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Reflexão | Como Encontrar a Paz?

  De acordo com dicionários a paz representa a ausência de conflitos, a avença, a concórdia, acordo, amizade, conciliação, harmonia, calma, serenidade, equilíbrio. A conquista da paz não é algo difícil, mas também não é fácil de acordo com a situação em que nos encontramos. Há momentos em que é bem mais fácil estar em paz e vencer preocupações, em outros porém, os problemas parecem agigantar-se diante de nós. Que fazer em momentos assim? É deste assuntos que falarei hoje. Como buscar a paz quando estamos envolvidos em conflitos constantes? Existe saída para uma situação assim? Existe, claro que sim, mas precisamos trazer a paz para próximo de nós. Continue lendo e saiba mais...

Guerras | O Destino da Humanidade.

 Talvez envoltos em meio a tantas manifestações festivas que nos transmitem a falsa sensação de que está tudo bem ou iludidos com o fabuloso avanço da tecnologia e sua magníficas redes sociais que nos transmitem uma paz que não existe, a sociedade humana não consiga perceber em qual direção o mundo está rumando.  Por mais previsões que Nostradamus tenha feita ou por mais alertas que sejam dados de que a civilização humana está entrando no caos, bastam os Carnavais, Festivais e grandes Shows para que a preocupação seja esquecida. Seria estupidez pensar que em apenas uma década venham ocorrendo tantos fenômenos naturais sem que existam explicações fatídicas sobre eles.
  Não se trata de ser pessimista, mas do fato de não se furtar ao direito de ser realista. Não se deixar iludir pelas festanças e discursos midiáticos que transferem á nós a ideia de que não está havendo nada com o mundo. Desde que o mundo é mundo ele não parou de evoluir obviamente e não seria agora, em homenagem a nós que ele deixaria de cumprir o seu processo evolutivo. Nós somos talvez a civilização mais destrutiva de todas as gerações e foi através da tecnologia que alcançamos este mérito. Algo que sem dúvida não eleva em nada o nosso sentimento de orgulho. Munidos das mais avançadas armas atômicas e nucleares somos nós mesmos que ameaçamos destruir nosso próprio mundo a qualquer momento. Tudo simples assim e justificado pela "defesa dos interesses e da Soberania deste ou daquele País". Já não estamos mais falando de disparos de pistolas, metralhadoras, canhões ou similares, mas de bombas transportadas em mísseis que devastarão do mapa civilizações inteiras.
  Nestas quebras de braço entre potências o mundo declara sua própria condenação á morte, sem acusação, sem julgamento e sem defesa, simplesmente a morte. Evidentemente há os que desejam a paz, rezam por ela e torcem para que haja entendimento, mas fazer o que se aqueles que poderiam promover a paz preferem a opção da guerra? Justa ou não a guerra é a pretensão daqueles que discursam em nome da paz particular. Podemos sonhar que o mundo alcançará esta paz sim, mas viveremos eternamente sob a sombra espessa das ameaças de guerra como prova de poder e força que irão custar um preço elevado á toda raça humana. É certo e sabido que um período de guerra não é nada agradável, mas o pós-guerra consegue ser ainda pior, pois suas sequelas, suas marcas muitas vezes são irreparáveis.
  Enquanto a sociedade civil se diverte nas redes sociais o futuro da nossa espécie está sendo traçado, decidido entre as paredes lacradas que abrigam o poder. Assustador? Talvez, mas realista o suficiente para que seja comprovado nos noticiários mundiais. São bilhões de vidas controladas e comandadas por duas Nações que travam um perigoso UFC entre si para defender seus interesses particulares. Se temos ou não o direito a viver, isto nós já não decidimos mais. Fica a critério daqueles que tem os botões na ponta dos dedos. Basta acioná-los e rasga-se por completo a página onde estava escrita a história da humanidade. A discussão entre os líderes é de quem sobrará, entre nós é de quem morrerá, afinal não serão números assustadores como os das passadas guerras, mas presumivelmente escabrosos.
  O rastilho de pólvora está disposto e cada lado tem seu fósforo perigosamente aceso. Creio eu que a antiga civilização onde os homens possuíam tacapes e tinham medo do fogo, eles fizessem menos xixi na cama por isso. O homem moderno perdeu completamente o medo do fogo, do perigo e hoje brinca com ele, talvez querendo nos fazer acreditar que era melhor que nunca tivéssemos evoluído, permanecendo munidos dos bons e velho tacapes, caçando animais para sobreviver e não seres humanos. Difícil é entender a lógica da guerra, se é que ela existe e após isso discursar inflamadamente pela paz entre os povos. Está ai uma prova de que não é a formação, o conhecimento, status ou nível financeiro que determina o ser humano, mas o amor e o respeito aos direitos do seu próximo, sendo a vida o maior de todos estes direitos.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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 War | The Fate of Humanity.

 Perhaps surrounded by so many festive manifestations that convey to us the false sense that all is well or deluded with the fabulous advance of technology and its magnificent social networks that transmit us a peace that does not exist, human society can not perceive in which direction the world is heading. No matter how much prediction Nostradamus has made, or no matter how alert it may be that human civilization is entering into chaos, Carnivals, Festivals, and big Shows are enough to make the worry forgetful. It would be foolish to think that in just a decade so many natural phenomena have occurred without there being fateful explanations about them.
  It's not about being pessimistic, but about not stealing the right to be realistic. Do not be fooled by the revelations and media discourses that transfer to us the idea that there is nothing with the world. Since the world is world he did not stop evolving obviously and would not now, in homage to us he would fail to fulfill his evolutionary process. We are perhaps the most destructive civilization of all generations and it has been through technology that we have achieved this merit. Something that certainly does not raise our sense of pride. Armed with the most advanced atomic and nuclear weapons we ourselves threaten to destroy our own world at any moment. All this is simple and justified by the "defense of the interests and sovereignty of this or that Country". We are no longer talking about gun shots, machine guns, cannons or the like, but bombs carried on missiles that will devastate entire civilizations from the map.
  In these breaks of arm between powers the world declares its own condemnation to death, without charge, without judgment and without defense, simply death. Obviously there are those who desire peace, pray for it and hope for understanding, but do what if those who could promote peace prefer the option of war? Whether or not war is the pretension of those who speak in the name of private peace. We may dream that the world will achieve this peace, but we will live forever under the thick shadow of the threats of war as a proof of power and strength that will cost a high price to the whole human race. It is true and well-known that a period of war is not at all pleasant, but the postwar can be even worse, because its aftermath, its marks are often irreparable.
  While civil society has fun in social networks, the future of our species is being drawn, decided between the sealed walls that hold power. Spooky? Maybe, but realistic enough for it to be proven on the world news. They are billions of lives controlled and commanded by two nations that lock a dangerous UFC among themselves to defend their particular interests. Whether or not we have the right to live, this we no longer decide. It is at the discretion of those who have the buttons at their fingertips. It is enough to trigger them and completely rips the page where the history of humanity was written. The discussion between the leaders is who will be left, among us is who will die, after all will not be scary figures like those of the past wars, but presumably scabrous.
  The gunpowder fuse is arranged and each side has its match dangerously lit. I believe that the ancient civilization where men possessed tacapes and were afraid of fire, they did less pee in bed for that. Modern man has completely lost his fear of fire, of danger, and today he plays with it, perhaps wanting to make us believe that it was better that we had never evolved, staying with good old tacpaces, hunting animals to survive and not humans. It is difficult to understand the logic of war, if it exists, and after that to speak inflamedly for peace among peoples. There is proof that it is not the formation, knowledge, status or financial level that determines the human being, but the love and respect for the rights of his neighbor, life being the greatest of all these rights.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

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 Guerras | El destino de la humanidad.

 Tal vez envueltos en medio de tantas manifestaciones festivas que nos transmiten la falsa sensación de que está todo bien o engañando con el fabuloso avance de la tecnología y sus magníficas redes sociales que nos transmiten una paz que no existe, la sociedad humana no pueda percibir en qué dirección el mundo está rumbo. Por más predicciones que Nostradamus haya hecho o por más alertas que sean dados de que la civilización humana está entrando en el caos, bastan los Carnavales, Festivales y grandes Shows para que la preocupación sea olvidada. Sería estupidez pensar que en apenas una década vengan ocurriendo tantos fenómenos naturales sin que existan explicaciones fatídicas sobre ellos.
  No se trata de ser pesimista, sino del hecho de no hurtarse al derecho de ser realista. No dejarse engañar por las fiestas y discursos mediáticos que nos trasladan a la idea de que no hay nada con el mundo. Desde que el mundo es mundo no ha dejado de evolucionar obviamente y no sería ahora, en homenaje a nosotros que él dejaría de cumplir su proceso evolutivo. Nosotros somos quizás la civilización más destructiva de todas las generaciones y fue a través de la tecnología que alcanzamos este mérito. Algo que sin duda no eleva en nada nuestro sentimiento de orgullo. Munidos de las más avanzadas armas atómicas y nucleares somos nosotros mismos que amenazamos destruir nuestro propio mundo en cualquier momento. Todo simple así y justificado por la "defensa de los intereses y de la Soberanía de éste o de aquel país". Ya no estamos hablando de disparos de pistolas, ametralladoras, cañones o similares, sino de bombas transportadas en misiles que devastar del mapa civilizaciones enteras.
  En estas roturas de brazo entre potencias el mundo declara su propia condenación a la muerte, sin acusación, sin juicio y sin defensa, simplemente la muerte. Evidentemente hay los que desean la paz, rezan por ella y tuercen para que haya entendimiento, pero hacer lo que si aquellos que podrían promover la paz prefieren la opción de la guerra? Justa o no la guerra es la pretensión de aquellos que discursan en nombre de la paz particular. Podemos soñar que el mundo alcanzará esta paz sí, pero vivimos eternamente bajo la sombra espesa de las amenazas de guerra como prueba de poder y fuerza que van a costar un precio elevado a toda raza humana. Es cierto y sabido que un período de guerra no es nada agradable, pero la posguerra consigue ser aún peor, pues sus secuelas, sus marcas muchas veces son irreparables.
  Mientras la sociedad civil se divierte en las redes sociales, el futuro de nuestra especie está siendo trazado, decidido entre las paredes lacradas que albergan el poder. ¿Asustado? Tal vez, pero realista lo suficiente para que sea comprobado en los noticieros mundiales. Son miles de millones de vidas controladas y comandadas por dos Naciones que traen un peligroso UFC entre sí para defender sus intereses particulares. Si tenemos o no el derecho a vivir, esto ya no hemos decidido más. Se queda a criterio de aquellos que tienen los botones en la punta de los dedos. Basta accionarlos y se rasga por completo la página donde estaba escrita la historia de la humanidad. La discusión entre los líderes es de quien sobrará, entre nosotros es de quien morirá, después de todo no serán números espeluznantes como los de las pasadas guerras, pero presumiblemente escabrosos.
  El rascador de pólvora está dispuesto y cada lado tiene su fósforo peligrosamente encendido. Creo que la antigua civilización donde los hombres poseían tacapes y tenían miedo del fuego, ellos hicieran menos pis en la cama por eso. El hombre moderno perdió completamente el miedo del fuego, del peligro y hoy juega con él, tal vez queriendo hacernos creer que era mejor que nunca hubiéramos evolucionado, permaneciendo provistos de los buenos y viejos tacos, cazando animales para sobrevivir y no seres humanos. Difícil es entender la lógica de la guerra, si es que existe y después de eso discursar inflamadamente por la paz entre los pueblos. Es una prueba de que no es la formación, el conocimiento, estatus o nivel financiero que determina el ser humano, sino el amor y el respeto a los derechos de su prójimo, siendo la vida más grande de todos estos derechos.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

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Vida | O Poder do Perdão. | Como Encontrar a Paz.

  Falar em perdão nem sempre é um assunto fácil, mesmo porque em nossos dias o número de pessoas dispostas a perdoar é cada vez menor. Estamos sempre voltados aos nossos objetivos pessoais e quando alguém ou alguma coisa cruza este caminho, buscamos remover de forma inflexível. Nossos problemas, assim como os atritos sempre existirão e precisamos estar preparados para lidar com eles. Precisamos entender  que perdoar é o caminho mais curto para o alcance da paz. Como encontraremos a paz se não exercermos o perdão? Imaginemos tantas nações em guerra por questões políticas, pessoas morrendo em função destes interesses, bilhões são investidos no setor bélico, enquanto vidas são perdidas em outros setores como o de saúde pública, por exemplo. Mas por que não perdoamos? Por que conduzimos tudo á ferro e fogo, na base do dente-por-dente e olho-por-olho?
  O perdão não se resume apenas a uma ação cujos benefícios são para quem o recebe, mas principalmente para quem o concede. Perdoar é algo automaticamente balsâmico, com um poder de cura que alcança toda alma e transforma o ser humano através da reconstrução da aliança que é muito importância para unir os elos humanos. Ocorre que a nossa natureza está saturada de orgulho, de mágoas, de dores não curadas, interesses de vingança e ausência de paz. Este conjunto de sentimentos negativos influencia o ser humano e anula sua capacidade de perdoar, tirando-lhe a oportunidade de exercer um dos maiores frutos do amor de que temos conhecimento.
  Desde nosso nascimento que provamos situações que nem sempre nos agradam e mesmo ainda crianças, começamos a provar sensações adversas aos nossos interesses. Pequenos choques que aos poucos vamos aprendendo a repudiar com choros, birras, malcriações. Percebemos então que lidar com mágoas, insatisfações não é algo novo. Já na fase adulta nos tornamos mais senhores de si e passamos a defender nossos objetivos de maneira mais acirrada,  mais forte e isto nos condiciona  a perseguir estas metas combatendo quem quer que atravesse á nossa frente. Todo este processo produz choques e atritos que geram mágoas, decepções e outros sentimentos que juntos irão impedir o perdão.
  O perdão é o elemento mais importante das relações e tamanha é a sua importância que ele é vital para qualquer tipo de relacionamento, seja ele entre pais e filhos, marido e mulher, amigos, irmãos, parentes ou mesmo desconhecidos. Não há como obtermos o perdão se não o exercitamos, portanto ele é uma ação que deve ser recíproca sempre. Através do perdão reatamos o elo e retomamos a relação, adquirimos a paz e conquistamos a felicidade.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

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 Life | The Power of Forgiveness. | How to Find Peace.

 Speaking of forgiveness is not always an easy affair, even as in our day the number of people willing to forgive is getting smaller and smaller. We are always focused on our personal goals and when someone or something crosses this path, we seek to remove them inflexibly. Our problems as well as friction will always exist and we must be prepared to deal with them. We need to understand that forgiving is the shortest way to achieving peace. How will we find peace if we do not exercise forgiveness? Imagine so many nations at war for political reasons, people dying because of these interests, billions are invested in the war industry, while lives are lost in other sectors such as public health. But why do not we forgive? Why do we conduct everything to iron and fire, at the base of the tooth-for-tooth and eye-for-eye?
  Forgiveness is not just an action whose benefits are for those who receive it, but especially for those who grant it. Forgiveness is something automatically balsamic, with a healing power that reaches every soul and transforms the human being through the reconstruction of the alliance that is very important to unite the human links. It happens that our nature is saturated with pride, sorrows, unhealed pains, interests of revenge and absence of peace. This set of negative feelings influences the human being and nullifies his capacity to forgive, taking from him the opportunity to exercise one of the greatest fruits of the love of which we are aware.
  From birth we have tried situations that do not always please us and even children, we begin to prove adverse sensations to our interests. Little shocks that little by little we are learning to repudiate with tears, tantrums, malcriações. We realize then that dealing with hurt, dissatisfaction is not something new. Already in adulthood we become more masters of ourselves and we begin to defend our objectives in a more intense, stronger way and this conditions us to pursue these goals fighting whoever crosses in front of us. This whole process produces shocks and frictions that generate heartache, disappointments and other feelings that together will prevent forgiveness.
  Forgiveness is the most important element of relationships and so important is it vital for any kind of relationship, be it between parents and children, husband and wife, friends, siblings, relatives or even strangers. There is no way to obtain forgiveness if we do not exercise it, so it is an action that must be reciprocal always. Through forgiveness we reestablish the bond and resume the relationship, acquire peace and conquer happiness.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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 Vida | El poder del perdón. | Cómo encontrar la paz.

 Hablar en perdón no siempre es un asunto fácil, incluso porque en nuestros días el número de personas dispuestas a perdonar es cada vez menor. Estamos siempre orientados a nuestros objetivos personales y cuando alguien o algo cruza este camino, buscamos remover de forma inflexible. Nuestros problemas, así como los rastros siempre existirán y necesitamos estar preparados para lidiar con ellos. Necesitamos entender que perdonar es el camino más corto para el alcance de la paz. ¿Cómo encontraremos la paz si no ejercitamos el perdón? Imaginemos tantas naciones en guerra por cuestiones políticas, personas muriendo en función de estos intereses, miles de millones son invertidos en el sector bélico, mientras que vidas se pierden en otros sectores como el de salud pública, por ejemplo. Pero ¿por qué no perdonamos? ¿Por qué conducimos todo a hierro y fuego, en la base del diente-por-diente y ojo-por-ojo?
  El perdón no se limita sólo a una acción cuyos beneficios son para quien lo recibe, pero principalmente para quien lo concede. El perdón es algo automáticamente balsámico, con un poder curativo que alcanza toda alma y transforma al ser humano a través de la reconstrucción de la alianza que es muy importante para unir los eslabones humanos. La naturaleza está saturada de orgullo, de dolor, de dolores no curados, intereses de venganza y ausencia de paz. Este conjunto de sentimientos negativos influye en el ser humano y anula su capacidad de perdonar, quitándole la oportunidad de ejercer uno de los mayores frutos del amor que tenemos conocimiento.
  Desde nuestro nacimiento que probamos situaciones que no siempre nos agradan e incluso aún niños, comenzamos a probar sensaciones adversas a nuestros intereses. Pequeños choques que poco a poco vamos aprendiendo a repudiar con lloros, birras, malcriaciones. Entonces percibimos que tratar con dolor, insatisfacciones no es algo nuevo. Ya en la fase adulta nos volvemos más señores de sí y pasamos a defender nuestros objetivos de manera más fuerte, más fuerte y esto nos condiciona a perseguir estas metas combatiendo a quien quiere atravesar. Todo este proceso produce choques y fricciones que generan dolor, decepciones y otros sentimientos que juntos impedirán el perdón.
  El perdón es el elemento más importante de las relaciones y es su importancia que es vital para cualquier tipo de relación, ya sea entre padres e hijos, marido y mujer, amigos, hermanos, parientes o incluso desconocidos. No hay como obtener el perdón si no lo ejercitamos, por lo que es una acción que debe ser recíproca siempre. A través del perdón reatamos el eslabón y retomamos la relación, adquirimos la paz y conquistamos la felicidad.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.

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