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Blogueiro | Compromisso, Responsabilidade e Ética Blogger.

 
  A última década foi marcada com a chegada do avanço tecnológico e a internet veio com força total alcançado todos os territórios em todos os Continentes numa velocidade surpreendente. Desta forma o Oriente integrou-se ao Ocidente e começamos a ter acesso á Culturas diversificadas. Saímos do estreito ambiente dos livros e passamos a vivenciar online as tradições culturais de povos distantes e isto foi um ganho impressionante para a humanidade. É a era da informação globalizada. Agora não mais reféns da censura das mídias, os fatos chegam aos internautas praticamente na hora em que acontecem, sem ressalvas, cortes ou edições tendenciosas e manipuladas. É o povo acessando informação sem filtros e em velocidade real. 
  O que antes representava informação á mercê das grandes mídias que detinham nas mãos seus informativos tidos como imparciais e de alta credibilidade, veio á tona mostrado pelos internautas, que a coisa não era bem assim. Havia informação sim, mas editada, censurada, digerida bem antes de chegar ás casas dos telespectadores ligados á telinha. A internet proporcionou aos internautas algo que a imprensa nunca deu: O poder de fazer a notícia do jeito que a notícia é, demonstrando desta forma o que realmente é informar sem compromisso político ou amarras patrocinadas. Ai entra o papel dos blogueiros, ou pelo menos a sua maioria, porque pasmem, a censura já chegou também aos blogs.
  Como resultado do crescimento de acessos e o avanço dos blogs, muita gente passou a enxergar um nicho de mercado importante nos blogs e então veio a migração de pessoas qualificadas nas mídias criando meios de comunicação na internet. As próprias mídias, que antes não permitiam sequer a menção de redes sociais em seus meios, passou a divulgar e aderir e não somente isso, a competir com aqueles que já estavam. Os blogs, antes brincadeiras de meninas bem no estilo diário, passou então a ser uma das mais importantes ferramentas de comunicação do mundo. Integrados ás redes sociais, os blogs alcançam um número enorme de leitores. Estes dados seriam ótimos, se não fosse a existência de uma grande quantidade de conteúdos inúteis representando um desperdício desta ferramenta tão importante quanto o blog.
  A inclusão digital trouxe muito gente cujos conteúdos são representativos na internet, porém não foi só isso que surgiu com a inclusão. Dizer que a migração de produtos de mídia para a internet não trouxe qualidade para os conteúdos é uma inverdade, mas afirmar que tudo que é apresentado é bom, seria outra. Em muitos casos a mesmice se repete e parece que estamos diante da televisão quando na verdade é ao computador que estamos. O chamado stand up comedy tornou-se cansativo e em muitos ocasiões insosso se comparado a outros conteúdos postados na internet. Ai entra o papel do blogueiro. Não o blogueiro fútil, aquele que vive de postar conteúdos sem proveito aparente, mas o blogueiro compromissado, sério, que apresenta artigos inerentes a assuntos relevantes.
  Tem muitos blogueiros que sequer atentam para a importância daquilo que fazem. Que não dão a mínima para quem está lendo, querem mesmo é aumentar números, semelhantes aos jornais e emissoras, desejam apenas o IBOPE. Há no entanto blogueiros responsáveis, pessoas de responsabilidade e que possuem ética e compromisso com seus leitores. A estes o Projeto Roda Cultura manifesta um respeito profundo, pois sabe que é de envolvimento e dedicação deste nível que o Brasil necessita. Respeito, ética e responsabilidade são atributos de quem faz blog com qualidade e que merece ter leitores como você, que procuram sempre o melhor conteúdo. 

Esta obra está protegida por Direitos Autorais que se reservam ao autor Tony Casanova, não sendo permitido o seu uso de qualquer natureza, utilizando qualquer meio, do todo ou parte dele, sem a autorização legal do autor sob pena de infração das Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O desrespeito aos Direitos do autor implicará na aplicação das Sanções Legais Cabíveis nos Rigores da Legislação vigente.

Para saber mais sobre o autor acesse ESTE LINK
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    Blogger | Commitment, Responsibility and Ethics Blogger.

  The last decade was marked by the advent of technological advancement and the internet came with full force reaching all territories on all continents at a surprising speed. In this way the East integrated with the West and we began to have access to Diversified Cultures. We came out of the narrow book environment and came to experience the cultural traditions of distant peoples online and this was an impressive gain for humanity. It is the globalized information age. Now no longer hostage to the censorship of the media, the facts reach the netizens practically at the time when they happen, without restrictions, cuts or tendentious editions and manipulated. It is the people accessing information without filters and in real speed.
  What before represented information at the mercy of the great media that held in their hands their informative as impartial and of high credibility, was surfaced by Internet users, that this was not so. There was information yes, but edited, censored, digested well before arriving at the homes of the viewers connected to the little screen. The Internet has provided Internet users with something the press has never given: The power to make the news the way the news is, demonstrating in this way what it really is to report without political commitment or sponsored moorings. Ai enters the role of bloggers, or at least most, because they are amazing, censorship has also come to blogging.
  As a result of the growth of accesses and the advancement of blogs, many people started to see an important market niche in blogs and then came the migration of qualified people in the media creating media on the internet. The media themselves, which previously did not allow even the mention of social networks in their means, began to divulge and join and not only that, to compete with those who were already. Blogs, once played by girls in the style of the day, became one of the most important communication tools in the world. Integrated into social networks, blogs reach an enormous number of readers. These data would be great, were it not for the existence of a large amount of useless content representing a waste of this tool as important as the blog.
  Digital inclusion has brought a lot of people whose contents are representative on the internet, but that is not all that came up with inclusion. To say that the migration of media products to the internet has not brought quality to the content is untrue, but to say that everything that is presented is good, it would be another. In many cases the sameness repeats itself and it seems that we are before the television when in fact it is to the computer that we are. The so-called stand up comedy has become tiresome and on many occasions bland compared to other content posted on the internet. Here comes the role of the blogger. Not the futile blogger, the one who lives by posting content without apparent advantage, but the committed blogger, serious, who presents articles related to relevant issues.
  There are many bloggers who do not even consider the importance of what they do. That they do not give a damn about who is reading, they really want to increase numbers, similar to the newspapers and broadcasters, just want the IBOPE. There are, however, responsible bloggers, responsible people who have ethics and commitment to their readers. To these, the Roda Cultura Project expresses deep respect, since it knows that it is the involvement and dedication of this level that Brazil needs. Respect, ethics and responsibility are attributes of those who blog quality and who deserve to have readers like you who always look for the best content.

This work is protected by Copyright that is reserved to the author Tony Casanova, not being allowed its use of any nature, using any means, all or part of it, without the legal authorization of the author under penalty of violation of the National and International Laws of Intellectual Property Rights. Failure to respect the rights of the author will imply the application of legal sanctions in compliance with the requirements of the current legislation.

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   Blogger | Compromiso, Responsabilidad y Ética Blogger.

  La última década fue marcada con la llegada del avance tecnológico y la Internet vino con fuerza total alcanzado todos los territorios en todos los continentes a una velocidad sorprendente. De esta forma el Oriente se integró a Occidente y empezamos a tener acceso a Culturas diversificadas. Salimos del estrecho ambiente de los libros y pasamos a vivenciar en línea las tradiciones culturales de pueblos distantes y esto fue una ganancia impresionante para la humanidad. Es la era de la información globalizada. Ahora no más rehenes de la censura de los medios, los hechos llegan a los internautas prácticamente a la hora en que ocurren, sin salvedades, cortes o ediciones tendenciosas y manipuladas. Es el pueblo accediendo información sin filtros y en velocidad real.
  Lo que antes representaba información a merced de los grandes medios que detenían en sus manos sus informativos tenidos como imparciales y de alta credibilidad, salió a la luz mostrado por los internautas, que la cosa no era así. Había información sí, pero editada, censurada, digerida bien antes de llegar a las casas de los telespectadores conectados a la pantalla. La internet proporcionó a los internautas algo que la prensa nunca dio: El poder de hacer la noticia de la manera que la noticia es, demostrando de esta forma lo que realmente es informar sin compromiso político o amarras patrocinadas. Ai entra el papel de los blogueros, o al menos su mayoría, porque pasan, la censura ya llegó también a los blogs.
  Como resultado del crecimiento de accesos y el avance de los blogs, mucha gente pasó a ver un nicho de mercado importante en los blogs y entonces vino la migración de personas calificadas en los medios creando medios de comunicación en Internet. Los propios medios, que antes no permitían siquiera la mención de redes sociales en sus medios, pasó a divulgar y adherirse y no sólo eso, a competir con aquellos que ya estaban. Los blogs, antes bromas de chicas bien en el estilo diario, pasaron entonces a ser una de las más importantes herramientas de comunicación del mundo. Integrados a las redes sociales, los blogs alcanzan un número enorme de lectores. Estos datos serían óptimos, si no fuera por la existencia de una gran cantidad de contenidos inútiles representando un desperdicio de esta herramienta tan importante como el blog.
  La inclusión digital trae mucha gente cuyos contenidos son representativos en Internet, pero no fue sólo eso que surgió con la inclusión. Decir que la migración de productos de medios a Internet no traía calidad para los contenidos es una inversión, pero afirmar que todo lo que se presenta es bueno, sería otra. En muchos casos la mismísima se repite y parece que estamos ante la televisión cuando en realidad es a la computadora que estamos. El llamado stand up comedy se ha vuelto cansado y en muchas ocasiones insosso si se compara a otros contenidos publicados en internet. Ai entra el papel del bloguero. No el bloguero fútil, aquel que vive de publicar contenidos sin provecho aparente, pero el bloguero comprometido, serio, que presenta artículos inherentes a asuntos relevantes.
  Hay muchos bloggers que ni siquiera atentan para la importancia de lo que hacen. Que no dan la mínima para quien está leyendo, quieren incluso aumentar números, semejantes a los periódicos y emisoras, desean sólo el IBOPE. Sin embargo, hay bloggers responsables, personas de responsabilidad y que tienen ética y compromiso con sus lectores. A estos el Proyecto Roda Cultura manifiesta un profundo respeto, pues sabe que es de implicación y dedicación de este nivel que Brasil necesita. Respeto, ética y responsabilidad son atributos de quien hace blog con calidad y que merece tener lectores como usted, que buscan siempre el mejor contenido.

Esta obra está protegida por derechos de autor que se reservan al autor Tony Casanova, no siendo permitido su uso de cualquier naturaleza, utilizando cualquier medio, del todo o parte de él, sin la autorización legal del autor bajo pena de infracción de las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. La falta de respeto a los derechos del autor implicará en la aplicación de las sanciones legales aplicables en los riegos de la legislación vigente.

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Medicina | Ética e Cidadania | Confrontos de Realidades.

  Disse e disse-o bem o Dr Draúzio Varella  NESTA PUBLICAÇÃO referente ao Juramento de Hipócrates publicada em seu site. De fato é desnecessário proferir um juramento apenas cerimonialmente se na prática ele é ultrapassado. Mesmo porque, como citou o Dr e é certo e sabido por todos que a formação profissional na área da Medicina requer alto investimento e empenho vitalício aos estudos, não sendo algo que se possa dizer acessível á maioria dos interessados, sendo portanto justa a remuneração digna ao que se dedica ao exercício deste labor. Sendo outro fato a realidade lembrada no artigo de que o profissional, não só da área da Medicina, mas de área de Saúde em geral (digo eu, não o artigo) é submetido á cargas quase que desumanas de trabalho para alcançar uma remuneração digna. Obviamente este é o aspecto profissional da medicina e da Saúde visto por um médico, longe aqui de querer desmerecer o artigo muito bem pautado e elaborado por este renomado profissional de saúde, eu aqui ofereço a ressalva de que toda moeda possui dois lados distintos e sem querer afirmar que haja injustiça em qualquer palavra citada no artigo, que aliás eu apoio veementemente, por trás desta realizada colocada existe uma questão ética e moral, porque não dizer social bastante relevante a ser considerada; a gangorra que há entre a justa remuneração e a vida que urge ser salva. Qual destes parâmetros exerce soberania na decisão do profissional? Qual das escolhas seria mais ética?
    Na época, ele o Dr Hipócrates, médico conceituadíssimo nas esferas sociais, considerado até nossos dias como "Pai da Medicina", talvez não estivesse sofrendo a pressão de um capitalismo tão selvagem quanto o que nos assola hoje ou ainda tivesse deixado aflorar sua veia filosófica e sofrido um surto momentâneo de cidadania quando elevou a vida, a saúde e o bem estar humano ao primeiro plano, tornando um ato de heroísmo a participação do profissional de medicina neste processo. Quem sabe? O fato é que se antes se jurava por Apolo o médico, por Esculápio, por Hígia, Panacéia e todos os deuses, hoje deve-se jurar por Deus Pai, Deus Filho e Espírito Santo, parte esta que eu creio, mereça uma correção no juramento.  Entendo eu, meramente como leigo, entendam aqui, como já expliquei, que o juramento prestado dignifique a ética do formando e sirva-lhe de parâmetro social humanitário, sendo de extrema importância não só para os profissionais, mas sobretudo para os pacientes em questão. 
  A intenção da matéria aqui apresentada não é o confronto de duas realidades fatídicas, mas produzir a devida reflexão para ambos os lados, lembrando aqui que não estou ligado á área de saúde, desta forma estou me eximindo dos parâmetros e nomenclaturas técnicas inerentes á medicina e de pronto confesso-me leigo ao ponto de não poder discutir quaisquer que seja o ponto dentro da questão médica, mas se porventura me faltam aptidões acadêmicas para uma discussão á altura, me sobra a experiência como cidadão paciente e apto a discutir os atendimentos recebidos e presenciados nos diversos hospitais e clínicas brasileiras, aquilo que por mim não foi presenciado tornou-se público através das repercussões das mídias. 
  É fato comum ouvir de autoridades deste ou daquele setor, algo que no Brasil não é exclusividade da Medicina, a seguinte frase pronta cada vez que um profissional da área é flagrado em falha moral ou ética: "Trata-se de um fato isolado e que já está sob sindicância interna onde, caso sejam apuradas as irregularidades, serão tomadas as providências." Ora, sabemos então que realmente trata-se de um caso e que não é justo generalizar-se toda uma classe em virtude do erro de alguns, isto é óbvio e nem de longe posso dizer que há erro ao afirmar-se isso, mas a questão é que no tocante a área de Saúde o produto é a vida e o seu bem estar, a sua qualidade, algo que eticamente não tem preço. Lembro-me que há muitos anos, quando ainda jovem, estava eu na praia com um amigo quando de repente vimos um homem correr em direção ao mar. De onde estávamos pudemos perceber que o homem correra para salvar uma mulher que se afogava. Desesperado ele atirou-se nas águas e tudo que conseguiu foi afogar-se também, mas graças a intervenção do rapaz que me acompanhava ele foi salvo enquanto eu salvava a mulher, que mais tarde soubemos ser esposa dele. Naquele momento para aquele homem urgia salvar a sua esposa a todo custo, pois ali o maior valor estava na vida, independente de qualquer outra coisa.
    Aquele homem arriscou sua própria vida para salvar a da sua esposa e mesmo sem saber nadar, entrou nas águas para resgatá-la. Ressalto aqui o valor da vida, que enfim teria custado outra ou talvez fossem duas a se perder e ponho o foco não em nós, eu e meu amigo que nos dispomos a ajudar, mas na ação daquele esposo. Quanto vale a vida? R$ 7.000,00, R$ 10.000,00 ou R$ 1.000.000,00? Até onde vai a ética e a justiça quando a remuneração está envolvida? Logicamente não digo que o profissional não deva ser remunerado pelos seus serviços, claro, é justo! Assim como é justo o Direito Natural á vida. Instituições como o Grean Peace e tantas outras que incluem voluntários em seus quadros são a prova de que é possível haver espaço para a necessidade material como a remuneração e a a necessidade ética e profissional sem que nenhuma das partes seja prejudicada. A cada profissional a sua escolha pela ética ou não, pelo voluntariado ou não, mas todos tem o mesmo compromisso ético, pelo menos é o que deles se espera, independente de qualquer juramento prestado, tendo em vista que tantos profissionais o fizeram e escandalizaram o mundo com demonstrações de falhas morais gritantes.
  No mais, foi muito oportuno o texto que li sobre o Juramento de Hipócrates escrito pelo Dr Draúzio Varella, ao qual volto a dizer, corroboro em gênero, número e grau.  


Esta obra está protegida por Direitos Autorais que se reservam ao autor Tony Casanova, não sendo permitido o seu uso de qualquer natureza, utilizando qualquer meio, do todo ou parte dele, sem a autorização legal do autor sob pena de infração das Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O desrespeito aos Direitos do autor implicará na aplicação das Sanções Legais Cabíveis nos Rigores da Legislação vigente.
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***Este texto está sujeito á revisões e atualizações que se fizerem necessárias a bônus do leitor.

Leitura | Respeito e Ética. | O Perigo das Entrelinhas.

  Quando o assunto é leitura existe uma ação que desde que comecei a escrever não vejo com bons olhos. Não que ela não seja necessária, a sua necessidade é óbvia, mas o fato de muitas pessoas desenvolverem o "achismo" em torno do que outros escrevem é algo tão perigoso quanto conduzir um veículo sem saber dirigir.  Trata-se das interpretações livres, onde aquele que lê tenta "adivinhar" o que o escritor quis dizer. Evidentemente muitos até se aproximam do que concerne a mensagem, mas o achismo leva os afoitos a simplesmente cometerem erros tão grotescos que fariam revirar no túmulo qualquer escritor. Eu particularmente não consigo saber ao certo de onde partiu a ideia de que as tais entrelinhas existem. Parece coisa tipo mensagem subliminar, onde quem interpreta afirma o que acha sem que o autor possa confirmar aquilo.
  Para quem costuma ter o "dom" da interpretação é preciso muito cuidado com o achismo e não acabar construindo novas verdades, que de fato serão mentiras. É sempre sensato opinar e afirmar que aquela é a sua opinião, afinal somente quem escreveu sabe exatamente aquilo que quis dizer e obviamente não constituiu porta-vozes por falta de necessidade. O fato é que quem escreveu quis dizer exatamente o que colocou na mensagem, o que passar disso é por conta do acréscimo dos "intérpretes". Sempre que alguém me fala em leitura de entrelinhas me dá coceira e dispara aquele alarme de perigo. Eu acho a leitura de entrelinhas, o achismo e a interpretação livre de uma ousadia, uma pretensão sem limites.
  Muitos talvez pratiquem estas modalidades pelo fato da dificuldade de construírem ideias próprias, ter suas próprias articulações e então necessitam encontrar algo pronto para desenvolverem um ideia em cima e se tornarem os donos da verdade. Deste jeito fica fácil. Seria como engravidar a esposa alheia. Isto me lembra casos em que absurdamente pessoas se deram ao direito de afirmar sobre a escrita de outros e cometeram leviandades indescritíveis e de consequências danosas ao escritor. Uma forma irresponsável de pronunciar-se e apropriar-se de uma verdade que não lhes cabiam.
  Este fato é algo parecido com o que acontece com tradutores intérpretes. Quando eles são éticos e responsáveis traduzem corretamente tudo que ouviram, quando não se dão ao luxo de fazerem adaptações ao que foi dito criando um novo contexto que poderá prejudicar o entendimento do que foi dito. Em contrapartida, como disse lá em cima, interpretar é algo importante, desde que a ação seja livre do achismo, da implantação de verdades próprias que poderão distorcer o que foi originalmente colocado pelo escritor. Há um ditado muito popular que diz: "Quem conta um conto aumenta um ponto."  Me faz lembrar de uma brincadeira escolar da minha infância onde a professora organizava os alunos em um círculo e pedia para um deles contar algo ao que estava do lado e este deveria repetir ao próximo até que finalmente o círculo fechasse quando o que foi dito fosse contado ao aluno que iniciou tudo. Nunca se repetia a mesma coisa. Aliás em algumas vezes havia uma distorção tão grande que criava-se uma nova estória.
  Assim ocorre com as tais entrelinhas interpretadas por peritos no dom da interpretação. Os criadores de re-estórias. Por esta razão nunca fui simpático á prática desta modalidade. Defendo a prática, desde que feita com pessoa experimentada e bastante ética, que possua um objetivo e saiba como utilizar esta ferramenta tão importante. O que me assusta são os irresponsáveis que movidos por extrema necessidade de atenção, costumam se valer de algo tão sério para expressar verdades pessoais. Lamentável e deprimente e uma prática comum em nossos dias.

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 
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   Reading | Respect and Ethics. | The Danger of Interlines.

  When the subject is reading there is an action that since I started to write I do not see with good eyes. Not that it is not necessary, its necessity is obvious, but the fact that many people develop "achismo" around what others write is something as dangerous as driving a vehicle without knowing how to drive. These are free interpretations, where the one who reads tries to "guess" what the writer meant. Of course, many people even come close to what the message is about, but it takes folly to simply make mistakes so grotesque that it would turn any writer to the grave. I particularly can not know for sure where the idea came from that such lines exist. It seems like a subliminal message, where the interpreter affirms what he thinks without the author being able to confirm it.
  For those who usually have the "gift" of interpretation, great care must be taken with achism and not end up constructing new truths, which in fact will be lies. It is always sensible to say and say that this is your opinion, after all only those who wrote know exactly what he meant and obviously did not constitute spokesmen for lack of need. The fact is that who wrote wanted to say exactly what he put in the message, what happens is because of the addition of "interpreters." Whenever someone talks to me in reading between the lines it gives me an itch and triggers that alarm of danger. I find the reading between the lines, the achismo and the free interpretation of a daring, a pretension without limits.
  Many may practice these modalities because of the difficulty of building their own ideas, having their own articulations, and then needing to find something ready to develop an idea up front and become the masters of truth. This way it's easy. It would be like impregnating the wife of others. This reminds me of cases in which absurdly people have given themselves the right to assert themselves over the writing of others and have committed indescribable frivolities and harmful consequences to the writer. An irresponsible way of pronouncing and appropriating a truth that did not fit them.
  This fact is somewhat like what happens with interpreting translators. When they are ethical and responsible, they correctly translate everything they have heard, when they do not afford to make adjustments to what has been said by creating a new context that could undermine the understanding of what has been said. On the other hand, as I said above, interpreting is important, as long as the action is free from the acumen, from the implantation of own truths that could distort what was originally put by the writer. There is a very popular saying that says, "Whoever tells a tale adds a point." It reminds me of a school play from my childhood where the teacher organized the students in a circle and asked one of them to tell something to the one on the side and he should repeat to the next until finally the circle closed when what was said was told To the student who started it all. The same thing was never repeated. In fact, sometimes there was a distortion so great that a new story was created.
  So it is with such interlining interpreted by experts in the gift of interpretation. The creators of re-stories. For this reason I have never been sympathetic to the practice of this modality. I defend the practice, provided that it is done with an experienced and quite ethical person, who has a goal and knows how to use this very important tool. What frighten me are the irresponsible ones who, driven by extreme need of attention, usually use something so serious to express personal truths. Lamentable and depressing and a common practice in our day.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.
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   Lectura | Respeto y Ética. | El Peligro de las Entrelíneas.

  Cuando el asunto es lectura existe una acción que desde que empecé a escribir no veo con buenos ojos. No es que no sea necesaria, su necesidad es obvia, pero el hecho de que muchas personas desarrollen el "achismo" en torno a lo que otros escriben es algo tan peligroso como conducir un vehículo sin saber conducir. Se trata de las interpretaciones libres, donde el que lee intenta "adivinar" lo que el escritor quiso decir. Evidentemente muchos hasta se acercan a lo que concierne al mensaje, pero el achismo lleva a los afligidos a simplemente cometer errores tan grotescos que harían revirar en la tumba a cualquier escritor. En particular, no puedo saber con certeza de dónde partió la idea de que existen entre líneas. Parece algo tipo mensaje subliminal, donde quien interpreta afirma lo que cree sin que el autor pueda confirmar aquello.
  Para quien suele tener el "don" de la interpretación es preciso mucho cuidado con el achismo y no acabar construyendo nuevas verdades, que de hecho serán mentiras. Es siempre sensato opinar y afirmar que esa es su opinión, al final sólo quien escribió sabe exactamente lo que quiso decir y obviamente no constituyó portavoces por falta de necesidad. El hecho es que quien escribió quiso decir exactamente lo que colocó en el mensaje, lo que pasar de eso es por el aumento de los "intérpretes". Siempre que alguien me habla en lectura de entrelíneas me da picazón y dispara esa alarma de peligro. Creo la lectura de entrelíneas, el achismo y la interpretación libre de una osadía, una pretensión sin límites.
  Muchos tal vez practiquen estas modalidades por el hecho de la dificultad de construir ideas propias, tener sus propias articulaciones y entonces necesitan encontrar algo listo para desarrollar una idea arriba y convertirse en los dueños de la verdad. De esta manera resulta fácil. Sería como quedar embarazada a la esposa ajena. Esto me recuerda casos en que absurdamente personas se dieron al derecho de afirmar sobre la escritura de otros y cometieron ligerezas indescriptibles y de consecuencias dañinas al escritor. Una forma irresponsable de pronunciarse y apropiarse de una verdad que no les correspondía.
  Este hecho es algo parecido a lo que sucede con los traductores intérpretes. Cuando son éticos y responsables traducen correctamente todo lo que oyeron, cuando no se dan el lujo de hacer adaptaciones a lo que se ha dicho creando un nuevo contexto que podría perjudicar el entendimiento de lo que se ha dicho. En contrapartida, como dije arriba, interpretar es algo importante, siempre que la acción sea libre del achismo, de la implantación de verdades propias que pueden distorsionar lo que fue originalmente colocado por el escritor. Hay un dicho muy popular que dice: "El que cuenta un cuento aumenta un punto." Me recuerda una broma escolar de mi infancia donde la profesora organizaba a los alumnos en un círculo y pedía a uno de ellos contar algo al que estaba del lado y éste debía repetir al prójimo hasta que finalmente el círculo se cerrara cuando lo que se dijo fue contado Al alumno que inició todo. Nunca se repetía la misma cosa. En algunas ocasiones había una distorsión tan grande que se creaba una nueva historia.
  Así ocurre con las tales entrelíneas interpretadas por expertos en el don de la interpretación. Los creadores de reencarnaciones. Por esta razón nunca fui simpático a la práctica de esta modalidad. Defiendo la práctica, siempre que sea hecha con una persona experimentada y bastante ética, que tenga un objetivo y sepa cómo utilizar esta herramienta tan importante. Lo que me asusta son los irresponsables que movidos por extrema necesidad de atención, suelen valerse de algo tan serio para expresar verdades personales. Lamentable y deprimente y una práctica común en nuestros días.

Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales.
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Blogueiro | Responsabilidade, Moral e Ética.

  Quando os primeiros blogs começaram a surgir no Brasil eram considerados coisas de meninas, algo do tipo diário de adolescentes e por isso poucos se aventuravam a utilizar as páginas de Blogs, ainda que fossem gratuitas. Muitas pessoas até riam quando se falava em blog porque não sabiam o que eram e se alguém dizia que tinha uma página na internet e era um blog, tornava-se alvo de risos. Somente sites eram consideradas páginas de internet. Com a expansão e a popularização dos blogs e o aumento de usuários nas redes sociais, até os famosos classificam seus sites de blogs e as grandes emissoras, que até então tinham ojeriza de internet e internautas, passaram a criar espaço jornalístico e de entretenimento afim de recuperar a audiência perdida.  Veio a onda do Stand Up Comedy e os humoristas, antes somente vistos nos programas de televisão, passaram a ter seus próprios programas no Youtube. Hoje todos querem o título de blogueiros, Youtuber, Internautas.  

   Há espaço para todos na grande rede mundial de computadores e tudo isto aqueceu negócios que são extremamente lucrativos para muitos, mas trouxe algo muito desagradável; A falta de ética demonstrada por blogueiros que munidos de suas páginas e embasados no Direito á Liberdade de Expressão, esquecem que na questão de Direitos, sempre haverá limites estabelecidos e que são exatamente os Direitos do outro. Fato comum é um blogueiro utilizar seu Direito de Opinião e promover postagens expondo pessoas públicas, anônimas ou fatos veiculados por terceiros deixando em sua postagem a opinião sobre o exposto. É um Direito? Sim, claro. Indubitavelmente é um Direito dar a opinião, mas este Direito se limita ao Direito do outro.

   Quando a opinião é dada de forma sensata e coerente ela é válida, mas é preciso cuidado com aquilo que se veicula. A questão da ética dos blogueiros é algo polêmico, afinal sempre existem aqueles que querem o Direito de dizerem o que quiserem sobre qualquer assunto ou qualquer pessoa, mas não é bem assim que as coisas devem ser. Ética é algo muito sério e distingue o ser humano bom do ruim. É muito fácil fazer críticas, estabelecer conceitos e criar julgamentos, difícil é ter bom senso no que faz. A ética consiste no exame da própria atitude, independente dos interesses financeiros envolvidos, mas visando aquilo que é prioritário no benefício do leitor, cliente, eleitor ou qualquer outra classe. Um indivíduo que não possui princípios jamais pode ser ético e nunca terá a moral necessária para o exercício de qualquer função. 

   Blogueiros ou cidadãos, nós somos responsáveis pelos nossos atos e responderemos por suas consequências. Não devemos fazer observância do Direito como algo unilateral, mas coletivo. Todos possuem seus Direitos, não apenas os que escrevem, mas também os que leem e principalmente aqueles que são expostos no conteúdo da postagem.  Eu, particularmente nunca defendi, nem defenderei nenhum tipo de censura imposta para limitar o acesso á verdade dos fatos ou preservar quem quer que seja das consequências dos próprios atos praticados, mas em contrapartida não apoio, em hipótese alguma a exploração midiática desqualificada promovida por leigos apenas no intuito de promoção pessoal.

   A responsabilidade, a moral e a ética se resumem ao respeito devido ao leitor e ao personagem exposto no conteúdo, senão estaremos nos tornando semelhantes ou pior do que a imprensa que sempre acusamos de distorcer e ocultar fatos, beneficiar este ou aquele ou mesmo privilegiar a que lhe for interessante.  Se você é blogueiro ou blogueira e gostaria de opinar sobre este texto, deixe seu comentário com a sua opinião, mesmo aqueles que não são brasileiros podem opinar, seu comentário é muito importante. Obrigado.



Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 


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Blogger | Responsibility, Morality and Ethics.

   When the first blogs started appearing in Brazil they were considered girls' things, something of the daily type of adolescents and so few ventured to use the pages of Blogs, even if they were free. Many people even laughed when they talked about blogging because they did not know what they were and if someone said they had a web page and it was a blog, it became a laughing stock. Only websites were considered web pages. With the expansion and popularization of blogs and the increase of users in social networks, even the celebrities classify their blog sites and the big broadcasters, which had until then had Internet and Internet users, began to create journalistic and entertainment space in order to Recover the lost audience. Then came the wave of Stand Up Comedy and the comedians, before only seen in the television programs, started to have their own programs in Youtube. Today everyone wants the title of bloggers, Youtuber, Internautas.

  There is room for everyone in the great world wide computer network and all this has warmed up businesses that are extremely profitable for many, but brought something very unpleasant; The lack of ethics demonstrated by bloggers with their pages and based on the Right to Freedom of Expression, forget that in the issue of Rights, there will always be limits set and that are exactly the Rights of the other. It is common for a blogger to use his or her Right of Opinion and to promote posts by exposing public, anonymous or third parties by posting their opinion on the above. Is it a right? Yes of course. Undoubtedly it is a Right to give the opinion, but this Right is limited to the Right of the other.

   When opinion is given sensibly and coherently, it is valid, but care must be taken with what is conveyed. The question of the ethics of bloggers is controversial, after all there are always those who want the right to say what they want on any subject or anyone, but that's not quite the way things should be. Ethics is something very serious and distinguishes good from bad. It is very easy to criticize, establish concepts and create judgments, it is difficult to have common sense in what you do. Ethics consists in examining one's own attitude, independent of the financial interests involved, but aiming at what is a priority for the benefit of the reader, client, voter, or any other class. An individual who has no principles can never be ethical and will never have the morale to perform any function.
  Bloggers or citizens, we are responsible for our actions and we will respond for their consequences. We should not observe the law as something unilateral, but collective. Everyone has their Rights, not just those who write, but also those who read and especially those who are exposed in the content of the post. I, in particular, have never defended or defended any type of censorship imposed to limit access to the truth of the facts or to preserve anyone from the consequences of their own acts, but on the other hand I do not support, in any case, the disqualified media exploitation promoted by laymen Only for the purpose of personal promotion.

   Responsibility, morality and ethics are all about respect for the reader and the character exposed in the content, otherwise we will become similar or worse than the press we always accuse of distorting and concealing facts, benefiting this or that or even privileging the Interesting to you. If you are a blogger or a blogger and you would like to comment on this text, let your comment with the opinion, even those who are not Brazilian, can give your opinion, your comment is very important. Thank you.

Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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Blogueiro | La responsabilidad, la moral y la ética.


   Cuando los primeros blogs comenzaron a emerger en Brasil fueron considerados cosas de chicas, algo bueno todos los días de los adolescentes y tan pocos se han aventurado a utilizar las páginas de blogs, incluso si fueran libres. Mucha gente incluso se rió cuando se trataba de un blog porque no sabían lo que eran y si alguien dijo que tenía un sitio web y un blog fue, se convirtió en reído. Sólo los sitios se consideraron páginas web. Con la expansión y popularización de los blogs y el aumento de usuarios en las redes sociales, a la famosa clasificar sus sitios de blogs y grandes estaciones, que hasta entonces tenía aversión a internet y los internautas comenzaron a crear un espacio periodístico y de ocio con el fin de recuperar la audiencia perdida. Llegó la ola de Stand Up Comedy y cómicos, que antes sólo visto en la televisión, ahora tienen sus propios programas en Youtube. Hoy en día todo el mundo quiere el título de bloggers, Youtuber, los internautas.

   Hay espacio para todos en el gran World Wide Web y todo esto con calefacción negocios son extremadamente rentable para muchos, pero trajo algo muy desagradable; La falta de ética demostradas por los bloggers que designaron con sus páginas y basado en el derecho a la libertad de expresión, hay que olvidar que la cuestión de los derechos, no siempre será establecido límites y cuáles son exactamente los derechos de la otra. hecho común es un blogger usando su visión de la ley y la promoción de los cargos públicos que exponen las personas, anónima o hechos transmitidos por los demás dejando su cargo la revisión de los anteriores. Es una ley? Si claro. Sin lugar a dudas es un derecho de opinión, pero este derecho se limita a la derecha de la otra.

   Cuando el dictamen se comunique con sensatez y consistentemente es válida, pero se ocupa de lo que es transmite. La cuestión de la ética de los bloggers es algo controvertido, después de todo, siempre hay los que quieren el derecho a decir lo que se quiera sobre cualquier tema o cualquier persona, pero no es la manera que debe ser. La ética es algo muy serio y distingue al ser humano bueno de lo malo. Es muy fácil criticar, para establecer conceptos y crear juicios, es difícil usar el sentido común en lo que haces. La ética es el examen de la actitud propia de uno, sin tener en cuenta los intereses económicos en juego, pero lo que buscan es una prioridad en beneficio del lector, al cliente, votante o cualquier otra clase. Un individuo que no tiene principio nunca puede ser ético y nunca tendrá la necesaria moral para el ejercicio de cualquier función.

   Bloggers o los ciudadanos, que son los responsables de nuestras acciones y responder por sus consecuencias. No debemos hacer que el cumplimiento de la ley como algo unilateral, sino colectivo. Todos tienen sus derechos, no sólo escribir, sino también aquellos que leen y especialmente a los que están expuestas al contenido del post. Yo personalmente nunca defendí o defender cualquier tipo de censura para limitar el acceso a la verdad de los hechos o conservar cualquier persona de las consecuencias de sus propios actos llevados a cabo, pero por otra parte no son compatibles en modo alguno la explotación de medios descalificado promovido por laico sólo en los fines de promoción personal.

   La responsabilidad, la moral y la ética se reducen a respetar para el lector y el personaje que aparece en el contenido, sino que van a realizar similar o peor que la prensa nunca lo acusan de distorsionar y ocultar hechos, beneficiará a tal o cual o privilegio que es interesante. Si usted es un blogger o blogger y le gustaría decir en este texto, deje su comentario con su opinión, incluso aquellos que no están los brasileños pueden opine, su comentario es muy importante. Gracias.

Escritor de texto y el autor, Tony Casanova. Todos los derechos reservados y garantizados por leyes nacionales y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo, de todos o parte de ella, independientemente de los medios o extremos. La violación de estos derechos constituye un delito y es pasiva de las sanciones legales aplicables.

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