Sociedade | Quem São os Nossos Heróis?

  Certa vez um amigo furioso com algumas tentativas de entendimento com algumas pessoas virou-se para mim e proferiu a seguinte frase popular: "De lidar com gente é melhor lidar com gado". Aquela frase demonstrava a sua profunda frustração ao tentar entender-se em uma questão e por vezes, nas nossas tentativas frustradas, temos pensado o mesmo.  Não é a primeira vez que a sociedade animal (irracional) demonstra uma extrema organização e base de entendimento superiores ás humanas.  Mas se é assim então porque ainda acreditamos na sociedade humana. Por que ainda confiamos nela? Pelo simples fato de que somos tendentes á necessidade de heróis.  Nossa matéria é de hoje falará disto. Saiba mais. Continue Lendo... 
  Por padrão natural o homem tem dificuldades para acreditar naquilo que não vê e possui uma enorme carência de heróis, por esta razão ele precisa "criar" heróis reais em quem possa acreditar. Seres humanos dotados de super poderes e capazes de fazer aquilo que não conseguimos.  Constrói-se heróis de todas as formas, são mães, pais, irmãos, professores, policiais, bombeiros, salva-vidas, médicos, enfim para nós, basta desenvolver algum ato mais corajoso e desprendido para rotularmos de herói. Nossos heróis humanos muitas vezes nada mais fazem que o cumprimento dos seus deveres ou demonstram a coragem para fazer algo que nós mesmos não tivemos.  Tudo se transforma em heroísmo, até mesmo o cumprimento das obrigações.  Por outro lado sentimos a imensa carência de acreditar em algo superior que nos salve de alguma situação, mas incrédulos, só acreditamos nos heróis que criamos.


  Em contrapartida, nos quadrinhos, filmes e animações, os personagens criados são sempre guiados a vencerem ameaças globais envolvendo a raça humana, a nossa civilização. Eles enfrentam inimigos igualmente poderosos e os vencem, para delírio de uma extensa platéia de leitores ou telespectadores.  Nestes casos tais heróis fazem além das suas obrigações, dos seus deveres. Arriscam a própria vida para salvar a de outros, mas semelhantes aos humanos, todos os heróis criados possuem também as suas fraquezas. Por que isto acontece? A resposta é simples: Tanto em um caso como no outro, os heróis são criados por seres humanos. Eles obedecem um ponto de partida para sua criação e também possuem regras que os limitam. Ambos são produtos de sonhos, não sendo portanto reais. 

  Não que uma boa ação não seja bem vinda. Claro que é bem vinda e louvável.  O ser humano capaz de promover ações deste tipo pode e deve ser enaltecido pelo seu feito, mas precisamos lembrar que cumprir obrigações ou deveres não é heroísmo, mas de bravura.  Um fato bastante corriqueiro tem sido o da mídia rotular como herói aquela pessoa pobre e trabalhadora que foi capaz de devolver uma significativa quantia em dinheiro que não lhe pertencia.  Não uma nem duas reportagens do tipo puderam ser vistas em rede nacional, mas várias. Pergunto-me: Por que devolver aquilo que não nos pertence é um ato de heroísmo e não de honestidade?  Que tipo de herói procuramos nas pessoas? Somos nós mesmos nossos próprios heróis? Todos sabemos, inclusive as crianças que do céu não virá nenhum ser voador com capa brilhante e superpoderes para resolver nossos problemas, então por que continuar acreditando nisso? 

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 Society | Who are our Heroes?

 Once a furious friend with some attempts at understanding with some people turned to me and uttered the following popular phrase: "Deal with people is best to deal with cattle." That phrase showed his deep frustration in trying to understand himself in an issue and sometimes in our failed attempts we have thought the same. It is not the first time that the (irrational) animal society demonstrates an extreme organization and base of understanding superior to the human ones. But if it is so then why we still believe in human society. Why do we still trust her? For the simple fact that we are tending to the need of heroes. Our matter is of today will speak of this. Know more. Keep reading...

  By natural means man has a hard time believing what he does not see and has a huge lack of heroes, for this reason he has to "create" real heroes whom he can believe. Human beings endowed with superpowers and able to do what we can not do. Heroes are built in every way: they are mothers, fathers, siblings, teachers, police officers, firefighters, lifeguards, doctors, for all we have to do something more courageous and detached to label as hero. Our human heroes often do nothing more than fulfill their duties or show the courage to do something that we ourselves did not have. Everything turns into heroism, even fulfillment of obligations. On the other hand we feel the immense lack of believing in something superior that saves us from some situation, but incredulous, we only believe in the heroes that we created.

  By contrast, in comic books, movies and animations, created characters are always guided to overcome global threats involving the human race, our civilization. They face equally powerful enemies and overcome them, to the delight of an extended audience of readers or viewers. In such cases such heroes do beyond their duties, their duties. They risk their own life to save that of others, but similar to humans, all created heroes also have their weaknesses. Why does this happen? The answer is simple: In either case, heroes are created by humans. They obey a starting point for their creation and also have rules that limit them. Both are products of dreams, and are therefore not real.

  Not that a good deed is not welcome. Of course it's welcome and commendable. The human being capable of promoting actions of this kind can and should be praised for his accomplishment, but we must remember that to fulfill obligations or duties is not heroism, but bravery. A very common fact has been that of the media labeling as a hero that poor working person who was able to return a significant amount of money that did not belong to him. Not one or two of the type could be seen on a national network, but several. I ask myself: Why give back what does not belong to us is an act of heroism and not of honesty? What kind of hero do we look for in people? Are we ourselves our own heroes? We all know, including the children that from the sky there will come no flying bears with shiny cloaks and superpowers to solve our problems, so why keep believing that?

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 Sociedad | ¿Quién son nuestros héroes?

 Una vez un amigo furioso con algunos intentos de entendimiento con algunas personas se volvió hacia mí y pronunció la siguiente frase popular: "De tratar con gente es mejor lidiar con el ganado". Aquella frase demostraba su profunda frustración al tratar de entenderse en una cuestión ya veces, en nuestros intentos frustrados, hemos pensado lo mismo. No es la primera vez que la sociedad animal (irracional) demuestra una extrema organización y base de entendimiento superiores a las humanas. Pero si es así entonces porque todavía creemos en la sociedad humana. ¿Por qué todavía confiamos en ella? Por el simple hecho de que somos tendientes a la necesidad de héroes. Nuestra materia es de hoy hablará de esto. Sepa mas. Continúe leyendo ...

  Por defecto natural el hombre tiene dificultades para creer en lo que no ve y posee una enorme carencia de héroes, por esta razón él necesita "crear" héroes reales en quien pueda creer. Seres humanos dotados de super poderes y capaces de hacer lo que no logramos. Se construyen héroes de todas las formas, son madres, padres, hermanos, profesores, policías, bomberos, salvavidas, médicos, en fin para nosotros, basta con desarrollar algún acto más valiente y desprendido para etiquetar de héroe. Nuestros héroes humanos muchas veces no hacen nada más que el cumplimiento de sus deberes o demuestran el coraje para hacer algo que nosotros mismos no tuvimos. Todo se transforma en heroísmo, incluso el cumplimiento de las obligaciones. Por otro lado sentimos la inmensa carencia de creer en algo superior que nos salve de alguna situación, pero incrédulos, sólo creemos en los héroes que creamos.

  En cambio, en los cómics, películas y animaciones, los personajes creados siempre están dirigidos a vencer amenazas globales que involucra a la raza humana, a nuestra civilización. Ellos enfrentan enemigos igualmente poderosos y los vencen, para delirio de una extensa audiencia de lectores o telespectadores. En estos casos tales héroes hacen más allá de sus obligaciones, de sus deberes. Arriesgan la propia vida para salvar a la de otros, pero semejantes a los humanos, todos los héroes creados poseen también sus debilidades. ¿Por qué sucede esto? La respuesta es simple: Tanto en un caso como en el otro, los héroes son creados por seres humanos. Ellos obedecen un punto de partida para su creación y también poseen reglas que los limitan. Ambos son productos de sueños, por lo que no son reales.

  No es que una buena acción no sea bienvenida. Por supuesto que es bienvenido y loable. El ser humano capaz de promover acciones de este tipo puede y debe ser enaltecido por su hecho, pero necesitamos recordar que cumplir obligaciones o deberes no es heroísmo, sino de bravura. Un hecho bastante ordinario ha sido el de los medios etiquetar como héroe a aquella persona pobre y trabajadora que fue capaz de devolver una significativa cantidad en dinero que no le pertenecía. No una ni dos reportajes del tipo pudieron ser vistas en red nacional, pero varias. Me pregunto: ¿Por qué devolver lo que no nos pertenece es un acto de heroísmo y no de honestidad? ¿Qué tipo de héroe buscamos en las personas? ¿Somos nosotros mismos nuestros propios héroes? Todos sabemos, incluso los niños que del cielo no vendrá ningún ser volador con capa brillante y superpoderes para resolver nuestros problemas, entonces ¿por qué continuar creyendo en eso?

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Quem sou eu

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.

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