cometiendo un crimen no resuelve nada, por el contrario, traerá problemas para todas las partes involucradas y aquellos que la rodean. Antes de pensar en hacer cualquier acto traslúcido e insano, piense en sus hijos, ellos no te traicionaron e independientemente de la pareja estar juntos, ellos necesitan ambos para darles cariño y afecto. La mejor hora para llegar a ser grande es crecer en pensamientos y recordar que si el otro se equivocó, usted también está sujeto al error, pero si no perdonar, tampoco puede ser perdonado (a).
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