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Confissões | Minha Paixão pela África.

 Eu já revelei em várias matérias minhas sobre o meu encanto pela cultura dos Europeus, de como as tradições, a Arte e a diversidade do povo da Europa me encantam, mas pela África o que sinto é amor mesmo. Amor de uma forma inexplicável, um carinho que vem não sei de onde, mas que me leva a uma empatia sem dimensões. Talvez pelo fato de acreditar nas minhas raízes afros, pela minha raça ou mesmo pelo meu próprio sofrimento eu me identifique tanto com os africanos. Se isoladamente as pessoas sofrem com o racismo, o preconceito e a discriminação, imaginem o que sofre com isso tudo um Continente cuja maioria é negra e pobre. As mídias veiculam imagens da África onde se exibe extrema pobreza, povo doente, infeliz, mendigando ajuda das Nações mais abastadas que fazem suas poses de boazinhas e assumem papéis de heroínas, mas a realidade da África é bem outra. Sim, de fato é um povo pobre, mas não um povo infeliz. Eles são aguerridos, lutadores e corajosos e neste exemplo de coragem e força, são capazes de enfrentar problemas que o mundo não enfrenta. Conhecida pela alta taxa de mortalidade infantil e desnutrição, os Países ricos procuram esconder a imagem da felicidade de uma Nação que encara de frente os seus problemas e te orgulho das suas origens.

  A arte e a Cultura africana estão presentes em todos os cantos do mundo e eles, assim como nossos nordestinos no Brasil, deram enorme  contribuição  para as culturas mundiais. Falar da Pátria mãe África me deixa emocionado, me sinto falando do meu próprio povo, aqueles com quem me sinto á vontade, quase como se fossemos nascidos na mesma Nação. Certamente aqueles que valorizam a cor da pele e acreditam na Raça Ariana, sem dúvida alguma jamais provarão o prazer de pertencer a uma Nação cujo povo faz brotar a alegria nas coisas simples e sabe viver com o pouco, sabem dividir e somar forças na hora precisa. 

  Todo o conjunto da minha existência apontam para a África, não somente a minha Raça, minha cor de pele, minhas origens, meus sentimentos e acima de tudo o meu amor e carinho por este povo que tanto, tanto se parece comigo. Guardo em meu coração uma gigantesca fatia de carinho e me sinto honrado sempre que posso contatar um africano e chamá-lo de amigo. Gosto da música, da dança, da mistura de cores na pintura, gosto de tudo que diz respeito ás suas tradições.  Utopia? Loucura? Não. Sinceramente eu não tenho razão alguma para não amar os meus e nenhuma razão para não querer bem aos africanos.

  Certa feita me perguntaram se eu gostaria de viver na África e enquanto dizia sim como resposta, senti meus olhos brilharem e meu coração acelerar. Só a possibilidade de sonhar conhecer o Continente dos meus sonhos já me realizava. Senti uma euforia inexplicável e uma alegria gostosa. Não é um sonho novo, mas que já dura anos e sempre me vem um sonho novo a cada momento. Gostaria de externar meu carinho, meu amor e profunda admiração pelo povo africano, estes meus irmãos que não abracei, mas que desde sempre amo e torço para que todos sejam abençoados. Queridos, muito orgulho e admiração por vocês. 
  

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

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    Confessions | My Passion for Africa.


  I have already revealed in my various articles about my charm for the culture of the Europeans, how the traditions, the art and the diversity of the people of Europe enchant me, but for Africa what I feel is love itself. Love in an inexplicable way, a love that comes from somewhere, but that leads me to an empathy without dimensions. Perhaps because I believe in my Afro roots, my race, or even my own suffering, I identify with Africans so much. If, on the whole, people suffer from racism, prejudice and discrimination, imagine what a continent is suffering from, the majority of whom are black and poor. The media convey images of Africa displaying extreme poverty, a sick, unhappy people begging for help from the wealthier nations that make their good poses and take on roles of heroines, but the reality of Africa is quite different. Yes, indeed it is a poor people, but not an unhappy people. They are brave, fierce and courageous and in this example of courage and strength, they are able to face problems that the world does not face. Known by the high rate of infant mortality and malnutrition, rich countries seek to hide the image of the happiness of a nation that faces its problems and is proud of its origins.

  African art and culture are present in every corner of the world and they, like our Northeasterners in Brazil, have made an enormous contribution to world cultures. To speak of Motherland, Mother Africa makes me feel touched, I feel myself speaking of my own people, those with whom I feel at ease, almost as if we were born in the same Nation. Surely those who value the color of the skin and believe in the Ariana Race, will certainly never taste the pleasure of belonging to a Nation whose people sprout the joy in simple things and know how to live with the little, know how to divide and add forces at the right time .

  The whole of my existence points to Africa, not only my Race, my skin color, my origins, my feelings and above all my love and affection for this people that so much, so much resembles me. I keep a gigantic slice of affection in my heart and feel honored whenever I can contact an African and call him friend. I like the music, the dance, the mix of colors in the painting, I like everything that concerns their traditions. Utopia? Madness? No. I honestly have no reason not to love my own and no reason not to like Africans.

  Someone asked me if I would like to live in Africa and while I said yes as an answer, I felt my eyes shine and my heart speed up. Only the possibility of dreaming to know the Continent of my dreams already fulfilled me. I felt an inexplicable euphoria and a delightful joy. It is not a new dream, but it has lasted for years and a new dream always comes to me every moment. I would like to express my affection, my love and deep admiration for the African people, these my brothers whom I have not embraced, but who have always loved and prayed for all to be blessed. Dear ones, much pride and admiration for you.
  
Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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  Confesiones | Mi pasión por África.

  Yo he revelado en varios de mis artículos en mi hechizo de la cultura de los europeos, de cómo las tradiciones, el arte y la diversidad de la población europea mi deleite, sino para África que siento es amor en sí. El amor de una manera inexplicable, un amor que no sabe dónde viene, pero me lleva una empatía sin dimensiones. Tal vez porque creo que mis raíces afro, para mi carrera o incluso por mi propio sufrimiento me identifico tanto con los africanos. Si la gente solamente sufren de racismo, los prejuicios y la discriminación, imaginar lo que sufre de todo un continente donde la mayoría es de color negro y pobre. Los medios transmiten imágenes de África donde se muestra la pobreza extrema, las personas enfermas, infeliz, ayuda mendigando de las naciones más ricas a hacer sus boazinhas poses y asumir papeles de heroínas, pero la realidad de África es otra muy distinta. Sí, de hecho es la gente pobre, pero no una gente infeliz. Son valientes y valerosos combatientes y este ejemplo de coraje y fuerza, son capaces de hacer frente a los problemas que el mundo no se enfrenta. Conocido por la alta tasa de mortalidad infantil y la desnutrición, los países ricos tratan de ocultar la felicidad de la imagen de una nación que enfrenta hacia sus problemas y para hacerle orgulloso de sus orígenes.

  Arte y cultura africana están presentes en todos los rincones del mundo y que, al igual que nuestra noreste de Brasil, dio enorme contribución a las culturas del mundo. Hablando de la madre patria África me entusiasma, me siento a hablar de mi propia gente, los que se sientan a gusto, casi como si hubiéramos nacido en la misma nación. Seguramente aquellos que valoran el color de la piel y creen en la raza aria, desde luego, nunca probar el placer de pertenecer a una nación cuyo pueblo lleva a cabo la alegría en las cosas simples y sabe cómo vivir con lo poco que saben se dividen y se unen en el tiempo preciso .

  todo el conjunto de mi punto existencia a África, no sólo mi raza, el color de mi piel, mis orígenes, mis sentimientos y por encima de todo mi amor y afecto por estas personas tanto, por lo que parece. Guardo en mi corazón un trozo gigante de afecto y siento honrado cuando entro en contacto con un africano y lo llamo un amigo. Me gusta la música, la danza, la mezcla de colores en la pintura, como todo lo que respeten sus tradiciones. Utopía? Locura? No. Honestamente no tengo ninguna razón para no amar la mina y no hay razón para no querer bien a los africanos.

  Un día me preguntaron si me gustaría vivir en Africa y al mismo tiempo decir que sí por respuesta, sentí que mis ojos brillan y mi corazón se acelere. Sólo la posibilidad de soñar conocer el continente de mis sueños me ha sostenido. Sentí una euforia inexplicable y un delicioso alegría. Hay un nuevo sueño, pero que ha durado años y siempre me llega un nuevo sueño cada vez. Me gustaría expresar mi amor, mi amor y admiración profunda para el pueblo africano, estos mis hermanos no se abrazaron, pero siempre el amor y la raíz para que cada uno sea bendito. Estimado, gran orgullo y admiración por ti.
  
Escritor de texto y autor Tony Casanova. Todos los derechos reservados y garantizados por leyes nacionales y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. La copia, el collage, la reproducción o divulgación de cualquier tipo, de todos o parte de ella, independientemente de los medios o extremos. La violación de estos derechos constituye un delito y es pasivo las sanciones legales aplicables.

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    Bekentenisse | My passie vir Afrika.

  Ek het aan die lig gebring in 'n aantal van my artikels op my spel die kultuur van die Europeërs, van hoe die tradisies, kuns en diversiteit van Europa se mense verlustig my, maar vir Afrika ek voel is die liefde self. Liefde in 'n onverklaarbare manier, 'n liefde wat nie kom weet waar, maar dit neem my 'n empatie sonder dimensies. Miskien omdat ek glo my Afro wortels, vir my ras of selfs deur my eie lyding Ek identifiseer soveel met die Afrikaners. As mense alleen ly aan rassisme, vooroordeel en diskriminasie, indink hoe dit ly aan dit alles 'n kontinent waar die meerderheid is swart en arm. Die media oordra beelde van Afrika waar dit vertoon uiterste armoede, siek mense, ongelukkig, bedel hulp van ryker nasies om hul inhou boazinhas doen en aanvaar rolle van heldinne, maar die realiteit van Afrika is iets heel anders. Ja, inderdaad is dit die arm mense, maar nie 'n ongelukkige mense. Hulle is dapper en moedige vegters en hierdie voorbeeld van moed en krag, in staat is om probleme wat die wêreld nie in die gesig staar aan te pak. Bekend vir die hoë voorkoms van kindersterftes en wanvoeding, die ryk lande probeer om die geluk van die beeld van 'n nasie wat gesigte in die gesig staar hul probleme te verberg en maak jou trots op hul herkoms.

  Kuns en Kultuur-Afrikaanse teenwoordig in elke uithoek van die wêreld en hulle, sowel as ons die noordooste van Brasilië is, het enorme bydrae tot die wêreld kulture. Praat van moeder-Afrika tuisland maak my opgewonde, voel ek praat oor my eie mense, diegene wat op sy gemak voel, amper asof ons gebore is in dieselfde nasie. Sekerlik diegene wat die waarde van die kleur van die vel en glo in die Ariese ras, beslis nooit die plesier van wat deel uitmaak van 'n nasie wie se mense bring die vreugde in eenvoudige dinge en weet hoe om te lewe met die bietjie wat hulle weet verdeel en kom saam in presiese tyd proe .

  Die hele stel van my bestaan ​​punt na Afrika, nie net my ras, my velkleur, my afkoms, my gevoelens en bowenal my liefde en liefde vir hierdie mense so baie, so dit lyk. Ek hou in my hart 'n reuse deel van liefde en voel geëerd toe ek 'n Afrikaan kontak en noem hom 'n vriend. Ek hou van musiek, dans, meng kleure in die skildery, soos alles hul tradisies te respekteer. Utopia? Waansin? No. Honestly Ek het geen rede om nie te myn lief en geen rede om nie te goed wil Afrikaners.

  Op 'n dag het ek gevra of ek wil graag in Afrika en terwyl sê ja vir 'n antwoord te leef, ek voel my oë skitter en my hart ras. Slegs die moontlikheid van drome ken die vasteland van my drome het my gehou. Ek voel 'n onverklaarbare euforie en 'n heerlike vreugde. Daar is 'n nuwe droom, maar wat jare geduur en kom altyd na my 'n nuwe droom elke keer. Ek wil graag my liefde, my liefde en diep bewondering uitspreek vir die mense van Afrika, maar my broers nie omhels, maar altyd lief en wortel vir almal om geseën word. Liewe, groot trots en bewondering vir jou.
  
Teks Skrywer en outeur Tony Casanova. Alle regte voorbehou en gewaarborg deur nasionale wetgewing en internasionale beskerming van intellektuele eiendom. Die kopiëring, collage, voortplanting of bekendmaking van enige aard, van alle of 'n deel daarvan, ongeag middel of eindig. Skending van hierdie regte 'n misdaad en is passiewe die toepaslike wetlike straf.

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.