Mostrando postagens com marcador #Prosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Prosa. Mostrar todas as postagens

Prosa | Afinal Quem É Você Meu Amor?

  Quem é você que me consome, que chega  e some, que mexe com minha cabeça e faz com que eu esqueça meu passado, minha vida anterior, que me faz lembrar de ti, do teu amor? Quem é você que faz assim, com que eu me esqueça de tudo, de todos, até de mim? Quem é você que me acalma e me agita, que movimenta e me precipita?  Que poderes tem que me tira do sério, me põe tão forte e tão frágil, tão inerte e ao mesmo tempo tão ágil, tão grande e tão pequenino, tão homem e tão menino. Quem é você que se tornou assim, dona dos meus pensamentos, do meu amor, da minha vida, dona de mim? Quem é você que possui esta poderosa magia que se chama amor, que me domina, me prendeu, me conquistou? Afinal, quem é você que me tem tão fácil, de forma tão rápida e sutil?  ...

Literatura | Prosa de Um Dia Triste.

  Para que serve um dia triste na vida se ele guarda tão guardada tanta  tristeza e desolação? Por que guardar tanta dor e um dia destes para que serve então? Para consumir nossos dias, roubar a nossa alegria e nos derramar pelo chão? Por certo serve para nos mostrar o solo, nos firmar sua dureza, mostrar a nossa fraqueza enquanto sangramos por dentro. Não há sequer uma pequena luz, a sombra de um pensamento que não seja o sofrimento, a dor, o triste lamento da vida vivida e da tristeza guardada que cisma em aparecer vez em quando. Quando enfim descobrimos dois lados na mesma moeda; um é o de ser triste e o outro de estar triste, ambos protagonistas da mesma história, ambos guardam na mesma memória, a dor cruel do solitário, aquele que enxuga o próprio choro e chora sozinho em voz baixa para que ele próprio não escuta. Continue Lendo...

Prosa | O Amor é Assim.

  E o amor é assim, não escolhe pessoa, quando ele chega a alma da gente parece que voar e pousar em um porto seguro. Ele aniquila as tristezas, traz a esperanças, nos torna maduros, devolve a infância, o amor é assim mesmo, sem nenhuma explicação. É parte da alma, outras vezes é coração, o amor é mistura de tudo, sentimento que voa, deixa nossa mente atoa, despreocupada do tempo. O amor é lento, é vento que não para, coração que dispara a todo momento. O amor é poesia, destas que se faz um dia e se lê toda hora, sem que haja preocupação com a demora quando se está lendo. Ele é transformador, gerador de alegrias e faz novo cada dia que amamos. Ele é riqueza, qualidade e não quantidade, ele é tudo que se precisa na vida para ser feliz de verdade. 

Prosa | O Fim da Viagem.

  Quando enfim, o fim me alcançar e eu não tiver direito a mais nenhum suspiro, quando os olhos pesarem feito velas que sozinhas se apagam, não me restará o que dizer a este mundo. Parto e me vou sem despedida, sem mágoas ou remorsos, sem ter o que dizer desta vida. Nada tenho a reclamar. Se feliz por inteiro não fui, mas sei que ser feliz toda ida não dá, portanto me contentei com os poucos goles de felicidade que pude beber. Também não posso afirmar que vivi só, tive a companhia de Deus sempre comigo. Estava ali, conversando, amparando, socorrendo, um irmão, um amigo que sabia as horas precisas de cada coisa e não se afastava nunca.  Enfim  quando vier o meu fim, irei recebê-lo como se recebe uma visita, sorriso aberto e boas maneiras, sabendo que ali não estará um inimigo, mas uma ilustre companhia que visitará a todos nós.
  Quando eu buscar o ar e ele não estiver mais ali, reconhecerei que é porque dele não mais preciso.  Quando enxergar a névoa sob meus olhos e não perceber mais meu corpo comigo, estarei rumando para outro plano, outra dimensão distante desta vida. Não sentirei falta de nada, sentir falta é coisa para vivos, nem tampouco quero levar nada daqui e ainda que quisesse, não seria possível. Apenas partirei, da mesma forma que falei; sem dor. mágoas ou remorsos, com a certeza de que jamais fui melhor que ninguém, mas me abrigo na também certeza de que não fui a pior das criaturas.  Se ainda me restar alguma vontade nesta hora, tentarei partir sorrindo, pois todo o choro que tinha, deixei no chão desta terra que abandonarei. 
  Irei sem luxo, sem pompas, sem glamour algum, afinal nunca tive enquanto podia, mas também nada disto me importou e continua não me importando. Não deixo nada aos que ficam, penso que se acrescentei alguma coisa ás suas vidas enquanto tive a minha, certamente lembrarão e se nada fiz, lembrarão da mesma forma. Minha partida não muda o mundo em nada, estou certo disso, tampouco eu ficaria feliz se pudesse mudar o mundo, não foi esta a razão da minha existência e não reúno condições para um feito deste nível. Partirei e apenas isso, somente isso. Se vai haver tristeza eu não sei, não saberei, mas pouco importa. Quem parte, parte e não se alimenta da comida dos que ficam.
  O que espero é que para onde irei, se é que irei a algum lugar, haja paz maior do que havia aqui nesta vida e que o silêncio diminua as palavras, a falsidade, a traição, as tristezas e dores. Que não seja a terra dos meus sonhos, porque eles são imperfeitos, mas que seja a terra que Deus preparou para mim, para você e para todos. Que não seja segundo nós queremos, mas segundo a vontade Dele e que lá haja o sossego e a oportunidade para que tenhamos dias melhores. Quando eu partir, que seja assim, que eu veja como o começo e não como o fim de uma jornada e que eu consiga ser mais útil, uma pessoa que lute para ser melhor que eu mesmo e jamais pense em ser maior que os outros.
  Que eu parta, não para uma festa, elas não me importam, mas que eu parta para a paz. Para o abrigo e o aconchego, o carinho das mãos daquele que sempre esteve presente em minha vida. Que a chegada do fim seja breve, que não se prolongue por demasiado, a ponto de me fazer querer ficar e se eu tiver que ir, que vá e parta tranquilo e sem medo, porque quem me lavará será aquele que me conduziu a vida inteira e jamais deixou que meus caminhos ficassem escuros. Vou sim, por vontade Dele, não minha, mesmo porque minha vontade não vale nada, mas a Dele representa tudo. Se um dia eu tiver que ir, que assim seja e que o bom Deus abençoe a minha partida e me receba em teus gloriosos braços.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

Para saber mais sobre Tony Casanova e aquisição de suas publicações, acesse ESTE LINK
.....................................................................................................................................................

   Prose | The End of the Journey.

  When at last the end reaches me and I have no right to any more sighs, when the eyes weigh like candles that alone go out, I will have nothing left to say to this world. I leave and go without farewell, without hurt or remorse, without having to say about this life. I have nothing to complain about. If I was happy, I did not go, but I know that being happy is not enough, so I contented myself with the few sips of happiness I could drink. I can not say that I lived alone, I always had God's company with me. He was there, talking, sheltering, helping, a brother, a friend who knew the precise hours of each thing and never left. Anyway, when my end comes, I will welcome it as if it receives a visitor, an open smile and good manners, knowing that there will not be an enemy there, but an illustrious company that will visit us all.
  When I get the air and he is no longer there, I will recognize that it is because of him no more precise. When I see the mist under my eyes and no longer perceive my body with me, I will be heading for another plane, another distant dimension of this life. I will not miss anything, to miss it is something for the living, nor do I want to take anything from here and even if I wanted to, it would not be possible. I'll just leave, just as I said; painless. or remorse, with the certainty that I have never been better than anyone else, but I take refuge in the certainty that I have not been the worst creature. If I still have any will at this hour, I will try to leave smiling, for all the tears I have left on the ground of this land that I will abandon.
  I will go without luxury, without pomp, without any glamor, after all I never had while I could, but neither did anything of this to me and still does not care. I leave nothing to those who stay, I think if I added something to their lives while I had mine, they will surely remember and if I did nothing, they will remember the same way. My departure does not change the world in anything, I am sure, I would not be happy if I could change the world, this was not the reason for my existence and I do not qualify for a feat of this level. I will leave and just that, that's all. If there is going to be sadness I do not know, I will not know, but it does not matter. Whoever leaves, leaves and does not feed on the food of those who stay.
  What I hope is that where I will go, if I will go somewhere, there will be greater peace than there was in this life and that silence will diminish words, falsehood, betrayal, sorrows and pains. Let it not be the land of my dreams, for they are imperfect, but let it be the land that God has prepared for me, for you and for all. May it not be according to our will, but according to His will, and that there be peace and opportunity for us to have better days. When I leave, let it be that I see how I begin and not as the end of a journey and that I can be more useful, a person who strives to be better than myself and never think of being greater than others.
  That I leave, not for a party, they do not care, but that I leave for peace. For shelter and warmth, the affection of the hands of the one who has always been present in my life. May the arrival of the end be brief, not prolonged by too much, to the point of making me want to stay, and if I have to go, go and depart quietly and without fear, for whoever will wash me will be the one who has led me a lifetime and never let my ways go dark. Yes, I will, by His will, not mine, because my will is worthless, but His represents everything. If one day I have to go, so be it and may the good Lord bless my departure and receive me into your glorious arms.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

To know more about Tony Casanova and the acquisition of his publications, visit THIS LINK
.................................................. .................................................. .................................................

  Prosa | El fin del viaje.

  Cuando en fin, el fin me alcanza y yo no tenga derecho a ningún otro suspiro, cuando los ojos pesan las velas que solas se apagan, no me quedará qué decir a este mundo. Parto y me voy sin despedida, sin penas o remordimientos, sin tener que decir de esta vida. Nada tengo que reclamar. Si feliz por entero no fui, pero sé que ser feliz toda la ida no da, por lo tanto me contento con los pocos goles de felicidad que pude beber. También no puedo afirmar que viví solo, tuve la compañía de Dios siempre conmigo. Estaba allí, conversando, amparando, socorriendo, un hermano, un amigo que sabía las horas precisas de cada cosa y no se alejaba nunca. En fin, cuando venga mi fin, lo recibiré como si se recibe una visita, sonrisa abierta y buenas maneras, sabiendo que allí no estará un enemigo, sino una ilustre compañía que visitará a todos nosotros.
  Cuando yo busque el aire y no esté allí, reconoceré que es porque no es más preciso. Cuando veo la niebla bajo mis ojos y no percibo más mi cuerpo conmigo, estaré rumbo a otro plano, otra dimensión distante de esta vida. No sentiré falta de nada, sentir falta es cosa para vivos, ni tampoco quiero llevar nada de aquí y aunque quisiera, no sería posible. Sólo partir, de la misma manera que he hablado; sin dolor. y que no hay que olvidar que jamás fui mejor que nadie, pero me refugio en la certeza de que no fui la peor de las criaturas. Si todavía me queda alguna voluntad en esta hora, intentaré partir sonriendo, pues todo el llanto que tuve, dejé en el suelo de esta tierra que abandonar.
  Y no me gustan las cosas que no me gustan, pero no me gustan. No dejo nada a los que quedan, pienso que si añadí algo a sus vidas mientras tuve la mía, seguramente recordarán y si no lo hice, recordarán de la misma forma. Mi partida no cambia el mundo en nada, estoy seguro de eso, tampoco me alegraría si pudiera cambiar el mundo, no fue ésta la razón de mi existencia y no reúno condiciones para un hecho de este nivel. Participar y sólo eso, sólo eso. Si va a haber tristeza no sé, no sabré, pero poco importa. Quien parte, parte y no se alimenta de la comida de los que se quedan.
  Lo que espero es que a donde iré, si es que iré a algún lugar, haya paz mayor de lo que había aquí en esta vida y que el silencio disminuya las palabras, la falsedad, la traición, las tristezas y los dolores. Que no sea la tierra de mis sueños, porque ellos son imperfectos, pero que sea la tierra que Dios preparó para mí, para usted y para todos. Que no sea según nosotros queremos, sino según la voluntad de Él y que allí haya el sosiego y la oportunidad para que tengamos días mejores. Cuando salga, que sea así, que veo como el comienzo y no como el fin de una jornada y que yo pueda ser más útil, una persona que luche para ser mejor que yo mismo y jamás piense en ser mayor que los demás.
  Que yo parta, no para una fiesta, ellas no me importan, pero que yo parta para la paz. Para el abrigo y la calidez, el cariño de las manos de aquel que siempre estuvo presente en mi vida. Que la llegada del fin sea breve, que no se prolongue por demasiado, hasta el punto de hacerme querer quedarse y si tengo que ir, que vaya y parta tranquilo y sin miedo, porque quien me lavará será el que me condujo toda la vida y jamás dejó que mis caminos quedaran oscuros. Voy sí, por voluntad de Él, no mía, incluso porque mi voluntad no vale nada, pero la de él lo representa todo. Si un día tengo que ir, que así sea y que el buen Dios bendiga mi partida y me reciba en tus gloriosos brazos.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

Para saber más sobre Tony Casanova y la adquisición de sus publicaciones, visite ESTE LINK

Prosa | Aventura | Onde Começa o Céu.

  Vivia incomodado, pensando em como seria o encontro do céu e da terra, se isto acontecesse um dia. Pensava nas nuvens lambendo as montanhas e os picos invadindo o céu, como se fosse um evento colossal, algo que hoje um sonho, pudesse parecer normal. Mas ele mal sabia que isto de fato já acontecia nos picos mais altos da terra onde não é fácil de se chegar, quando céu e montanha se beijam e parecem saborosamente se amar. Um pensamento poético eu diria, mas que ele sonhou que contemplaria antes que a sua vida pudesse acabar.  Iria até os confins da terra, se fosso preciso, iria em busca do paraíso e veria finalmente, a imagem que te deixaria contente; céu e terra a se encontrar.
 Mas que faria quando visse um fenômeno tão magistral? Algo de tal porte, tão fenomenal que poucas visões alcançaram? Faria fotos por certo, registraria o momento e vibraria por dentro, vivendo seu episódio único do encontro dos elementos que fazem a vida acontecer.  Escreveria um livro talvez, contando sua aventura fantástica e nele incluiria as fotos para que todos vissem aquilo que ele viu. O dia em que a terra subiu para encontrar-se com o céu ou ainda quando o céu desceu para fazer um afago gentil na terra que o esperava. Na verdade estava tão encantado só com o sonho de ver a cena, que nem saberia o que ao certo escrever, mas de algo ele já sabia, um dia iria ver o lugar onde o encontro se daria.
  Ele jovem ainda, quase que um menino, não fossem seus 27 anos de história,  sonhava em viver aquela glória e ver o céu bem de pertinho do alto de uma montanha. Até então, uma visão que ele só imaginava e somente ter este sonho, de fato já lhe encantava, transportava seus pés do chão. Como seria afinal, tal acontecimento? Remoía em pensamentos aquele ideia principal que não lhe dava sossego. Era dia e noite pensando nisto e de como conseguiria realizar este feito. Mas estava decidido, faria de qualquer jeito, não importava quanto custasse, ele não desistiria de conhecer o lugar onde o céu e a terra se encontrariam.
  Um dia o jovem Rockfeller, assim se chamava o moço, descobriu um lugar que descrevia com perfeição o colosso daquele seu sonho incomum. Parecia lugar nenhum pelas fotos que ele via, mas de fato ele existia e o rapaz partiu até lá. Foram dias de viagem de ônibus e avião até de carro particular até que ele chegasse perto daquele lugar.  Quando de longe ele viu as montanhas e o céu se encontrando não se conteve, começou então a chorar. Era uma alegria incontida, destas que só se sente uma vez na vida para nunca mais esquecer. Decidiu então se aproximar o mais que podia e então contratou um guia que o levasse até lá. O guia experiente, contou dos perigos que havia e o moço disse que enfrentaria, mas gostaria de ir.
  Subiram a montanha de terreno acidentado, pouco ar para respirar e rara vegetação, a não a grama bem rala.  Viram animais pequenos, passarinhos e serpentes, mas não havia um pé de pessoa, nenhum sinal de gente. Quanto mais subiam mais o ar lhes faltava, no guia pelo falta de oxigênio, no moço pela visão que contemplava. Chegaram ao pico, ponto mais alto da montanha e diante do que via, Rockfeller nem falava. Só abria a boca encantado, quase hipnotizado enquanto seus olhos saltavam.  Pronto! Seu sonho estava realizado. Presenciou o encontro tão esperado e o beijo do céu na terra como romance sacramentado nos seus sonhos de muitos anos. Exatamente como previa, aquilo era algo que sonhara a vida inteira e neste momento realizava. Partiu dali satisfeito igual a criança contente, alegre e sorridente a brincar, pensando em qual seria finalmente, o próximo sonho a realizar.  

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

Para saber mais sobre Tony Casanova e aquisição de suas publicações, acesse ESTE LINK
...................................................................................................................................................

    Prose | Adventure | Where Heaven Begins.

  He was troubled, thinking about what it would be like to meet heaven and earth, if it ever happened. He thought of the clouds licking the mountains and the peaks invading the sky, as if it were a colossal event, something that today a dream, might seem normal. But he barely knew that this was already happening on the highest peaks of the earth where it is not easy to get to, when heaven and mountain kiss and tastefully love each other. A poetic thought I would say, but that he dreamed he would contemplate before his life could end. I would go to the ends of the earth, if I had to, I would go in search of paradise and finally see the image that would make you happy; heaven and earth to meet.
 But what would he do when he saw such a masterful phenomenon? Something of such size, so phenomenal that few visions have reached? He would take pictures for sure, record the moment and vibrate inside, living his unique episode of meeting the elements that make life happen. He would write a book perhaps, telling his fantastic adventure and would include the photos in it so that everyone would see what he saw. The day the earth ascended to meet the sky or even when the sky came down to make a gentle caress in the land that awaited him. In fact he was so enchanted with only the dream of seeing the scene, he would not even know what to write, but something he already knew, one day he would see where the meeting would take place.
  He was still young, almost a boy, but for his 27-year history, he dreamed of living that glory and seeing the sky very close to the top of a mountain. Until then, a vision that he only imagined and only to have this dream, in fact already enchanted to him, transported his feet of the ground. What, then, would such an event be? He was reeling in thought that main idea that did not give him peace. It was day and night thinking about this and how he could accomplish this feat. But he was determined, he would do anyway, no matter how much it cost, he would not give up knowing the place where heaven and earth would meet.
  One day the young Rockefeller, that's the name of the young man, discovered a place that perfectly described the colossus of his unusual dream. It seemed nowhere near the pictures he saw, but in fact he existed and the boy left. It was days of travel by bus and plane to private car until he got close to that place. When from afar he saw the mountains and the sky found he could not contain himself, he began to cry. It was an uncontained joy, of which only one feels once in a lifetime never to forget. He decided to get as close as he could and then hired a guide to take him there. The experienced guide, told of the dangers that there was and the boy said he would face, but would like to go.
  They climbed the mountain of rugged terrain, little air to breathe, and rare vegetation, not the very sparse grass. They saw small animals, birds and snakes, but there was not a person's foot, no sign of people. The more they went up the air the more they lacked, the guide for the lack of oxygen, the boy by the sight he was watching. They reached the peak, the highest point of the mountain, and in front of what he saw, Rockfeller did not even speak. He only opened his enchanted mouth, almost hypnotized as his eyes leapt. Ready! His dream was fulfilled. He witnessed the long awaited meeting and the kiss of heaven on earth as a sacrament romance in his long-held dreams. Just as he foresaw, it was something he had dreamed his whole life, and now he was doing. Satisfied, happy, happy, smiling child jumped out of it, thinking of what would finally be the next dream.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

To know more about Tony Casanova and the acquisition of his publications, visit THIS LINK
.................................................. .................................................. ...............................................

    Prosa | Aventura | Donde comienza el cielo.

  Vivía incomodado, pensando en cómo sería el encuentro del cielo y de la tierra, si esto sucediera un día. Pensaba en las nubes lamiendo las montañas y los picos invadiendo el cielo, como si fuera un evento colosal, algo que hoy un sueño, pudiera parecer normal. Pero él apenas sabía que esto de hecho ya ocurría en los picos más altos de la tierra donde no es fácil de llegar, cuando cielo y montaña se besan y parecen sabiamente amarse. Un pensamiento poético yo diría, pero que él soñó que contemplaría antes de que su vida pudiera acabar. Yo iría hasta los confines de la tierra, si fuese preciso, iría en busca del paraíso y vería finalmente la imagen que te dejaría contenta; cielo y tierra a encontrarse.
 Pero ¿qué haría cuando viera un fenómeno tan magistral? Algo de tal porte, tan fenomenal que pocas visiones alcanzaron? Faria fotos por cierto, registraría el momento y vibrar por dentro, viviendo su episodio único del encuentro de los elementos que hacen la vida suceder. En ese momento, escribía un libro tal vez, contando su aventura fantástica y en él incluiría las fotos para que todos vieran lo que él vio. El día en que la tierra subió para encontrarse con el cielo o aún cuando el cielo descendió para hacer un abrazo gentil en la tierra que lo esperaba. En realidad estaba tan encantado sólo con el sueño de ver la escena, que ni sabría lo que a escribir, pero de algo él ya sabía, un día iba a ver el lugar donde el encuentro se daría.
  El joven aún, casi un niño, no fueran sus 27 años de historia, soñaba con vivir aquella gloria y ver el cielo bien de cerca de una montaña. Hasta entonces, una visión que él sólo imaginaba y sólo tener este sueño, de hecho ya le encantaba, transportaba sus pies del suelo. ¿Cómo sería, después de todo, tal acontecimiento? Quitaba en pensamientos aquella idea principal que no le daba tranquilidad. Era día y noche pensando en esto y de cómo lograría realizar este hecho. Pero estaba decidido, haría de cualquier manera, no importa cuánto costara, él no desistiría de conocer el lugar donde el cielo y la tierra se encontrarían.
  Un día el joven Rockfeller, así se llamaba el mozo, descubrió un lugar que describía con perfección el coloso de aquel su sueño inusual. En el caso de las fotos que él veía, pero de hecho él existía y el muchacho partió hasta allí. Fueron días de viaje en autobús y avión hasta en coche privado hasta que llegase cerca de aquel lugar. Cuando de lejos él vio las montañas y el cielo se encontró no se contuvo, comenzó a llorar. Era una alegría incontenible, de las que sólo se siente una vez en la vida para nunca olvidar. Decidió entonces acercarse lo más que podía y entonces contrató una guía que lo llevara hasta allí. El guía experimentado, contó de los peligros que había y el mozo dijo que se enfrentaría, pero me gustaría ir.
  Subieron la montaña de terreno accidentado, poco aire para respirar y rara vegetación, a no la hierba bien rala. Vieron animales pequeños, pajaritos y serpientes, pero no había un pie de persona, ningún signo de gente. Cuanto más subían más el aire les faltaba, en el guía por la falta de oxígeno, en el mozo por la visión que contemplaba. Llegaron al pico, punto más alto de la montaña y delante de lo que veía, Rockfeller ni hablaba. Sólo abría la boca encantada, casi hipnotizada mientras sus ojos saltaban. ¡Listo! Su sueño estaba realizado. Presenció el encuentro tan esperado y el beso del cielo en la tierra como romance sacramentado en sus sueños de muchos años. Exactamente como preveía, aquello era algo que soñó la vida entera y en este momento realizaba. Se partió de allí satisfecho igual al niño alegre, alegre y sonriente a jugar, pensando en cuál sería finalmente, el próximo sueño a realizar.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

Para saber más sobre Tony Casanova y la adquisición de sus publicaciones, visite ESTE LINK



Prosa | O Velho Contador de Estórias. | Menino Aprendiz.

  Foi em uma casinha simples, morada de sertanejo, que conheci Manoel, um homem de pouca formação e de muita sabedoria, que logo no primeiro dia foi me dizendo que o campo era sua morada, seus pés cresceram ali na estrada e na estrada se acabariam, pisando na piçarra quente, no solo seco do sertão, onde a chuva era riqueza e o trabalho a diversão. Assim era seu Manoel, trabalhador, honesto e dedicado á família, um guerreiro cujo guerra era a labuta e terra seca sua trilha. Bastou alguns dias com ele, mais aprendendo que ensinando, em meio ás criações, suas roças e seus numerosos filhos e eu naquele mundo particular, que tive lições valiosas de vida vivendo a vida daquele lugar. Eu que vivera a vida inteira na capital, imaginando ser aquela a melhor maneira, recebi do seu Manoel e família, lições para a vida inteira.
  No primeiro dia percebi que o ar do campo é diferente e ele faz bem a gente com seu cheiro de mato fresco e fezes de animais bovinos, algo que só senti quando menino quando fui á Bahia, em casa da minha madrinha. Assim que provei aquele cheirinho me apaixonei, pois era algo tão particular, tão fácil de amar e tão gostoso de sentir que da capital, as saudades que eu tinha, foram ficando menores a cada dia e nem dava mais vontade de partir, tamanho gosto que tomei dali. Ver o gado pastando e mugindo, os cabritos berrando e as galinhas e galos em festa foi uma visão de sonho, coisa que na capital não se vê. Seu Manoel ia me explicando coisa por coisa, dizendo tim tim por tim tim, matando a minha curiosidade menina. Gostoso foi provar o feijão e a carne cozidos no fogão á lenha, um velho fogareiro de ferro fundido cuja lenha era posta por baixo e as panelas de ferro e de barro colocadas acima das chamas. 
  O sol do lugar era forte e acendia a paisagem seca por onde corriam os animais alegres coitados, sem se dar conta da falta d'água ou mesmo fingindo não sentir falta só para continuar naquela alegria diária que só os bichos do sertão possuem. A pouca água que tinha era da chuva, quando ela caía e se coletava nas cisternas enormes de onde se retirava para beber e cozinhar. Uma riqueza que Deus dava, dizia seu Manoel, que não se abatia com a pobreza ou escassez das coisas. Tocava a vida como podia, trabalhando todo dia, de sol a sol, sempre na mesma alegria. Sonhos ele tinha, mas preferia a lida, que segundo ele, não devia parar, assim não tinha sonho que se realizasse e ele não sabia descansar.
  Gostei de tudo ali, mas foi á noite que fiquei besta, observando um imenso lençol de estrelas brilhando na escuridão do céu, uma coisa tão linda que me doeu o pescoço de tanto ficar olhando. E seu Manoel sorrindo, me perguntava: - Tem algo mais lindo neste mundo de meu Deus?  Certamente não havia. Então, naquele noite, debaixo do lençol de estrelas, família reunida, que conheci outro Manoel que eu não conhecia. Era o velho contador de estórias. Um homem sofrido e de tamanha sabedoria que até parecia um mestre falando aos seus. Cada estória emocionava, ensinava e surpreendia. Ele dizia que eram contos de pai para filho, coisa de gerações para gerações e assim ficávamos ali, bebericando café fresquinho enquanto ouvíamos as estórias do seu Manoel.
  Hoje entristeço por saber que grande parte do que nasce no sertão, nele morre e que a sua Arte e Tradição enterram-se ali mesmo, sem que o mundo a conheça. Senti vergonha da vergonha que brasileiro tem de contar suas histórias, de saber das suas raízes e conhecer mais do seu povo. Algo que existe há séculos, que não é novo, mas que o Brasil esconde por sentir vergonha daqueles que á custa de sangue e suor, nas lavouras e nos sertões, ajudaram a desbravar e construir este País. Eu ali, menino da capital, sentado abaixo do lençol de estrelas, feliz por ouvir estórias bem contadas por um velho experiente, gente da gente, que faz e que diz, eu menino da capital, eu menino aprendiz.

Esta obra está protegida por Direitos Autorais que se reservam ao autor Tony Casanova, não sendo permitido o seu uso de qualquer natureza, utilizando qualquer meio, do todo ou parte dele, sem a autorização legal do autor sob pena de infração das Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O desrespeito aos Direitos do autor implicará na aplicação das Sanções Legais Cabíveis nos Rigores da Legislação vigente.

Para saber mais sobre o autor acesse ESTE LINK

...........................................................................................................................................

     Prose | The Old Storyteller. | Apprentice Boy.

   It was in a simple house, the home of a backwoodsman, that I met Manoel, a man of little training and wisdom, who at first told me that the country was his abode, his feet grew there on the road and on the road, stepping on the hot pebbles, in the dry soil of the hinterland, where rain was richness and work to amusement. Thus was his Manoel, hardworking, honest and dedicated to the family, a warrior whose toil was toil and dry land his trail. It was only a few days with him, more than learning, teaching, among the creations, his gardens and his numerous children and myself in that particular world, that I had valuable lessons of life living the life of that place. I, who had lived all my life in the capital, imagining that to be the best way, I received from his Manoel and family, lessons for the whole life.
  On the first day I noticed that the air of the field is different and it makes good people with its smell of fresh bush and cattle feces, something that I only felt as a boy when I went to Bahia, to my godmother's house. As soon as I tasted that scent I fell in love, because it was something so special, so easy to love and so good to feel that the capital, the homesickness I had, got smaller every day and did not even want to leave, I took it from there. Watching the cattle grazing and mooing, the screaming kids and the hens and cocks in celebration was a dream vision, something that is not seen in the capital. His Manoel was explaining me thing by thing, saying tim tim tim tim, killing my curiosity girl. It was delicious to taste the beans and meat cooked on the wood stove, an old cast-iron stove whose wood was placed underneath, and the pots of iron and clay placed above the flames.
  The sun of the place was strong and lit the dry landscape where the poor animals of the poor ran, not realizing the lack of water or even pretending not to miss just to continue in that daily joy that only the animals of the hinterland have. The little water she had was from the rain as it fell and collected in the huge cisterns from which she retired to drink and cook. A wealth that God gave, said his Manoel, who did not abate with poverty or scarcity of things. He touched life as he could, working every day, from sun to sun, always in the same joy. Dreams he had, but he preferred the read, which according to him, should not stop, so had no dream come true and he did not know how to rest.
  I liked everything there, but it was the night that I became a beast, watching a huge sheet of stars shining in the darkness of the sky, something so beautiful that my neck ached from staring. And his Manoel smiling, I asked myself, "Is there something more beautiful in this world of my God?" There certainly was not. Then, that night, under the stars sheet, family reunited, I met another Manoel I did not know. It was the old storyteller. A man suffering and of such wisdom that he even looked like a master talking to his own. Each story thrilled, taught and surprised. He said they were tales from father to son, from generations to generations, and so we would sit there sipping fresh coffee while we listened to the stories of his Manoel.
  Today I grieve to know that much of what is born in the backlands, dies in it and that its Art and Tradition are buried right there, without the world knowing it. I felt ashamed of the shame that Brazilians have to tell their stories, to know their roots and to know more about their people. Something that has existed for centuries, which is not new, but which Brazil conceals because it is ashamed of those who, at the cost of blood and sweat, in the fields and in the backlands, helped to break up and build this country. below the sheet of stars, happy to hear stories well told by an experienced old man, people of the people, who does and says, I a boy from the capital, I an apprentice boy.

This work is protected by Copyright that is reserved to the author Tony Casanova, not being allowed its use of any nature, using any means, all or part of it, without the legal authorization of the author under penalty of violation of the National and International Laws of Intellectual Property Rights. Failure to respect the rights of the author will imply the application of legal sanctions in compliance with the requirements of the current legislation.

To know more about the author go to THIS LINK

.................................................. .................................................. .......................................

  Prosa | El Viejo Contador de Historias. | Niño Aprendiz.

   En una casita simple, morada de sertanejo, que conocía a Manoel, un hombre de poca formación y de mucha sabiduría, que luego en el primero me fue diciendo que el campo era su morada, sus pies crecieron allí en la carretera y en la carretera se acabaría, caminando en la broma caliente, en el suelo seco del sertão, donde la lluvia era riqueza y el trabajo la diversión. Así era su Manoel, trabajador, honesto y dedicado a la familia, un guerrero cuya guerra era la labranza y tierra seca su senda. Bastó unos días con él, más aprendiendo que enseñando, en medio de las creaciones, sus rozas y sus numerosos hijos y yo en aquel mundo particular, que tuve lecciones valiosas de vida viviendo la vida de aquel lugar. Yo que había vivido toda la vida en la capital, imaginando ser aquella la mejor manera, recibí de su Manoel y familia, lecciones para toda la vida.
  En el primer día percibí que el aire del campo es diferente y él hace bien a la gente con su olor a mato fresco y heces de animales bovinos, algo que sólo sentí cuando era niño cuando fui a Bahía, en casa de mi madrina. En cuanto probé aquel olor me apasioné, pues era algo tan particular, tan fácil de amar y tan sabroso de sentir que de la capital, las nostalgias que tenía, se quedaron más pequeñas cada día y no daba más ganas de partir, tamaño gusto. me tomé de allí. Ver el ganado pastando y mugiendo, los cabritos gritando y las gallinas y gallos en fiesta fue una visión de sueño, cosa que en la capital no se ve. Su Manoel me explicaba algo por cosas, diciendo tim tim por tim tim, matando a mi curiosidad niña. Es bueno probar el frijol y la carne cocidos en la estufa de leña, un viejo fogón de hierro fundido cuya leña era puesta por debajo y las ollas de hierro y de barro colocadas encima de las llamas.
  El sol del lugar era fuerte y encendía el paisaje seco por donde corrían los animales alegres coitados, sin darse cuenta de la falta de agua o incluso fingiendo no sentir falta sólo para continuar en aquella alegría diaria que sólo los bichos del sertón poseen. La poca agua que tenía era de la lluvia, cuando caía y se recogía en las cisternas enormes de donde se retiraba para beber y cocinar. Una riqueza que Dios daba, decía su Manoel, que no se abatía con la pobreza o escasez de las cosas. Tocaba la vida como podía, trabajando cada día, de sol a sol, siempre en la misma alegría. Los sueños tenía, pero prefería la lectura, que según él, no debía parar, así que no tenía sueño que se realizara y él no sabía descansar.
  Me gustó todo allí, pero fue por la noche que me quedé bestia, observando una inmensa sábana de estrellas brillando en la oscuridad del cielo, una cosa tan linda que me dolió el cuello de tanto mirar. Y su Manoel sonriendo, me preguntaba: - ¿Tiene algo más hermoso en este mundo de mi Dios? Ciertamente no había. Entonces aquella noche, debajo de la sábana de estrellas, familia reunida, que conocí a otro Manoel que yo no conocía. Era el viejo contador de historias. Un hombre sufrido y de tanta sabiduría que hasta parecía un maestro hablando a los suyos. Cada historia emocionaba, enseñaba y sorprendía. Él decía que eran cuentos de padre a hijo, cosa de generaciones para generaciones y así quedábamos allí, bebiendo café fresco mientras oíamos las historias de su Manoel.
  Hoy entristezco por saber que gran parte de lo que nace en el sertón, en él muere y que su arte y tradición se entierran allí mismo, sin que el mundo la conozca. Me sentía vergüenza de la vergüenza que el brasileño tiene que contar sus historias, de saber de sus raíces y conocer más de su pueblo. Algo que existe desde hace siglos, que no es nuevo, sino que Brasil esconde por sentir vergüenza de aquellos que a costa de sangre y sudor, en las labranzas y en los sertões, ayudaron a desbravar y construir este país. Yo allí, muchacho de la capital, sentado por debajo de la sábana de estrellas, feliz de escuchar historias bien contadas por un viejo experimentado, gente de la gente, que hace y que dice, yo niño de la capital, yo niño aprendiz.

Esta obra está protegida por derechos de autor que se reservan al autor Tony Casanova, no siendo permitido su uso de cualquier naturaleza, utilizando cualquier medio, del todo o parte de él, sin la autorización legal del autor bajo pena de infracción de las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. La falta de respeto a los derechos del autor implicará en la aplicación de las sanciones legales aplicables en los riegos de la legislación vigente.

Para saber más sobre el autor accede a ESTE LINK

Prosa | Palavras de Um Escritor | O Poeta

  Quem pode definir a mente de um escritor ou dizê-la presa por alguma razão, deveras não sabe ainda que a mente deste ser divaga nos seus versos e faz caminho inverso da própria razão. Não se prende ao que se vê, mas revela-se no que se lê, nas coisas do coração. Diz-se que o poeta mente, que por ventura é um fingidor, mas o mal de quem assim interpretou, não soube ler o escrito, apesar de tê-lo bonito, não lhe coube entendimento. Deveras o poeta mente que não sente, deste tanto até eu mentiria e já menti, pois tantas vezes neguei o sentimento por medo da desilusão, de novo as coisas do coração e novamente a mente mente, por assim dizer.
  Como se aprisiona um poeta, senão pelo sentimento que lhe domina e a paixão que o inspira? Não que sinta um poeta diferente do que sente tanta gente ou que cale sua mente quando ela quer falar. Não! Nada disso. Ele é também um sentidor, um apaixonado inconsequente, amante da vida e louco para ser feliz e para aquele que diz que o poeta mente, minta que nunca mentiu certamente ou se dê por inocente nas pelejas do amor, mas saiba que mesmo que não confesse diante da gente, a sua mente já lhe entregou.
  Um poeta, um escritor não se prende ás suas pernas ou á coisa alguma e fosse ele uma nave estaria á deriva, pois não há rumo certo á seguir, apenas o que há de vir e no presente só seus versos, no futuro quem sabe, virão belas aventuras, frutos de suas travessuras ou nada poderá vir. Quem pode garantir quando nasce a inspiração? Nem eu, nem você ou ninguém em sua razão.  Hoje, Dia do Escritor, quis minha mente pregar-me esta peça e entregar-me este texto que agora vos repasso. Sempre agradeço e ainda acho que não mereço ser portador das suas falas, tão pequenino me acho, mas obedeço aquela que me inspira.
  Estou certo que um dia encontrarei a poesia em seu descanso tranquilo em um lugar maravilhoso e que este dia seja de harmonia, um dia muito gostoso cheio de alegria na minha chegada. Por ora dou parabéns a esta bela e repito sempre pra ela a razão do meu amor. Eu não seria feliz se ela me faltasse e não me visitasse a inspiração que me povoa a mente. Me sentiria inválido, de certo um convalescente sem utilidade alguma.

   Parabéns a todos os colegas escritores espalhados pelo mundo e que este dia sirva para nos unir cada vez mais em torno da arte que amamos, pois sem ela nada somos. FELIZ 25 DE JULHO,  DIA DO ESCRITOR.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

Saiba mais do autor NESTE LINK
........................................................................................................................

   Prose | Words From A Writer | The poet

  Whoever can define the mind of a writer or say that he is arrested for some reason, indeed does not yet know that the mind of this being wanders in his verses and does the opposite way of reason itself. It does not cling to what you see, but it reveals itself in what you read, in the things of the heart. It is said that the poet mind, who is a pretender, but the evil of him who interpreted it, could not read the writing, although he had it beautiful, it was not understood. Indeed the poet mind that does not feel, from this I even lie and I have already lied, because I have so often denied the feeling for fear of disappointment, again the things of the heart and again the mind mind, so to speak.
  How does a poet imprison himself, but by the feeling that dominates him and the passion that inspires him? Not that you feel a poet different from what so many people feel, or that you shut your mind when she wants to talk. No! None of this. He is also a sentient, impassioned lover, lover of life and crazy to be happy and to him who says that the poet lies, lie that he has never lied certainly or taken for granted in the struggles of love, but know that even if he does not confess Before you, your mind has already given you.
  A poet, a writer, does not attach to his legs or anything, and if he were a ship, he would be drifting, for there is no right course to follow, only what is to come and in the present only his verses, in the future who knows, Will come beautiful adventures, fruits of their mischief or nothing can come. Who can guarantee when inspiration is born? Neither I nor you or anyone else in your reason. Today, Day of the Writer, my mind wanted to preach this piece to me and to give me this text that I now give you. I always thank and still think I do not deserve to be the bearer of your speeches, so little I think, but I obey the one that inspires me.
  I am sure that one day I will find the poetry in its tranquil rest in a wonderful place and that this day is of harmony, a very pleasant day full of joy in my arrival. For now I congratulate this beautiful and I always repeat to her the reason of my love. I would not be happy if she missed me and did not visit the inspiration that pops my mind. I would feel invalid, certainly a convalescent without any use.

   Congratulations to all the fellow writers around the world and this day will serve to unite us more and more around the art that we love, because without it we are nothing. HAPPY 25TH OF JULY, WRITER'S DAY.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

Learn more about the author IN THIS LINK
.................................................. .................................................. ....................

 Prosa | Palabras de un Escritor | El Poeta

  ¿Quién puede definir la mente de un escritor o decirla presa por alguna razón, de verdad no sabe todavía que la mente de este ser divaga en sus versos y hace camino inverso de la propia razón. No se prende a lo que se ve, pero se revela en lo que se lee, en las cosas del corazón. Se dice que el poeta mente, que por ventura es un fingidor, pero el mal de quien así interpretó, no supo leer el escrito, a pesar de tenerlo bonito, no le correspondió entendimiento. Deberes el poeta mente que no se siente, de este tanto hasta que yo mentiría y ya mentí, pues tantas veces he negado el sentimiento por miedo a la desilusión, de nuevo las cosas del corazón y nuevamente la mente mente, por así decir.
  ¿Cómo se aprisiona un poeta, sino por el sentimiento que le domina y la pasión que lo inspira? No que sienta un poeta diferente de lo que siente tanta gente o que cale su mente cuando ella quiere hablar. ¡No! Nada de eso. Es también un sentimiento, un apasionado inconsecuente, amante de la vida y loco para ser feliz y para aquel que dice que el poeta miente, menta que nunca mintió ciertamente o se dé por inocente en las peleas del amor, pero sepa que aunque no confiese Delante de la gente, su mente ya le entregó.
  Un poeta, un escritor no se aferra a sus piernas o nada y fuera él una nave estaría a la deriva, pues no hay rumbo correcto a seguir, sólo lo que ha de venir y en el presente sólo sus versos, en el futuro quién sabe, Vendrán hermosas aventuras, frutos de sus travesuras o nada podrá venir. ¿Quién puede garantizar cuando nace la inspiración? Ni yo ni tú ni nadie en tu razón. Hoy, día del Escritor, quise mi mente predicar esta pieza y entregarme este texto que ahora os repaso. Siempre agradezco y todavía creo que no merezco ser portador de sus palabras, tan pequeñito me encuentro, pero obedezco a aquella que me inspira.
  Estoy seguro de que un día encontraré la poesía en su descanso tranquilo en un lugar maravilloso y que este día sea de armonía, un día muy rico lleno de alegría a mi llegada. Por ahora doy enhorabuena a esta bella y repito siempre para ella la razón de mi amor. No sería feliz si ella me faltar y no me visitase la inspiración que me puebla la mente. Me sentiría inválido, de cierto un convaleciente sin utilidad alguna.

   Enhorabuena a todos los colegas escritores esparcidos por el mundo y que este día sirva para unir cada vez más en torno al arte que amamos, pues sin ella nada somos. FELIZ 25 DE JULIO, DÍA DE LA OFICINA.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.

Más información del autor EN ESTE LINK

Dedo de Prosa | Com Tony Casanova | O Dia de Um Escritor

  Sento-me e muitas vezes nem isso, com a mente em reboliço, palavras rondando a cabeça. Elas se juntam e juntas vão escrevendo e eu ali remoendo, escrevo junto para que não as esqueça. Estou á serviço constante da inspiração, minha nobre companheira, que sempre me visita sorrateira, trazendo mais e mais textos até que resolva descansar. Como escritor, minha vida se resumo aos encantos desta mocinha, saliente e feliz que é a inspiração. O que seria de mim sem que ela estivesse em minha vida? Como não tê-la tão desejada, tão pretendida? Se dela colho tantos devaneios, tantos rascunhos que coloco nestas linhas.  Ser escritor é viver em eterno stand by sempre a disposição dela, a rainha mãe de tantos artistas e porque não dizer de todos nós. 
  Mesmo quando durmo, as vezes acordo de sobressalto, as cobertas lanço pro alto e corro para escrever aquilo que ela me deu. Não tem hora ou lugar, ela vem e me enche de estórias sempre gostosas de escrever. Já não consigo estar sem a inspiração, esta minha fiel companheira de vida, que rotineiramente me presenteia com seus mimos e delicadezas, coisas que  guardo com muito carinho na memória já repleta de estórias contadas por esta linda menina. Assim transcorre meu dia e também as minhas noites que sem ela seriam vazias, longas e tristes. Ainda bem que ela existe e participa comigo de tudo. Sem ela eu seria apenas um mudo.
  Estar aqui escrevendo estas linhas para vocês é um capricho que a inspiração usa para apresentar-se e eu como bom amigo e parceiro, cedo  meu espaço para ela e compartilho suas mensagens com alegria, pois sei que dela me vem estórias que colorem meu dia.

   Gostaria de convidar a todos os leitores para estarem presentes na minha estréia como locutor da Web Rádio Connect Music Box - CmB onde levarei ao ar o programa Roda Cultural Online todos os sábados  das 20:00 ás 22:00 h á partir do sábado 29 de Julho. Aguardo você na sintonia da CmB.



..................................................................................................................................................

   Prose Finger | With Tony Casanova | The Day of A Writer

  I sit down and often not even that, my mind spinning, words hanging around my head. They come together and together they write and I mumble there, I write together so that I do not forget them. I am constantly in the service of inspiration, my noble companion, who always visits me sneakily, bringing more and more texts until I resolve to rest. As a writer, my life sums up the charms of this young, outgoing and happy girl who is the inspiration. What would become of me without her being in my life? How could he not have it so wanted, so wanted? If I draw from her so many reveries, so many drafts I place on these lines. Being a writer is living in eternal stand by always at her disposal, the queen mother of so many artists and why not tell us all.
  Even when I sleep, I sometimes wake up with a start, I throw the covers high and run to write what she gave me. There is no time or place, it comes and fills me with stories that are always good to write. I can no longer be without inspiration, my faithful life companion, who routinely presents me with her pampering and delicacies, things that I hold dearly in memory already full of stories told by this beautiful girl. Thus my day passes and also my nights that without it would be empty, long and sad. Thankfully she exists and participates with me in everything. Without her I'd just be a dumb one.
  Being here writing these lines for you is a whim that inspiration uses to introduce itself and I as a good friend and partner, I soon give my space to her and I share her messages with joy, because I know that stories come to me that color my day.

   I would like to invite all the readers to be present at my premiere as web speaker Radio Connect Music Box - CmB where I will air the online Cultural Wheel program every Saturday from 8:00 p.m. to 10:00 p.m. July. I await you in the tuning of CmB.
................................................................................................................................................

 Dedo de Prosa | Con Tony Casanova | El Día de un Escritor

  Me siento y muchas veces ni eso, con la mente en revuelo, palabras rondando la cabeza. Se juntan y juntas van escribiendo y yo quitando, escribo juntos para que no las olvide. Estoy al servicio constante de la inspiración, mi noble compañera, que siempre me visita sordo, trayendo más y más textos hasta que resuelva descansar. Como escritor, mi vida se resume a los encantos de esta pequeña, saliente y feliz que es la inspiración. ¿Qué sería de mí sin que ella estuviera en mi vida? ¿Cómo no tenerla tan deseada, tan pretendida? Si de ella colo tantos devaneos, tantos borradores que coloco en estas líneas. Ser escritor es vivir en eterno stand by siempre a disposición de ella, la reina madre de tantos artistas y por qué no decir de todos nosotros.
  Incluso cuando duermo, a veces acuerdo de sobresalto, las cubiertas lanzo hacia arriba y corro para escribir lo que ella me dio. No tiene hora o lugar, ella viene y me llena de historias siempre sabrosas de escribir. Ya no puedo estar sin la inspiración, esta mi fiel compañera de vida, que rutinariamente me regala con sus mimos y delicadezas, cosas que guardo con mucho cariño en la memoria ya repleta de historias contadas por esta linda niña. Así transcurre mi día y también mis noches que sin ella serían vacías, largas y tristes. Bueno, que existe y participa conmigo de todo. Sin ella sólo sería un mudo.
  El estar aquí escribiendo estas líneas para ustedes es un capricho que la inspiración usa para presentarse y yo como buen amigo y compañero, temprano mi espacio para ella y comparto sus mensajes con alegría, pues sé que de ella me vienen historias que colorean mi día.

   Me gustaría invitar a todos los lectores a estar presentes en mi estreno como locutor de la Web Radio Connect Music Box - CmB donde llevaré al aire el programa Roda Cultural Online todos los sábados de las 20:00 a las 22:00 a partir del sábado 29 de septiembre Julio. Te esperas en la sintonía de la Cmb.

Prosa | Menino do Nordeste.

   Hoje comecei a remoer meu passado e de tanto que havia pensado, a cabeça começou a doer. Lembrei-me de quando eu era pequenino, mal sabia o que era brasileiro, quanto mais ser nordestino. Era apenas uma criança, mais uma de tantas no Brasil que sonhava com brincadeira e alegria não importando se era noite ou era dia. A realidade só me veio depois quando fui ao interior, foi a vida me mostrou que viver na cidade grande era um luxo até mesmo para os pobres. Na capital tudo era muito agitado e mesmo quando parado, não tinha paz para pensar.  Descobri onde a paz havia lá e que enquanto no interior os passarinhos cantarolavam, na capital eram pneus de carros que cantavam e nem precisavam de gaiolas. 
  Mas nem tudo que vi foi bonito. Eu vi algo tenebroso e esquisito. Um chão todo rachado e um rio já falecido. Ali onde os peixes festejavam, agora só a poeira restava, poeira e capim seco. Eu olhava e pensava que tudo iria melhorar, mas os anos se passavam e os rios só secavam e secavam. Aquilo mais parecia castigo e naquele mundão de terra, tudo que vivia nela corria perigo, inclusive as pessoas dali. Tudo era triste e desolador, mas vi o povo trabalhador, lutando contra a seca de todo dia e quando a água da chuva caía era festa no lugar. Os passarinhos a cantarolar, o gado a comer o capim que nascia, mas tudo durava dias e lá vinha seca de novo, mas quem dali não saía era o povo que ali viva, que mesmo no chão rachado, empobrecido e mal tratado, plantava suas sementes.
  Vi no povo nordestino, quando eu ainda era menino, muita dor e sofrimento, mas acima do lamento, vi que sabiam lutar e lutavam. Para cada novo ano que passava, com a seca aumentando, o que brotava era esperança que cultivavam desde criança, desejando uma vida melhor.  E eu senti orgulho deste povo guerreiro e lutador que mesmo sem ter dinheiro, sem riquezas ou patrimônio, tinham fartura de amor. E este povo, por muitos desprezado, somente será amado por quem admira o trabalhador, aqueles que com muita luta conseguem não conseguir nada, mas permanecem na estrada, seguindo seus caminhos na terra que Deus lhes deu com muito sol e pouca chuva, mas com alegria e esperança e quando Deus abençoe que chove, nordestino vira criança e desatrela a cantar.
 
   Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 
Saiba mais do autor NESTE LINK
............................................................................................................................................... 

    Prose | Boy from the Northeast.

  Today I began to bite my past and from what I had thought, the head began to hurt. I remembered when I was little, hardly knew what was Brazilian, let alone be a Northeastern. It was just a child, one of many in Brazil who dreamed of joking and joy regardless of whether it was night or day. Reality only came to me later when I went inside, it was life that showed me that living in the big city was a luxury even for the poor. In the capital, everything was very hectic and even when stopped, he did not have the peace to think. I discovered where the peace was there and that while in the interior the little birds hummed, in the capital were car tires that sang and did not need cages.
  But not everything I saw was beautiful. I saw something creepy and weird. A cracked ground and a dead river. There where the fish celebrated, now only the dust remained, dust and dry grass. I looked and thought everything would get better, but the years went by and the rivers just dried and dried. It seemed punishment, and in that earthly world, everything that lived in her was in danger, including the people there. Everything was sad and desolate, but I saw the working people, fighting against the drought of every day and when the rainwater fell it was party in the place. The little birds crowing, the cattle eating the grass that was born, but everything lasted for days, and then it was dry again, but those who did not go out were the people living there, that even on the cracked, impoverished and ill-treated soil, Seeds.
  I saw in the Northeastern people, when I was still a boy, a lot of pain and suffering, but above the regret I saw that they knew how to fight and fight. For each new year that passed, with drought increasing, what sprung up was hope they had cultivated since childhood, wishing for a better life. And I felt proud of this warrior and fighter people who, even without having money, without wealth or heritage, had plenty of love. And this people, despised by many, will only be loved by those who admire the worker, those who struggle hard to achieve nothing, but remain on the road, following their ways in the land God gave them with much sun and little rain, but with Joy and hope and when God bless it rains, the Northeast will become a child and unleash her singing.
  
   Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of the means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.
Learn more about the author IN THIS LINK
.................................................. .................................................. ...........................................

   Prosa | Niño del Nordeste.

  Hoy empecé a quitar mi pasado y de tanto que había pensado, la cabeza empezó a doler. Me acordé de cuando yo era pequeñito, apenas sabía lo que era brasileño, cuanto más ser nordestino. Era sólo un niño, una de tantas en Brasil que soñaba con broma y alegría sin importar si era noche o era día. La realidad sólo me vino después cuando fui al interior, fue la vida me mostró que vivir en la ciudad grande era un lujo incluso para los pobres. En la capital todo estaba muy agitado e incluso cuando estaba parado, no tenía paz para pensar. Descubrí donde la paz había allí y que mientras en el interior los pájaros cantaban, en la capital eran neumáticos de coches que cantaban y ni necesitaban jaulas.
  Pero no todo lo que vi fue hermoso. He visto algo tenebroso y raro. Un suelo todo agrietado y un río ya fallecido. Allí donde los peces festejaban, ahora sólo el polvo quedaba, el polvo y el pasto seco. Yo miraba y pensaba que todo iba a mejorar, pero los años pasaban y los ríos sólo se secan y se secan. Aquello más parecía castigo y en aquel mundano de tierra, todo lo que vivía en ella corría peligro, incluso las personas de allí. Todo era triste y desolador, pero vi al pueblo trabajador, luchando contra la sequía de cada día y cuando el agua de la lluvia caía era fiesta en el lugar. Los pájaros a cantarolar, el ganado a comer el pasto que nacía, pero todo duró días y allí venía seca de nuevo, pero quien de allí no salía era el pueblo que allí viva, que incluso en el suelo agrietado, empobrecido y mal tratado, plantaba sus Semillas.
  Vi en el pueblo nordestino, cuando yo todavía era niño, mucho dolor y sufrimiento, pero por encima del lamento, vi que sabían luchar y luchaban. Para cada nuevo año que pasaba, con la sequía aumentando, lo que brotaba era esperanza que cultivaban desde niño, deseando una vida mejor. Y me sentía orgulloso de este pueblo guerrero y luchador que, sin tener dinero, sin riquezas o patrimonio, tenían abundancia de amor. Y este pueblo, por muchos despreciado, sólo será amado por quien admira al trabajador, aquellos que con mucha lucha logran no conseguir nada, pero permanecen en la carretera, siguiendo sus caminos en la tierra que Dios les dio con mucho sol y poca lluvia, Alegría y esperanza y cuando Dios bendiga que llueve, el nordestino se vuelve niño y desatrela a cantar.
  
   Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales apropiadas.
Más información del autor EN ESTE LINK

Quantas Vezes? | Prosa | Tony Casanova

  Meu Deus! Quantas vezes eu, na minha eterna pressa de chegar a algum lugar, disparei e cheguei a lugar nenhum? Quantas vezes quis demonstrar uma força que em mim não existia e por fim, falso sorria, chorando calado as mazelas que possuía. Deus eu tanto mostrei conhecimento, me projetei e mostrei grandeza nas coisas enormes e fraquejei nas pequenas. Tanto nelas torpecei que meus dedos já não tinham mais onde ferir de tantas topadas que dei. Foram tantos caminhos errados, fingindo que estavam certos, tentando me convencer e convencer ao mundo que me observava.  Ao final ficou claro que forçar um sonho é o mesmo que ter vários pesadelos e que quando se acorda o pesadelo continua.
  Como me enganei achando que a vida estivesse me enganando, mas era eu que tentava enganá-la. Não se pode enganar a vida, só vivê-la e aprender com ela ou não aprender nada e continuar apanhando dela. Como me agigantei achando que sabia muito e na verdade não sabia nada! Nada de coisa nenhuma! Em alguns momentos até me achei especial, melhor, superior, mas qual nada! No que tenho de aprender e muito, eu não aprendi nada! Imaginei que só meu conhecimento bastasse, que as parcas coisas que fiz e faço fossem suficientes e descobri que não são. Nunca foram, nunca serão. 
   Pensei nos títulos, nos cargos e nas funções.  Não  são importantes. Nada disso importa. Nada disso me faz melhor, maior ou mais importante que ninguém. Percebi que há mais para aprender do que para ensinar e quanto mais se ensina, mais se aprende e mais se tem a aprender.  Não importa onde se chegou, a estrada é longa e muito se tem a caminhar. Quantas vezes parei no meio do caminho achando que ele tinha chegado ao fim e descobri que fora a minha coragem que acabara e não a caminhada. Quantas vezes segui por atalhos tentando encurtar a jornada e rimei para lugar nenhum?
  Achei que fosse exemplo de alguma coisa senão de erros, até pensei que pudesse estar em melhor posição, mas a vida me mostrou que a posição é a mesma, independente de quanto se pense que está em destaque, não há nada que nos destaque além dos demais, a não ser a humildade de admitir que também erra, também precisa de perdão, de ajuda, de apoio para prosseguir.  Ninguém é melhor que o outro e foi a vida que me mostrou isso nas tantas vezes que tentei ser assim. Descobri na dureza dos fatos que meus atos devem coincidir com minhas palavras.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 
Saiba mais do autor NESTE LINK
............................................................................................................. 

      How many times? | Prose | Tony Casanova.

   My God! How many times have I, in my eternal rush to get somewhere, shot and got nowhere? How many times I wanted to show a force that did not exist in me, and finally, I smiled, crying out the mischief I had. God has shown me knowledge, I have projected myself and I have shown greatness in great things and I have weakened in small ones. I feared so much that my fingers had nowhere else to hurt from so many bumps I gave. There were so many wrong ways, pretending they were right, trying to convince me and convince the world that I was watching. At the end it was clear that forcing a dream is like having several nightmares and that when you wake up the nightmare continues.
  How I deceived myself that life was deceiving me, but it was I who tried to deceive her. You can not cheat life, just live it and learn from it or learn nothing and keep picking it up. How I gulped myself thinking I knew a lot and did not really know anything! Nothing at all! In some moments I even found myself special, better, superior, but nothing at all! In what I have to learn a lot, I did not learn anything! I imagined that only my knowledge would suffice, that the few things I did and did would suffice and discovered that they are not. Never were, never will be.
   I thought about the titles, the positions and the functions. They are not important. None of this matters. None of this makes me better, bigger or more important than anyone else. I realized that there is more to learn than to teach, and the more you teach, the more you learn and the more you have to learn. No matter where we arrived, the road is long and a lot if you have to walk. How many times I stopped in the middle of the road thinking he had come to the end and found out that it was my courage that had ended and not the walk. How many times have I followed shortcuts trying to shorten the journey and laughed nowhere?
  I thought I was an example of something other than mistakes, I even thought I could be in a better position, but life has shown me that the position is the same, no matter how much you think it is highlighted, there is nothing that stands out beyond Too much, except the humility of admitting that you are wrong, you also need forgiveness, help, support to continue. No one is better than the other and it was the life that showed me this in the many times I tried to be like this. I have discovered in the hardness of the facts that my actions must coincide with my words.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.
Learn more about the author IN THIS LINK
.................................................. ..................................................

    ¿Cuantas veces? | Prosa | Tony Casanova.

   ¡Dios mio! ¿Cuántas veces yo, en mi eterna prisa de llegar a algún lugar, disparé y llegué a ninguna parte? ¿Cuántas veces quise demostrar una fuerza que en mí no existía y por fin, falso sonreía, llorando callado las molestias que poseía. Dios me mostró conocimiento, me proyecté y mostré grandeza en las cosas enormes y me debilitaba en las pequeñas. Tanto en ellas torcé que mis dedos ya no tenían más que herir de tantas topadas que di. Los caminos equivocados, fingiendo que estaban seguros, tratando de convencerme y convencer al mundo que me observaba. Al final quedó claro que forzar un sueño es lo mismo que tener varias pesadillas y que cuando se despierta la pesadilla continúa.
  Como me engañaba creyendo que la vida me estaba engañando, pero era yo quien intentaba engañarla. No se puede engañar la vida, sólo vivirla y aprender de ella o no aprender nada y seguir cogiendo de ella. ¡Cómo me agigé a pensar que sabía mucho y en realidad no sabía nada! ¡Nada de nada! En algunos momentos hasta me pareció especial, mejor, superior, pero cual nada! En lo que tengo que aprender y mucho, no he aprendido nada. Imaginé que sólo mi conocimiento bastara, que las parcas cosas que hice y hago fueran suficientes y descubrí que no lo son. Nunca fueron, nunca serán.
   Pensé en los títulos, en los cargos y en las funciones. No son importantes. Nada de eso importa. Nada de eso me hace mejor, mayor o más importante que nadie. Me di cuenta de que hay más para aprender que para enseñar y cuanto más se enseña, más se aprende y más se tiene que aprender. No importa dónde se llegó, la carretera es larga y mucho se tiene que caminar. ¿Cuántas veces paré en medio del camino creyendo que él había llegado al fin y descubrí que fuera mi coraje que acababa y no la caminata. ¿Cuántas veces seguí por atajos tratando de acortar la jornada y me rié a ningún lugar?
  Me parece que fuera ejemplo de algo más que de errores, hasta pensé que pudiera estar en mejor posición, pero la vida me mostró que la posición es la misma, independientemente de cuánto se piensa que está en destaque, no hay nada que nos destaque más allá de los A no ser la humildad de admitir que también se equivoca, también necesita de perdón, de ayuda, de apoyo para proseguir. Nadie es mejor que el otro y fue la vida que me mostró eso en tantas veces que intenté ser así. Descubrí en la dureza de los hechos que mis actos deben coincidir con mis palabras.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.
Más información del autor EN ESTE LINK