Literatura | Prosa de Um Dia Triste.

  Para que serve um dia triste na vida se ele guarda tão guardada tanta  tristeza e desolação? Por que guardar tanta dor e um dia destes para que serve então? Para consumir nossos dias, roubar a nossa alegria e nos derramar pelo chão? Por certo serve para nos mostrar o solo, nos firmar sua dureza, mostrar a nossa fraqueza enquanto sangramos por dentro. Não há sequer uma pequena luz, a sombra de um pensamento que não seja o sofrimento, a dor, o triste lamento da vida vivida e da tristeza guardada que cisma em aparecer vez em quando. Quando enfim descobrimos dois lados na mesma moeda; um é o de ser triste e o outro de estar triste, ambos protagonistas da mesma história, ambos guardam na mesma memória, a dor cruel do solitário, aquele que enxuga o próprio choro e chora sozinho em voz baixa para que ele próprio não escuta. Continue Lendo...
  Eu me pergunto, várias vezes perguntei, diante da solidão, minha companhia: Enfim, para que serve um dia assim? Um dia que nos deprime, nos empurra para baixo, nos desorienta e tenta, a todo custo, nos tirar qualquer prazer em lutar? Para que há de servir um dia sem ter porvir, que não desejamos que se repita, mas que se repete sem mesmo pedirmos? As lágrimas, estas se renovam a cada segundo e nos lavam a alma, lavam o mundo, lavam a vida ressentida e ressecada que de tanto sofrimento já nos parece não servir para nada. Um dia que nos deprime, nos comprime contra as paredes do tempo, sequer nos permite pensar em saída, mas que só deixa uma saída para ele. A saída da vida, o encerramento dos pensamentos, o fim da existência. No fundo é isto que este dia quer. Nos debilitar de tal maneira que tudo pareça seco e o caminho pareça um beco, uma trilha sem ter fim que leva a lugar nenhum.


  Certamente parece o fim, mas não é. O dia triste é como uma nuvem negra que passa, as vezes demora a passar, mas em outro dia ela some e o sol reaparece como um rei.  Sua luz queima e afasta a frieza, clareia tudo á volta e devolve a vida ao que entristeceu. Assim, do mesmo jeito que surgiu aquele dia, somem a dor e a agonia, surge a força e a coragem para lutar. Surge enfim a vitória, a glória que não se tinha e para nossa alegria é assim que se culmina; com uma dia a tristeza começa e com outro dia ela termina.  Então me pergunto mais uma vez por fim: Para que serve um dia assim? Não seja a escuridão tão garbosa e a nuvem negra tão altaneira se virá o novo tempo e trará um novo dia e o sol deixará sua marca final. Nada se final então, tudo recomeça com a luz que brota e revive com intensa alegria.

  Quem um dia não chorou e não sentiu as pontadas de uma dor que parece não ter fim? Quem nunca teve um dia assim, desolado, nublado, triste e escurecido pela tristeza infeliz? Mas não há nuvem que não passe. Tristeza que não cessa, alegria que não floresça diante da força da luz. A escuridão é vencida, por mais forte que apareça e não há nada nesta vida, capaz de enfrentar a luz. A luz salvadora, luz que liberta, luz que define e luz que acerta a nossa vida. Dias nublados virão e tentarão nos vencer, mas serão apenas dias escuros que a luz vai derrubar e outros dias virão ensolarados, carregados de esperança e nesta luta a vida segue entre dias de tempestades e outros de bonança e para quem se deprime a bonança tem uma surpresa; antes da escuridão chagar, a luz já está á caminho para iluminar seus dias.  

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 Literature | Prose of a Sad Day.

   What good is a sad day in life if he keeps so much sadness and desolation so guarded? Why keep so much pain and one of these days so that serves then? To consume our days, steal our joy and pour us down the floor? It certainly serves to show us the ground, to establish our hardness, to show our weakness as we bleed from within. There is not even a small light, the shadow of a thought that is not the suffering, the pain, the sad lament of the life lived and of the saved sadness that it chooses to appear from time to time. When we finally discovered two sides in the same coin; one is to be sad and the other to be sad, both protagonists of the same story, both keep in the same memory, the cruel pain of the lonely one, who wipes his own cry and cries alone in a low voice so that he himself does not listen. Keep reading...

  I ask myself, several times I asked, in the face of solitude, my company: Anyway, what's the use of such a day? A day that depresses us, pushes us down, disorients us and tries, at all costs, to take us any pleasure in fighting? Why should we serve a day without having to come, that we do not want it to be repeated, but that it repeats itself without even asking? Tears, these are renewed every second and wash our souls, wash the world, wash the resented and resected life that from so much suffering seems to us to serve nothing. A day that depresses us, compresses us against the walls of time, does not even allow us to think of leaving, but that leaves only a way out for him. The exit from life, the closure of thoughts, the end of existence. In the background is what this day wants. To weaken us in such a way that everything seems dry and the road looks like an alley, an endless trail that leads nowhere.

  It certainly seems the end, but it is not. The sad day is like a black cloud that passes, sometimes it takes time to pass, but on another day it disappears and the sun reappears like a king. Its light burns away the coldness, clears everything around and returns the life to the one who saddened. So, just as that day came, pain and agony are added, strength and courage come to fight. Finally comes the victory, the glory that was not had and for our joy this is how it ends; with one day the sadness begins and with another day it ends. So I ask myself one last time: What's the use of a day like this? Do not be the darkness so gaudy and the black cloud so lofty the new weather will come and bring a new day and the sun will leave its final mark. Nothing is final then, everything resumes with the light that sprouts and revives with intense joy.

  Who one day did not cry and did not feel the pangs of a pain that seems to have no end? Who has never had such a day, desolate, cloudy, sad and darkened by unhappy sadness? But there is no cloud that does not pass. Sadness that does not cease, joy that does not blossom before the force of light. The darkness is overcome, however strong it may appear and there is nothing in this life, able to face the light. The saving light, the light that sets, the light that sets and the light that sets our life. Cloudy days will come and try to overcome us, but it will be only dark days that the light will overturn and other days will come sunny, loaded with hope and in this fight life goes between days of storms and others of bonanza and for those who are depressed the bonanza has a surprise; Before the darkness reaches, the light is already on its way to brighten your days.

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 Literatura | Prosa de un día triste.

   ¿Para qué sirve un día triste en la vida si él guarda tan guardada tanta tristeza y desolación? ¿Por qué guardar tanto dolor y un día de éstos para qué sirve entonces? Para consumir nuestros días, robar nuestra alegría y derramarnos por el suelo? Por cierto sirve para mostrarnos el suelo, firmar su dureza, mostrar nuestra debilidad mientras sangramos por dentro. No hay ni siquiera una pequeña luz, la sombra de un pensamiento que no sea el sufrimiento, el dolor, el triste lamento de la vida vivida y la tristeza guardada que cisma en aparecer vez en cuando. Cuando finalmente descubrimos dos lados en la misma moneda; que es el de ser triste y el otro de estar triste, ambos protagonistas de la misma historia, ambos guardan en la misma memoria, el dolor cruel del solitario, aquel que enjuga el propio llanto y llora solo en voz baja para que él mismo no escucha. Continúe leyendo ...

  Me pregunto, varias veces pregunté, ante la soledad, mi compañía: En fin, ¿para qué sirve un día así? Un día que nos deprime, nos empuja hacia abajo, nos desorienta e intenta, a toda costa, sacarnos cualquier placer en luchar? Para que haya de servir un día sin tener porvenir, que no deseamos que se repita, sino que se repite sin siquiera pedir? Las lágrimas, estas se renuevan cada segundo y nos lavan el alma, lavan el mundo, lavan la vida resentida y reseca que de tanto sufrimiento ya nos parece no servir para nada. Un día que nos deprime, nos comprime contra las paredes del tiempo, ni siquiera nos permite pensar en salida, pero que sólo deja una salida hacia él. La salida de la vida, el cierre de los pensamientos, el fin de la existencia. En el fondo es esto que este día quiere. Nos debilitamos de tal manera que todo parezca seco y el camino parezca un callejón, un sendero sin fin que lleva a ninguna parte.

  Ciertamente parece el fin, pero no lo es. El día triste es como una nube negra que pasa, a veces demora a pasar, pero en otro día ella se presenta y el sol reaparece como un rey. Su luz quema y aleja la frialdad, aclara todo alrededor y devuelve la vida al que entristeció. Así, de la misma manera que surgió aquel día, sumen el dolor y la agonía, surge la fuerza y ​​el coraje para luchar. Surge en fin la victoria, la gloria que no se tenía y para nuestra alegría es así que se culmina; con un día la tristeza comienza y con otro día ella termina. Entonces me pregunto una vez más: ¿Para qué sirve un día así? No sea la oscuridad tan garbosa y la nube negra tan altísima se vendrá el nuevo tiempo y traerá un nuevo día y el sol dejará su marca final. Nada se termina entonces, todo se reanuda con la luz que brota y revive con intensa alegría.

  ¿Quién un día no lloró y no sintió las puntas de un dolor que parece no tener fin? ¿Quién nunca tuvo un día así, desolado, nublado, triste y oscurecido por la tristeza infeliz? Pero no hay nube que no pase. Tristeza que no cesa, alegría que no florezca ante la fuerza de la luz. La oscuridad es vencida, por más fuerte que aparezca y no hay nada en esta vida, capaz de enfrentar la luz. La luz salvadora, luz que libera, luz que define y luz que acierta nuestra vida. Los días nublados vendrán e intentarán vencer, pero serán apenas días oscuros que la luz va a derribar y otros días vendrán soleados, cargados de esperanza y en esta lucha la vida sigue entre días de tempestades y otros de bonanza y para quien se deprime la bonanza tiene una sorpresa; antes de que la oscuridad se rompe, la luz ya está en el camino para iluminar sus días.

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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