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Entenda o amor!

As vezes tento em vão compreender estas coisas do amor, estas paixões, porque? Tento entender esta força poderosa do amor, esta força que não respeita posição social, grau de instrução, condição financeira, religião. Como entender esta democracia tão perfeita, onde o amor é para todos? Entender que amor não escolhe profissão, sanidade, não escolhe intelecto ou qualquer outra situação é complexo, é complicado e tudo isto me deixa encafifado e boquiaberto. O que mais se espera após uma decepção é nunca mais se apaixonar, não ter ninguém para não voltar a errar, mas passado o tempo, aquilo que se espera já não é o que deseja, começa então a peleja, acreditar ou não. De um lado a mente, firme, sábia, soberba e cheia de razão. Do outro as próprias falas, o velho discurso do coração. Surge alguém enfim, então é sorriso parte de mim, a outra parte é só medo, medo da tal decepção. Me diz a mente, num conselho de gente mais velha: Foge poeta, enquanto é tempo, não te apegues, vai pra longe enquanto dá. Então, ele vem me empurrando seu discurso, semelhante a político antigo em palanque novo: Vai, aceita, entra e mergulha de cabeça, voce tá pronto a amar de novo. Vai, te joga, vai fundo sem pensar, voce é um poeta, entende bem a coisa certa e o mais certo e amar. Já nem sei que comigo está falando, vai tudo se misturando, vejo a situação complicando, me sinto propenso a escapar. Mas juro que tento entender estas questões quando a mente e o coração falam coisas diferentes, mistura tudo em nossa mente, bagunça nossa vida inteira. Levamos um tempão arrumando, aí vem alguém bagunçando, pronto, lá se vem um monte de besteiras. É um tal de sorrir atoa, de andar cantando, ouvir celular desligado, tocando, vixe, é um tal de chorar por tudo. Mas que coisa mais boba é amar. Ficar só pensando em saudade, em sonhar, em ter, em encontrar. Fico me perguntando, será que já não estou amando somente pensando em não amar? Talvez seja, tantas paixões começam assim, onde a gente pensa que termina, ai começa e quando acha que começa, é o fim. Paixões, amores, tudo rima com decepções, com mágoas e dores, perguntei para mim: Não dá para ser diferente? A gente amar, se apaixonar e não sofrer, não se decepcionar nem ficar magoado? Eu respondi a mim mesmo: Eita pensamento abestalhado. Como juntar mundo diferentes, onde cada um sente o que sente e diz o que diz, mas é na atitude que se sabe se amamos ou somos amados, me diz então Sr poeta, amar não é perdão? Não é por sí só perdoar? Então a quem daremos perdão se ninguém nos magoar? Por Tony Casanova - Todos os direitos Autorais e de Copyrigth estão reservados ao autor.

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.