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Crônica | Uma Carta para Minha Mãe.

  Dizem que um escritor revive na mente todos os momentos que escreve. Asseguro que nem todos são momentos reais, grande parte é produto fictício da mente, mas há também muito de realidade naquilo que escrevemos. Hoje, tomado de profundo saudosismo, me pus a escrever esta crônica e a apresento a vocês como parte de mim, do meu interior.  Por anos relutei a fazer, em parte por respeito á memória da minha, mas ciente de que o texto me me abraça com saudades e me ampara na angústia, resolvi trazê-lo á público. Minha mãe, a quem eu carinhosamente me referia e ainda me refiro como dona Mira, mesmo tendo partido para os braços do pai, permanece viva em minha lembranças através da recordação dos bons momentos que vivemos juntos enquanto a vida nos permitiu, por isso fiz esta breve cartinha para ela. Continue lendo....

Humor | Eu Vi na Net | Crônica das Pegadinhas.

  As vezes estamos naquele tédio medonho e para distrair resolvemos navegar na internet. em busca de algo engraçado. Quem nunca, não é mesmo? Pois é, numa destas navegadas encontrei alguns vídeos que me chamaram a atenção. O primeiro era de duas crianças asiáticas que pareciam ser irmãs. Tratava-se de um garoto e uma menina, provavelmente mais velha que ele um pouco.  O garoto bem no estilo japinha, olhinhos puxados, tinha tudo para ser um fofo, só que não! Eles estavam com água na boca prontos para fazer uma brincadeira onde aquele que sorriso espirraria a água no rosto do outro. Mas aquele japa não estava com boas intenções!  Ele arquitetava jogar água no rosto da irmã a qualquer momento e ela, não menos esperta, percebeu as intenções do pestinha. Continue Lendo...

Crônica | É Triste Ser Inútil.

  Na vida da gente acontecem coisas engraçadas e outras nem tanto e é exatamente este "nem tanto" que separei para vocês nesta crônica. Hoje consigo dar risadas do fato, mas confesso que quando ocorreu não teve graça nenhuma. Sabe aquele momento da vida em que a infância nos retorna á mente e resolvemos fazer arte? Digo arte não no sentido artístico da palavra, mas no conceito da traquinagem de meninos mesmo. Pois é, foi o que aconteceu comigo numa bela manhã de sábado ensolarado.  Tinha tudo para ser lindo aquele dia bonito, mas não foi. Para saber desta história e seu desfecho continue lendo e saberá como é Triste  Ser Inútil.

Crônica | As Maravilhas do Final de Ano.

  Que beleza, ano termina e começa outra vez, como diz a canção da cantora Simone. Todos naquela expectativa de cair no rega bofes. Dar uns abraços, apertar mãos, enfim desejar feliz ano novo. Mas apesar de toda animação do mundo, você resolveu ficar quieto, tranquilão, em casa e resolveu aproveitar o feriadão para descansar.  Descansar? Como assim Brasil? Isso mesmo, ficar na boa, assistir uns filmes na TV aberta e ficar de bem com a vida. Só que não. Quando dá 20:00 horas aquele seu vizinho começa a receber visitas em casa. Povo louco para comer um churrasco de graça e bebericar uma pingas. Dai alguém veio naquele carrão lindo e equipado com um potente som que quando ligado quase arranca os vidros do para-brisas. O miserável

Crônica | Como Assim Brasil?

  Viver no Brasil é fácil,  o País é lindo, povo alegre apesar dos motivos para tristeza, muitas praias, sol, enfim é o lugar, mas difícil é entender certas situações que só acontecem nos rincões verde e amarelos do mundo.  Amigo eu vou te contar um negócio, se você for parar para entender tudo desta nossa Nação tu fica louco menino. Sério mesmo! Eu separei algumas situações comuns e que tenho certeza você, algum dia já se deparou com uma delas. Muitas destas situações ocorrem no nosso dia-a-dia ou são noticiadas nos telejornais, estão na internet ou nas paginas de algum jornal impresso, mas todas refletem um lado estranho e complicado de se entender. Abaixo você verá algumas pérolas cuidadosamente separadas para seu deleite.

Telejornais.  Um indivíduo é baleado na rua e rapidamente é socorrido e após tomar conhecimento do fato, o telejornal noticia: Homem é baleado na rua e foi levado ás pressas ao hospital onde passou por intervenção cirúrgica e agora passa bem. Como assim Brasil, passa bem? Amigo o homem levou um tiro e está operado passando bem? Não entendi o conceito de "passar bem". Não deveria ser: Está fora de perigo? A coisa melhora muito quando a situação complica e vem a nota: Ele corre risco de vida. Como assim Brasil, risco de vida? O risco é de morte. Ou não? Sei lá o que queriam dizer, só sei que foi dito. Mas eu até hoje não entendo mesmo é porque o cidadão após ter noticiado a morte de várias pessoas em um terrível incêndio, vira para a câmera, sorri e diz: Boa noite. Como assim Brasil, boa noite com o povo queimado vivo? Que boa noite macabro. Parece coisa do filme de Chuck.

Ainda nos Telejornais. Amigo, a emissora gastou um dinheiro infeliz para por um link á disposição do repórter, então ele vai lá e faz a mesma pergunta aos transeuntes: O que você faria se ganhasse sozinho na mega sena?  Como assim Brasil? Que pergunta é esta? As respostas são tão óbvias quanto a inteligência da pergunta. E quando o jornalista vai perguntar para a mãe que está no velório do filho que faleceu vítima de homicídio: Como a senhora está se sentindo neste momento? Amigo, amigo, como assim Brasil? Como se sente a mãe que perde um filho cuja vida foi interrompida? Outro dia eu estava assistindo a um noticiário famoso e a matéria era sobre o Rio São Francisco. Lá estava a repórter e um velho pescador ribeirinho. Então a repórter olhando o trecho devastado do rio, quase seco por completo, manda a seguinte pergunta: Aqui já teve muito peixe não é seu seu José?  Como assim Brasil, ali já teve muito peixe? Ela mandou a pergunta e a resposta ao mesmo tempo.

Na Internet. Um aplicativo de vídeo streaming muito famoso, que está sendo muito usado no  momento, vem acumulando reclamações porque alguns usuários são banidos e outros não, sendo que as razões são as mesmas. Como assim Brasil, dois pesos e duas medidas? É tipo pagou pode tudo e não pagou não pode nada? Outro aplicativo usado pelos famosos e celebridades vem subindo á cabeça daqueles que querem seus 15 minutos de fama e para isso vale tudo, até expor a própria mãe e familiares ao ridículo. Como assim Brasil? Vale tudo por dinheiro e fama?  Mas nada supera o prazer que alguns tem de demonstrar seu narcisismo exibindo bíceps, tríceps e glúteos nas redes sociais.  Ah! Brasil, isso é insuperável. Pessoas que se acham celebridades porque conseguem milhares de tarados seguidores porque exibem diariamente o corpo nas redes sociais. Como assim Brasil? Rede social serve para isso agora? Infelizmente sim. Retratos de um povo que está perdendo a noção, mas continua sorrindo porque acha tudo isto muito lindo.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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 Chronicle | How is Brazil?

 Living in Brazil is easy, the country is beautiful, people are happy despite the reasons for sadness, many beaches, sun, at last is the place, but difficult to understand certain situations that only happen in the green and yellow corners of the world. Friend I'm going to tell you a deal, if you stop to understand everything about our Nation you go crazy boy. Really! I've separated some common situations and that I'm sure you've ever encountered one of them. Many of these situations occur in our daily lives or are reported on the news, are on the Internet or on the pages of some printed newspaper, but all reflect a strange and complicated side to understand. Below you will see some pearls carefully separated for your delight.

Telejornais. A man is shot in the street and rushed to the hospital where he underwent surgery, and now he is well. How is Brazil doing well? Friend, the man was shot and he's operating well? I did not understand the concept of "having a good time". Should not be: Are you out of danger? The situation gets much better when the situation complicates and comes the note: He is at risk of life. What is Brazil like, life threatening? The risk is death. Or not? I do not know what they meant, I just know it was said. But even today I do not understand it is because the citizen after having reported the death of several people in a terrible fire, turns to the camera, smiles and says: Good evening. How well Brazil, good night with the people burned alive? Good night, macabre. Sounds like the Chuck movie.

Still on the Telejornais. Friend, the broadcaster has spent unhappy money for a link at the disposal of the reporter, so he goes there and asks the same question to the passers-by: What would you do if you won alone on the mega sena? What do you mean Brazil? What question is this? The answers are as obvious as the intelligence of the question. And when the journalist will ask the mother who is at the wake of the son who died a victim of murder: How are you feeling right now? Friend, friend, what do you mean Brazil? How does the mother feel that she loses a child whose life has been interrupted? The other day I was watching a famous newscast and the story was about the San Francisco River. There was the reporter and an old river fisherman. Then the reporter looking at the devastated stretch of the river, almost completely dry, asks the following question: "Have you had a lot of fish here, is not yours your Jose?" What do you mean, Brazil, there was a lot of fish there? She sent the question and the answer at the same time.

On the Internet. A very famous video streaming application, which is being used a lot at the moment, has been accumulating complaints because some users are banned and others are not, and the reasons are the same. How do Brazil, two weights and two measures? It's kind of paid can everything and paid nothing can nothing? Another application used by celebrities and celebrities comes to the head of those who want their 15 minutes of fame and for that is worth everything, even exposing their own mother and family to ridicule. What do you mean Brazil? Is it worth it for money and fame? But nothing beats the pleasure that some have of demonstrating their narcissism by displaying biceps, triceps and glutes on social networks. Ah! Brazil, this is insurmountable. People who find themselves celebrities because they get thousands of die-hard followers because they display their bodies daily on social networks. What do you mean Brazil? Is social networking good for now? Sadly yes. Portraits of a people who are losing their notion, but still smiling because they find all this very beautiful.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

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 Crónica | ¿Cómo así Brasil?

 En el caso de que se trate de una de las más importantes de la historia de la humanidad, es que, a pesar de los motivos para la tristeza, muchas playas, sol, en fin es el lugar, pero difícil es entender ciertas situaciones que sólo ocurren en los rincones verdes y amarillos del mundo. Amigo te voy a contar un negocio, si vas a parar a entender todo de nuestra Nación te quedas loco niño. ¡De verdad! Yo separé algunas situaciones comunes y que estoy seguro de usted, algún día ya se ha encontrado con una de ellas. Muchas de estas situaciones ocurren en nuestro día a día o son noticiadas en los telediarios, están en internet o en las páginas de algún periódico impreso, pero todas reflejan un lado extraño y complicado de entenderse. A continuación verás algunas perlas cuidadosamente separadas para tu deleite.

Telejornales. Un hombre es baleado en la calle y rápidamente es socorrido y tras tomar conocimiento del hecho, el telediario noticia: Hombre es baleado en la calle y fue llevado a las presas al hospital donde pasó por intervención quirúrgica y ahora pasa bien. ¿Cómo así Brasil, pasa bien? ¿Amigo el hombre llevó un tiro y está operado pasando bien? No entendía el concepto de "pasar bien". No debería ser: ¿Está fuera de peligro? La cosa mejora mucho cuando la situación complica y viene la nota: Él corre riesgo de vida. ¿Cómo así Brasil, riesgo de vida? El riesgo es de muerte. ¿O no? Sé lo que querían decir, sólo sé que fue dicho. Pero yo hasta hoy no entiendo es porque el ciudadano después de haber divulgado la muerte de varias personas en un terrible incendio, se vuelve a la cámara, sonríe y dice: Buenas noches. ¿Cómo así Brasil, buenas noches con el pueblo quemado vivo? Que buena noche macabro. Parece algo de la película de Chuck.

En los Telejornales. La emisora ​​gastó un dinero infeliz para un enlace a disposición del reportero, entonces él va allí y hace la misma pregunta a los transeúntes: ¿Qué harías si ganara solo en la mega sena? ¿Cómo así Brasil? ¿Qué pregunta es ésta? Las respuestas son tan obvias como la inteligencia de la pregunta. Y cuando el periodista va a preguntar a la madre que está en el velatorio del hijo que falleció víctima de homicidio: ¿Cómo se siente usted en este momento? ¿Amigo, amigo, como así Brasil? ¿Cómo se siente la madre que pierde un hijo cuya vida ha sido interrumpida? Otro día estaba asistiendo a un noticiero famoso y la materia era sobre el Río San Francisco. Allí estaba la reportera y un viejo pescador ribereño. Entonces la reportera mirando el trecho devastado del río, casi seco por completo, manda la siguiente pregunta: ¿Aquí ya tuvo mucho pescado no es su su José? ¿Cómo así Brasil, allí ya tuvo mucho pescado? Ella mandó la pregunta y la respuesta al mismo tiempo.

En Internet. Una aplicación de video streaming muy famoso, que está siendo muy utilizado en el momento, viene acumulando reclamaciones porque algunos usuarios son baneados y otros no, siendo que las razones son las mismas. ¿Cómo así Brasil, dos pesos y dos medidas? ¿Es tipo pagado puede todo y no pagó no puede nada? Otra aplicación usada por los famosos y celebridades viene subiendo a la cabeza de aquellos que quieren sus 15 minutos de fama y para eso vale todo, hasta exponer a la propia madre y familiares al ridículo. ¿Cómo así Brasil? ¿Vale todo por dinero y fama? Pero nada supera el placer que algunos tienen de demostrar su narcisismo exhibiendo bíceps, tríceps y glúteos en las redes sociales. ¡Ah! Brasil, eso es insuperable. Personas que se encuentran celebridades porque logran miles de tarados seguidores porque exhiben diariamente el cuerpo en las redes sociales. ¿Cómo así Brasil? ¿Red social sirve para eso ahora? Lamentablemente si. Retratos de un pueblo que está perdiendo la noción, pero continúa sonriendo porque encuentra todo esto muy lindo.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

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Crônica | O Trava-Línguas da Burocracia.| Inutilidades.

  E Deus criou o homem e o homem inventou a escrita e a partir dai começaram as complicações. Acredito eu piamente que a primeira invenção do homem foi a complicação. Meu pai eterno, eu nunca vi criatura para complicar mais que o Homo Sapiens!  Há quem afirme, ideia nem sei tirada de onde, que a escrita serve para o entendimento, a comunicação do ser humano, mas alguém é capaz de me dizer porque então alguns, ou a maioria dos médicos tem que escrever daquele jeito? Por que meu Deus! Gente do céu, se pessoas formadas, conhecedoras da língua, alto nível de conhecimento não conseguem entender o que estes profissionais escrevem nas receitas, como haverá de entender um semi-analfabeto, me digam?
  Mas neste mundinho de meu Deus há coisas ainda piores que as letras dos médicos, sim há. Discurso de Políticos e falas e documentos técnicos de autoridades! Alguém sabe me dizer o exato significado do termo "Dispositivo Improvisado para Captação de Recursos Hídricos Naturais". Fala a verdade, você está sorrindo. Deve estar porque é hilário alguém usar tanta linguagem técnica para dizer a palavra "Gambiarra".Gente, fala sério! Isto é o cúmulo!O mundo está cheio de protocolos inúteis, burocracias e complicações tudo em nome da Hierarquia Burocrática dos órgãos, que invés de facilitar a comunicação e a prestação de serviços, acaba gerando morosidade e desentendimento gratuito. Alguém sabe me dizer quem inventou a carta ofício? Foi um rei. O Rei da Burocracia!
  E me confidenciava um amigo mineiro que disse o seguinte dos documentos necessários para transferir um imóvel: - É tanto trem que precisa preencher que deu canseira. Desisti da lasqueira da compra e fui para casa descansar um cadinho! É tanta coisa sem explicação, sem nexo e sem fundamento que realmente fica difícil entender, quanto mais explicar. Dia destes fui á farmácia comprar um medicamento prescrito pelo médico e ao chegar o atendente "traduziu" a letra do médico e me disse que medicamento era aquele. Falou que não tinha, mas havia um similar á base da mesma fórmula que era o ... deixa pra lá que nem vou escrever aqui o diabo de nome complicado que aquela criatura falou. Fiquei passado! Passado e de chapinha!
  Quer tentar entender o que estou dizendo? Leia o nome dos ingredientes daquele produto que você comprou e queria saber o que continha. Está lá escrito: Flavorizante, Espessante, Azul 3 D, enfim um monte de tranqueira que você não entende desgraça nenhuma! Mas está lá como determina a Lei. A Lei da complicação. Quer mais? Você sabe o que é Lecitina de Soja? Pois é leite de soja que vem misturado ao leite em pó que você compra como sendo leite bovino, mas na embalagem está escrito contém x% de Lecitina de Soja. E pensar que tem gente que nem sabe o que é isso. E quando nos deparamos com termos como Emulsificante, Espumante, Espessante, Ruborizante e etc? Imagine a tiazinha do interior tendo que decifrar estas linguagens para saber que diabos contém no produto que vai comprar.
  Existem órgãos que emitem pareceres tão técnicos, mas tão técnicos que é preciso outro técnico para decifrar e a ideia é exatamente esta. É o lado bom da burocracia e da complicação gerando emprego e renda, detonando a sua renda para outro decifrar. E depois estes inventores de complicações e burocracias ficam falando mal dos internautas que inventaram o internetês. Ah! Vá, tenha paciência né. Acho tão fofa a linguagem dos internautas. Só os técnicos é que não entendem, mas o povão, gente da gente, antenada nos sites e redes sociais da vida entendem tudinho. O internetês é um tapa desferido contra a face dos burocratas e suas complicações. E viva os internautas, este intrépidos criadores de linguagens. 

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   Chronicle | The Lock-Language of Bureaucracy | Uselessness.

  And God created man and man invented writing and from there began the complications. I truly believe that man's first invention was the complication. My eternal father, I never saw a creature to complicate more than Homo Sapiens! There are those who affirm, I do not even know where, that writing is for understanding, the communication of the human being, but can someone tell me why then some, or most doctors have to write like that? Why my God! People in heaven, if trained people, knowledgeable of the language, high level of knowledge can not understand what these professionals write in the recipes, how will a half-illiterate understand, tell me?
  But in this little world of my God there are things even worse than the letters of the doctors, yes there is. Speech of Politicians and speeches and technical documents of authorities! Can anyone tell me the exact meaning of the term "Improvised Device for Capturing Natural Water Resources". Speak the truth, you're smiling. It must be because it is hilarious for someone to use so much technical language to say the word "Gambiarra". The world is full of useless protocols, bureaucracies and complications all in the name of the Bureaucratic Hierarchy of the organs, which instead of facilitating communication and the provision of services, ends up generating slowness and free disagreement. Can anyone tell me who invented the letter? It was a king. The King of Bureaucracy!
  And a friend from Minas Gerais confided to me the following of the documents necessary to transfer a property: - It is so much train that needs to fill that it has weighed. I gave up the shopping quequeira and went home to rest a crucible! It is so much without explanation, without nexus and without foundation that it is really difficult to understand, let alone to explain. These days I went to the pharmacy to buy a medicine prescribed by the doctor and when the clerk arrived he "translated" the doctor's letter and told me what medicine it was. He said he did not, but there was a similar one based on the same formula that was ... let me not even write here the devil of complicated name that creature spoke. I was last! Past and chapinha!
  Want to try to understand what I'm saying? Read the name of the ingredients of that product you bought and wanted to know what it contained. It's written there: Flavorizing, Thickening, Blue 3 D, at last a lot of junk you do not understand no disgrace! But it is there as determined by the Law. The Law of Complication. Want more? Do You Know What Soy Lecithin Is? For it is soy milk that comes mixed with the milk powder that you buy as bovine milk, but in the package it is written contains x% Soy Lecithin. And to think that there are people who do not even know what that is. And when we come across terms like Emulsifier, Sparkling, Thickening, Blushing and etc? Imagine the little thief of the interior having to decipher these languages ​​to know what the hell it contains in the product that will buy.
  There are organs that emit opinions so technical, but so technical that it takes another technician to decipher and the idea is exactly this. It is the good side of bureaucracy and complication generating jobs and income, detonating their income to another decipher. And then these inventors of complications and bureaucracies are speaking badly of Internet users who invented the Internet. Ah! Go, have patience, right? I think the language of internet users is so cute. Only the technicians do not understand, but the crowd, people of the people, tuned in the sites and social networks of life understand all. The Internet is a cover thrown against the face of bureaucrats and their complications. And long live the netizens, these intrepid creators of languages.

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 Crónica | El Traba-Lenguas de la Burocracia | Inutilidades.

  Y Dios creó al hombre y el hombre inventó la escritura ya partir de ahí comenzaron las complicaciones. Creo que pienso que la primera invención del hombre fue la complicación. ¡Mi padre eterno, nunca vi criatura para complicar más que el Homo Sapiens! ¿Hay quien afirme, idea ni sé quitada de dónde, que la escritura sirve para el entendimiento, la comunicación del ser humano, pero alguien es capaz de decirme por qué algunos, o la mayoría de los médicos tienen que escribir de esa manera? ¡Por qué mi Dios! La gente del cielo, si personas formadas, conocedoras de la lengua, alto nivel de conocimiento no logran entender lo que estos profesionales escriben en las recetas, cómo habrá de entender un semi-analfabeto, me digan?
  Pero en este mundillo de mi Dios hay cosas aún peores que las letras de los médicos, sí hay. ¡Discurso de Políticos y conversaciones y documentos técnicos de autoridades! Alguien sabe decirme el significado exacto del término "Dispositivo Improvisado para la Captación de Recursos Hídricos Naturales". Habla la verdad, estás sonriendo. Debe estar porque es hilarante que alguien use tanto lenguaje técnico para decir la palabra "Gambiarra." ¡Genente, habla seriamente! El mundo está lleno de protocolos inútiles, burocracias y complicaciones todo en nombre de la Jerarquía Burocrática de los órganos, que en vez de facilitar la comunicación y la prestación de servicios, acaba generando morosidad y desentendimiento gratuito. ¿Alguien sabe decirme quién inventó la carta de oficio? Fue un rey. ¡El Rey de la Burocracia!
  Y me confidenciaba un amigo minero que dijo lo siguiente de los documentos necesarios para trasladar un inmueble: -Es tanto tren que necesita llenar que dio cansancio. Me di por vencido lasqueira compras y fui a casa a descansar un crisol! Es tanta cosa sin explicación, sin nexo y sin fundamento que realmente resulta difícil entender, cuanto más explicar. El día de éstos fui a la farmacia a comprar un medicamento prescrito por el médico y al llegar el empleado "tradujo" la letra del médico y me dijo qué medicamento era ése. Habló que no tenía, pero había un similar a la base de la misma fórmula que era el ... deja para allá que ni voy a escribir aquí el diablo de nombre complicado que esa criatura habló. ¡Me pasé! ¡Pasado y de plancha!
  ¿Quieres tratar de entender lo que estoy diciendo? Lea el nombre de los ingredientes de aquel producto que usted compró y quería saber lo que contenía. Está escrito: Flavorizante, espesante, azul 3 D, en fin un montón de tranque que no entiende desgracia ninguna! Pero está allí como determina la Ley. La Ley de la complicación. ¿Quiere más? ¿Sabes lo que es Lecitina de Soja? Pues es leche de soja que viene mezclada a la leche en polvo que usted compra como leche bovina, pero en el envase está escrito contiene x% de Lecitina de Soja. Y pensar que hay gente que ni siquiera sabe qué es eso. Y cuando nos encontramos con términos como Emulsificante, espumante, espesante, ruborizante y etc? Imagínese la talla del interior teniendo que descifrar estos lenguajes para saber qué diablos contiene en el producto que va a comprar.
  Hay órganos que emiten opiniones tan técnicas, pero tan técnicos que se necesita otro técnico para descifrar y la idea es exactamente ésta. Es el lado bueno de la burocracia y de la complicación generando empleo y renta, detonando sus ingresos para otro descifrar. Y luego estos inventores de complicaciones y burocracias se están hablando mal de los internautas que inventaron el internet. ¡Ah! Vaya, tenga paciencia. Me parece tan bella el lenguaje de los internautas. Sólo los técnicos son que no entienden, pero el povão, gente de la gente, atada en los sitios y redes sociales de la vida entienden tudinho. El internet es un golpe contra la cara de los burócratas y sus complicaciones. Y viva los internautas, este intrépidos creadores de lenguajes.

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Crônica | Adorável Vida no Campo.


 Eu sempre tive uma paixão pelo campo. Adoro o canto dos pássaros, a relva, água fresquinha e a fumaça dos fogões á lenha, mas confesso que algumas coisas ainda preciso aprender. Coisas engraçadas aconteceram enquanto estive visitando a zona rural, mas eu adorei tudo.  Aconteceu no interior da Bahia, em Candeias quando eu ainda era criança. Fui á casa de família encontrar tio e primos que moravam no interior.Tudo me encantou á primeira vista, até o cheiro das fezes de vacas que impregnava o ar. Gado que aliás mugia todo tempo como se cantassem uma canção que só eles entendiam. Se durante o dia fiquei maravilhado com a movimentação dos animais e pessoas por ali, foi á noite que tudo ficou mágico. 
  A noite começou quando os primeiros grilos começaram a cricrilar e em seguida os sapos começaram a coaxar. Os sons se misturavam como uma sinfonia estranha, pelo menos para mim. Descobri que no interior o caipira era eu, besta com cada coisa nova que descobria. Meus primos se tornaram meus anfitriões e me mostravam a propriedade inteira, me dizendo nomes de plantas, se serviam para comer, se eram venenosas, os tipos de animais que haviam, enfim coisas locais. O mais interessante é que este tour era á noite e eu com os olhos apreensivos com medo das cobras e aranhas enormes que havia visto por ali.
  Para ajudar os meninos começaram a contar estórias sobre a região e eu escutando atentamente, acreditava em cada uma delas, mesmo com eles sorrindo e olhando a minha cara de assustado.  Durante a noite não consegui dormir imaginando cobras caindo do telhado em cima da cama ou aranhas passeando embaixo do meu lençol. Tudo era sinistro, parecia filme do Spielberg. As vezes me dava era vontade de correr dali. Escutei de olhos arregalados todos os barulhos noturnos tentando identificá-los. Duvido que alguém da cidade que já tenha ouvido o urro de um morcego não tenha feito xixi nas calças de medo. Eu fiz. Estive em pânico na primeira noite. 
  Finalmente o adia amanheceu, eu soube por causa do canto alto e estranho dos galos e o cacarejar das galinhas no galinheiro. O galo empinava-se todo e como se não bastasse o se canto, ele batia as asas como se fosse voar. As galinhas eram festeiras, ciscavam e faziam aquela festa enquanto cacarejavam sem parar. O contraste ficava com os pintos piando feito doidos enquanto as galinhas olhavam eles de perto. E se eu pensava que já tinha vivido de tudo, aquilo era só o começo. O melhor estava por vir. Como havia chegado a boa hora, eu e meus primos fomos nos lavar e tomar o café da manhã, que aliás mais parecia um almoço, de tanta coisa que havia. Comecei a perceber que no interior o povo almoça três vezes ao dia.
   Após o almoço, quer dizer o cafezinho da manhã, fui chamado por meus primos para dar uma volta e conhecer o brejo. Lá sabia eu que diacho era brejo, mas fui.  Não queria bancar o covarde da cidade grande, ai dei uma de Indiana Jones. Melhor que eu tivesse demonstrado toda minha covardia naquela hora do que bancar o aventureiro. Quando acompanhei os meninos descobri que eu teria que montar á cavalo. Naquele momento percebi que aquilo não ia dar certo. Em primeiro lugar eu nunca montei. Segundo que eu achei o Manga larga muito alto e terceiro que eu estava me borrando de medo de cair daquele baita cavalão. Foi um Deus no acuda me convencer a montar, mas diante da pressão dos meninos eu subi no bicho. Meio desconfiado olhei a altura de onde estava para o chão, ai minha pernas tremeram, elas teimavam em prender a barriga do animal para evitar minha queda. Meu primo cauteloso, segurou as rédeas e fez o cavalo andar lentamente e á medida que o cavalo andava eu girava, girava, girava até ficar de cabeça para baixo, quase comendo capim do pasto.
  Foi então que os meninos tiveram a ideia de que eu iria na garupa. Subi e todo desengonçado, assim que o animal começou a andar eu fui inclinando para trás quase caindo. Meu primo desceu do cavalo em que eu estava e veio me segurar. Foi assim que não cai. Tenho certeza de que ninguém jamais viu uma criatura tremer tanto quanto eu naquela hora. Passado o susto eu consegui ir na garupa e chegar no destino. Ao voltarmos para o almoço vi meu tio carregando uns animais estranhos e muito fedorentos. Disse-me ele que eram Sariguês, tipo assim: Gambás. Nossa gente! Eu pasmei quando tio disse que eram para o almoço. Aqueles bichos podres?  Pois é. Comi os bichos e eles tinham gosto de galinha. Deu até para repetir o prato. Retornei á Aracaju feliz e com saudades, pois já estava acostumando com a rotina dali.  Foram dias maravilhosos e de muito aprendizado, hoje eu faria tudo de novo, menos andar á cavalo é claro.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 
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  Chronicle | Lovely Country Life.

  I always had a passion for the countryside. I love birdsong, grass, fresh water, and the smoke from wood stoves, but I confess that some things I still have to learn. Funny things happened while I was visiting the countryside, but I loved everything. It happened in the interior of Bahia, in Candeias when I was still a child. I went to the family house to find uncle and cousins ​​who lived in the interior. Everything fascinated me at first sight, to the smell of cow feces that impregnated the air. Cattle who, in fact, mocked all the time as if they sang a song that only they understood. If during the day I was amazed by the movement of the animals and people there, it was at night that everything became magical.
  The night began when the first crickets started cricketing, and then the frogs began to croak. The sounds mingled like a strange symphony, at least to me. I discovered that in the interior the countryman was me, beast with every new thing that I discovered. My cousins ​​became my hosts and showed me the whole property, telling me plant names, if they were used to eating, if they were poisonous, the kinds of animals that had, finally, local things. The most interesting thing is that this tour was at night and I with anxious eyes scared of the huge snakes and spiders I had seen there.
  To help the boys began to tell stories about the region and I listening intently, I believed in each of them, even with them smiling and looking at my frightened face. During the night I could not sleep imagining snakes falling from the roof on the bed or spiders crawling under my bed sheet. Everything was sinister, it looked like the Spielberg movie. Sometimes I wanted to run away. I stared wide-eyed at all the nightly noises trying to identify them. I doubt that anyone in town who has ever heard a howling of a bat has not peed in his pants of fear. I did. I was in a panic the first night.
  Finally, the day had dawned, I knew because of the loud and strange chirping of the roosters and the clucking of the hens in the hen house. The rooster cocked all over, and as if it were not enough, he cocked his wings as if he were about to fly. The hens were partying, ciscavam and they were doing that party while cackling without stopping. The contrast was with the chicks chirping mad as the chickens looked at them closely. And if I thought I had lived through everything, that was just the beginning. The best was yet to come. As the time had come, my cousins ​​and I went to wash and eat breakfast, which was more like lunch, of all that there was. I began to realize that in the interior the people eat lunch three times a day.
   After lunch, I mean the morning coffee, I was called by my cousins ​​to take a walk and get to know the marsh. There I knew what a mess it was, but I went. I did not want to play the coward of the big city, so I gave Indiana Jones. It was better that I had shown all my cowardice at that hour than the adventurer. When I accompanied the boys I discovered that I would have to ride a horse. At that moment I realized that this was not going to work. First of all I never rode. Secondly, I found the Manga Grande very high and third that I was smudging from fear of falling from that little cavalry. It was a God who did not try to convince me to ride, but under the pressure of the boys I climbed the animal. Half suspicious I looked up from where I was to the ground, there my legs trembled, they insisted on holding the animal's belly to avoid my fall. My cautious cousin grabbed the reins and made the horse walk slowly, and as the horse rode I would spin, spin, spin until I was upside down, almost eating grass grass.
  It was then that the boys had the idea that I would go on the rump. I went up and all ungainly, as soon as the animal began to walk I was leaning back almost falling. My cousin got off the horse I was in and came to hold me. That's how it does not fall. I'm sure no one has ever seen a creature shake as much as I do at that hour. After the scare I was able to go on the rump and arrive at the destination. As we returned to lunch I saw my uncle carrying some strange and very stinking animals. He told me they were Sarigues, like this: Opossums. Our people! I wondered when Uncle said they were for lunch. Those rotten critters? Yeah. I ate the animals and they tasted like chicken. He even had to repeat the dish. I returned to Aracaju happy and homesick, for I was already getting used to the routine there. These were wonderful days and lots of learning, today I would do it all over again, except riding a horse of course.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.
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  Crónica | Adorable Vida en el Campo.

  Siempre tuve una pasión por el campo. Me encanta el canto de los pájaros, el césped, el agua fría y el humo de los fogones a leña, pero confieso que algunas cosas todavía necesito aprender. Las cosas divertidas sucedieron mientras estuve visitando la zona rural, pero me encantó todo. Sucedió en el interior de Bahía, en Candeias cuando yo todavía era niño. Me fui a la casa de familia encontrar tío y primos que vivían en el interior. Todo me encantó a primera vista, hasta el olor de las heces de vacas que impregnaba el aire. Gado que por otra parte mugía todo el tiempo como si cantara una canción que sólo ellos entendían. Si durante el día estuve maravillado con el movimiento de los animales y personas por allí, fue por la noche que todo se hizo mágico.
  La noche comenzó cuando los primeros grillos comenzaron a cricrilar y luego los sapos empezaron a coaxar. Los sonidos se mezclaban como una sinfonía extraña, al menos para mí. Descubrí que en el interior el caipira era yo, bestia con cada cosa nueva que descubría. Mis primos se convirtieron en mis anfitriones y me mostraban la propiedad entera, diciéndome nombres de plantas, se servían para comer, si eran venenosas, los tipos de animales que habían, en fin, cosas locales. Lo más interesante es que este tour era por la noche y yo con los ojos aprehensivos con miedo de las serpientes y arañas enormes que había visto por allí.
  Para ayudar a los niños comenzaron a contar historias sobre la región y escuchando atentamente, creía en cada una de ellas, incluso con ellos sonriendo y mirando a mi cara de asustado. Durante la noche no podía dormir imaginando las serpientes cayendo del techo sobre la cama o las arañas paseando debajo de mi sábana. Todo era siniestro, parecía película del Spielberg. A veces me daba era voluntad de correr de allí. Escuché de ojos abiertos todos los ruidos nocturnos tratando de identificarlos. Dudo que alguien de la ciudad que ya haya escuchado el grito de un murciélago no haya pisado los pantalones de miedo. Yo hice. Estuve en pánico la primera noche.
  Finalmente el adia amaneció, supe por la esquina alta y extraña de los gallos y el cacarejar de las gallinas en el gallinero. El gallo se empeñaba todo y como si no bastara el canto, él golpeaba las alas como si fuera a volar. Las gallinas eran fiesteras, ciscaban y hacían aquella fiesta mientras cacarejaban sin parar. El contraste se quedaba con los pollitos chistes hechos locos mientras las gallinas los miraban de cerca. Y si yo pensaba que ya había vivido de todo, aquello era sólo el comienzo. Lo mejor estaba por venir. Como había llegado la buena hora, yo y mis primos nos fuimos a lavar y tomar el desayuno, que más parecía un almuerzo, de tanta cosa que había. Empecé a percibir que en el interior el pueblo almuerza tres veces al día.
   Después del almuerzo, es decir el cafecito de la mañana, fui llamado por mis primos para dar una vuelta y conocer el brezo. A mí sabía que diacho era brezo, pero fui. No quería pagar el cobarde de la gran ciudad, ay de una de Indiana Jones. Mejor que yo hubiera demostrado toda mi cobardía en aquella hora que coger al aventurero. Cuando acompañé a los niños descubrí que yo tendría que montar a caballo. En aquel momento percibí que aquello no iba a salir bien. En primer lugar nunca me monté. Según me pareció que el Manga ancha muy alto y tercero que me estaba borrando de miedo de caer de aquel baito cabalón. Fue un Dios en el acuda convencerme de montar, pero ante la presión de los niños subí al bicho. En el momento en que se encontraba en el suelo, ay mis piernas se estremecieron, me temblaban en prender la barriga del animal para evitar mi caída. Mi primo cauteloso, agarró las riendas e hizo que el caballo caminara lentamente ya medida que el caballo andaba girando, giraba, giraba hasta quedar de cabeza, casi comiendo hierba del pasto.
  Fue entonces que los niños tuvieron la idea de que yo iría en la grupa. Subí y todo desengonado, así que el animal comenzó a caminar me inclinó detrás casi cayendo. Mi primo bajó del caballo en que yo estaba y vino a sostenerme. Así es como no cae. Estoy seguro de que nadie jamás vio una criatura temblar tanto como yo en aquella hora. Pasado el susto conseguí ir en la grupa y llegar al destino. Al volver al almuerzo vi a mi tío cargando unos animales extraños y muy hedionetas. Me dijo que eran Sarigués, tipo así: Gambas. ¡Nuestra gente! Pasé cuando tío dijo que eran para el almuerzo. Aquellos bichos podridos? Pues sí. Comí los bichos y ellos tenían gusto de pollo. Se dio hasta repetir el plato. Me reí a Aracaju feliz y con nostalgia, pues ya estaba acostumbrando con la rutina de allí. Los días maravillosos y de mucho aprendizaje, hoy lo haría todo de nuevo, menos andar a caballo es claro.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.
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Mães | Vamos Falar Delas? | Crônica.

  Há um ditado popular no Brasil que diz: "Quem fala da mãe dos outros tem a sua para negócio", por isso eu só falo da minha mãezinha, dona Mira. E lá eu sou besta de falar da mãe de ninguém, tá louco? Hoje li uma postagem no Facebook da minha amiga a Professora Adriana Cortês em que ela falava saudosamente das "tiradas" da sua mãe e lendo isto, imediatamente lembrei-me da minha mãe. Ah! Dona Mira, como ela era boa nestas coisas de fazer engraçado coisas que não tinham graça nenhuma.  Eu particularmente não sei de onde vinha o humor da minha mãe, afinal ela nem era assim tão risonha, mas de uma coisa eu tenho certeza; ela sabia fazer rir.
  A mulher tinha uma linguagem própria para tudo e suas invencionices eram fantásticas! Nem me perguntem de quem herdei a minha veia para o humor, pois meu pai sempre foi muito sério, sisudo, sujeito que parecia andar com a cueca apertada todo tempo. Difícil vê-lo sorrindo, apenas quando em vez ameaçava um sorriso que nascia morto. O sorriso do velho é tão difícil que ele acabava antes de começar. Tradicional, linha dura, daqueles tipos "certinhos", mas nada santo. Bom, deixa papai pra lá, o assunto aqui é dona Mira, a famosa fábrica de risos. Ela era uma mulher simples, sofrida, ressentida por não ter tido condições de me dar uma vida melhor, mas eu sempre lembrava que o melhor nós já tínhamos; o amor incomensurável entre mãe e filho. Era nestes momentos que mamãe chorava e eu chorava junto.
   Levávamos uma vida de pobres, mas nem por isso infelizes. Mamãe sempre dava um jeitinho de roubar-me um sorriso aqui e ali, mesmo depois que me batia (risos). Mãe é sempre mãe e a gente confia, claro. Juntos enfrentávamos e matávamos um leão por dia para sobreviver, mas fazíamos isso entre brincadeiras e sorrisos, coisas de mãe e filho. Como sempre moramos sós, eu e ela, a vida nos tornou dependentes um do outro e cada tapa que a vida dava em um, sempre refletia nos dois. Penso naqueles que tem suas mães e tiveram tudo que sempre quiseram em se tratando de bens materiais, luxo e status, mas que talvez por não enxergarem a importância da mãe, não souberam valorizá-la. Muitos ainda possuem esta chance, pois ainda tem suas mães vivas, mas nem todos se dispõem a tratá-la como deve.
  Engana-se aquele que pensa que é só durante a gestação que as mães nos carregam. Elas sempre irão nos proteger, nos abrigar, nos trazer no colo, ainda que tenhamos crescido. Que importa o tamanho ou a idade do filho?  Para uma mãe ele será sempre seu bebê. Eternamente bebê. Não importa o quanto dizemos a elas que sabemos nos cuidar, que não somos mais crianças, que somos donos dos nossos próprios narizes, elas estarão sempre ali, prontas a intervir se acharem que o bebezão corre algum riscos. E por isso devemos agradecer a elas. Ser amado não é motivo para aborrecimentos, mas para agradecimentos. Imagine se cada filho retribuir a sua mãe todo o carinho, amor e proteção? Não seria maravilhoso?
  Eu gostaria que você que está lendo agora este texto e possui sua mãe viva, por favor, vá até ela e lhe dê um abraço, diga que a ama e beije-a. Ela merece.  E esta ação deve ser repetida a todo momento durante todo o dia, desta forma você estará fortalecendo os laços afetivos com ela e demonstrando uma gratidão valiosa para com a sua mamãe. Não importa a sua idade, não importa nada, o que importa é a sua mãe, ela merece tudo de você e de todos os filhos que tiver. Eu quando lembro a minha mãe, dona Mira, vou ás lágrimas, mas não de tristeza e sim de saudade. As vezes dá uma vontade louca de abraçá-la bem apertadinho, beijar seu rostinho e dizer: Mamãe, eu te amo. Faça isto agora, garanto que você não irá se arrepender.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 
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  Mothers | Let's talk about them | Chronic.

  There is a popular saying in Brazil that says: "Whoever speaks of the mother of others has his own business", so I only speak of my mother, Mrs. Mira. And there I am stupid to talk about anyone's mother, are you crazy? Today I read a post on Facebook of my friend Professor Adriana Cortes in which she spoke eagerly of the "tiradas" of her mother and reading this, immediately I remembered my mother. Ah! Dona Mira, how good she was at these things of making funny things that were not funny at all. I particularly do not know where my mother's mood was coming from, after all she was not even that giggling, but one thing I'm sure of; She knew how to make you laugh.
  The woman had a language of her own and her inventions were fantastic! Do not even ask me who I inherited my vein for the humor, because my father was always very serious, serious, guy who seemed to walk in tight underwear all the time. Hard to see him smiling, only when instead he threatened a smile that was born dead. The old man's smile is so hard that it ended before it began. Traditional, hard line, of those "straight" types, but nothing holy. Well, let Daddy go, the subject here is Mrs. Mira, the famous laugh factory. She was a simple woman, suffered, resentful for not being able to give me a better life, but I always remembered that the best we had already; The immeasurable love between mother and child. It was during these moments that Mom cried and I cried together.
   We lived a life of the poor, but not unhappy. Mom always gave me a way to steal a smile here and there, even after it hit me (laughs). Mother is always mother and we trust, of course. Together we would fight and kill one lion a day to survive, but we would do it between jokes and smiles, mother and child things. As we always lived alone, she and I, life made us dependent on each other and every slap that life gave in one always reflected in both. I think of those who have their mothers and had everything they ever wanted in terms of material goods, luxury and status, but perhaps because they did not see the importance of the mother, they did not know how to value it. Many still have this chance, as they still have their mothers alive, but not everyone is willing to treat it as it should.
  The one who thinks that it is only during the gestation that the mothers carry us is deceived. They will always protect us, shelter us, bring us on our lap, even if we have grown up. What does the child's size or age matter? For a mother he will always be her baby. Forever baby. No matter how much we tell them that we know how to take care of ourselves, that we are no longer children, that we own our own noses, they will always be there, ready to intervene if they think the baby is at risk. And so we should thank them. Being loved is no reason for hassles, but for thanks. Imagine if each child reciprocates to his mother all the affection, love and protection? Would not that be wonderful?
  I wish you who are reading this text now and have your mother alive, please go to her and give her a hug, tell her that you love her and kiss her. She deserves it. And this action must be repeated all the time throughout the day, this way you will be strengthening your affectionate bonds with it and demonstrating a valuable gratitude to your mom. No matter what your age, it does not matter at all, what matters is your mother, she deserves all of you and all the children you have. When I remember my mother, Mrs. Mira, I go to tears, but not with sadness but with longing. Sometimes she gives a crazy urge to hold you tight, kiss your little face and say, Mommy, I love you. Do this now, I guarantee you will not regret it.

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  Madres | ¿Hablar de ellas? | Crónica.

  Hay un dicho popular en Brasil que dice: "Quien habla de la madre de los demás tiene la suya para negocio", por eso yo sólo hablo de mi madre, doña Mira. ¿Y allí soy bestia de hablar de la madre de nadie, está loco? Hoy leí un post en Facebook de mi amiga a la Profesora Adriana Cortés en la que ella hablaba de las "tiradas" de su madre y leyendo esto, inmediatamente me acordé de mi madre. ¡Ah! Doña Mira, como ella era buena en estas cosas de hacer cosas divertidas que no tenían ninguna gracia. En particular, no sé de dónde venía el humor de mi madre, al fin y al cabo no era tan risueña, pero de una cosa estoy seguro; Ella sabía hacer reír.
  La mujer tenía un lenguaje propio para todo y sus invenciones eran fantásticas. No me pregunten de quién he heredado mi vena para el humor, porque mi padre siempre ha sido muy serio, sísido, sujeto que parecía andar con la cueca apretada todo el tiempo. Difícil verlo sonriendo, apenas cuando en vez amenazaba una sonrisa que nacía muerta. La sonrisa del viejo es tan difícil que acababa antes de empezar. Tradicional, línea dura, de aquellos tipos "certinhos", pero nada santo. Bueno, deja papá para allá, el asunto aquí es doña Mira, la famosa fábrica de risas. Ella era una mujer sencilla, sufrida, resentida por no haber tenido condiciones de darme una vida mejor, pero yo siempre recordaba que el mejor nosotros ya teníamos; El amor inconmensurable entre madre e hijo. Era en estos momentos que mamá lloraba y yo lloraba junto.
   Llevábamos una vida de pobres, pero no por eso infelices. Mamá siempre daba una manera de robarme una sonrisa aquí y allá, incluso después de que me golpeaba (risas). La madre es siempre madre y la gente confía, claro. Juntos enfrentábamos y matábamos un león al día para sobrevivir, pero lo hacíamos entre bromas y sonrisas, cosas de madre e hijo. Como siempre vivimos solos, yo y ella, la vida nos hizo dependientes el uno del otro y cada tapa que la vida daba en uno, siempre reflejaba en los dos. Pienso en aquellos que tienen sus madres y tuvieron todo lo que siempre quisieron tratar de bienes materiales, lujo y estatus, pero que tal vez por no ver la importancia de la madre, no supieron valorarla. Muchos todavía poseen esta oportunidad, pues aún tienen sus madres vivas, pero no todos se disponen a tratarla como debe.
  Engaña a aquel que piensa que es sólo durante la gestación que las madres nos cargan. Siempre nos proteger, nos abrigar, traernos en el regazo, aunque haya crecido. ¿Qué importa el tamaño o la edad del hijo? Para una madre él será siempre su bebé. Eternamente bebé. No importa cuánto les decimos a las que sabemos cuidar, que no somos más niños, que somos dueños de nuestras propias narices, ellas estarán siempre allí, listas para intervenir si creen que el bebezón corre algún riesgo. Por eso debemos agradecerles. Ser amado no es motivo de molestias, sino para agradecer. ¿Imagínese si cada hijo retribuye a su madre todo el cariño, el amor y la protección? ¿No sería maravilloso?
  Me gustaría que usted que está leyendo ahora este texto y tiene su madre viva, por favor, vaya a ella y le dé un abrazo, diga que la ama y béjala. Ella lo merece. Y esta acción debe ser repetida en todo momento durante todo el día, de esta forma usted estará fortaleciendo los lazos afectivos con ella y demostrando una gratitud valiosa para con su mamá. No importa su edad, no importa nada, lo que importa es su madre, ella merece todo de usted y de todos los hijos que tenga. Cuando recuerdo a mi madre, doña Mira, voy a las lágrimas, pero no de tristeza, sino de nostalgia. A veces da una voluntad loca de abrazarla bien apretada, besar su rostinho y decir: Mamá, te amo. Hazlo ahora, te aseguro que no te arrepentirás.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.
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Crônica | O valente na Tempestade.

  Já vi muita gente tremer com medo de tempestades, principalmente aquelas com raios e trovões, mas também tem gente que não só treme, também se borra quando parece que o céu está se partindo ao meio. Eu tive uma vizinha assim.  A cada trovão que ouvia a pobre criatura gritava dentro de casa e ai, pronto, ninguém mais conseguia dormir na vizinhança. Não sei se era coincidência ou coisa do destino, mas o fato é que enquanto ela esteve viva eu pude presenciar as piores tempestades da minha vida. E tome trovão quebrando o céu e toca a vizinha a gritar coisas do tipo: Meu Deus me acuda! Caô meu pai! Eu me acabava de rir, claro que eu também estava todo borrado, mas eu ria. Parecia que o medo dela servia para esconder o meu e enquanto tudo estrondava, ela gritava e eu dava risada e me borrava todo. Um dia aconteceu uma tempestade daquelas. Sabe aquelas tempestades bem fortes? Destas que você entrega os pontos e pensa: Chegou minha hora! Aconteceu. Os raios cintilavam e os trovões pareciam querer que a terra se partisse no meio. Eu ficava imaginando se a terra partisse, em qual das metades eu iria ficar. 

  Naquela noite não foram só raios e trovões, mas também um vento que de tão forte assombrava até os mais valentes. Eu, logicamente não era o mais valente. Já estava todo borrado, mas esperava a vizinha gritar e nada. Pensei: Morreu meu Deus. Preciso ir até lá. Mas como sair neste tempo. Relutei e ganhei coragem. Abri o portão e fui até a casa dela.

- Vizinha! Gritei
- Vizinha!
- Oi meu filho. Respondeu ela.  - Graças a Deus! Eu pensei. Está viva.
- Tudo bem por ai?  - Tudo bem, ela respondeu.
- Qualquer coisa é só chamar viu.
- Tá meu filho, eu chamo. Disse com a voz trêmula de medo. Entendi então o que aconteceu. Ela estava com tanto medo que perdera a voz.

  Para os valentes de plantão. Aqueles que gostam de se aventurar a dar passeios pelas ruas em dias de tempestade e que dizem que não se borram igual a mim, deixa eu dizer uma coisinhas básicas. Filho, se tem algo que você não deve temer são os trovões. Não, não tenha medo deles. Mesmo porque quando você ouve o trovão, o raio já desceu e fritou alguma coisa antes. Isso mesmo filhote. Os raios costumam fritar coisas na terra, tipo árvores, animais, postes, casas, valentes que ignoram o perigo e outras cositas más. Os locais abertos tipos praias, campos de futebol, locais próximos ás árvores, redes de energia são os preferidos dos raios para fritar alguma coisa e outra, eles adoram gente inconsequente perambulando pelas ruas por falta do que fazer.

  Mas tem gente teimosa e que se acha o tal, ai resolve dar um passeio, ele e seu fiel guarda-chuvas. Criatura acorde para a vida. Guarda-chuvas não é para-raios e se fosse tu estaria literalmente frito, pois não há nada neste mundo capaz de suportar uma descarga elétrica causada por um raio. Na melhor das hipóteses ele iria abrir teu cabelinho no meio ou deixá-lo bem assanhado. Para você entender, primeiro cai o raio, depois o trovão, Isto porque a velocidade da luz é em muito superior a do som, assim quando ouvimos o estrondo do trovão, o raio já caiu alguns segundos antes. O melhor de tudo é que você nunca sabe onde uma descarga vai descer, assim é uma maravilhosa brincadeira de roleta russa, onde você pode fritar de uma hora para outra.

  Ontem durante a noite houve uma tempestade daquelas aqui. Razão que me inspirou a escrever esta crônica. E enquanto me vinha a inspiração para escrever eu dava risadas, todo borrado é claro, mas eu ria. Era como se minha vizinha estivesse ainda gritando lá do além e eu de cá me acabasse de rir. Mas o fato é que tempestades não são brincadeira e são muito perigosas, a menos que você queira bancar o valente e correr o risco de fritar suas carnes durante a queda de um raio. Ah! E nem adianta gritar, eu descobri isso, mas se quiser pode, assim talvez eu ouça e comece a dar risadas enquanto me borro de medo.


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  Chronicle | The Brave in the Storm.


  I've seen a lot of people tremble in fear of storms, especially those with lightning and thunder, but there are also people who not only tremble, it also fades when it seems like the sky is breaking in half. I had a neighbor like that. With every thunder he heard the poor creature screaming in the house and there, ready, no one else could sleep in the neighborhood. I do not know if it was coincidence or something of fate, but the fact is that while she was alive I could witness the worst storms of my life. And take thunder breaking the sky and touch the neighbor to shout things like: My God come to me! Shit, Dad! I just laughed, of course I was all smudged, but I laughed. It seemed that her fear was enough to hide mine, and as everything rumbled, she screamed and I laughed and erased everything. One day such a storm happened. Do you know those strong storms? From these you give the points and think: My time has come! It happened. Lightning flashed and thunder seemed to want the earth to break apart. I wondered if the earth left, in which of the halves I was going to stay.

  That night it was not just lightning and thunder, but also a wind that was so haunting even the bravest. I, of course, was not the bravest. It was already blurred, but he expected the neighbor to scream and nothing. I thought: My God died. I need to go there. But how to get out in this time. I relented and gained courage. I opened the gate and went to her house.

- Neighbor! Cried
- Neighbor!
- Hi, my son. She answered. - Thank God! I thought. It's alive.
- Are you all right there? "All right," she replied.
- Anything is just call saw.
- It's my son, I'll call. He said in a trembling voice of fear. I understood then what happened. She was so afraid she'd lost her voice.
  For the valiant on duty. Those who like to venture to stroll through the streets on stormy days and who say they do not blur like me, let me say a few basic things. Son, if there's one thing you should not fear, it's thunder. No, do not be afraid of them. Even because when you hear the thunder, lightning has already gone down and fried something before. That's right, pup. The rays usually fry things on earth, like trees, animals, poles, houses, brave men who ignore danger and other things. The open beaches, soccer fields, places near the trees, energy networks are preferred from the rays to fry something and another, they love inconsequential people wandering the streets for lack of what to do.

  But there are people stubborn and that is the one, then he decides to take a walk, he and his faithful umbrellas. Creature chord for life. Umbrellas are not lightning rods and if it were you would be literally fried, as there is nothing in this world capable of withstanding a lightning strike. At best he would open your hair in the middle or make you very wild. For you to understand, first lightning falls, then thunder, Because the speed of light is far superior to that of sound, so when we hear the thunder crash, lightning has already fallen a few seconds before. Best of all is that you never know where a download goes down, so it's a wonderful Russian roulette game where you can fry from time to time.

  Yesterday night there was a storm like those here. Reason that inspired me to write this chronicle. And as inspiration came to me to write I would laugh, all blurred of course, but I laughed. It was as if my neighbor was still screaming from beyond and I just laughed. But the fact is that storms are no joke and are very dangerous unless you want to play the brave and risk frying your flesh during a lightning strike. Ah! And no use screaming, I discovered this, but if you want you can, so maybe I hear and start laughing while I freak out.

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  Crónica | La Valente Storm.

  He visto a muchas personas temblar de miedo a las tormentas, especialmente aquellos con truenos y relámpagos, pero también hay gente que no sólo batidos, también difumina cuando parece que el cielo se está rompiendo por la mitad. Tenía un vecino de esa manera. Cada trueno oyó la pobre criatura gritó dentro de la casa y de ahí, listo, nadie podía dormir en el barrio. No sé si fue coincidencia o cosa destino, pero el hecho es que mientras ella estaba viva pude ser testigo de las peores tormentas de mi vida. Y tomar un trueno romper el cielo y toca el vecino gritando cosas como: Oh, Dios mío ven en mi ayuda! Perro Mi padre! Yo acababa de reír, por supuesto, yo también estaba toda borrosa, pero me reí. Parecía que su miedo se utilizó para ocultar mi y mientras todos estrondava lloraba y me rió y me dio toda borrosa. Un día hubo una tormenta así. Usted sabe que esas tormentas muy fuertes? Estos se entregan los puntos y piensan, mi tiempo ha llegado! Sucedió. El relámpago y el trueno parecían querer la tierra se rasgó en el medio. Me preguntaba si la tierra a la izquierda, en la que la mitad me gustaría tener.

  Esa noche no era sólo el trueno y el rayo, sino también un viento tan fuerte perseguido incluso el más valiente. Yo, por supuesto, no era el más valiente. Estaba todo borrosa, pero que espera que los gritos cerca y nada. Pensé, Dios mío murió. Tengo que ir allí. Pero cómo salir de este tiempo. Me resistía y gané el valor. Abrí la puerta y fui a su casa.

- Vecino! grité
- Vecino!
- Hola mi hijo. Ella dijo. - ¡Gracias a Dios! Yo pensé. Está viva.
- ¿Todo bien por ahí? - Muy bien, dijo.
- Cualquier cosa simplemente llamar la sierra.
- ¿Está mi hijo, que llamo. Dijo con voz temblorosa de miedo. Entonces comprendí lo que pasó. Tenía tanto miedo de que había perdido su voz.
  Para los poderosos de turno. Aquellos que gustan de aventurarse a salir a caminar por las calles en días de tormenta y dicen que no se desdibujan como yo, permítanme decir una cosas poco básico. Hijo, si tiene algo que no debe temer son los truenos. No, no tenga miedo de ellos. Incluso porque cuando se escucha el trueno, el rayo ya ha descendido y frito nada antes. Esa es la pantorrilla derecha. Los rayos a menudo se fríen las cosas en la tierra, como los árboles, los animales, postes, casas, hombres muy ignoran el peligro y otras cositas malas. tipos de locales abiertos playas, campos de fútbol, ​​lugares cerca de los árboles de la ECA, las redes eléctricas son los preferidos de los rayos para freír algo y otra, que aman a la gente sin importancia que vagan por las calles por falta de qué hacer.

  Pero la gente tiene terco y que es el que, no decide tomar un paseo, él y sus sombrillas de confianza. Criatura despierta a la vida. Sombrillas no son pararrayos y si le literalmente frito, pues no hay nada en este mundo capaz de soportar una descarga eléctrica provocada por un rayo. En el mejor de él abriría su poco pelo en el medio o salir de ella y sibilante. Para usted primero entender las caídas de vigas, a continuación, el trueno, Esto se debe a la velocidad de la luz es mucho más alto que el sonido, así que cuando oímos el sonido de un trueno, el rayo ha caído unos segundos antes. Lo mejor de todo es que nunca se sabe donde una descarga baja, por lo que es un juego de ruleta rusa maravillosa, donde se puede freír una hora a otra.

  Ayer durante la noche hubo una tormenta de los que están aquí. Razón por la que me inspiró a escribir esta crónica. Y como he venido la inspiración para escribir di risas, todo borrosa, por supuesto, pero me reí. Era como si mi vecino seguía gritando allá del más allá y terminé aquí para que me ría. Pero el hecho es que las tormentas no son ninguna broma y son muy peligrosos, a menos que quiera jugar el valiente y correr el riesgo de freír sus carnes durante la caída de un rayo. Ah! Y ningún punto de llorar, me encontré con esto, pero si quieres puedes, así que tal vez escucho y empezar a reír como yo desenfoque en el miedo.

Escritor de texto y autor Tony Casanova. Todos los derechos reservados y garantizados por leyes nacionales y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. La copia, el collage, la reproducción o divulgación de cualquier tipo, de todos o parte de ella, independientemente de los medios o extremos. La violación de estos derechos constituye un delito y es pasivo las sanciones legales aplicables.

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Crônica | Internet Primitiva

  Estava eu aqui com esta minha mente inventiva imaginando como seria a internet primitiva e me perdi em pensamentos e risos vivendo ilusoriamente algumas cenas. Já pensou como seria a internet dos índios primitivos? O provedor seria uma fogueira e a fumaça o mensageiro. A banda larga seria o vento e tudo muito prático e funcional. Interessante seria o diálogo entre eles. O Cacique olha para o guerreiro e pergunta-lhe se já mandou o Whatsapp para os índios do grupo e então percebe que ele está suando e com um olhar de desespero.  O Cacique então percebe que há algo errado e olhando bem nos olhos inquietos do guerreiro, volta a perguntar:
- Mandou Zap para o grupo?

- Não Cacique. Responde o índio com as pernas tremendo.

- Por que não? Pergunta o Cacique.

- Sinal caiu. Mensagem não foi.

- Como sinal caiu? Acendeu fogueira com mato morto?

- Não. Vivo!

- Mato vivo sinal cai toda hora. Acende com mato morto e manda mensagem agora!  Disse o Cacique com cara de poucos amigos.

   Meia-hora depois aparece o índio ainda mais desesperado. O Cacique olha para ele e pergunta:

- Que foi agora, mandou mensagem?

- Não. Mensagem não foi. Responde o índio.

- Como não foi? Fez o que mandei, usou mato morto?

- Claro.

- E porque mensagem não foi? Pergunta o Cacique irritado.

- Porque vento mudou.

- Explicado! Vento muda toda hora e Claro mensagem não vai. 

- Usou lenha toda? Pergunta o Chefe.

- Não. Só vinte por cento!

- Por isso mensagem não foi. Com vinte por cento nenhuma mensagem vai. Retruca o Cacique. Busca mais lenha e põe cem por cento!

- Não pode Cacique.

- Por que não pode usar cem por cento?

- Porque vamos ficar sem lenha para cozinhar e comer. Além disso tocaria fogo na floresta e os prejuízos.

- Esquece mensagem. Vai correndo buscar os outros.

- Vou agora Cacique.

- E quando volta?

- Mais rápido que a mensagem! 

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos estão Reservados ao Autor assegurados pelas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, divulgação ou reprodução do todo ou parte dele para qualquer fim ou utilizando-se qualquer meio sem a autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos se constitui Crime previsto e está passiva das punições legais cabíveis. 

Tony Casanova é Autor das obras: Panorama Das Artes, O amor segundo a Bíblia, No Litoral das Relações - Aprendendo com os Erros, Relações Instáveis - Como Evitar Decepções e O Amor Fala Francês. Você poderá adquirir uma ou mais obras do autor acessando ESTE LINK

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Chronicle | Primitive Internet .

  I was here with my inventive mind imagining what the primitive internet would be like and I got lost in thoughts and laughs, living some illusory scenes. Have you ever wondered what the internet of the primitive Indians would look like? The provider would be a bonfire and the smoke the messenger. Broadband would be the wind and everything very practical and functional. Interesting would be the dialogue between them. The Cacique looks at the warrior and asks if he has already sent the Whatsapp to the Indians of the group and then realizes that he is sweating and with a look of despair. The Chief then realizes that there is something wrong and looking right into the warrior's restless eyes, he asks again:
"Did you send Zap to the group?"

- No Cacique. The Indian answers with his legs shaking.

"Why not?" The Cacique asks.

- Signal has fallen. Message was not.

- What sign did it drop? Did you light a campfire with dead bush?

- I do not live!

- Live sign kill falls all the time. Light up with dead bush and send message now! Said the Chief with the face of a few friends.

   Half an hour later the Indian appears even more desperate. The Chief looks at him and asks:

"What is it now, did you send a message?"

- No. Message was not. The Indian responds.

"How did it go?" You did what I told you, you used dead bush?

- Of course.

"And why was not the message?" The angry Chief asks.

- Because the wind has changed.

- Explained! Wind changes all the time and Claro message will not.

- Did you use any wood? The Chief asks.

"No. Only twenty percent!"

- That's why the message was not. With twenty percent no message goes. The Cacique recounts. Find more firewood and put one hundred percent!

"No Cacique."

"Why can not you use one hundred percent?"

"Because we're running out of firewood to cook and eat." In addition it would set fire to the forest and damage.

- Forget message. Go running for the others.

"I'm going now, Chief."

"And when do you return?"

- Faster than the message!

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved to Authorized by the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, disseminated or reproduced for any purpose or by any means without the express prior permission of the author. Violation of these Rights constitutes an Enforced Crime and is liable to punishable legal punishments.

Tony Casanova is an author of works: Panorama of the Arts, Love according to the Bible, On the Coast of Relationships - Learning from Mistakes, Unstable Relationships - How to Avoid Disappointments and Love French. You may purchase one or more of the author's works by accessing THIS LINK

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Crónica | Internet Primitiva.

  Estaba aquí con este mi mente inventiva preguntándose lo que los primeros internet y me perdí en el pensamiento y la risa engañosamente vivir algunas escenas. ¿Alguna vez ha pensado cómo sería el internet de los indios primitivos? El proveedor sería un incendio y el humo al mensajero. La banda ancha sería el viento y todo muy práctico y funcional. Interesante sería el diálogo entre ellos. El Cacique busca el guerrero y le pregunta si ya ha enviado el WhatsApp para el grupo de indios y luego se da cuenta de que está sudando y con una mirada de desesperación. El Cacique se da cuenta de que algo está mal y con buena apariencia a los ojos del guerrero incansable, volver a preguntar:
- Zap envía al grupo?

- No se Cacique. Respuestas de la India con las piernas temblorosas.

- ¿Porque no? Pregunta Cacique.

- Iniciar cayó. Mensaje no lo era.

- A medida que caía una señal? Se encendió el fuego con las malas hierbas muertas?

- No vivo.!

- Señal en vivo Mato gotas cada hora. Se ilumina con las malas hierbas muertas y envía un mensaje ahora! Dijo el Cacique con cara de pocos amigos.

   Media hora más tarde el indio aparece aún más desesperada. El Cacique lo mira y le pregunta:

- ¿Y ahora, que envió el mensaje?

-. No hay ningún mensaje no lo era. Contestó el indio.

- ¿Cómo fue? Él hizo lo que le envié, solía Bush muerto?

- Por supuesto.

- Y porque el mensaje no era? Pregunta Cacique enojado.

- Debido a que el viento cambió.

- Explicación! El viento cambia todo el tiempo y el mensaje claro que no lo hará.

- Utilizó toda la madera? Pide al jefe.

- No sólo un veinte por ciento.!

- Así que el mensaje no lo era. El veinte por ciento lo hará ningún mensaje. Replica el Cacique. Buscar más madera y poner al cien por cien!

- No se puede Cacique.

- ¿Por qué usted no puede utilizar el cien por cien?

- Debido a que se nos está acabando de leña para cocinar y comer. Implica también a los incendios forestales y daños.

- Olvídese de mensaje. Ir a buscar a los otros en ejecución.

- Ahora voy a Cacique.

- Y a la vuelta?

- Más rápido que el mensaje!

Escritor de texto y el autor, Tony Casanova. Todos los derechos están reservados al Autor garantizada por la legislación brasileña y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. La copia, collage, publicación o reproducción de la totalidad o parte de ella para cualquier fin o por cualquier medio sin la autorización previa y expresa del autor. La violación de estos derechos constituye Crimen predijo y es pasiva de las sanciones legales aplicables.

Tony Casanova es autor de obras: Panorama del arte, el amor, según la Biblia, Las Relaciones costeras - Aprender de los errores, relaciones inestables - Cómo evitar decepciones y Habla francés del amor. Usted puede comprar una o más obras del autor, visita ESTE ENLACE