Comportamento | Solidão | Opções de Vida

  Na matéria de hoje o assunto abordado será a solidão e como a vida, sempre sábia, nos coloca opções disponíveis para escolhermos a maneira como iremos viver. Com caminhos apontando destinos diferentes, podemos escolher por onde iremos andar. Não importa quantas vezes você decida por alguma coisa, vale lembrar que a vida não te impõe e que você pode escolher um caminho, vários caminhos ou ficar inerte sem escolher nenhum. Pelo método tradicional de eliminações podemos excluir o fato de ficarmos inertes, afinal parados não iremos á lugar nenhum. Escolher vários caminhos além de ser muito confuso resultaria em ter que optar por um deles, mesmo porque não há como estarmos em dois lugares ao mesmo tempo, restando portanto a escolha de um único caminho a seguir: Tornar-se alguém solitário por amor a alguém e renunciar aos seus próprios desejos e vontades ou prosseguir sua vida sem mudanças, olhando para sí e realizar seus sonhos de te uma companhia.


  Neste ponto eu vou dar um friso. Quando alguém renuncia a própria liberdade por amor de outro dá assim uma das mais lindas e nobres provas de amor existentes. Não é apenas decidir, escolher a solidão que representará a ausência de alguém na vida, mas fazê-lo em benéfício de um amor maior e mais importante que o amor próprio. Muito mais além que o amor que se declara, abrir mão e renunciar dos direitos á companhia e optar pela solidão para preservar a quem amamos é somar direitos absolutos sobre aqueles que já se tinha. O amor é generoso em suas recompensas e ninguém que age desta forma fica sem adquirir direitos á felicidade.

  Não estou aqui falando em Filosofia barata, algo que eu falo sem ter vivido. Eu vivi isso e sei que como toda renúncia implica em algum sofrimento, na minha vida me vali do fato de que o sofrimento era infinitamente menor que as alegrias colhidas consequentes desta escolha. Dedicar-se é amar profundamente, é semear em bom terreno as sementes de uma boa árvore que dará bons frutos no futuro e acreditar nisso é não só ter fé, mas esperança de que o sofrimento não fora em vão. É preciso entendermos que existem pedras em todos os caminhos e que nenhum deles é fácil, mas quando renunciamos por amor, calçamos os pés e os protegemos, desta forma a caminhada é segura e a distância torna-se bem menor e menos exaustiva.

  Existem momentos em que torna-se necessário decidirmos se é conveniente ou não permanecermos acompanhados, se vamos optar por sermos solitários temporariamente ou permanentemente. Neste caso é prudente analisarmos as consequências que poderão retornar para que saibamos se o preço do sacrifício é mais alto do que podemos "pagar". Em muitos casos não desejamos sair da nossa zona de conforto e arriscar tudo tomando uma decisão que pode não ser a correta. Ficamos então na dúvida se fizemos o certo. O segredo para descobrir e ter certeza das decisões que tomamos é conhecer bem as sementes que semeamos. Vale ressaltar que se as sementes forem boas, certamente teremos uma bela árvore com bons frutos. 

  Não há dúvida alguma de que decidir algo por amor a outra pessoa seja uma decisão acertada e que trará bons frutos no futuro, portanto não há com que se preocupar caso tenha tomado esta decisão na tua vida. Desfrute dos momentos e tenha certeza que em um momento oportuno, você poderá colher frutos desta decisão. Solidão não é bom, nunca foi, mas quem decide por amor a outro não está sozinho, além da companhia do beneficiário, existe a companhia de Deus e acreditem: - Não há companhia melhor.  Espero que você tenha gostado desta matéria, se gostou compartilhe, deixe seu comentário.
***Nota: Este tema foi sugerido pela leitora Susana Sales, a quem agradeço a colaboração.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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 Behavior | Privacy Policy | Life Options.

 In today's matter the subject will be solitude and how life, always wise, gives us options available to choose the way we live. With paths pointing to different destinations, we can choose where we will walk. No matter how many times you decide for something, it is worth remembering that life does not impose you and that you can choose a path, several ways or be inert without choosing any. By the traditional method of eliminations we can exclude the fact that we are inert, after all we will not go anywhere. Choosing several paths besides being very confused would result in having to opt for one of them, even though there is no way to be in two places at the same time, thus leaving the choice of a single path to follow: Becoming someone lonely for love of someone and give up your own desires and wants or pursue your life without change, looking at yourself and realizing your dreams of getting you company.

  At this point I will give a frieze. When one renounces one's freedom for the sake of another, it thus gives one of the most beautiful and noble proofs of love. It is not only to decide, to choose the solitude that will represent the absence of someone in life, but to do so in the benefit of a greater and more important love than self-love. Far beyond the love that is declared, to give up and renounce the rights to the company and to choose the solitude to preserve to whom we love is to add absolute rights on those that already had. Love is generous in its rewards and no one who acts in this way has no right to happiness.

  I'm not talking here about cheap philoso- phy, something I say without having lived. I experienced this and I know that as all renunciation implies some suffering, in my life I have relied on the fact that suffering was infinitely less than the joys harvested from this choice. Dedication is to love deeply, it is to sow the seeds of a good tree that will bear good fruit in the future, and to believe in it is not only to have faith, but to hope that suffering was not in vain. We must understand that there are stones in all the ways and that none of them is easy, but when we give up for love, we shod our feet and protect them, in this way the walk is safe and the distance becomes much smaller and less exhaustive.

  There are times when it becomes necessary to decide whether or not it is convenient to stay together if we are going to choose to be lonely temporarily or permanently. In this case it is prudent to analyze the consequences that may come back so that we know if the price of sacrifice is higher than we can "pay." In many cases we do not want to leave our comfort zone and risk everything by making a decision that may not be correct. We were then in doubt if we did the right thing. The secret to discovering and making certain of the decisions we make is to know the seeds we sow. It is worth mentioning that if the seeds are good, we will certainly have a beautiful tree with good fruits.

  There is no doubt that deciding something out of love for another person is a wise decision that will bring good fruit in the future, so there is no need to worry if you have made this decision in your life. Enjoy the moments and be sure that at an opportune moment, you can reap the benefits of this decision. Loneliness is not good, never was, but who decides for the love of another is not alone, besides the company of the beneficiary, there is the company of God and believe, "There is no better company. I hope you enjoyed this article, if you liked share, leave your comment.

*** Note: This topic was suggested by the reader Susana Sales, whom I thank for the collaboration.

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 Comportamiento | Soledad | Opciones de Vida.

 En la materia de hoy el asunto abordado será la soledad y cómo la vida, siempre sabia, nos coloca opciones disponibles para elegir la manera en que vamos a vivir. Con caminos apuntando destinos diferentes, podemos elegir por donde iremos a caminar. No importa cuántas veces decida por algo, vale recordar que la vida no te impone y que puedes escoger un camino, varios caminos o quedar inerte sin elegir ninguno. Por el método tradicional de eliminaciones podemos excluir el hecho de quedarnos inertes, después de todo parados no iremos a ninguna parte. Elegir varios caminos además de ser muy confuso resultaría en tener que optar por uno de ellos, incluso porque no hay como estar en dos lugares al mismo tiempo, restando por lo tanto la elección de un único camino a seguir: Convertirse en alguien solitario por amor a alguien y renunciar a sus propios deseos y voluntades o proseguir su vida sin cambios, mirando a sí y realizar sus sueños de una compañía.

  En este punto voy a dar un friso. Cuando alguien renuncia a la propia libertad por amor de otro da así una de las más bellas y nobles pruebas de amor existentes. No es sólo decidir, elegir la soledad que representará la ausencia de alguien en la vida, sino hacerlo en beneficio de un amor mayor y más importante que el amor propio. Mucho más allá que el amor que se declara, renunciar a los derechos de la compañía y optar por la soledad para preservar a quien amamos es sumar derechos absolutos sobre aquellos que ya se tenía. El amor es generoso en sus recompensas y nadie que actúa de esta forma queda sin adquirir derechos a la felicidad.

  No estoy aquí hablando en Filosofía barata, algo que yo hablo sin haber vivido. Yo viví eso y sé que como toda renuncia implica algún sufrimiento, en mi vida me valía del hecho de que el sufrimiento era infinitamente menor que las alegrías cosechadas consecuentes de esta elección. Dedicar es amar profundamente, es sembrar en buen terreno las semillas de un buen árbol que dará buenos frutos en el futuro y creer en eso es no sólo tener fe, sino esperanza de que el sufrimiento no fuera en vano. Es necesario entender que existen piedras en todos los caminos y que ninguno de ellos es fácil, pero cuando renunciamos por amor, calzamos los pies y los protegemos, de esta forma la caminata es segura y la distancia se vuelve mucho menor y menos exhaustiva.

  Hay momentos en que es necesario decidir si es conveniente o no permanecer acompañados, si vamos a optar por ser solitarios temporalmente o permanentemente. En este caso es prudente analizar las consecuencias que pueden regresar para que sepamos si el precio del sacrificio es más alto de lo que podemos "pagar". En muchos casos no deseamos salir de nuestra zona de confort y arriesgar todo tomando una decisión que puede no ser la correcta. Nos quedamos en la duda si hicimos lo correcto. El secreto para descubrir y estar seguros de las decisiones que tomamos es conocer bien las semillas que sembramos. Es importante resaltar que si las semillas son buenas, seguramente tendremos un hermoso árbol con buenos frutos.

  No hay duda alguna de que decidir algo por amor a otra persona sea una decisión acertada y que traerá buenos frutos en el futuro, por lo que no hay que preocuparse si ha tomado esta decisión en tu vida. Disfrute de los momentos y asegúrese de que en un momento oportuno, usted podrá cosechar frutos de esta decisión. La soledad no es buena, nunca fue, pero quien decide por amor a otro no está solo, además de la compañía del beneficiario, existe la compañía de Dios y creen: - No hay compañía mejor. Espero que hayan disfrutado este asunto, si te gusta compartir, dejar tu comentario.

*** Nota: Este tema fue sugerido por el lector Susana Sales, a quien agradezco la colaboración.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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