Mulher | Justiça | O Fim da Era dos Ogros.

  Esta matéria falará sobre o mundo e as mulheres, seus anseios e suas conquistas e mostra que apesar de tantas mudanças após tantas lutas, a essência feminina continua a mesma e elas permanecem sensíveis, frágeis e carentes, mas não desprotegidas. Na era dos tacapes, em pleno século XXI, muitos homens se debruçam sobre a imagem feminina como se ela fosse apenas um pedaço apetitoso de carne sempre disposta a lhes satisfazer momentaneamente, quando a realidade está bem distante de ser esta. Não são elas seres desprovidos de sentimentos como talvez achem alguns trogloditas, mas pessoas altamente capazes de pensar, decidir, sentir e principalmente defender-se. Vale saber, para os seres das cavernas que tratam mulheres na base do porrete e da ordem unida, que a dignidade do respeito é tão devida a elas quanto a eles e que ao contrário do que se pensa, elas sabem reagir á altura quando necessário afim de evitar as bordoadas dos desafetos.
  Que não se enganem a pensar os afoitos, que a mulher deste século é uma coitadinha indefesa e que homens das cavernas são a maioria. A verdade não é bem esta. Aqueles que empunham tacapes nos seus relacionamentos e tratam mulheres como se tratassem animais são minoria, pois a consciência masculina tem sinalizado que não se deve tratar ninguém á base do porrete.  Ora, incrivelmente ainda é possível encontrar "homens" que agridem mulheres, espancam, humilham, ofendem e até chegam ao ponto de assassiná-las por questões passionais. Mais absurdamente inacreditável são as estapafúrdias justificativas de que o fizeram por amor. Amor a quem? Ao diabo, porque produzir mal é coisa demoníaca. Não há dúvida alguma de estamos vivendo na era em que alguns ainda são jurássicos. Ogros que em certos casos até vestem ternos, mas não abandonam a grosseira, a má educação e o mau caráter e convertem-se em criminosos.


  Tá achando ácido este texto? Ácido é quando você olha para a face de uma filha e não a reconhece, desfigurada após ter sofrido um espancamento daquele que lhe jurou amor sem fim. Olhar a própria filha vítima das atrocidades de um ogro selvagem e criminoso que a espancou até a morte.  Não é fácil de digerir isso meu caro leitor e se você pensa que estou aqui fazendo um desabafo pessoal, não é, mas vi diversos pais expondo duas dores a público após terem perdido pessoas que lhes deixaram lacunas em suas vidas.  É elegante afirmar que sei como se sentem, mas na verdade só sabem aqueles que já passaram por situação igual.  Não há divisões no mundo que separe homens de mulheres e cada um é importante em igual proporção para a formação da sociedade. Mulheres, homens, ambos são dignos de respeito e possuem limites de direito, todos possuem deveres e obrigações. 

  Amor não se tem á força, carinho não é porrada e nenhuma prisão é capaz de deter sentimentos aversos. Que finde a era dos tacapes e levante-se a bandeira da paz, do amor, do respeito e do carinho e vivam em comunhão homens e mulheres sem que seja preciso que o Estado decida quem tem direito ou não á liberdade.  Que volte a era das flores, dos elogios e galanteios e que sejam verdadeiros e bem vindos. Que as armas sejam baixadas e as mulheres respeitadas e tratadas como devem, sem que haja prejuízo moral, emocional ou psicológico, sem que sejam preciso medidas protetivas inúteis ou mesmo o acionamento de viaturas para lhes salvar a vida. Que haja enfim a paz tão esperada.      

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  Women | Justice | The End of the Age of Ogres.

 This matter will speak about the world and the women, their desires and their conquests and shows that despite so many changes after so many struggles, the feminine essence remains the same and they remain sensitive, fragile and needy, but not unprotected. In the age of the tappers, in the midst of the twenty-first century, many men lean on the female image as if it were just an appetizing piece of meat always ready to satisfy them momentarily, when reality is very far from it. They are not beings devoid of feelings as some troglodytes may think, but people who are highly capable of thinking, deciding, feeling, and especially defending themselves. It is worth to know, for the cave beings who treat women at the base of the club and the united order, that the dignity of respect is so due to them as to them and that contrary to what one thinks, they know how to react to height when necessary to avoid the scourges of the disaffected ones.

  Do not be fooled into thinking that the woman of this century is a helpless poor thing and that cave men are the majority. The truth is not quite this. Those who hold tacapes in their relationships and treat women as animals are a minority, since the male conscience has signaled that no one should be treated on the basis of the club. Now, incredibly, it is still possible to find "men" who attack women, beat up, humiliate, offend, and even go so far as to murder them for their passion. Most absurdly unbelievable are the stupid excuses that they did it out of love. Love to whom? To the devil, because to produce evil is demonic thing. There is no doubt we are living in the age when some are still Jurassic. Ogres who in certain cases even wear suits, but do not abandon the coarse, the bad education and the bad character and they become criminals.

  Is this text acidic? Acid is when you look at a daughter's face and you do not recognize her, disfigured after having suffered a beating from the one who swore her endless love. Look at her own daughter victim of the atrocities of a wild and criminal ogre who beat her to death. It is not easy to digest this my dear reader and if you think that I am here making a personal outburst, it is not, but I saw several parents exposing two pains to the public after they have lost people who have left them gaps in their lives. It is elegant to say that I know how they feel, but in fact only those who have gone through the same situation know. There are no divisions in the world that separate men from women, and each is important in equal proportion to the formation of society. Women, men, both are respectful and have limits of right, all have duties and obligations.

  Love is not strengthened, affection is not beaten and no prison is able to deter aversive feelings. May the end of the era of the Tapestry be lifted and the banner of peace, love, respect and affection be lifted and men and women live in communion without the need for the State to decide who has the right or not to freedom. May the era of flowers, praise and gallantry come back and be true and welcome. That arms are lowered and women respected and treated as they should, without any moral, emotional or psychological harm, without the need for useless protective measures or even the activation of cars to save their lives. May there be the long-awaited peace.

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  Mujer | Justicia | El fin de la era de los ogros.

 Esta materia hablará sobre el mundo y las mujeres, sus anhelos y sus conquistas y muestra que a pesar de tantos cambios después de tantas luchas, la esencia femenina sigue siendo la misma y ellas permanecen sensibles, frágiles y carentes, pero no desprotegidas. En la era de los tacapes, en pleno siglo XXI, muchos hombres se inclinan sobre la imagen femenina como si ella fuera sólo un pedazo apetitoso de carne siempre dispuesta a satisfacerles momentáneamente, cuando la realidad está muy lejos de ser ésta. No son ellos seres desprovistos de sentimientos como tal vez encuentren algunos trogloditas, pero personas altamente capaces de pensar, decidir, sentir y principalmente defenderse. Es sabido, para los seres de las cavernas que tratan a las mujeres en la base del porrete y del orden unida, que la dignidad del respeto es tan debida a ellas en cuanto a ellos y que al contrario de lo que se piensa, ellas saben reaccionar a la altura cuando es necesario afín de evitar las arrugas de los desafíos.

  Que no se engañen a pensar los afoitos, que la mujer de este siglo es una coitadinha indefensa y que los hombres de las cavernas son la mayoría. La verdad no está bien. Los que empuñan tacapes en sus relaciones y tratan a mujeres como si tratase animales son minoría, pues la conciencia masculina ha señalado que no se debe tratar a nadie a la base del porrete. Ahora, increíblemente todavía es posible encontrar "hombres" que agreden a las mujeres, golpean, humillan, ofenden y hasta llegan al punto de asesinarlas por cuestiones pasionales. Más absurdamente increíble son las estapafuras justificantes de que lo hicieron por amor. ¿Amor a quién? Al diablo, porque producir mal es cosa demoníaca. No hay duda alguna de que estamos viviendo en la era en que algunos todavía son jurásicos. Ogros que en ciertos casos hasta visten trajes, pero no abandonan la grosera, la mala educación y el mal carácter y se convierten en criminales.

  ¿Está encontrando ácido este texto? Ácido es cuando usted mira a la cara de una hija y no la reconoce, desfigurada después de haber sufrido una paliza de aquel que le juró amor sin fin. Mirar a la propia hija víctima de las atrocidades de un ogro salvaje y criminal que la golpeó hasta la muerte. No es fácil digerir esto mi querido lector y si usted piensa que estoy aquí haciendo un desahogo personal, no es, pero he visto a varios padres exponiendo dos dolores a público después de haber perdido a personas que les dejaron huecos en sus vidas. Es elegante afirmar que sé cómo se sienten, pero en realidad sólo saben aquellos que ya pasaron por igual situación. No hay divisiones en el mundo que separe hombres de mujeres y cada uno es importante en igual proporción para la formación de la sociedad. Mujeres, hombres, ambos son dignos de respeto y tienen límites de derecho, todos tienen deberes y obligaciones.

  El amor no se tiene a la fuerza, el cariño no es porra y ninguna prisión es capaz de detener sentimientos aversos. Que finde la era de los tacapes y se levante la bandera de la paz, del amor, del respeto y del cariño y vivan en comunión hombres y mujeres sin que sea necesario que el Estado decida quien tiene derecho o no a la libertad. Que vuelva la era de las flores, de los elogios y galantes y que sean verdaderos y bienvenidos. Que las armas sean bajadas y las mujeres respetadas y tratadas como deben, sin que haya perjuicio moral, emocional o psicológico, sin que sean necesarias medidas protectivas inútiles o incluso el accionamiento de vehículos para salvarles la vida. Que haya en fin la paz tan esperada.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.