Mostrando postagens com marcador #Gordinha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Gordinha. Mostrar todas as postagens

Autoestima | Sou Gordinha, mas Sou Feliz.

  Infelizmente, em pleno século XXI, ainda há muito preconceito e discriminação contra raça, o chamado racismo, contra o status social, o credo, mulheres, homens e por pessoas acima do padrão social de peso, as chamadas "gordinhas ou gordinhos". Estamos na era de um dos piores tipos de preconceito da humanidade, o preconceito velado. Pessoas gordinhas, que são o assunto de hoje, são vítimas de bullying de toda natureza e por mais que estas pessoas sejam centradas, com boa autoestima, os ataques sucessivos incomodam e ferem. Em primeiro lugar é preciso esclarecer que não há erro algum em estar acima dos padrões sociais de peso. Há uma preocupação que deve ser levada em conta com a saúde, mas no mais, o importante é a pessoa aceitar-se e ser feliz. Mudanças, como já disse, devem ocorrer em prol da saúde e não pela imposição dos preconceituosos. 
  Sempre costumo falar do Brasil por estar vivendo aqui e colher experiências locais, mas é certo e sabido que o preconceito e a discriminação vão além das fronteiras verde e amarela e está presente em toda sociedade mundial. Não é uma questão simples de resolver ou que sua solução consista apenas na punição, mas na educação das pessoas e isto cabe aos pais fazer. Não se resolve questões de racismo e preconceito com a criação e aplicação de leis rigorosas, mas com uma educação mais eficaz e consistente. O indivíduo preconceituoso não pertence á classe A, B ou C da sociedade, em todas as classes existem preconceituosos e racistas. Também não é algo atrelado á formação ou o status social, há ricos e pobres preconceituosos, assim como há brancos e negros, gordinhos e gordinhas, magros e magras que são preconceituosos também. Está é uma questão humana.
  Em muitos casos em que as pessoas são pegas e conduzidas á justiça por ações preconceituosas e racistas, há sempre a alegação de que "estavam apenas brincando" e que não havia a intenção de ofender ou magoar a vítima, mas esta questão é tão debatida publicamente que já não cabe mais a alegação de inocência diante da situação. O fato é que principalmente as mulheres vitimadas por este tipo de conduta, sofrem um profundo abalo em sua autoestima e muitas chegam mesmo a entrar em depressão por conta disso. Rótulos que referenciam homens e mulheres como se fossem pontos de referência, elogios que destacam a cor da pele e não a raça, adjetivos que expressam o peso junto com a beleza, enfim são várias formas diferentes de atingir a sensível estima humana.
  Mas há algumas ocasiões em que realmente, por um deslize ou uma gafe, alguém deixa escapar uma fala que preconceitua alguém, mas demonstra pronto arrependimento assim que advertido, sendo que o pior é quando os ataques são deliberados e intensos. Há quem afirme e reafirme seu preconceito repetindo-se em frases pejorativas e degradantes que possam atingir o desafeto e nestes casos, quando trata-se de uma mulher, a situação tende a tornar-se mais grave pelo fato da existência da vaidade feminina, da sua sensibilidade natural. Ainda que muitas mulheres se mostrem fortes em casos assim, todas elas se magoam porque não é o tipo de tratamento que ninguém mereça  receber. Tudo se resume a uma questão de respeito, não só pelo outro, mas principalmente consigo mesmo.
  A natureza não mede cores ou belezas, não destaca pesos e dá igual importância a todos, cada um pelo seu valor individual. Não há melhores por padrão, mas por competência, pelo esforço, pela dedicação a um determinado objetivo. Portanto minha amiga, ser gordinha e ser feliz é o caminho  e ignorar acintes e provocação farão você chegar mais depressa a um grau elevado de felicidade consigo mesma. Tua estima tem a ver contigo e é você quem determina se ela deve permanecer baixa ou elevar-se ao ponto possível á tua felicidade. Tua vida independe de como as outras pessoas te veem, do que elas pensam ou acham de você. Não é a opinião de terceiros que mudará quem você é e aproveitando, vou deixar um segredinho aqui: Se existem aqueles que te atacam, existem muito mais aqueles que te amam, assim, do jeitinho que você é.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

Para saber mais sobre Tony Casanova e aquisição de suas publicações, acesse ESTE LINK
........................................................................................................................................

 Self-esteem | I'm fat, but I'm happy.

 Unfortunately, in the 21st century, there is still a lot of prejudice and discrimination against race, so-called racism, against social status, creed, women, men and people above the social weight standard, so-called "chubby or fat." We are in the age of one of humanity's worst kinds of prejudice, veiled prejudice. Chubby people, who are the subject of today, are victims of bullying of all kinds and however much these people are centered, with good self-esteem, successive attacks bother and hurt. First of all, it is necessary to clarify that there is no mistake in being above social standards of weight. There is a concern that must be taken into account with health, but in the most, the important thing is to accept and be happy. Changes, as I have said, must occur in favor of health and not by the imposition of prejudices.
  I always talk about Brazil being living here and gathering local experiences, but it is true and well-known that prejudice and discrimination go beyond the green and yellow borders and is present in every world society. It is not a simple matter to solve or that its solution consists only in punishment, but in the education of the people and this is up to the parents to do. It does not solve issues of racism and prejudice with the creation and enforcement of strict laws, but with a more effective and consistent education. The prejudiced individual does not belong to class A, B or C of society, in all classes there are prejudiced and racist. Nor is it anything tied to formation or social status, there are rich and poorly prejudiced, just as there are whites and blacks, chubby and fat, thin and thin who are prejudiced as well. This is a human issue.
  In many cases where people are caught and brought to justice for prejudiced and racist actions, there is always the claim that they "were just kidding" and that there was no intention to offend or hurt the victim, but this issue is so publicly debated that the claim of innocence in the face of the situation no longer matters. The fact is that mainly women victims of this type of behavior, suffer a deep shock in their self-esteem and many even go into depression because of this. Labels that refer men and women as if they were reference points, praises that emphasize skin color and not race, adjectives that express weight along with beauty, in short, are several different ways to reach the sensitive human esteem.
  But there are times when a slippery speech or a faux gaffe makes somebody miss a preconceived speech, but he shows prompt regret as soon as he is warned, and the worst is when the attacks are deliberate and intense. There are those who affirm and reaffirm their prejudice by repeating themselves in pejorative and degrading phrases that can achieve disaffection, and in these cases, when it is a woman, the situation tends to become more serious because of the existence of female vanity, your natural sensitivity. Although many women are strong in such cases, they all get hurt because it is not the kind of treatment no one deserves to receive. It all comes down to a question of respect, not just for the other, but especially with yourself.
  Nature does not measure colors or beauties, does not emphasize weights and gives equal importance to all, each one by its individual value. There is no better by default, but by competence, effort, dedication to a particular goal. So my friend, being chubby and being happy is the way and ignoring acintes and provocation will make you reach a higher degree of happiness with yourself. Your esteem has to do with you, and it is you who determine whether it should remain low or rise as much as possible to your happiness. Your life is independent of how other people see you, of what they think or think of you. It is not the opinion of third parties that will change who you are and taking advantage, I will leave a little secret here: If there are those who attack you, there are many more who love you, well, just the way you are.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

To know more about Tony Casanova and the acquisition of his publications, visit THIS LINK
.................................................. .................................................. ....................................

 Autoestima | Soy gordita, pero soy feliz.

 Por desgracia, en pleno siglo XXI, todavía hay mucho prejuicio y discriminación contra la raza, el llamado racismo, contra el status social, el credo, las mujeres, los hombres y las personas por encima del estándar social de peso, las llamadas "gordinhas o gorditas". Estamos en la era de uno de los peores tipos de prejuicios de la humanidad, el preconcepto velado. Las personas gorditas, que son el tema de hoy, son víctimas de bullying de toda naturaleza y por más que estas personas estén centradas, con buena autoestima, los ataques sucesivos incomodan y hieren. En primer lugar hay que aclarar que no hay error alguno en estar por encima de los patrones sociales de peso. Hay una preocupación que debe ser tenida en cuenta con la salud, pero en lo más, lo importante es la persona aceptar y ser feliz. Cambios, como ya he dicho, deben ocurrir en pro de la salud y no por la imposición de los prejuicios.
  Siempre hablo de Brasil por estar viviendo aquí y cosechar experiencias locales, pero es cierto y sabido que el prejuicio y la discriminación van más allá de las fronteras verde y amarilla y está presente en toda sociedad mundial. No es una cuestión simple de resolver o que su solución consiste sólo en el castigo, sino en la educación de las personas y esto corresponde a los padres hacer. No se resuelven cuestiones de racismo y prejuicio con la creación y aplicación de leyes rigurosas, pero con una educación más eficaz y consistente. El individuo preconceptuoso no pertenece a la clase A, B o C de la sociedad, en todas las clases existen prejuiciosos y racistas. También no es algo vinculado a la formación o el estatus social, hay ricos y pobres prejuiciosos, así como hay blancos y negros, gordos y gordos, magros y magras que son prejuicios también. Es una cuestión humana.
  En muchos casos en que las personas son atrapadas y conducidas a la justicia por acciones preconcebidas y racistas, siempre hay la alegación de que "estaban apenas jugando" y que no había intención de ofender o lastimar a la víctima, pero esta cuestión está tan debatida públicamente que ya no cabe la alegación de inocencia ante la situación. El hecho es que principalmente las mujeres victimadas por este tipo de conducta, sufren un profundo sacudón en su autoestima y muchas llegan incluso a entrar en depresión por cuenta de ello. Las etiquetas que hacen referencia a hombres y mujeres como si fueran puntos de referencia, elogios que destacan el color de la piel y no la raza, adjetivos que expresan el peso junto con la belleza, en fin son varias formas diferentes de alcanzar la sensible estima humana.
  Pero hay algunas ocasiones en que realmente, por un deslizamiento o una gafe, alguien deja escapar un habla que preconiza a alguien, pero demuestra pronto arrepentimiento tan pronto como se advierte, siendo que lo peor es cuando los ataques son deliberados e intensos. Hay quien afirme y reafirme su prejuicio repitiéndose en frases peyorativas y degradantes que puedan alcanzar el desafecto y en estos casos, cuando se trata de una mujer, la situación tiende a tornarse más grave por el hecho de la existencia de la vanidad femenina, su sensibilidad natural. Aunque muchas mujeres se muestran fuertes en casos así, todas ellas se lastiman porque no es el tipo de tratamiento que nadie merezca recibir. Todo se resume a una cuestión de respeto, no sólo por el otro, sino principalmente consigo mismo.
  La naturaleza no mide colores o bellezas, no destaca pesos y da igual importancia a todos, cada uno por su valor individual. No hay mejores por defecto, sino por competencia, por el esfuerzo, por la dedicación a un determinado objetivo. Por lo tanto mi amiga, ser gordita y ser feliz es el camino e ignorar acentos y provocación harán llegar más rápido a un alto grado de felicidad consigo misma. Tu estima tiene que ver contigo y eres tú quien determina si ella debe permanecer baja o elevarse al punto posible a tu felicidad. Tu vida depende de cómo las otras personas te ve, de lo que piensan o te creen. No es la opinión de terceros que cambiará quién eres y aprovechando, voy a dejar un secreto aquí: Si hay quienes te atacan, hay mucho más aquellos que te aman, así, de la manera que eres.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

Para saber más sobre Tony Casanova y la adquisición de sus publicaciones, visite ESTE LINK

Preconceito | O Começo de Uma Era.

  Na maioria das vezes elas são simpáticas, alegres e extrovertidas. Gostam de fazer novas amizades e de conversar, brincar e sorrir muito. O riso muitas vezes vem tão fácil quanto o choro. Sensibilidade aguçada, a natureza parece ter privilegiado estas mulheres com um lado emocional diferenciado. Mais frágeis, muitas vezes elas convivem com intensas depressões e estão em constante luta contra o preconceito. No mercado da moda elas são chamadas de Plus Size, comumente rotuladas de gordas, gordinhas ou cheínhas, mas o fato é que muitos desconhecem o fato de que elas desejam mesmo é serem vistas apenas como mulheres, sem os títulos, os rótulos atribuídos que mais se assemelham a um selo social.  
  O que muita gente desconhece é aquilo que muitas vezes se esconde por trás dos sorrisos destas mulheres. Quantas delas se recolhem aos seus quartos e desabam em prantos após terem visto ou ouvido algo que lhes afetou o emocional. Grande parte desta carga negativa vem do mercado da moda e seus padrões de beleza que estipulam a regra de que a moda é feita para magras, aliás diga-se de passagem, magérrimas modelos que desfilam nas passarelas do mundo. A grande dificuldade do setor em reconhecer que mulheres nascem em todos os padrões e que todas elas consomem a moda que se cria ou pelo menos desejariam consumi-la caso estivesse disponível para elas.
  O fato somado á liberdade sexual desta era e reforçado pela corrida pelos corpos ditos "sarados",  provoca nas mulheres acima do peso um verdadeiro trauma. As academias lotam de mulheres jovens que buscam o corpo perfeito, barriguinhas de tanquinho, seios firmes, coxas torneadas e bumbum nas nuvens, como dizem. Enquanto isso as que estão acima das medidas se deprimem e choram, mergulham no vazio do desejo de também ter um corpo no mínimo normal.  Estes fatos produzem um acentuado desequilíbrio emocional que muitas mulheres não conseguem vencer.
   Agora se uma mulher sente tanto o peso da vaidade a ponto de adoecer mesmo em dias considerados normais, imagine então quando estão na TPM. É como lançar gasolina ao fogo! Na verdade todo este processo depressivo nestas pessoas é gerado pela pressão social dos mercados de moda, das mídias e do capitalismo que induz a criação de perfis de compra baseado nas estatísticas de maior número de consumidoras. Décadas atrás, até mesmo séculos antes de tudo começar, prevaleciam os corpo mais avolumados, sem que houvesse tanto apelo sobre a exibição dos ossos nas passarelas.
   O preconceito é sentido não só em redes sociais, mas também na vida cotidiana das mulheres fora dos padrões sociais de aceitação, mas uma boa notícia já é presenciada e pode ser vista entre as mulheres que sorem esta pressão social. Elas estão se afirmando e conquistando espaço cada vez maior, não só nos segmentos de moda, mas a indústria já enxerga a chamada mulher "gordinha" como parte dos seus perfis de consumo. Isto é bom? Não! Isto é ótimo! Com a indústria cedendo espaço para elas, certamente diminuirá a carga negativa e haverá mais condições de reação, evitando assim um grande número de mulheres em depressão.
  Enquanto o ser humano olhar seu semelhante buscando nele distinções, jamais haverá igualdade baseada na competência, no caráter e no capacidade. Não por serem mulheres, nem por serem gordinhas, magrinhas ou o que for, mas por serem humanas e todo ser humano merece, precisa obter o respeito dos seus semelhantes.  Não será a cor da pele, a religião, a Raça, o gênero que deve prevalecer sobre a espécie  porque não há dois criadores para este mundo e aquele que nos criou, certamente nos fez iguais.
   


Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos estão Reservados ao Autor assegurados pelas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

Tony Casanova é Autor das obras: Panorama Das Artes, O amor segundo a Bíblia, No Litoral das Relações - Aprendendo com os Erros, Relações Instáveis - Como Evitar Decepções e O Amor Fala Francês. Você poderá adquirir uma ou mais obras do autor acessando ESTE LINK

........................................................................................................................................................    

    
Prejudice | The Beginning of an Era.

   Most of the time they are nice, cheerful and outgoing. They like to make new friends and to talk, play and smile a lot. Laughter often comes as easy as crying. Sharp sensibility, nature seems to have privileged these women with a distinct emotional side. More fragile, they often coexist with intense depression and are in constant struggle against prejudice. In the fashion market they are called Plus Size, commonly labeled as fat, chubby or chubby, but the fact is that many are unaware of the fact that they really want to be seen only as women, without the titles, the most attributed labels Resemble a social seal.
  What many people do not know is what often hides behind the smiles of these women. How many of them go to their rooms and burst into tears after seeing or hearing something that has affected their emotional. Much of this negative charge comes from the fashion market and its beauty standards stipulating the rule that fashion is made for lean, by the way, thin models that parade on the catwalks of the world. The great difficulty of the sector in recognizing that women are born in all the patterns and that all of them consume the fashion that is created or at least would wish to consume it if it were available for them.
  The fact added to the sexual freedom of this era and reinforced by the race by the bodies said "healed", causes in the overweight women a real trauma. The academies are full of young women who seek the perfect body, tight little breasts, firm breasts, turned thighs and butt in the clouds, as they say. Meanwhile those who are above the measures get depressed and cry, plunge into the emptiness of the desire to also have a body at least normal. These facts produce a marked emotional imbalance that many women can not overcome.
   Now if a woman feels so much the weight of vanity to the point of getting sick even on days considered normal, then imagine when they are in the PMS. It's like throwing gasoline into the fire! In fact all this depressive process in these people is generated by the social pressure of the markets of fashion, the media and capitalism that induces the creation of profiles of purchase based on the statistics of greater number of consumers. Decades ago, even centuries before everything began, the body was more abundant, without there being so much appeal about the display of the bones on the catwalks.
   Prejudice is felt not only in social networks but also in women's daily lives outside of social acceptance patterns, but good news is already witnessed and can be seen among women who savor this social pressure. They are asserting themselves and gaining more and more space, not only in the fashion segments, but the industry already sees the so-called chubby woman as part of their consumer profiles. This is good? No! This is great! With industry giving up space for them, it will certainly decrease the negative charge and there will be more reaction conditions, thus avoiding a large number of women in depression.
  As long as the human being looks at his or her alike by seeking distinctions in it, there will never be equality based on competence, character, and ability. Not because they are women, not because they are chubby, skinny or whatever, but because they are human and every human being deserves, they must obtain the respect of their fellow men. It will not be the color of the skin, the religion, the Race, the genre that should prevail over the species because there are no two creators for this world and the one who created us certainly made us the same.
   

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved to Authorized by the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.

Tony Casanova is an author of works: Panorama of the Arts, Love according to the Bible, On the Coast of Relationships - Learning from Mistakes, Unstable Relationships - How to Avoid Disappointments and Love French. You may purchase one or more of the author's works by accessing THIS LINK
.................................................. .................................................. .................................................. .. 

     
Perjuicio | El Comienzo de Una Época.

   La mayoría de las veces son amable, alegre y extrovertida. A ellos les gusta hacer nuevos amigos y chatear, jugar y sonreír mucho. La risa viene a menudo tan fácil como el llanto. aumento de la sensibilidad, la naturaleza parece haber favorecido a estas mujeres con un lado emocional diferente. Más frágiles, que a menudo viven con la depresión severa y están en constante lucha contra los prejuicios. En el mercado de la moda que se llaman de talla, grasa, generalmente denominados, rollizo o gordita, pero el hecho es que muchos no son conscientes del hecho de que quieren es para ser visto sólo como mujeres sin los títulos, las etiquetas asignadas más que se asemejan a una etiqueta social.
  Lo que mucha gente no sabe es lo que a menudo se esconde detrás de las sonrisas de estas mujeres. ¿Cuántos de ellos están reunidos a sus habitaciones y colapso de las lágrimas después de ver o escuchar algo que les afecta emocionalmente. Gran parte de esta carga negativa proviene del mercado de la moda y sus estándares de belleza que se estipula la regla de que la moda está hecha de fina, de hecho dicen las vías, los modelos de palo delgado que desfilan las pasarelas del mundo. La dificultad de la industria de reconocer que las mujeres nacen con todos los estándares y todos ellos consumen de manera que crea o al menos le gusta consumirlo si estuviera disponible para ellos.
  Eso se sumó a la libertad sexual y esto fue reforzado por la carrera por dichos organismos "curados", provoca en las mujeres con sobrepeso un verdadero trauma. El academias multitud de mujeres jóvenes que buscan el cuerpo perfecto, panzas de tabla de lavar, pechos firmes, los muslos y las nalgas bien formadas en las nubes, como se suele decir. Mientras tanto esas medidas anteriores están deprimidos y lloran, sumergirse en el vacío del deseo de tener también un cuerpo en el mínimo normal. Estos hechos producen un desequilibrio emocional agudo que muchas mujeres no pueden ganar.
   Ahora bien, si una mujer se siente tanto el peso de la vanidad hasta el punto de enfermarse incluso en los días considerados normales, no importa cuando se encuentran en el PMS. Es como echar gasolina al fuego! De hecho, todo este proceso deprimente en estas personas es generada por la presión social de los mercados de la moda, los medios y el capitalismo que induce la creación de perfiles basados ​​en la compra más estadísticas de consumo. Hace décadas, incluso siglos antes de que empezara, el cuerpo avolumados más frecuente, sin recurso, tanto en la pantalla de los huesos en la pasarela.
   El prejuicio se deja sentir no sólo en las redes sociales, sino también en las mujeres de la vida cotidiana fuera de las normas de aceptación social, pero una buena noticia ya es testigo y se puede ver en las mujeres que sufrir esta presión social. Ellos están reclamando y ganando más espacio, no sólo en los segmentos de moda, pero la industria ya se ve a la mujer llamada "gordito" como parte de sus perfiles de consumo. ¿Esto es bueno? No! Esto es muy bueno! Con la industria dando paso para ellos ciertamente disminuir la carga negativa y no serán más las condiciones de reacción, evitando de esta manera un gran número de mujeres en la depresión.
  Mientras que los humanos se parecen a su buscándolo distinciones, nunca habrá igualdad basada en la competencia, carácter y capacidad. No porque sean mujeres o porque son rechoncha, flaca o lo que sea, sino porque son humanos y todos los seres humanos merecen, necesitan para obtener el respeto de los demás. No va a ser el color de la piel, la religión, la raza, el género debe prevalecer sobre la especie, porque hay dos creadores de este mundo y el que nos ha creado, sin duda nos hizo iguales.
   

Escritor de texto y el autor, Tony Casanova. Todos los derechos están reservados al Autor garantizada por la legislación brasileña y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.

Tony Casanova es autor de obras: Panorama del arte, el amor, según la Biblia, Las Relaciones costeras - Aprender de los errores, relaciones inestables - Cómo evitar decepciones y Habla francés del amor. Usted puede comprar una o más obras del autor, visita ESTE ENLACE