Internet | Aplicativos e Sistemas Operacionais | Monopólio

  Logo que iniciei no mundo da informática eu fiquei encantado com aquilo tudo.  Na época do 286, Lotus 123 e quando se deu o surgimento da telefonia móvel celular quando a Motorolla lançou o seu magnífico "tijolão".  A chegada e popularidade dos Desktop fez com que muitas empresas logo aderissem aos enormes monitores de tubo cinescópio e então veio a avalanche de lan houses. Rede Social era o Orkut, um filho falecido da gigante americana Google e no auge estava a Microsoft e seu ilustre filho Windows XP. Falava-se muito nos temerosos vírus e os mais conhecidos eram o Trojan Horse, ou Cavalo de Tróia e dai começaram a aparecer outros e mais outros e a coisa não parou.  
  Pois é, desde aquela época já existiam as chamadas autoridades de sistema e algumas delas nós conhecemos até hoje. São os desenvolvedores de aplicativos antivirus que possuem suas versões Free, aquelas grátis (acredita-se que seja), as Trial Version ou versões de testes, chamadas betas onde se usa por um determinado limite de tempo e as versões Premium, ou versões pagas. Tudo muito lindo, só que não. Vou falar de hoje, atualmente, quando muitos desenvolvedores distribuem não antivirus, mas verdadeiras fábricas de spam. E pasmem, a própria aplicação possui a função de bloqueador de Adware (anúncios), mas ela própria produz mais anúncios que todas as outras que já estão instaladas. 

  Mas a questão não fica só por ai e se o problema fossem só os anúncios até que desinstalar seria uma solução plausível, mas a credibilidade de um aplicativo começa a produzir dúvidas quando você tenta e ele não desinstala do seu Desktop. Você tenta, tenta e tenta, mas não consegue. Resolve pesquisar na internet e descobre que uma enorme quantidade de pessoas buscam a mesma resposta sem encontrar solução. É ai que alguém sugere: - Vai no site do fabricante e lá você encontra a solução. Você vai lá, cheio de alívio e descobre que existe sim uma ferramenta que desinstala o antivírus, mas instala outra ferramenta e esta segunda não poderá ser desinstalada.  Não é ótimo isso? Você é obrigado a ter o que não quer em um dispositivo que é seu, mas é dominado por terceiros. Se você é inteligente já deve estar sabendo o nome deste aplicativo antivirus a que me referi.

  Li diversos comentários de usuários revoltados, não só com este caso, mas com vários outros em que o desenvolvedor se apodera daquilo que você paga para ter.  Onde andam as autoridades do mundo? E os direitos legais do consumidor. Até quando quem compra um Sistema Operacional vai estar submisso aos contratos unilaterais dos desenvolvedores?  Ora, se eu compro um computador eu tenho todo direito de escolher qual o Sistema Operacional quero usar nele, qual navegador usarei. Se instalo aplicativos eles devem possuir a opção de desinstalação completa (eu falei completa de fato, sem que fiquem rastros de uso de nenhuma natureza). O que não quero, não quero e ponto! Sou eu quem está pagando! Rezo e oxalá minhas orações sejam ouvidas para que os projetos de código aberto possam avançar e competir com os monopólios já conhecidos, assim deixaremos de viver na dinastia da escravidão virtual e seremos livres para escolher o que queremos e até quando queremos. 

Esta obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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   Internet | Applications and Operating Systems | Monopoly

  As soon as I started in the computer world I was enchanted by it all. At the time of the 286, Lotus 123 and when there was the emergence of cellular mobile telephony when Motorolla launched its magnificent "brick". The arrival and popularity of the Desktop made many companies soon adhere to the huge kinescope tube monitors and then came the avalanche of lan houses. Social Network was Orkut, a deceased son of the American giant Google and at the peak was Microsoft and his illustrious son Windows XP. There was a lot of talk about the frightening viruses and the best known ones were Trojan Horse, or Trojan Horse, and then others and others started to appear and it did not stop.

  Well, since that time there were already so-called system authorities and some of them we know to this day. They are the developers of anti-virus applications that have their Free versions, those that are free (it is believed to be), Trial Version or trial versions, called betas where it is used for a certain time limit and Premium versions or paid versions. All very beautiful, but not. I will speak today, today, when many developers distribute non-antivirus, but true factories of spam. And amazingly, the application itself has the function of Adware blocker (ads), but it itself produces more ads than any others that are already installed.

  But the issue does not just stick around and if the problem were just the ads until uninstall would be a plausible solution, but the credibility of an application begins to produce doubts when you try and it does not uninstall from your Desktop. You try, try and try, but you can not. He resolves to search the internet and discovers that a huge number of people seek the same answer without finding a solution. That's where someone suggests: - Go to the manufacturer's website and find the solution there. You go there, full of relief and discover that there is a tool that uninstalls the antivirus, but install another tool and this second can not be uninstalled. Is not that great? You are required to have what you do not want on a device that is yours, but it is dominated by third parties. If you are smart you should already know the name of this antivirus application that I referred to.

  I've read a lot of angry comments from users, not only with this case, but with several others in which the developer takes over what you pay to have. Where are the authorities of the world? And the legal rights of the consumer. How long will anyone who buys an Operating System be submissive to the unilateral contracts of the developers? Now, if I buy a computer I have every right to choose which Operating System I want to use in it, which browser I will use. If I install applications they should have the option of complete uninstallation (I have said complete in fact, without any trace of use of any nature). What I do not want, I do not want, period! It's me who's paying! Pray and pray that my prayers are heard so that open source projects can advance and compete with the monopolies already known, so we will stop living in the virtual slavery dynasty and we will be free to choose what we want and even when we want.

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   Internet | Aplicaciones y sistemas operativos | monopolio

  En cuanto inicié en el mundo de la informática me encantó con todo. En la época del 286, Lotus 123 y cuando se dio el surgimiento de la telefonía móvil móvil cuando la motorola lanzó su magnífico "ladrillo". La llegada y la popularidad de los escritorios hizo que muchas empresas pronto se adhieran a los enormes monitores de tubo cinescópico y entonces vino la avalancha de lan houses. La red social era Orkut, un hijo fallecido del gigante estadounidense Google y en el auge estaba Microsoft y su ilustre hijo Windows XP. Se hablaba mucho en los temerosos virus y los más conocidos eran el Trojan Horse, o Caballo de Troya y de ahí comenzaron a aparecer otros y otros más y la cosa no paró.

  Pues es, desde entonces ya existían las llamadas autoridades del sistema y algunas de ellas conocemos hasta hoy. Los desarrolladores de aplicaciones antivirus que poseen sus versiones Free, aquellas gratuitas (se cree que es), las versiones de prueba o las versiones de prueba, llamadas betas donde se utiliza por un determinado límite de tiempo y las versiones Premium, o versiones pagadas. Todo muy lindo, sólo que no. Voy a hablar de hoy, actualmente, cuando muchos desarrolladores distribuyen no antivirus, pero verdaderas fábricas de spam. Y pasmem, la propia aplicación posee la función de bloqueador de Adware (anuncios), pero ella misma produce más anuncios que todas las otras que ya están instaladas.

  Pero la cuestión no es sólo por ahí y si el problema sólo son los anuncios hasta que desinstalar sería una solución plausible, pero la credibilidad de una aplicación comienza a producir dudas cuando intenta y no desinstala su escritorio. Intenta, intenta e intenta, pero no puede. Resuelve buscar en Internet y descubre que una gran cantidad de personas buscan la misma respuesta sin encontrar solución. Es ahí que alguien sugiere: - Va en el sitio del fabricante y allí usted encuentra la solución. Usted va allá, lleno de alivio y descubre que existe sí una herramienta que desinstala el antivirus, pero instala otra herramienta y esta segunda no podrá ser desinstalada. ¿No es genial eso? Usted está obligado a tener lo que no quiere en un dispositivo que es suyo, pero está dominado por terceros. Si usted es inteligente ya debe saber el nombre de esta aplicación antivirus a la que me refié.

  He leído varios comentarios de usuarios revueltos, no sólo con este caso, pero con varios otros en los que el desarrollador se apodera de lo que usted paga para tener. ¿Dónde andan las autoridades del mundo? Y los derechos legales del consumidor. Hasta cuando quien compra un Sistema Operativo va a estar sumiso a los contratos unilaterales de los desarrolladores? Ahora bien, si compro una computadora tengo todo el derecho de elegir qué sistema operativo quiero usar en él, qué navegador usaré. Si instalo aplicaciones deben tener la opción de desinstalación completa (he hablado completamente de hecho, sin que queden rastros de uso de ninguna naturaleza). ¡Qué no quiero, no quiero y punto! ¡Soy yo quien está pagando! Rezo y ojalá mis oraciones sean escuchadas para que los proyectos de código abierto puedan avanzar y competir con los monopolios ya conocidos, así dejaremos de vivir en la dinastía de la esclavitud virtual y seremos libres para elegir lo que queremos y hasta cuando queremos.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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