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Relacionamento | Traição | Perdoar ou Não?

  A infidelidade tem sido alvo de discussões em todas as rodas sociais e é considerada uma das questões mais polêmicas deste século. Não é atoa que seja assim, pois o assunto é realmente o fel das relações. Ainda mais discutida que a própria infidelidade é a questão que se refere ao perdão da traição. Movidos pelo chamado "Calor da Emoção", muitos assumem um comportamento vingativo em relação a isso, outros se resumem ao desprezo puro e simples e há ainda aqueles que somem e passam a ignorar o outro. O fato é que ainda que haja o perdão, certamente ele não estará necessariamente vinculado ao esquecimento e será, sem dúvida uma lembrança amarga no decorrer da vida dos envolvidos. A violência obviamente não conduz a lugar algum senão a mais violência e infelizmente traz consequências altamente prejudiciais a ambos, sendo portanto injustificada independente da razão que se apresente. Ninguém pode justificar a banalização da vida em nome do amor e qualquer ação contra a vida de outro, além de criminosa é absolutamente insana.
  Se a violência não se justifica em casos de infidelidade, a traição também não é justificável em hipótese alguma, não importa quais os argumentos sejam expostos ou que razões se apresente. Ao assumir-se um relacionamento, consequentemente arca-se com todos os compromissos inerentes a ele, independente da distância, da ausência de afeto, de toques e qualquer outra situação que se possa utilizar como argumento de justificativa para uma traição. Somente a dissolução da relação pode anular a carga de compromissos assumidos e isentar de responsabilidades ou culpas, a presença de outra pessoa na vida alguém. No amor não se aplica o termo literário "Triângulo Amoroso" e ele, ainda que possa render uma boa trama é de absoluta pejoração á honra daquele é traído. Fato que se aplica á espécie humana e não somente ao gênero.
  Vamos falar um pouquinho então do perdão? Perdoar é um gesto nobre, qualidade própria do amor e por assim ser, o perdão exige um esforço absurdo do ser humano, mas ao passo que ele parece-nos ser absurdamente difícil, torna-se possível graças a presença do amor. Não importa a quantos sentimentos somos submetidos, o amor será sempre mais forte que todos juntos e a melhor parte é que o amor é gerador de outros sentimentos benéficos que quando associados, tornam a relação em uma imensa e frutífera árvore. Afirmar que é impossível perdoar uma traição é uma mentira! É possível sim, claro, mas isto depende e varia de caso para caso. De quanto a pessoa traída foi magoada e se está disposta a esquecer o fato. Como a traição é uma quebra de confiança, perdoar muitas vezes torna-se mais fácil que esquecer uma traição.
  Uma grande parcela das mágoas sentidas pela pessoa traída está no fato de considerar-se enganada, mas não é só isso, quem porventura já viveu esta situação sabe como isto afeta consideravelmente a fé que se deposita no amor. Um erro claro que acaba transformando o amor em culpado pelas falhas de caráter humano.  Obviamente um erro não deve justificar o outro, mas quem pode conter alguém ferido e descontente? A resposta para a pergunta inicial sobre Perdoar ou Não uma traição deve ser respondida por cada um de nós de forma consciente e livre do sabor das emoções. Não adianta fingir que perdoa e seguir com o relacionamento apenas na intenção de continuar junto. Esta atitude poderá representar uma relação seca, amarga e improdutiva.  É preciso que cada um pese os prós e os contras de prosseguir afim de evitar novas mágoas, dores e decepções.
  Quanto a perdoar é possível sim, qualquer pessoa pode agir com nobreza e amor perdoando a infidelidade, mas é preciso antes por as cartas á mesa e abrir um diálogo sério e definitivo sobre a questão. Exponha tudo que pensa, tudo que acha e tudo que quer do outro e procure deixar claro quais as consequências de qualquer ato falho que se repita. Este tipo de diálogo deve ser o mais franco e aberto possível, sem rodeios ou maquiagens na fala. Perdoar uma traição é atribuir ao outro a renovação do voto de confiança perdido e assim resgatar uma relação que faliu no momento em que este elo de confiança foi rompido. É preciso ter certeza de que o perdão realmente vale a pena e se com ele você conseguirá salva seu relacionamento.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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   Relationship | Betrayal | Forgive or Not?

  Infidelity has been the subject of discussions on all social wheels and is considered one of the most controversial issues of this century. It is no such thing, for the subject is really the gall of relationships. Even more discussed than the infidelity itself is the question that refers to the forgiveness of betrayal. Moved by the so-called "Heat of Emotion," many take vindictive behavior toward it, others boil down to pure and simple contempt, and there are still those who come and ignore each other. The fact is that even if there is forgiveness, it certainly will not necessarily be linked to oblivion and will undoubtedly be a bitter reminder throughout the lives of those involved. Violence obviously leads to nothing but more violence and unfortunately brings consequences highly harmful to both, and is therefore unjustified regardless of the reason that presents itself. No one can justify the trivialization of life in the name of love and any action against the life of another as well as criminal is absolutely insane.
  If violence is not justified in cases of infidelity, betrayal is also not justifiable at all, no matter what arguments are put forward or why. In assuming a relationship, therefore, he takes upon himself all the commitments inherent to him, regardless of distance, absence of affection, touch and any other situation that can be used as an argument for justification for betrayal. Only the dissolution of the relationship can nullify the burden of commitments assumed and exempt from liability or guilt, the presence of another person in someone's life. In love does not apply the literary term "Love Triangle" and he, although it can yield a good plot is of absolute improvement to the honor of the one is betrayed. This fact applies to the human species and not only to the genus.
  Let's talk a bit about forgiveness then? To forgive is a noble gesture, a quality proper to love, and so to be, forgiveness demands an absurd effort from the human being, but while it seems to us to be absurdly difficult, it is made possible by the presence of love. No matter how many feelings we undergo, love will always be stronger than all together and the best part is that love is the generator of other beneficial feelings that when associated, make the relationship into an immense and fruitful tree. To say that it is impossible to forgive a betrayal is a lie! It is possible, of course, but this depends and varies from case to case. How much the betrayed person has been hurt and is willing to forget the fact. As betrayal is a breach of trust, forgiving often becomes easier than forgetting a betrayal.
  A great deal of the sorrows felt by the betrayed person is in the fact of being deceived, but not only that, whoever has lived this situation knows how this affects considerably the faith that is deposited in love. A clear mistake that ends up turning love into a guilty one because of the flaws of human character. Obviously one mistake should not justify the other, but who can contain someone hurt and displeased? The answer to the initial question about Forgiving or Not a betrayal must be answered by each of us consciously and free from the taste of emotions. It's no use pretending to forgive and follow through with the relationship just in order to continue together. This attitude may represent a dry, bitter and unproductive relationship. It is necessary that each weighs the pros and cons of pursuing in order to avoid new hurts, pains and disappointments.
  As for forgiving is possible, yes, anyone can act with nobility and love forgiving the infidelity, but it is necessary before the cards at the table and open a serious and definitive dialogue on the issue. Expose everything you think, everything you find and everything you want from the other, and try to make it clear what the consequences of any failed act are. This type of dialogue should be as frank and open as possible, without blunt or make-up in speech. To forgive a betrayal is to attribute to the other the renewal of the vow of lost trust and thus to redeem a relationship that went bankrupt at the moment this bond of trust was broken. You have to make sure that forgiveness really pays off and if you can save your relationship with it.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

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  Relaciones | Traición | ¿Perdonar o no?

  La infidelidad ha sido objeto de discusiones en todas las ruedas sociales y es considerada una de las cuestiones más polémicas de este siglo. No es acto que sea así, pues el asunto es realmente el hiel de las relaciones. Aún más discutida que la propia infidelidad es la cuestión que se refiere al perdón de la traición. En el caso de que el llamado "Calor de la Emoción", muchos asumen un comportamiento vengativo en relación a eso, otros se resumen al desprecio puro y simple y hay todavía aquellos que suman y pasan a ignorar al otro. El hecho es que aunque haya el perdón, ciertamente no estará necesariamente vinculado al olvido y será, sin duda, un recuerdo amarga en el transcurso de la vida de los involucrados. La violencia obviamente no conduce a ningún lugar más que la más violencia y desgraciadamente trae consecuencias altamente perjudiciales a ambos, siendo por lo tanto injustificada independiente de la razón que se presente. Nadie puede justificar la banalización de la vida en nombre del amor y cualquier acción contra la vida de otro, además de criminal es absolutamente insana.
  Si la violencia no se justifica en casos de infidelidad, la traición tampoco es justificable en ninguna hipótesis, no importa cuáles sean los argumentos expuestos o qué razones se presentan. Al asumir una relación, consecuentemente se arca con todos los compromisos inherentes a él, independientemente de la distancia, de la ausencia de afecto, de toques y cualquier otra situación que se pueda utilizar como argumento de justificación para una traición. Sólo la disolución de la relación puede anular la carga de compromisos asumidos y eximir de responsabilidades o culpas, la presencia de otra persona en la vida alguien. En el amor no se aplica el término literario "Triángulo Amoroso" y él, aunque pueda rendir una buena trama es de absoluta rotación al honor de aquel es traicionado. Hecho que se aplica a la especie humana y no sólo al género.
  ¿Vamos a hablar un poquito entonces del perdón? Perdonar es un gesto noble, calidad propia del amor y por tanto ser, el perdón exige un esfuerzo absurdo del ser humano, pero mientras que nos parece ser absurdamente difícil, se hace posible gracias a la presencia del amor. No importa cuantos sentimientos somos sometidos, el amor será siempre más fuerte que todos juntos y la mejor parte es que el amor es generador de otros sentimientos benéficos que cuando asociados, hacen la relación en un inmenso y frutífera árbol. ¡Afirmar que es imposible perdonar una traición es una mentira! Es posible sí, claro, pero esto depende y varía de caso a caso. De cuánto la persona traicionada fue herida y se está dispuesta a olvidar el hecho. Como la traición es una quiebra de confianza, perdonar muchas veces se vuelve más fácil que olvidar una traición.
  Una gran parte de las penas sentidas por la persona traicionada está en el hecho de considerarse engañada, pero no es sólo eso, quien ya ha vivido esta situación sabe cómo esto afecta considerablemente la fe que se deposita en el amor. Un error claro que termina transformando el amor en culpable por las fallas de carácter humano. Obviamente un error no debe justificar al otro, sino quién puede contener a alguien herido y descontento? La respuesta a la pregunta inicial sobre Perdonar o No una traición debe ser respondida por cada uno de nosotros de forma consciente y libre del sabor de las emociones. No sirve de nada fingir que perdona y seguir con la relación sólo con la intención de seguir juntos. Esta actitud puede representar una relación seca, amarga e improductiva. Es necesario que cada uno pese a los pros y los contras de proseguir con el fin de evitar nuevos dolores, dolores y decepciones.
  En cuanto a perdonar es posible sí, cualquier persona puede actuar con nobleza y amor perdonando la infidelidad, pero es necesario antes por las cartas a la mesa y abrir un diálogo serio y definitivo sobre la cuestión. Exponga todo lo que piensa, todo lo que cree y todo lo que quiere del otro y procure dejar claro cuáles son las consecuencias de cualquier acto fallido que se repita. Este tipo de diálogo debe ser lo más franco y abierto posible, sin rodeos o maquillajes en el habla. Perdonar una traición es atribuir al otro la renovación del voto de confianza perdido y así rescatar una relación que falló en el momento en que este eslabón de confianza se rompió. Es necesario estar seguro de que el perdón realmente vale la pena y si con él podrás salvar tu relación.

La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.

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Relacionamento | Por que Amar Machuca Tanto?

  Por que nos machucamos tanto quando estamos amando?  Ora o amor é um sentimento que consiste em um conjunto de ações probatórias e nos constrange á renúncia e a retribuição, assim quando estamos amando o amor nos torna sensíveis e preparados para suas ações, mas o que acontece quando um dos dois se recusa a permitir as ações do amor? Logicamente que virão decepções e sofrimento porque não é o que esperamos do outro. Compreendemos então que as decepções são frutos daquilo que esperamos e que não é correspondido. Então vem a pergunta: E se esperarmos menos do outro, resolve? Não! Esperar menos também quer dizer amar menos, pois nos damos á medida e proporção daquilo que esperamos. Se esperamos pouco, nos damos pouco e sem entrega não existe amor. Isso quer dizer que estamos fadados a sofrer por amor? Sim, mas não devemos ver o amor como uma condenação ao sofrimento, mas uma libertação dele. O amor é o elemento libertador porque nos condiciona á igualdade do sofrimento, assim o mal que sofremos é o mesmo que podemos causar, desta forma se perdoarmos, também seremos perdoados.
  É nesta equação que está a mágica do amor. Iremos sofrer? Sim, mas não será o sofrimento produzido pelo fato de amarmos, mas por termos sido decepcionado na espera que tínhamos no outro, mas o amor nos capacita a perdoar. Vejamos então como é magnífica a sua performance: Quando somos magoados temos o amor que nos capacita ao perdão e quando magoamos ele oferece a mesma capacitação ao outro, por esta razão precisamos nos entregar a ele e permitirmos suas ações nas nossas vidas. O sofrimento é uma constante na vida humana, sempre foi e sempre será assim porque é da natureza humana o egoísmo, o orgulho, a soberba, a avareza, a luxúria, enfim o pecado. O homem já nasce com esta inclinação e o que muda com a presença do amor é a capacidade que teremos para perdoar o ser amado.
  Pense no amor como o motivador do perdão, da generosidade, das ações benéficas e não como causador de dores e sofrimentos. É fácil quando, uma vez decepcionados, diante da amargura sentida procurarmos atribuir a culpa ao amor e não á falta dele. Comprovadamente não há dúvida alguma de que aquele que realmente ama é capaz de produzir ações muitas vezes inacreditáveis por serem maravilhosas. Estas ações são tão grandes no volume da sua benevolência que deixam claro que sem a ação do amor não seriam possíveis. Nós não somos podemos dizer exatamente o que seríamos capazes de fazer por amor, mas seguramente faríamos muito, mas sem amor algum não faríamos nada! Não é aquilo que prometemos, que declaramos poder fazer, mas aquilo que fazemos quando a necessidade exige que façamos. Assim é o amor.
  O amor está presente na vida humana desde o seu nascimento, quando o bebê aprende a amar seus pais e por ele também é amado. Este amor constrange o homem a confiar naqueles que ama e esta troca de dependência e confiança torna viável o ciclo do amor nas relações. As decepções estão presentes em todas as formas de relacionamentos, seja ele fraterno, materno, paterno ou mesmo social, qualquer relação que envolva o amor sempre redundará em sofrimento em razão daquilo que se espera e que não chega a ser cumprido, mas vem do amor a oportunidade que podem nos levar a perdoar e também ser perdoados. 

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     Relationship | Why Does Love Hurt So Much?

   Why do we get so hurt when we're in love? Now love is a feeling that consists of a set of probative actions and constrains us to renunciation and retribution, so when we are loving love it makes us sensitive and prepared for its actions, but what happens when one of the two refuses to allow the actions of love? Of course there will come disappointments and suffering because it is not what we expect from the other. We understand then that disappointments are the fruit of what we expect and that is not reciprocated. Then comes the question: And if we expect less from the other, will it? No! To expect less also means to love less, for we give ourselves to the measure and proportion of what we expect. If we expect little, we give little and without delivery there is no love. Does this mean that we are doomed to suffer for love? Yes, but we should not see love as a condemnation to suffering, but a deliverance from it. Love is the liberating element because it conditions us to the equality of suffering, so the evil we suffer is the same that we can cause, in this way if we forgive, we will also be forgiven.
  It is in this equation that there is the magic of love. Will we suffer? Yes, but it will not be the suffering produced by the fact that we love, but because we have been disappointed in the expectation we had in the other, but love enables us to forgive. Let's see how magnificent his performance is: When we are hurt we have the love that enables us to forgive and when we hurt he offers the same training to the other, for this reason we must give ourselves to him and allow his actions in our lives. Suffering is a constant in human life, it has always been and always will be because human nature is selfishness, pride, pride, greed, lust, and finally sin. Man is already born with this inclination and what changes with the presence of love is the capacity we will have to forgive the loved one.
  Think of love as the motivator of forgiveness, of generosity, of beneficent actions and not as the cause of pain and suffering. It is easy when, once disappointed, in the face of bitterness we try to blame love, not lack it. Evidently there is no doubt that the one who really loves is capable of producing actions that are often unbelievable because they are wonderful. These actions are so great in the volume of their benevolence that they make it clear that without the action of love they would not be possible. We are not we can say exactly what we would be able to do for love, but surely we would do much, but without love some would do nothing! It is not what we promise, what we claim to be able to do, but what we do when need demands that we do. Such is love.
  Love has been present in human life since its birth, when the baby learns to love his parents and for him is also loved. This love constrains man to trust in those he loves and this exchange of dependence and trust makes the cycle of love in relationships viable. Disappointments are present in all forms of relationships, be it fraternal, maternal, paternal or even social, any relationship that involves love will always result in suffering because of what is expected and that is not fulfilled, but comes from love the opportunity that can lead us to forgive and also be forgiven.

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       Relaciones | ¿Por qué Amar Machuca Tanto?

   ¿Por qué nos lastimamos tanto cuando estamos amando? El amor es un sentimiento que consiste en un conjunto de acciones probatorias y nos obliga a la renuncia y la retribución, así cuando estamos amando el amor nos hace sensibles y preparados para sus acciones, pero qué sucede cuando uno de los dos se niega a permitir las acciones del amor? Lógicamente que vendrán decepciones y sufrimiento porque no es lo que esperamos del otro. Comprendemos entonces que las decepciones son fruto de lo que esperamos y que no es correspondido. Entonces viene la pregunta: ¿Y si esperamos menos del otro, resuelve? ¡No! Esperar menos también quiere decir amar menos, pues nos damos a la medida y proporción de lo que esperamos. Si esperamos poco, nos damos poco y sin entrega no hay amor. ¿Eso quiere decir que estamos condenados a sufrir por amor? Sí, pero no debemos ver el amor como una condena al sufrimiento, sino una liberación de él. El amor es el elemento liberador porque nos condiciona a la igualdad del sufrimiento, así el mal que sufrimos es lo mismo que podemos causar, de esta forma si perdonamos, también seremos perdonados.
  Es en esta ecuación que está la magia del amor. ¿Vamos a sufrir? Sí, pero no será el sufrimiento producido por el amar, pero por haber sido decepcionado en la espera que teníamos en el otro, pero el amor nos permite perdonar. Veamos entonces cómo es magnífica su desempeño: Cuando somos heridos tenemos el amor que nos capacita al perdón y cuando lastimamos él ofrece la misma capacitación al otro, por esta razón necesitamos entregarnos a él y permitir sus acciones en nuestras vidas. El sufrimiento es una constante en la vida humana, siempre ha sido y siempre será así porque es de la naturaleza humana el egoísmo, el orgullo, la soberbia, la avaricia, la lujuria, en fin el pecado. El hombre ya nace con esta inclinación y lo que cambia con la presencia del amor es la capacidad que tendremos para perdonar el ser amado.
  Piense en el amor como el motivador del perdón, de la generosidad, de las acciones benéficas y no como causante de dolores y sufrimientos. Es fácil cuando, una vez decepcionados, ante la amargura sentida buscamos atribuir la culpa al amor y no le falta. Evidentemente no hay duda alguna de que el que realmente ama es capaz de producir acciones muchas veces increíbles por ser maravillosas. Estas acciones son tan grandes en el volumen de su benevolencia que dejan claro que sin la acción del amor no serían posibles. No podemos decir exactamente lo que seríamos capaces de hacer por amor, pero seguramente haríamos mucho, pero sin amor alguno no haríamos nada! No es lo que prometemos, que declaramos poder hacer, sino lo que hacemos cuando la necesidad exige que hagamos. Así es el amor.
  El amor está presente en la vida humana desde su nacimiento, cuando el bebé aprende a amar a sus padres y por él también es amado. Este amor obliga al hombre a confiar en aquellos que ama y este cambio de dependencia y confianza hace viable el ciclo del amor en las relaciones. Las decepciones están presentes en todas las formas de relaciones, ya sea fraterno, materno, paterno o incluso social, cualquier relación que implique el amor siempre redundará en sufrimiento en razón de lo que se espera y que no llega a ser cumplido, sino que viene del amor la oportunidad que pueden llevarnos a perdonar y también ser perdonados.

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Relacionamentos | Namoro Virtual Pode dar Certo?

 Desde a criação da rede mundial de computadores e a expansão das redes sociais que as pessoas se relacionam e fazem a mesma pergunta: Namoro virtual pode dar certo? A resposta a esta pergunta está mais em você do que em mim. Um relacionamento virtual pode sim dar certo, caso ele obedeça os mesmos parâmetros estabelecidos para uma relação convencional, ou seja, ambos devem estar sincronizados e cientes do compromisso que possuem e que isto representa direitos concedidos pelo outro, mas também deveres e obrigações. Como assim Tony Casanova? Vou explicar para você entender melhor:

  Nas relações virtuais as pessoas vivem a falsa sensação de que estão isentas dos compromissos comuns e iludidos com a também falsa ideia de que não podem ser vistos, fazem uso das várias opções de pessoas disponíveis para um segundo, terceiro, quarto relacionamento simultâneo. Trocando em notas audíveis, na minha opinião, quando alguém é mau caráter na vida será mau caráter em qualquer ambiente, seja ele real ou virtual. Há também uma outra observação muito importante que sempre faço nas matérias que escrevo: Não se iluda com os termos virtuais que se usa na internet. Pessoas são reais, sentimento são reais e decepções também. Apenas o ambiente utilizado como forma de comunicação é virtual, portanto não é correto afirmar e acreditar que existem amizades virtuais, amores virtuais e apesar do título desta matéria trazer este termo, também não existem namoros virtuais. Tudo é real e envolve a realidade de cada um, independente da distância, da ausência do toque físico, a entrega é real.
  
NAMORO VIRTUAL TRAZ SOFRIMENTO E DECEPÇÕES?

  Só traz. Qualquer relacionamento traz mágoas, sofrimentos e decepções, afinal é a união de pensamentos e ideias diferentes que buscam afinar-se e por mais que alguém apaixonado deseje acreditar que o outro não vai falhar, a falha irá acontecer cedo ou tarde e se existe amor realmente, haverá o perdão, caso contrário a relação acaba. Um dos dois ou mesmo ambos acabarão cometendo erros e precisarão perdoar-se para que eliminem o conflito e anulem as mágoas. Na vida real ou na internet as relações possuem os mesmos parâmetros, não importa o a distância ou o toque, por isso há uma enorme chance de sofrer decepções a partir das chamadas relações virtuais. 

NAMORO VIRTUAL É CONFIÁVEL?

   Tanto quanto um relacionamento convencional é na vida cotidiana.  Como dito acima, este tipo de relacionamento pauta-se nas mesmas bases da relação de uma vida real. Obviamente que não estou levando em conta aqui o fato de que muitas pessoas preferem levar a vida enrolando outras e fazendo promessas que nunca irão cumprir, ou seja iludindo para conquistar e logo em seguida descartar por alguém que julgue melhor.  Este tipo de atitude é muito comum em relacionamentos pela internet por causa da imensa variedade de opções fáceis de pessoas desejando relacionar-se e aquela sensação de que pode-se fazer de tudo ás escondidas.
  Levando-se em conta que a internet é terra onde se encontra variados tipos de índoles e caráter para tudo que é gosto, o encontro de bons e maus caráteres é inevitável, portanto vale a pena ter cuidado extra e redobrado antes de investir em alguma nova relação. Lógico que o bom comportamento nas redes sociais não é garantia nenhuma de que o comportamento na vida convencional seja um mar de rosas, mas é melhor que se comece acertando pelo menos na chamada relação virtual e depois torcer para que consiga trazer este relacionamento para a vida real.

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 Relationship | Virtual Dating Can It Work?

 Since the creation of the global computer network and the expansion of social networks that people relate and ask the same question: Can virtual dating work? The answer to this question lies more in you than in me. A virtual relationship can work if it obeys the same parameters established for a conventional relationship, that is, both must be synchronized and aware of the commitment they have and that this represents rights granted by the other, but also duties and obligations. What do you mean, Tony Casanova? I'll explain for you to understand better:

  In virtual relationships people experience the false sense that they are exempt from common commitments and deluded with the also false notion that they can not be seen, make use of the various options available to a second, third, fourth, simultaneous relationship. Swapping in audible notes, in my opinion, when someone is bad character in life will be bad character in any environment, be it real or virtual. There is also another very important remark that I always make in the material I write: Do not be fooled by the virtual terms used on the internet. People are real, feeling are real and disappointments as well. Only the environment used as a form of communication is virtual, so it is not correct to affirm and believe that there are virtual friendships, virtual loves and despite the title of this article bring this term, there are also no virtual dating. Everything is real and involves the reality of each, regardless of distance, the absence of physical touch, delivery is real.
  
VIRTUAL NAMORO BRINGS SUFFERING AND DECEPTIONS?

  Just bring it. Any relationship brings sorrows, sufferings and disappointments, after all it is the union of different thoughts and ideas that seek to be refined and no matter how passionate someone wishes to believe that the other will not fail, failure will happen sooner or later and if there is really love , there will be forgiveness, otherwise the relationship ends. Either one or both will end up making mistakes and they will have to forgive each other so that they can eliminate the conflict and cancel out their grievances. In real life or on the internet the relationships have the same parameters, no matter the distance or the touch, so there is a huge chance of suffering disappointment from the so-called virtual relationships.

VIRTUAL NAME IS RELIABLE?

   As much as a conventional relationship is in everyday life. As stated above, this type of relationship is based on the same basis as the relationship of a real life. Obviously I am not taking into account here the fact that many people prefer to lead lives by wrapping up others and making promises that they will never fulfill, that is, deceiving to conquer and then discarding by someone who judges better. This type of attitude is very common in relationships over the internet because of the immense variety of easy options people want to relate to and that feeling that one can do everything in hiding.
  Taking into account that the internet is land where there are varied types of characters and character for everything that is taste, the encounter of good and bad characters is inevitable, so it pays to take extra care and redoubled before investing in some new relationship. Of course, good behavior in social networks is no guarantee that behavior in conventional life is a sea of ​​roses, but it is best to start hitting at least the so-called virtual relationship and then hope that you can bring this relationship to life real.

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  Relaciones | ¿CÓMO PUEDO?

 Desde la creación de la red mundial de ordenadores y la expansión de las redes sociales que las personas se relacionan y hacen la misma pregunta: ¿Cabaño virtual puede funcionar? La respuesta a esta pregunta está más en ti que en mí. Una relación virtual puede, sin embargo, si se cumplen los mismos parámetros establecidos para una relación convencional, es decir, ambos deben estar sincronizados y conscientes del compromiso que poseen y que esto representa derechos concedidos por el otro, pero también deberes y obligaciones. ¿Cómo así Tony Casanova? Voy a explicar para usted entender mejor:

  En las relaciones virtuales las personas viven la falsa sensación de que están exentas de los compromisos comunes y engañados con la falsa idea de que no pueden ser vistos, hacen uso de las diversas opciones de personas disponibles para un segundo, tercer, cuarto relación simultánea. Cambiando en notas audibles, en mi opinión, cuando alguien es mal carácter en la vida será mal carácter en cualquier ambiente, ya sea real o virtual. Hay también otra observación muy importante que siempre hago en las materias que escribo: No se engaña con los términos virtuales que se usa en internet. Las personas son reales, la sensación son reales y las decepciones también. Sólo el ambiente utilizado como forma de comunicación es virtual, por lo que no es correcto afirmar y creer que existen amistades virtuales, amores virtuales y aunque el título de esta materia trae este término, tampoco existen novios virtuales. Todo es real e involucra la realidad de cada uno, independientemente de la distancia, de la ausencia del toque físico, la entrega es real.
  
¿NAMORO VIRTUAL TRAZ SUFRIMIENTO Y DECEPCIONES?

  Sólo trae. En el caso de que se trate de una persona que no sea de su familia o de su familia, no es la primera vez que se hace el amor. , habrá el perdón, de lo contrario la relación acaba. Uno de los dos o ambos terminarán cometiendo errores y necesitará perdonar para que eliminen el conflicto y anulen las penas. En la vida real o en la Internet, las relaciones tienen los mismos parámetros, no importa la distancia o el toque, por lo que hay una enorme posibilidad de sufrir decepciones a partir de las llamadas relaciones virtuales.

¿NAMORO VIRTUAL ES CONFIABLE?

   Por lo que una relación convencional es en la vida cotidiana. Como se ha dicho anteriormente, este tipo de relación se pauta en las mismas bases de la relación de una vida real. Obviamente, no estoy teniendo en cuenta aquí el hecho de que muchas personas prefieren llevar la vida enrollando otras y haciendo promesas que nunca van a cumplir, o sea engañando para conquistar y luego descartar por alguien que juzgue mejor. Este tipo de actitud es muy común en las relaciones por Internet debido a la inmensa variedad de opciones fáciles de personas que desean relacionarse y esa sensación de que se puede hacer de todo a escondidas.
  Teniendo en cuenta que Internet es tierra donde se encuentran variados tipos de índoles y carácter para todo lo que es gusto, el encuentro de buenos y malos caracteres es inevitable, por lo que vale la pena tener cuidado extra y redoblado antes de invertir en alguna nueva relación. Lógico que el buen comportamiento en las redes sociales no es garantía alguna de que el comportamiento en la vida convencional sea un mar de rosas, pero es mejor que se comience acertando por lo menos en la llamada relación virtual y luego torcer para que pueda traer esta relación a la vida real.

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