Dizem que um escritor revive na mente todos os momentos que escreve. Asseguro que nem todos são momentos reais, grande parte é produto fictício da mente, mas há também muito de realidade naquilo que escrevemos. Hoje, tomado de profundo saudosismo, me pus a escrever esta crônica e a apresento a vocês como parte de mim, do meu interior. Por anos relutei a fazer, em parte por respeito á memória da minha, mas ciente de que o texto me me abraça com saudades e me ampara na angústia, resolvi trazê-lo á público. Minha mãe, a quem eu carinhosamente me referia e ainda me refiro como dona Mira, mesmo tendo partido para os braços do pai, permanece viva em minha lembranças através da recordação dos bons momentos que vivemos juntos enquanto a vida nos permitiu, por isso fiz esta breve cartinha para ela. Continue lendo....
Críticas literárias, sobre arte, cultura e tradições. Música, Dança, Cinema, Televisão, Teatro e textos informativos.
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