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Natal | Falando Sobre o Renascimento. | Significado do Natal.

  Estamos nos aproximando da data em que comemoramos o Natal neste dia 25 próximo. A data é instituída como sendo a data em que nasceu o menino Jesus, apesar de que é uma oficialização que difere em algumas regiões pelo fato de se considerar o dia do nascimento real incerto. O fato é que grande parte do mundo adotou 25 de Dezembro como sendo a data oficial de celebração do nascimento de Jesus. Nesta época se reúnem pessoas cristãos de diversos Países para a comemoração. Há divergências na forma de comemoração de acordo com as culturas locais, credos e doutrinas, sendo para

Gospel | O Caráter de Jesus Cristo.

  Muito embora tivesse ele poder para tornar toda sua trajetória diferente, Jesus Cristo, de acordo com os escritos Bíblicos, nasceu em uma manjedoura, viveu entre os pobres e vestia-se com simplicidade. Não lhe preocupava ostentar poder algum, exibir riquezas ou mesmo impor sua autoridade á humanidade de maneira arbitrária. Ele tinha um propósito ao chegar á terra e cumpriu á risca este desígnio de Deus. Sua existência entre nós foi propositadamente semelhante a nossa, com a possibilidade de sentimento das mesmas dores, dos mesmos infortúnios e do mesmo sofrimento, mas ele venceu tudo isto. Seu corpo físico resistiu até onde pode suportar, mas seu corpo espiritual permaneceu intocado, intacto e sem nenhuma mácula, nenhum arranhão diante das atrocidades que contra ele foram cometidas.
  Suas vestes foram reduzidas a farrapos, na sua cabeça puseram uma coroa feita de afiados espinhos que lhe cortavam a testa, seu dorso recebia chicotadas vorazes a todo momento e na ponta destes chicotes foram colocadas pequenas lâminas que cortaram-lhe a carne. Foi obrigado a carregar uma pesada cruz de madeira, mesmo estando já fisicamente fraco e desnutrido. Davam-lhe vinagre para beber quando sentia sede. Seu corpo, ainda vivo, fora pregado no mesmo madeiro que fora obrigado a carregar e para isso foram utilizados pregos enormes e afiados que foram batidos nas suas mãos e pés para sustenta-lo na cruz. Ali permaneceu sofrendo sua punição comum na época, a crucificação que fatalmente levaria seu físico ao extremo da dor e ao conhecimento da morte. Assim ele morreu na carne, mas não no espírito. 
  A morte de Jesus Cristo marca o registro da total crueldade humana e mais ainda que isto, a maior prova do amor do criador pela sua criação. Sendo Jesus filho primeiro e único de Deus, num gesto supremo de misericórdia ele sacrificou sua própria vida para que a humanidade fosse perdoada dos seus pecados. Sem este sacrifício Deus não teria misericórdia de nenhum homem na terra, mas foi o gesto do seu filho amado e querido que intercedeu por todos nós junto ao pai.  Eu não vou aqui fazer uma narração descritiva mostrando ponto-a-ponto o caráter de Cristo, para descobrirmos isto basta-nos saber que ele não se submeteu a nenhuma das paixões humanas que conhecemos, não exerceu nenhuma ação que maculasse a sua condição de filho de Deus, portanto o seu caráter é de tal forma tão transparente quanto desnecessário de ser descrito aqui.
  Talvez ainda haja quem relute em acreditar que Cristo tenha realmente existido entre nós, talvez seja mais fácil acreditar que o homem tenha de fato pisado na lua ou que o mundo tenha sido sido resultado de uma explosão de meteoros gigantescos ou ainda que a humanidade seja produto da evolução de Símios e Primatas, evoluído da ameba ou de extra-terrestres, nada disso porém exclui a verdade sobre Deus e o seu filho Jesus Cristo, queiram os homens acreditar ou não.  A verdade sempre existiu e sempre existirá independente daqueles que acreditam ou não na sua existência.  Não é esta a primeira vez que a criatura se rebela contra o seu criador, isto vem sendo feito desde que o mundo e o homem foram criados.
  E exatamente pelo fato de a criatura ter se desviado dos caminhos do seu Criador que nasceu o primeiro homem chamado Adão e á partir dele foi criada a primeira mulher que se chamava Eva. Juntos eles iniciaram a geração pecaminosa quando desobedeceram ao criador e consequentemente foram expulsos do paraíso.  A partir dai a trajetória humana passou a ser modificada e o final destinado á toda humanidade seria a destruição através das potentes mãos de Deus. Jesus Cristo porém passou a interceder ao pai pelos humanos e entregou sua própria vida para que seus pecados fossem perdoados. Para você ainda resta alguma dúvida á respeito do caráter de Jesus? 

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
***Escrita com base em leituras Bíblicas de diversos livros sacros.

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 Gospel | The Character of Jesus Christ.

 Even though he had the power to make his whole course different, Jesus Christ, according to the Biblical writings, was born in a manger, lived among the poor, and dressed in simplicity. He did not bother to show any power, to show riches, or even to impose his authority on humanity in an arbitrary manner. He had a purpose when he reached the earth and fulfilled this design of God to the letter. His existence among us was purposefully similar to ours, with the possibility of feeling the same pains, the same misfortunes and the same suffering, but he overcame all this. His physical body resisted as far as he could bear, but his spiritual body remained untouched, intact and without any blemish, no scratch in the face of the atrocities committed against him.
  His garments were reduced to tatters, and on his head they wore a crown made of sharp thorns that cut his forehead, his back received ravenous whips all the time and at the tip of these whips were placed small blades that cut the flesh. He was forced to carry a heavy wooden cross, even though he was already physically weak and malnourished. They gave him vinegar to drink when he was thirsty. His body, still alive, had been nailed to the same wood he had been forced to carry, and for this purpose large, sharp nails were used which were struck in his hands and feet to support him on the cross. There he remained suffering his common punishment at the time, the crucifixion that would fatally take his physique to the extreme of pain and the knowledge of death. So he died in the flesh, but not in the spirit.
  The death of Jesus Christ marks the record of total human cruelty and even more than this, the greatest proof of the creator's love for his creation. As Jesus was the first and only son of God, in a supreme gesture of mercy he sacrificed his own life so that mankind could be forgiven of his sins. Without this sacrifice God would have no mercy on any man on earth, but it was the gesture of his beloved son who interceded for us all with his father. I do not go here to make a descriptive narration showing point-by-point the character of Christ, to discover this it suffices to know that he did not submit to any of the human passions that we know, did not exercise any action that would mar their sonhood of God, so his character is as transparent as it is unnecessary to be described here.
  Perhaps there is still someone who reluctantly believes that Christ really existed among us, perhaps it is easier to believe that man has actually stepped on the moon or that the world has been the result of an explosion of gigantic meteors or even that mankind is a product of the evolution of Apes and Primates, evolved from the amoeba or from extraterrestrials, none of this excludes the truth about God and his son Jesus Christ, whether men believe or not. The truth has always existed and will always exist independent of those who believe or not in their existence. This is not the first time that the creature rebels against its creator, this has been done since the world and man were created.
  It is precisely because the creature has deviated from the ways of its Creator that the first man named Adam was born and from it was created the first woman whose name was Eve. Together they began the sinful generation when they disobeyed the creator and were consequently expelled of paradise. From then on the human trajectory began to be modified and the end destined to all humanity would be the destruction through the powerful hands of God. Jesus Christ, however, proceeded to intercede with his father for the humans and gave his own life so that his sins could be forgiven. Do you still have any doubts about the character of Jesus?

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
*** Writing based on Bible readings from several sacred books.

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 Evangelio | El Carácter de Jesucristo.

 A pesar de que tenía poder para hacer toda su trayectoria diferente, Jesucristo, de acuerdo con los escritos bíblicos, nació en un pesebre, vivió entre los pobres y se vestía con sencillez. No le preocupaba ostentar poder alguno, exhibir riquezas o incluso imponer su autoridad a la humanidad de manera arbitraria. Él tenía un propósito al llegar a la tierra y cumplió a raya este designio de Dios. Su existencia entre nosotros fue deliberadamente semejante a la nuestra, con la posibilidad de sentimiento de los mismos dolores, de los mismos infortunios y del mismo sufrimiento, pero él venció todo esto. Su cuerpo físico se resistió hasta donde puede soportar, pero su cuerpo espiritual permaneció intacto y sin ninguna mancha, ningún rasguño ante las atrocidades que contra él se cometieron.
  Sus vestiduras se redujeron a los haces, en su cabeza pusieron una corona hecha de afilados espinas que le cortaban la frente, su dorso recibía azotadas voraces en todo momento y en la punta de estos latigazos se colocaron pequeñas láminas que le cortaron la carne. Fue obligado a cargar una pesada cruz de madera, aun estando ya físicamente débil y desnutrido. Le daban vinagre para beber cuando sentía sed. Su cuerpo, aún vivo, había sido clavado en el mismo madero que había sido obligado a cargar y para ello se utilizaron clavos enormes y afilados que fueron golpeados en sus manos y pies para sostenerlo en la cruz. Allí permaneció sufriendo su castigo común en la época, la crucifixión que fatalmente llevaría su físico al extremo del dolor y al conocimiento de la muerte. Así murió en la carne, pero no en el espíritu.
  La muerte de Jesucristo marca el registro de la total crueldad humana y más aún que esto, la mayor prueba del amor del creador por su creación. Siendo Jesús hijo primero y único de Dios, en un gesto supremo de misericordia él sacrificó su propia vida para que la humanidad fuera perdonada de sus pecados. Sin este sacrificio Dios no tendría misericordia de ningún hombre en la tierra, sino que fue el gesto de su hijo amado y querido que intercedió por todos nosotros junto al padre. No voy a hacer aquí una narración descriptiva mostrando punto a punto el carácter de Cristo, para descubrir esto basta con saber que él no se sometió a ninguna de las pasiones humanas que conocemos, no ejerció ninguna acción que macular su condición de hijo de Dios, por lo tanto su carácter es tan transparente como innecesario de ser descrito aquí.
  Tal vez todavía haya quien se niegue a creer que Cristo haya existido entre nosotros, tal vez sea más fácil creer que el hombre haya pisado realmente la luna o que el mundo haya sido resultado de una explosión de meteoros gigantes o de que la humanidad sea producto de la evolución de Simios y Primatas, evolucionado de la ameba o de extraterrestres, nada de eso, sin embargo, excluye la verdad sobre Dios y su hijo Jesucristo, que los hombres creen o no. La verdad siempre existió y siempre existirá independiente de aquellos que creen o no en su existencia. No es ésta la primera vez que la criatura se rebela contra su creador, esto viene siendo hecho desde que el mundo y el hombre fueron creados.
  Y precisamente por el hecho de que la criatura se había desviado de los caminos de su Creador que nació el primer hombre llamado Adán y desde él se creó la primera mujer que se llamaba Eva. Juntos empezaron la generación pecaminosa cuando desobedecieron al creador y consecuentemente fueron expulsados del paraíso. A partir de ahí la trayectoria humana pasó a ser modificada y el final destinado a toda la humanidad sería la destrucción a través de las potentes manos de Dios. Jesucristo, sin embargo, pasó a interceder al padre por los humanos y entregó su propia vida para que sus pecados fueran perdonados. ¿Para usted todavía queda alguna duda respecto al carácter de Jesús?

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*** Escritura basada en lecturas bíblicas de diversos libros sacros.

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Reflexão | A Pobre Vida de Pobre.

  Talvez nunca tenhamos parado para refletir sobre o fato de Jesus, filho de Deus, ter nascido em uma manjedoura e vivido como um pobre entre tantos homens poderosos financeiramente na sua época. Ele poderia ter nascido em berço de ouro, ter os melhores recursos e possuir as maiores riquezas que um homem pudesse ter, mas andou de montaria, inseriu-se em meio ao povo pobre e preferia estar entre eles por sentir-se bem assim. Mas por que Jesus viveu desta forma? O fato do Rei dos Reis ter vivido assim não causa estranheza, mas perguntar porque ele viveu como pobre sim. A pergunta denuncia o desconhecimento do propósito de Deus com esta ação. De igual maneira Jesus nos confundiu com diversas ações como o fato de sofrer perseguições sem nunca ter feito nada que justificasse isso.
  Mas não é só por ai que ficam as ações enigmáticas do filho de Deus. Ele e talvez a mais surpreendente de todas foi sem dúvida a sua morte, fato que deixou evidente que Cristo esteve entre em nós em corpo físico e mesmo com isenção total de pecados, sofreu toda sorte de maldades e heresias que um ser humano pode receber na terra. Suas acusações, seu apedrejamento, açoite e crucificação já era sabido por ele através do Pai, mas mesmo assim ele entregou-se a tudo isso. Mas por que fizera tamanha loucura? Talvez você não tenha percebido, mas todas as coisas que Deus faz neste mundo parecerem loucura para os homens, mas depois que Jesus foi injustiçado, humilhado, açoitado e crucificado você ainda pensa que o louco era Ele? Repense sua pergunta e seus questionamentos acerca de Justiça.
  Analise trechos como o que narra Abraão, ele que é considerado biblicamente como o Pai da Fé, tendo que sacrificar seu primeiro e único filho em cumprimento a uma determinação divina. Realmente ele esteve disposto a isto por amor a Deus e o faria se não tivesse recebido, no momento exato do sacrifício, ordens para não fazê-lo. Era uma prova de fé e ele foi aprovado. Vejamos também a história de Jó, homem de muitas riquezas e cujas posses eram incontáveis, mas que perdeu tudo que possuía, inclusive a família, mas conservou a sua fé no seu Senhor e Salvador. Não lhe parece loucura? As coisas de Deus são assim; para nós parecem realmente loucuras.
  O que dizer então de Sansão vencendo o gigante Golias utilizando uma funda munida de uma pequena pedra? Foi assim que um pequeno fez tombar aquela criatura enorme utilizando apenas uma pedra. E o morto Lázaro que após quatro dias de falecido, ergue-se da tumba sob as ordens de Jesus, deixando Martha, sua irmã maravilhada com tanta fé e poder de Jesus? Talvez tais acontecimentos pareçam loucuras, principalmente ao homem moderno que é incapaz de conceber que alguém tão importante e espiritualmente poderoso não ostentasse seu poder através de bens materiais como ouro, jóias e toda sorte de riquezas.  Ocorre que se Deus ou mesmo seu filho agissem como agem o homem, pensassem como pensam os homens e desejassem aquilo que os homens desejam, nem o Pai seria Deus e nem o Filho seria Jesus Cristo, mas apenas homens como qualquer outro, sem poder algum.
  Para cada ação há um propósito e cada propósito se limita á vontade do Pai, por esta razão Cristo teve vida pobre, isenta de luxos, desejos humanos e riquezas materiais. Ele sentiu nossas dificuldades, viveu nossas dores e morreu como qualquer um de nós, mas ressuscitou como um autêntico filho de Deus para provar que mediante a fé tudo é possível. Talvez muitos não consigam sequer imaginar viver uma vida de pobre,já que a ambição humana é para alguns, maior que a própria fé, maior que o amor, maior que tudo. Ser pobre não é o fim, afinal para Jesus, ter nascido e vivido como pobre foi apenas o começo que o levou á salvação mediante o produto da sua fé.

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 Reflection | The Poor Life of the Poor.

 Perhaps we have never stopped to reflect on the fact that Jesus, son of God, was born in a manger and lived like a poor man among so many powerful men financially in his day. He could have been born in a cradle of gold, have the best resources, and possess the greatest riches a man could ever have, but rode his horse, set himself among the poor, and preferred to be among them for feeling good. But why did Jesus live this way? The fact that the King of Kings has lived this way does not cause strangeness, but to ask why he lived as poor yes. The question denounces the ignorance of God's purpose with this action. In the same way, Jesus confused us with various actions such as suffering persecution without having done nothing to justify this.
  But it is not only that the enigmatic actions of the son of God remain. He and perhaps the most surprising of all was undoubtedly his death, a fact that made evident that Christ was among us in physical body and even with total exemption of sins, suffered all sorts of evil and heresies that a human being can receive in the Earth. His accusations, stoning, scourging, and crucifixion were already known to him through the Father, but even so he gave himself up to all this. But why had he made such madness? Maybe you did not realize it, but all the things God does in this world seem crazy to men, but after Jesus was wronged, humiliated, scourged and crucified, do you still think He was crazy? Rethink your question and your questions about Justice.
  Analyze excerpts such as that narrated by Abraham, who is considered biblically as the Father of the Faith, having to sacrifice his first and only son in fulfillment of a divine determination. He really was willing to do this out of love for God and would do it if he had not received, at the exact moment of the sacrifice, orders not to do it. It was a test of faith and it was approved. Let us also see the story of Job, a man of many riches, whose possessions were uncountable, but who lost all that he possessed, including his family, but kept his faith in his Lord and Savior. Does not that sound crazy? The things of God are like this; for us they seem really crazy.
  What, then, of Samson overcoming the giant Goliath using a sling with a small stone? It was thus that a little one made to fall that enormous creature using only a stone. And the dead Lazarus who after four days of decease rises from the tomb under Jesus' orders, leaving Martha, his sister marveling with so much faith and power of Jesus? Perhaps such events seem crazy, especially to the modern man who is incapable of conceiving that someone as important and spiritually powerful would not display his power through material possessions like gold, jewels and all sorts of riches. It happens that if God or even his son acted as man acted, think as men think and desire what men desire, neither the Father would be God nor the Son would be Jesus Christ, but only men like any other, without power .
  For every action there is a purpose and every purpose is limited to the will of the Father, for this reason Christ had a poor life, free of luxuries, human desires and material riches. He felt our difficulties, lived our pains and died like any of us, but rose again as an authentic son of God to prove that through faith everything is possible. Perhaps many can not even imagine living a poor life, since human ambition is for some, greater than faith itself, greater than love, greater than all. To be poor is not the end, after all for Jesus, to have been born and lived as poor was only the beginning that brought him to salvation through the product of his faith.

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 Reflexión | La Pobre Vida de Pobre.

 Tal vez nunca hayamos parado para reflexionar sobre el hecho de que Jesús, hijo de Dios, nació en un pesebre y vivido como un pobre entre tantos hombres poderosos financieramente en su época. Él podría haber nacido en cuna de oro, tener los mejores recursos y poseer las mayores riquezas que un hombre pudiera tener, pero anduvo de montar, se insertó en medio del pueblo pobre y prefería estar entre ellos por sentirse bien así. Pero, ¿por qué Jesús vivió de esta manera? El hecho del Rey de los Reyes haber vivido así no causa extrañeza, sino preguntar por qué él vivió como pobre sí. La pregunta denuncia el desconocimiento del propósito de Dios con esta acción. De igual manera Jesús nos confundió con diversas acciones como el hecho de sufrir persecuciones sin nunca haber hecho nada que justificara eso.
  Pero no es sólo por ahí que quedan las acciones enigmáticas del hijo de Dios. Él y quizás la más sorprendente de todas fue sin duda su muerte, hecho que dejó evidente que Cristo estuvo entre nosotros en cuerpo físico e incluso con exención total de pecados, sufrió toda suerte de maldades y herejías que un ser humano puede recibir en la tierra. Sus acusaciones, su apedreamiento, azote y crucifixión ya era sabido por él a través del Padre, pero aún así él se entregó a todo eso. Pero ¿por qué había hecho tanta locura? Tal vez usted no haya percibido, pero todas las cosas que Dios hace en este mundo parecen locura para los hombres, pero después que Jesús fue injustamente, humillado, azotado y crucificado usted todavía piensa que el loco era Él? Repita su pregunta y sus preguntas acerca de la justicia.
  Analice fragmentos como lo que narra a Abraham, él que es considerado biblicamente como el Padre de la Fe, teniendo que sacrificar a su primer y único hijo en cumplimiento a una determinación divina. Realmente él estuvo dispuesto a esto por amor a Dios y lo haría si no hubiera recibido, en el momento exacto del sacrificio, órdenes para no hacerlo. Era una prueba de fe y fue aprobado. Veamos también la historia de Job, hombre de muchas riquezas y cuyas posesiones eran incontables, pero que perdió todo lo que poseía, incluso la familia, pero conservó su fe en su Señor y Salvador. ¿No le parece locura? Las cosas de Dios son así; para nosotros parecen realmente locos.
  ¿Qué decir entonces de Sansón venciendo al gigante Goliat utilizando una funda provista de una pequeña piedra? Fue así que un pequeño hizo caer aquella criatura enorme utilizando sólo una piedra. Y el muerto Lázaro que después de cuatro días de fallecido, se alza de la tumba bajo las órdenes de Jesús, dejando a Martha, su hermana maravillada con tanta fe y poder de Jesús? Tal vez tales acontecimientos parezcan locos, sobre todo al hombre moderno que es incapaz de concebir que alguien tan importante y espiritualmente poderoso no ostenta su poder a través de bienes materiales como oro, joyas y toda suerte de riquezas. Ocurre que si Dios o incluso su hijo actúan como actúan el hombre, pensáis cómo piensan los hombres y deseáis lo que los hombres desean, ni el Padre sería Dios y ni el Hijo sería Jesucristo, sino sólo hombres como cualquier otro, sin poder alguno .
  Para cada acción hay un propósito y cada propósito se limita a la voluntad del Padre, por esta razón Cristo tuvo vida pobre, exenta de lujos, deseos humanos y riquezas materiales. Él sintió nuestras dificultades, vivió nuestros dolores y murió como cualquiera de nosotros, pero resucitó como un auténtico hijo de Dios para probar que mediante la fe todo es posible. Tal vez muchos no puedan ni siquiera imaginar vivir una vida de pobre, ya que la ambición humana es para algunos, mayor que la propia fe, mayor que el amor, mayor que todo. Ser pobre no es el fin, después de todo para Jesús, haber nacido y vivido como pobre fue sólo el comienzo que lo llevó a la salvación mediante el producto de su fe.

 La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

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