Amor e sexo são iguais ou não? Existe diferença? Estas e outras perguntas do tipo são dúvidas que incomodam muita gente e a nossa matéria de hoje traz este tema atendendo a pedidos de leitores no nosso grupo do Whatsapp. Achar que amor e sexo são semelhantes é absurdo, assim como afirmar que são iguais é um erro grotesco. Por estarem imbuídos nestes erros, diversas pessoas enveredam por relações afetivas tortas, baseadas unicamente no sexo e esperam dali obter felicidade, porém é bom que não confundamos prazer sexual, que está diretamente ligado á satisfação do corpo, com felicidade que possui suas relações voltadas ao estado emocional e não sexualmente físico. Saiba mais sobre o assunto. Continue lendo...
Críticas literárias, sobre arte, cultura e tradições. Música, Dança, Cinema, Televisão, Teatro e textos informativos.
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Relacionamentos | Os Perigos das Relações Virtuais.
Eles cresceram na mesma proporção com que surgiram as redes sociais e todos os dias novas relações virtuais são atadas, outras desfeitas e cada vez mais decepções são vividas nos relacionamentos virtuais. A facilidade na opção de pares contribui para este crescimento e não só para isso, contribui para engordar os números nas estatísticas de homicídios cuja origem são os perigosos encontros com desconhecidos que foram encontrados nas redes sociais. Nossa matéria de hoje trará este importante tema para você onde falarei sobre Os Perigos das Relações Virtuais e como evitá-los. Espero que você leia atentamente e absorva este conteúdo, pois é uma realidade de todos nós que usamos as redes sociais no dia-a-dia e que este artigo sirva para nos abrir os olhos quanto á perigosa exposição com desconhecidos. Se gostar compartilhe, comente, siga este blog. Continue Lendo...
Relacionamentos | Verdades Sobre as Relações.
Dentro do universo das relações entre homens e mulheres existem coisas que admitimos e outras que não admitimos, mas há também aquelas que não queremos admitir. São as verdades sobre as relações que muitas vezes, por esta ou aquela razão, muitas até por pura conveniência nos negamos a aceitar a existência. É sobre estas verdades que falarei um pouquinho para vocês e espero que reflitam sobre o texto e o amadureçam buscando nele alguma utilidade para suas vidas. Vou á partir de agora dar um ponto-a-ponto sobre algumas questões envolvendo
Relacionamentos | Relações Perfeitas Existem?
A resposta para a pergunta tema desta matéria é não. Não há relações perfeitas porque os seres humanos não são perfeitos, mas semelhantes á peças com formas diferentes, é preciso que cada um busque encaixar-se perfeitamente ao outro e formar um só conjunto. A perfeição é uma meta humana que está longe de ser alcançada e nas relações todas as mulheres sonham com príncipes encantados que não existem enquanto os homens buscam princesas que só se exibem em contos de fadas. Na adversidade das pessoas no mundo há quem possua uma quantidade maior de imperfeições, outros possuem esta quantidade menor, em alguns se destacam mais as qualidades, em outros mais as imperfeições. Mas é fato que não existe ser humano isento de imperfeições porque elas são parte de todos nós. Podemos acentuar mais esta ou aquela virtude, procurarmos ser virtuosos no máximo de tempo possível, mas nossas imperfeições permanecem conosco e mais cedo ou mais tarde nós tendemos a exibi-las.
Contudo há algo que é preciso ser ressaltado aqui: Ser imperfeito não necessariamente quer dizer ser mau ou ruim, posto que nascemos imperfeitos, mas não o fato de possuirmos capacidade para o mal não nos obriga a ser maus. Outro fato é que não podemos alegar que não tínhamos opções de escolha entre ser bons ou maus porque esta opção existe para nós. Quanto ao relacionamento entre casais, sempre haverão discrepâncias, arestas a serem aparadas e que gerarão atritos. O aconselhável quando o atrito é iminente e inevitável é tentar diminuí-lo o máximo possível. Uma ótima dica é pensar antes de agir. Refletir bastante sobre as consequências de ações consideradas importantes e que podem afetar a vida do casal ou até mesmo da família. Decisões corretas são passos que se acerta em direção do nosso objetivo, então cada um deve certificar-se de que a decisão a ser tomada resultará em boas consequências sobre todos os envolvidos.
É comum o nosso eu, as vezes, falar mais alto e pensamos em decidir coisas que só trariam benefícios para nós, mas que poderiam resultar em prejuízos para os outros. O simples fato de estarmos pensando apenas, indica que estamos refletindo sobre a ação e suas consequências, isto é bom, porém não será assim se apenas decidirmos levando em conta apenas o que queremos. É preciso descobrir se o que quero é bom para todos ou somente para mim e neste caso vale ressaltar que relacionamentos bons devem produzir bons resultados para todos, não apenas para uns. Isto seria egoísmo e nós já sabemos que egoísmo e relacionamentos não se misturam. O egoísmo tende a ser tão ruim que mesmo em pessoas distantes de relacionamentos ele provoca estragos.
Por padrão, nós já nascemos de um relacionamento e somos relacionados á nossa família, após isso vem amigos, vizinhos, colegas enfim. Quando chegamos ao campo do relacionamento entre duas pessoas que constituirão ou que já constituem uma família, ai de fato percebemos como é difícil equilibrar a equação. Para muito pode parecer simples, mas de fato não é. Unir gostos, desejos e vontades é como misturar padrões que muitas vezes são diferentes. O choque de valores, de princípios e até mesmo de culturas individuais pode produzir enormes atritos, por isso a convivência anterior ao passo matrimonial é importante para que se descubram os limites um do outro. Então seguindo á risca a cartilha de relacionamentos segue-se o momento inicial onde as pessoas se conhecem, o início de namoro onde há a preparação para um passo mais avançado, o noivado que consiste no agrupamento de ideias comuns, planejamento e organização de vida á dois e por fim o matrimônio onde oficialmente se declara a união.
Estes passos são só o começo e nenhum deles serve para dar garantias de uma boa relação. A convivência diária irá ensinar a cada um como renunciar, como recuar ou avançar e acima de tudo, como dividir e partilhar momentos que solidifiquem a relação. Por ora é só. Gostou, deixe seu comentário, sugira temas, participe! Abração.
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Relationships | Perfect Relationships Are There?
The answer to the theme question of this matter is no. There are no perfect relationships because human beings are not perfect, but similar to pieces with different forms, each one must seek to fit perfectly into the other and form a single whole. Perfection is a human goal that is far from being achieved and in relationships all women dream of enchanted princes who do not exist while men seek princesses who only display themselves in fairy tales. In the adversity of the people in the world there are those who possess a greater amount of imperfections, others possess this smaller quantity, in some the qualities stand out more, in others more imperfections. But it is a fact that there is no imperfection-free human being because they are part of us all. We can accentuate this or that virtue more, seek to be virtuous in as much time as possible, but our imperfections remain with us and sooner or later we tend to exhibit them.
But there is something that needs to be emphasized here: Being imperfect does not necessarily mean being bad or bad, since we are born imperfect, but not having our capacity for evil does not compel us to be evil. Another fact is that we can not claim that we had no choice between being good or bad because this option exists for us. As for the relationship between couples, there will always be discrepancies, edges to be trimmed and that will generate friction. The advisable when the friction is imminent and inevitable is to try to reduce it as much as possible. A great tip is to think before you act. Reflect a lot on the consequences of actions considered important and that can affect the life of the couple or even the family. Right decisions are steps that are right toward our goal, so each one must make sure that the decision to be taken will result in good consequences on everyone involved.
It is common for our self to speak up sometimes and we think about deciding things that would only benefit us, but that could result in harm to others. The mere fact that we are only thinking indicates that we are reflecting on the action and its consequences, that is good, but it will not be so if we only decide taking into account only what we want. It is necessary to find out if what I want is good for everyone or only for me and in this case it is worth emphasizing that good relationships should produce good results for all, not just for some. This would be selfishness and we already know that selfishness and relationships do not mix. Selfishness tends to be so bad that even in people distant from relationships it wreaks havoc.
By default, we are already born of a relationship and are related to our family, after that comes friends, neighbors, colleagues anyway. When we come to the field of the relationship between two people who will constitute or already constitute a family, then indeed we realize how difficult it is to balance the equation. For a lot it may seem simple, but in fact it is not. Joining tastes, desires and wants is like mixing patterns that are often different. The clash of values, principles and even individual cultures can produce enormous friction, so the coexistence before the matrimonial step is important to discover the limits of each other. So following the primer of relationships follows the initial moment where people know each other, the beginning of courtship where there is preparation for a more advanced step, the engagement consisting of the grouping of common ideas, planning and organization of life two and finally the marriage where the union is officially declared.
These steps are only the beginning and none of them serve to give guarantees of a good relationship. The daily coexistence will teach each one how to renounce, how to retreat or move forward and, above all, how to share and share moments that solidify the relationship. Just for now. Like, leave your comment, suggest topics, participate! Thank you.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Relaciones | Relaciones Perfectas ¿Existen?
La respuesta a la pregunta tema de esta materia es no. No hay relaciones perfectas porque los seres humanos no son perfectos, sino semejantes a piezas con formas diferentes, es necesario que cada uno busque encajar perfectamente al otro y formar un solo conjunto. La perfección es una meta humana que está lejos de ser alcanzada y en las relaciones todas las mujeres sueñan con príncipes encantados que no existen mientras los hombres buscan princesas que sólo se exhiben en cuentos de hadas. En la adversidad de las personas en el mundo hay quienes poseen una cantidad mayor de imperfecciones, otros poseen esta cantidad menor, en algunos se destacan más las cualidades, en otros más las imperfecciones. Pero es un hecho que no existe ser humano exento de imperfecciones porque son parte de todos nosotros. Podemos acentuar más esta o aquella virtud, procurar ser virtuosos en el máximo tiempo posible, pero nuestras imperfecciones permanecen con nosotros y tarde o temprano tendemos a exhibirlas.
Pero hay algo que hay que resaltar aquí: Ser imperfecto no necesariamente quiere decir ser malo o mal, puesto que nacimos imperfectos, pero no el hecho de poseer capacidad para el mal no nos obliga a ser malos. Otro hecho es que no podemos alegar que no teníamos opciones de elección entre ser buenos o malos porque esta opción existe para nosotros. En cuanto a la relación entre parejas, siempre habrá discrepancias, aristas a ser recortadas y que generarán fricciones. Lo aconsejable cuando la fricción es inminente e inevitable es intentar disminuir lo máximo posible. Una buena sugerencia es pensar antes de actuar. Reflejar bastante sobre las consecuencias de acciones consideradas importantes y que pueden afectar la vida de la pareja o incluso de la familia. Las decisiones correctas son pasos que se aciertan hacia nuestro objetivo, entonces cada uno debe cerciorarse de que la decisión a tomar resultará en buenas consecuencias sobre todos los involucrados.
Es común a nuestro yo, a veces, hablar más alto y pensamos en decidir cosas que sólo traerían beneficios para nosotros, pero que podrían resultar en perjuicios para los demás. El simple hecho de estar pensando sólo, indica que estamos reflexionando sobre la acción y sus consecuencias, esto es bueno, pero no será así si sólo decidimos teniendo en cuenta sólo lo que queremos. Es necesario descubrir si lo que quiero es bueno para todos o sólo para mí y en este caso vale resaltar que buenas relaciones deben producir buenos resultados para todos, no sólo para unos. Esto sería egoísmo y ya sabemos que el egoísmo y las relaciones no se mezclan. El egoísmo tiende a ser tan mal que incluso en personas distantes de relaciones él provoca estragos.
Por defecto, ya nacimos de una relación y estamos relacionados con nuestra familia, después de eso viene amigos, vecinos, colegas en fin. Cuando llegamos al campo de la relación entre dos personas que constituir o que ya constituyen una familia, de hecho percibimos cómo es difícil equilibrar la ecuación. Para mucho puede parecer simple, pero de hecho no lo es. Unir gustos, deseos y voluntades es como mezclar patrones que a menudo son diferentes. El choque de valores, de principios e incluso de culturas individuales puede producir enormes fricciones, por lo que la convivencia anterior al paso matrimonial es importante para que se descubran los límites uno del otro. Entonces, siguiendo a la derecha la cartilla de relaciones se sigue el momento inicial donde las personas se conocen, el inicio de citas donde hay la preparación para un paso más avanzado, el compromiso que consiste en el agrupamiento de ideas comunes, planificación y organización de vida dos y por fin el matrimonio donde oficialmente se declara la unión.
Estos pasos son sólo el comienzo y ninguno de ellos sirve para dar garantías de una buena relación. La convivencia diaria enseñará a cada uno cómo renunciar, cómo retroceder o avanzar y sobre todo, cómo dividir y compartir momentos que solidifiquen la relación. Por ahora es sólo. Al igual, dejar sus comentarios, sugerir temas, participar! Abrazo.
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Relacionamentos | As Relações e as Redes Sociais.
A relação poder ser um namoro, um noivado ou mesmo o casamento, mas a base que constitui qualquer relacionamento é a mesma. Relações são mantidas com base na segurança que um transmite ao outro e a segurança se converte na confiança que temos em virtude das ações praticadas. A quebra desta frágil imaginária chamada segurança pode gerar desconfianças e quando chegamos a este ponto, o relacionamento está a um passo de ruir. As redes sociais tem contribuído fortemente para a dissolução de vários relacionamentos, seja pela insegurança natural ou pelas ações deliberadamente suspeitas de um dos parceiros. A entrada da internet e das redes sociais de forma massiva no ambiente doméstico trouxe a fragilidade das relações até o limite e colocou em cheque a duração de namoros, noivados e casamentos com a mesma velocidade em que chegou.
Ato falho, muitos acreditam que a raiz desta questão esteja no enorme leque de opções que as redes sociais oferecem aos parceiros que supostamente buscam novos contatos e novas amizades. Não é bem assim. Opções sempre existiram, sempre existirão e pensar em infidelidade justificando a quantidade de opções é absurdo. É lançar no lixo qualquer possibilidade de confiança que um possa ter no outro. Quando o caráter é falho, utiliza-se qualquer desculpa para justificá-lo. Não importa em que tipo de relacionamento se está, mas o compromisso de manter a segurança e a confiança do outro existe enquanto a relação existir. Qualquer ação fora disto é injustificável, desrespeitosa e egoísta. Não é um mais que o outro em direitos, deveres ou obrigações, ninguém pode mais, pois ambos tem a missão de tornarem-se felizes respeitando e amparando um ao outro independente da situação. A fidelidade de um é a honra do outro e a infidelidade é a desonra dos dois.
As redes sociais aproximam pessoas de diferentes locais, muitos próximos, outros distantes e na maioria dos casos oculta intenções desconhecidas, porém não são as intenções de terceiros que fazem ruir os relacionamentos, mas as fraquezas de caráter que possam afetar os relacionados. Enquanto navega na internet mergulhado em redes sociais, há um número enorme de oportunidades de sermos infiéis. Sempre tem alguém ameaçando a nossa relação com promessas e juras de amor. Recorrer a uma destas opções é assinar uma declaração de infidelidade e promover o rompimento da linha de confiança que mantém o casal seguro. É lançar a última pá de terra em um compromisso que muitas vezes foi firmado há anos e cujo desfecho poderia ser diferente caso houvesse a escolha pelo respeito incondicional.
Afirma que as redes sociais não afetam relações é como negar aquilo que está próximo das nossas vistas, sendo que hoje não só relacionamentos homem e mulher são eliminados pela influência da redes, mas também relações familiares, fraternais e sociais sofrem com a corrupção trazida pelo modismo cibernético. As relações humanas em geral são as que mais sofrem. Como zumbis dedicamos mais tempo a este ou aquele aplicativo do que aos nossos cônjuges, aos nossos filhos, á nossa família e amigos. Já não falamos com nossos vizinhos, não mantemos contatos reais e não vivemos o cotidiano, exceto o virtual. A internet chegou trazendo as redes sociais como se fossem um enorme meteoro em rota de colisão com nossos hábitos e costumes, procurando perigosamente mudá-los e distorcê-los de forma a parecerem melhores, mas não é bem assim a realidade.
O fato é que colocamos em segundo plano tudo que não seja virtual. Passamos a viver em função disto e passamos a descartar relacionamentos por conta da visão da gigantesca quantidade de opções que o mundo virtual oferece. Banalizamos a família, os filhos, os vizinhos e amigos e trocamos tudo por nova realidade, a chamada realidade virtual. Ambiente em que tudo é permitido, tudo é possível e parece ser impune. Só parece. As consequências disto são a dependência cada vez mais forte desta convivência que nos transforma em zumbis. Ilusões, decepções e tristezas, amarguras e dor, muita dor é o que tem sido o retorno daqueles que se iludem pela facilidade virtual de relacionamentos.
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Relationships | Relations and Social Networks.
The relationship could be a dating, an engagement or even a marriage, but the basis of any relationship is the same. Relationships are maintained based on the security that one transmits to the other and the security becomes the confidence that we have by virtue of the actions practiced. The breakdown of this fragile imaginary called security can generate mistrust and when we get to this point, the relationship is a step closer to collapse. Social networks have contributed greatly to the dissolution of various relationships, either by natural insecurity or by the deliberately suspicious actions of one of the partners. The entry of the internet and social networks in a massive way into the domestic environment brought the frailty of relations to the limit and put in check the duration of dating, engagements and marriages with the same speed in which it arrived.
Failing that, many believe that the root of this issue lies in the wide range of options that social networks offer partners who are supposed to seek new contacts and new friendships. Not really. Options have always existed, there will always be and thinking of infidelity justifying the amount of options is absurd. It is throwing in the trash any possibility of trust that one may have in the other. When character is flawed, any excuse is used to justify it. It does not matter what kind of relationship one is in, but the commitment to maintaining the other's security and trust exists as long as the relationship exists. Any action outside of it is unjustifiable, disrespectful and selfish. It is not one more than the other in rights, duties or obligations, no one else can, since both have the mission to become happy respecting and supporting each other regardless of the situation. The fidelity of one is the honor of the other and infidelity is the dishonor of the two.
Social networks approach people from different places, many close, others distant and in most cases hidden unknown intentions, but it is not the intentions of third parties that crumble the relationships, but the weaknesses of character that can affect those related. While surfing the internet plunged into social networks, there are a huge number of opportunities to be unfaithful. There is always someone threatening our relationship with promises and swear love. To resort to one of these options is to sign a declaration of infidelity and to promote the disruption of the line of trust that keeps the couple safe. It is to throw the last shovel of land in a compromise that was often signed years ago and whose outcome could be different if there were the choice for unconditional respect.
Affirms that social networks do not affect relationships is like denying what is close to our eyes, and today not only are relationships man and woman eliminated by the influence of networks, but also family, fraternal and social relationships suffer from the corruption brought by the fashion cybernetic Human relations in general suffer most. As zombies we spend more time on this or that application than on our spouses, our children, our family and friends. We no longer talk to our neighbors, we do not maintain real contacts and we do not live everyday except the virtual. The internet has come bringing social networks as if they were a huge meteor in a collision course with our habits and customs, looking dangerously to change them and to distort them in order to appear better, but not quite the reality.
The fact is that we put in the background everything that is not virtual. We live with it and we begin to discard relationships because of the vision of the huge amount of options that the virtual world offers. We banalize the family, the children, the neighbors and friends and we exchange everything for a new reality, the so-called virtual reality. Everything in which everything is allowed, everything is possible and seems to be unpunished. Just seems. The consequences of this are the increasing dependence of this coexistence that turns us into zombies. Illusions, disappointments and sorrows, bitterness and pain, much pain is what has been the return of those who delude themselves by the virtual ease of relationships.
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Relaciones | Las relaciones y las redes sociales.
La relación puede ser un noviazgo, un compromiso o incluso el matrimonio, pero la base que constituye cualquier relación es la misma. Las relaciones se mantienen en base a la seguridad que uno transmite al otro y la seguridad se convierte en la confianza que tenemos en virtud de las acciones practicadas. La ruptura de esta frágil imaginaria llamada seguridad puede generar desconfianzas y cuando llegamos a este punto, la relación está a un paso de ruidos. Las redes sociales han contribuido fuertemente a la disolución de varias relaciones, ya sea por la inseguridad natural o por las acciones deliberadamente sospechosas de uno de los socios. La entrada de Internet y de las redes sociales de forma masiva en el ambiente doméstico trajo la fragilidad de las relaciones hasta el límite y puso en cheque la duración de novios y bodas con la misma velocidad en que llegó.
El acto fallido, muchos creen que la raíz de esta cuestión está en el enorme abanico de opciones que las redes sociales ofrecen a los socios que supuestamente buscan nuevos contactos y nuevas amistades. No es así. Las opciones siempre existieron, siempre existirán y pensar en la infidelidad justificando la cantidad de opciones es absurdo. Es lanzar en la basura cualquier posibilidad de confianza que uno pueda tener en el otro. Cuando el carácter es fallido, se utiliza cualquier excusa para justificarlo. No importa en qué tipo de relación se está, pero el compromiso de mantener la seguridad y la confianza del otro existe mientras la relación existe. Cualquier acción fuera de esto es injustificable, irrespetuosa y egoísta. No es más que el otro en derechos, deberes u obligaciones, nadie puede más, pues ambos tienen la misión de hacerse felices respetando y amparándose el uno al otro independiente de la situación. La fidelidad de uno es el honor del otro y la infidelidad es la deshonra de los dos.
Las redes sociales acercan a personas de diferentes lugares, muchos cercanos, otros distantes y en la mayoría de los casos oculta intenciones desconocidas, pero no son las intenciones de terceros que hacen ruir las relaciones, sino las debilidades de carácter que puedan afectar a los relacionados. Mientras navega por Internet sumido en redes sociales, hay un número enorme de oportunidades de ser infieles. Siempre hay alguien amenazando nuestra relación con promesas y juramentos de amor. Recurrir a una de estas opciones es firmar una declaración de infidelidad y promover el rompimiento de la línea de confianza que mantiene a la pareja segura. Es lanzar la última pala de tierra en un compromiso que muchas veces se ha firmado desde hace años y cuyo desenlace podría ser diferente si hubiera la elección por el respeto incondicional.
En el caso de las redes sociales no afectan las relaciones es como negar lo que está cerca de nuestras vistas, siendo que hoy no sólo las relaciones hombre y mujer son eliminadas por la influencia de las redes, pero también las relaciones familiares, fraternales y sociales sufren con la corrupción traída por el modismo cibernético. Las relaciones humanas en general son las que más sufren. Como zombis dedicamos más tiempo a este o aquella aplicación que a nuestros cónyuges, a nuestros hijos, a nuestra familia y amigos. Ya no hablamos con nuestros vecinos, no mantenemos contactos reales y no vivimos lo cotidiano, excepto lo virtual. La Internet llegó trayendo las redes sociales como si fueran un enorme meteoro en ruta de colisión con nuestros hábitos y costumbres, buscando peligrosamente cambiarlos y distorsionarlos para que parezcan mejores, pero no es así la realidad.
El hecho es que colocamos en segundo plano todo lo que no sea virtual. Pasamos a vivir en función de esto y pasamos a descartar relaciones por la visión de la gigantesca cantidad de opciones que el mundo virtual ofrece. Banalizamos la familia, los hijos, los vecinos y amigos y cambiamos todo por nueva realidad, la llamada realidad virtual. El ambiente en que todo está permitido, todo es posible y parece ser impune. Sólo parece. Las consecuencias de esto son la dependencia cada vez más fuerte de esta convivencia que nos transforma en zombis. Ilusiones, decepciones y tristezas, amarguras y dolor, mucho dolor es lo que ha sido el retorno de aquellos que se engañan por la facilidad virtual de relaciones.
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Relacionamento | Traição | Perdoar ou Não?
A infidelidade tem sido alvo de discussões em todas as rodas sociais e é considerada uma das questões mais polêmicas deste século. Não é atoa que seja assim, pois o assunto é realmente o fel das relações. Ainda mais discutida que a própria infidelidade é a questão que se refere ao perdão da traição. Movidos pelo chamado "Calor da Emoção", muitos assumem um comportamento vingativo em relação a isso, outros se resumem ao desprezo puro e simples e há ainda aqueles que somem e passam a ignorar o outro. O fato é que ainda que haja o perdão, certamente ele não estará necessariamente vinculado ao esquecimento e será, sem dúvida uma lembrança amarga no decorrer da vida dos envolvidos. A violência obviamente não conduz a lugar algum senão a mais violência e infelizmente traz consequências altamente prejudiciais a ambos, sendo portanto injustificada independente da razão que se apresente. Ninguém pode justificar a banalização da vida em nome do amor e qualquer ação contra a vida de outro, além de criminosa é absolutamente insana.
Se a violência não se justifica em casos de infidelidade, a traição também não é justificável em hipótese alguma, não importa quais os argumentos sejam expostos ou que razões se apresente. Ao assumir-se um relacionamento, consequentemente arca-se com todos os compromissos inerentes a ele, independente da distância, da ausência de afeto, de toques e qualquer outra situação que se possa utilizar como argumento de justificativa para uma traição. Somente a dissolução da relação pode anular a carga de compromissos assumidos e isentar de responsabilidades ou culpas, a presença de outra pessoa na vida alguém. No amor não se aplica o termo literário "Triângulo Amoroso" e ele, ainda que possa render uma boa trama é de absoluta pejoração á honra daquele é traído. Fato que se aplica á espécie humana e não somente ao gênero.
Vamos falar um pouquinho então do perdão? Perdoar é um gesto nobre, qualidade própria do amor e por assim ser, o perdão exige um esforço absurdo do ser humano, mas ao passo que ele parece-nos ser absurdamente difícil, torna-se possível graças a presença do amor. Não importa a quantos sentimentos somos submetidos, o amor será sempre mais forte que todos juntos e a melhor parte é que o amor é gerador de outros sentimentos benéficos que quando associados, tornam a relação em uma imensa e frutífera árvore. Afirmar que é impossível perdoar uma traição é uma mentira! É possível sim, claro, mas isto depende e varia de caso para caso. De quanto a pessoa traída foi magoada e se está disposta a esquecer o fato. Como a traição é uma quebra de confiança, perdoar muitas vezes torna-se mais fácil que esquecer uma traição.
Uma grande parcela das mágoas sentidas pela pessoa traída está no fato de considerar-se enganada, mas não é só isso, quem porventura já viveu esta situação sabe como isto afeta consideravelmente a fé que se deposita no amor. Um erro claro que acaba transformando o amor em culpado pelas falhas de caráter humano. Obviamente um erro não deve justificar o outro, mas quem pode conter alguém ferido e descontente? A resposta para a pergunta inicial sobre Perdoar ou Não uma traição deve ser respondida por cada um de nós de forma consciente e livre do sabor das emoções. Não adianta fingir que perdoa e seguir com o relacionamento apenas na intenção de continuar junto. Esta atitude poderá representar uma relação seca, amarga e improdutiva. É preciso que cada um pese os prós e os contras de prosseguir afim de evitar novas mágoas, dores e decepções.
Quanto a perdoar é possível sim, qualquer pessoa pode agir com nobreza e amor perdoando a infidelidade, mas é preciso antes por as cartas á mesa e abrir um diálogo sério e definitivo sobre a questão. Exponha tudo que pensa, tudo que acha e tudo que quer do outro e procure deixar claro quais as consequências de qualquer ato falho que se repita. Este tipo de diálogo deve ser o mais franco e aberto possível, sem rodeios ou maquiagens na fala. Perdoar uma traição é atribuir ao outro a renovação do voto de confiança perdido e assim resgatar uma relação que faliu no momento em que este elo de confiança foi rompido. É preciso ter certeza de que o perdão realmente vale a pena e se com ele você conseguirá salva seu relacionamento.
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Relationship | Betrayal | Forgive or Not?
Infidelity has been the subject of discussions on all social wheels and is considered one of the most controversial issues of this century. It is no such thing, for the subject is really the gall of relationships. Even more discussed than the infidelity itself is the question that refers to the forgiveness of betrayal. Moved by the so-called "Heat of Emotion," many take vindictive behavior toward it, others boil down to pure and simple contempt, and there are still those who come and ignore each other. The fact is that even if there is forgiveness, it certainly will not necessarily be linked to oblivion and will undoubtedly be a bitter reminder throughout the lives of those involved. Violence obviously leads to nothing but more violence and unfortunately brings consequences highly harmful to both, and is therefore unjustified regardless of the reason that presents itself. No one can justify the trivialization of life in the name of love and any action against the life of another as well as criminal is absolutely insane.
If violence is not justified in cases of infidelity, betrayal is also not justifiable at all, no matter what arguments are put forward or why. In assuming a relationship, therefore, he takes upon himself all the commitments inherent to him, regardless of distance, absence of affection, touch and any other situation that can be used as an argument for justification for betrayal. Only the dissolution of the relationship can nullify the burden of commitments assumed and exempt from liability or guilt, the presence of another person in someone's life. In love does not apply the literary term "Love Triangle" and he, although it can yield a good plot is of absolute improvement to the honor of the one is betrayed. This fact applies to the human species and not only to the genus.
Let's talk a bit about forgiveness then? To forgive is a noble gesture, a quality proper to love, and so to be, forgiveness demands an absurd effort from the human being, but while it seems to us to be absurdly difficult, it is made possible by the presence of love. No matter how many feelings we undergo, love will always be stronger than all together and the best part is that love is the generator of other beneficial feelings that when associated, make the relationship into an immense and fruitful tree. To say that it is impossible to forgive a betrayal is a lie! It is possible, of course, but this depends and varies from case to case. How much the betrayed person has been hurt and is willing to forget the fact. As betrayal is a breach of trust, forgiving often becomes easier than forgetting a betrayal.
A great deal of the sorrows felt by the betrayed person is in the fact of being deceived, but not only that, whoever has lived this situation knows how this affects considerably the faith that is deposited in love. A clear mistake that ends up turning love into a guilty one because of the flaws of human character. Obviously one mistake should not justify the other, but who can contain someone hurt and displeased? The answer to the initial question about Forgiving or Not a betrayal must be answered by each of us consciously and free from the taste of emotions. It's no use pretending to forgive and follow through with the relationship just in order to continue together. This attitude may represent a dry, bitter and unproductive relationship. It is necessary that each weighs the pros and cons of pursuing in order to avoid new hurts, pains and disappointments.
As for forgiving is possible, yes, anyone can act with nobility and love forgiving the infidelity, but it is necessary before the cards at the table and open a serious and definitive dialogue on the issue. Expose everything you think, everything you find and everything you want from the other, and try to make it clear what the consequences of any failed act are. This type of dialogue should be as frank and open as possible, without blunt or make-up in speech. To forgive a betrayal is to attribute to the other the renewal of the vow of lost trust and thus to redeem a relationship that went bankrupt at the moment this bond of trust was broken. You have to make sure that forgiveness really pays off and if you can save your relationship with it.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Relaciones | Traición | ¿Perdonar o no?
La infidelidad ha sido objeto de discusiones en todas las ruedas sociales y es considerada una de las cuestiones más polémicas de este siglo. No es acto que sea así, pues el asunto es realmente el hiel de las relaciones. Aún más discutida que la propia infidelidad es la cuestión que se refiere al perdón de la traición. En el caso de que el llamado "Calor de la Emoción", muchos asumen un comportamiento vengativo en relación a eso, otros se resumen al desprecio puro y simple y hay todavía aquellos que suman y pasan a ignorar al otro. El hecho es que aunque haya el perdón, ciertamente no estará necesariamente vinculado al olvido y será, sin duda, un recuerdo amarga en el transcurso de la vida de los involucrados. La violencia obviamente no conduce a ningún lugar más que la más violencia y desgraciadamente trae consecuencias altamente perjudiciales a ambos, siendo por lo tanto injustificada independiente de la razón que se presente. Nadie puede justificar la banalización de la vida en nombre del amor y cualquier acción contra la vida de otro, además de criminal es absolutamente insana.
Si la violencia no se justifica en casos de infidelidad, la traición tampoco es justificable en ninguna hipótesis, no importa cuáles sean los argumentos expuestos o qué razones se presentan. Al asumir una relación, consecuentemente se arca con todos los compromisos inherentes a él, independientemente de la distancia, de la ausencia de afecto, de toques y cualquier otra situación que se pueda utilizar como argumento de justificación para una traición. Sólo la disolución de la relación puede anular la carga de compromisos asumidos y eximir de responsabilidades o culpas, la presencia de otra persona en la vida alguien. En el amor no se aplica el término literario "Triángulo Amoroso" y él, aunque pueda rendir una buena trama es de absoluta rotación al honor de aquel es traicionado. Hecho que se aplica a la especie humana y no sólo al género.
¿Vamos a hablar un poquito entonces del perdón? Perdonar es un gesto noble, calidad propia del amor y por tanto ser, el perdón exige un esfuerzo absurdo del ser humano, pero mientras que nos parece ser absurdamente difícil, se hace posible gracias a la presencia del amor. No importa cuantos sentimientos somos sometidos, el amor será siempre más fuerte que todos juntos y la mejor parte es que el amor es generador de otros sentimientos benéficos que cuando asociados, hacen la relación en un inmenso y frutífera árbol. ¡Afirmar que es imposible perdonar una traición es una mentira! Es posible sí, claro, pero esto depende y varía de caso a caso. De cuánto la persona traicionada fue herida y se está dispuesta a olvidar el hecho. Como la traición es una quiebra de confianza, perdonar muchas veces se vuelve más fácil que olvidar una traición.
Una gran parte de las penas sentidas por la persona traicionada está en el hecho de considerarse engañada, pero no es sólo eso, quien ya ha vivido esta situación sabe cómo esto afecta considerablemente la fe que se deposita en el amor. Un error claro que termina transformando el amor en culpable por las fallas de carácter humano. Obviamente un error no debe justificar al otro, sino quién puede contener a alguien herido y descontento? La respuesta a la pregunta inicial sobre Perdonar o No una traición debe ser respondida por cada uno de nosotros de forma consciente y libre del sabor de las emociones. No sirve de nada fingir que perdona y seguir con la relación sólo con la intención de seguir juntos. Esta actitud puede representar una relación seca, amarga e improductiva. Es necesario que cada uno pese a los pros y los contras de proseguir con el fin de evitar nuevos dolores, dolores y decepciones.
En cuanto a perdonar es posible sí, cualquier persona puede actuar con nobleza y amor perdonando la infidelidad, pero es necesario antes por las cartas a la mesa y abrir un diálogo serio y definitivo sobre la cuestión. Exponga todo lo que piensa, todo lo que cree y todo lo que quiere del otro y procure dejar claro cuáles son las consecuencias de cualquier acto fallido que se repita. Este tipo de diálogo debe ser lo más franco y abierto posible, sin rodeos o maquillajes en el habla. Perdonar una traición es atribuir al otro la renovación del voto de confianza perdido y así rescatar una relación que falló en el momento en que este eslabón de confianza se rompió. Es necesario estar seguro de que el perdón realmente vale la pena y si con él podrás salvar tu relación.
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Relacionamento | Por que Amar Machuca Tanto?
Por que nos machucamos tanto quando estamos amando? Ora o amor é um sentimento que consiste em um conjunto de ações probatórias e nos constrange á renúncia e a retribuição, assim quando estamos amando o amor nos torna sensíveis e preparados para suas ações, mas o que acontece quando um dos dois se recusa a permitir as ações do amor? Logicamente que virão decepções e sofrimento porque não é o que esperamos do outro. Compreendemos então que as decepções são frutos daquilo que esperamos e que não é correspondido. Então vem a pergunta: E se esperarmos menos do outro, resolve? Não! Esperar menos também quer dizer amar menos, pois nos damos á medida e proporção daquilo que esperamos. Se esperamos pouco, nos damos pouco e sem entrega não existe amor. Isso quer dizer que estamos fadados a sofrer por amor? Sim, mas não devemos ver o amor como uma condenação ao sofrimento, mas uma libertação dele. O amor é o elemento libertador porque nos condiciona á igualdade do sofrimento, assim o mal que sofremos é o mesmo que podemos causar, desta forma se perdoarmos, também seremos perdoados.
É nesta equação que está a mágica do amor. Iremos sofrer? Sim, mas não será o sofrimento produzido pelo fato de amarmos, mas por termos sido decepcionado na espera que tínhamos no outro, mas o amor nos capacita a perdoar. Vejamos então como é magnífica a sua performance: Quando somos magoados temos o amor que nos capacita ao perdão e quando magoamos ele oferece a mesma capacitação ao outro, por esta razão precisamos nos entregar a ele e permitirmos suas ações nas nossas vidas. O sofrimento é uma constante na vida humana, sempre foi e sempre será assim porque é da natureza humana o egoísmo, o orgulho, a soberba, a avareza, a luxúria, enfim o pecado. O homem já nasce com esta inclinação e o que muda com a presença do amor é a capacidade que teremos para perdoar o ser amado.
Pense no amor como o motivador do perdão, da generosidade, das ações benéficas e não como causador de dores e sofrimentos. É fácil quando, uma vez decepcionados, diante da amargura sentida procurarmos atribuir a culpa ao amor e não á falta dele. Comprovadamente não há dúvida alguma de que aquele que realmente ama é capaz de produzir ações muitas vezes inacreditáveis por serem maravilhosas. Estas ações são tão grandes no volume da sua benevolência que deixam claro que sem a ação do amor não seriam possíveis. Nós não somos podemos dizer exatamente o que seríamos capazes de fazer por amor, mas seguramente faríamos muito, mas sem amor algum não faríamos nada! Não é aquilo que prometemos, que declaramos poder fazer, mas aquilo que fazemos quando a necessidade exige que façamos. Assim é o amor.
O amor está presente na vida humana desde o seu nascimento, quando o bebê aprende a amar seus pais e por ele também é amado. Este amor constrange o homem a confiar naqueles que ama e esta troca de dependência e confiança torna viável o ciclo do amor nas relações. As decepções estão presentes em todas as formas de relacionamentos, seja ele fraterno, materno, paterno ou mesmo social, qualquer relação que envolva o amor sempre redundará em sofrimento em razão daquilo que se espera e que não chega a ser cumprido, mas vem do amor a oportunidade que podem nos levar a perdoar e também ser perdoados.
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Relationship | Why Does Love Hurt So Much?
Why do we get so hurt when we're in love? Now love is a feeling that consists of a set of probative actions and constrains us to renunciation and retribution, so when we are loving love it makes us sensitive and prepared for its actions, but what happens when one of the two refuses to allow the actions of love? Of course there will come disappointments and suffering because it is not what we expect from the other. We understand then that disappointments are the fruit of what we expect and that is not reciprocated. Then comes the question: And if we expect less from the other, will it? No! To expect less also means to love less, for we give ourselves to the measure and proportion of what we expect. If we expect little, we give little and without delivery there is no love. Does this mean that we are doomed to suffer for love? Yes, but we should not see love as a condemnation to suffering, but a deliverance from it. Love is the liberating element because it conditions us to the equality of suffering, so the evil we suffer is the same that we can cause, in this way if we forgive, we will also be forgiven.
It is in this equation that there is the magic of love. Will we suffer? Yes, but it will not be the suffering produced by the fact that we love, but because we have been disappointed in the expectation we had in the other, but love enables us to forgive. Let's see how magnificent his performance is: When we are hurt we have the love that enables us to forgive and when we hurt he offers the same training to the other, for this reason we must give ourselves to him and allow his actions in our lives. Suffering is a constant in human life, it has always been and always will be because human nature is selfishness, pride, pride, greed, lust, and finally sin. Man is already born with this inclination and what changes with the presence of love is the capacity we will have to forgive the loved one.
Think of love as the motivator of forgiveness, of generosity, of beneficent actions and not as the cause of pain and suffering. It is easy when, once disappointed, in the face of bitterness we try to blame love, not lack it. Evidently there is no doubt that the one who really loves is capable of producing actions that are often unbelievable because they are wonderful. These actions are so great in the volume of their benevolence that they make it clear that without the action of love they would not be possible. We are not we can say exactly what we would be able to do for love, but surely we would do much, but without love some would do nothing! It is not what we promise, what we claim to be able to do, but what we do when need demands that we do. Such is love.
Love has been present in human life since its birth, when the baby learns to love his parents and for him is also loved. This love constrains man to trust in those he loves and this exchange of dependence and trust makes the cycle of love in relationships viable. Disappointments are present in all forms of relationships, be it fraternal, maternal, paternal or even social, any relationship that involves love will always result in suffering because of what is expected and that is not fulfilled, but comes from love the opportunity that can lead us to forgive and also be forgiven.
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Relaciones | ¿Por qué Amar Machuca Tanto?
¿Por qué nos lastimamos tanto cuando estamos amando? El amor es un sentimiento que consiste en un conjunto de acciones probatorias y nos obliga a la renuncia y la retribución, así cuando estamos amando el amor nos hace sensibles y preparados para sus acciones, pero qué sucede cuando uno de los dos se niega a permitir las acciones del amor? Lógicamente que vendrán decepciones y sufrimiento porque no es lo que esperamos del otro. Comprendemos entonces que las decepciones son fruto de lo que esperamos y que no es correspondido. Entonces viene la pregunta: ¿Y si esperamos menos del otro, resuelve? ¡No! Esperar menos también quiere decir amar menos, pues nos damos a la medida y proporción de lo que esperamos. Si esperamos poco, nos damos poco y sin entrega no hay amor. ¿Eso quiere decir que estamos condenados a sufrir por amor? Sí, pero no debemos ver el amor como una condena al sufrimiento, sino una liberación de él. El amor es el elemento liberador porque nos condiciona a la igualdad del sufrimiento, así el mal que sufrimos es lo mismo que podemos causar, de esta forma si perdonamos, también seremos perdonados.
Es en esta ecuación que está la magia del amor. ¿Vamos a sufrir? Sí, pero no será el sufrimiento producido por el amar, pero por haber sido decepcionado en la espera que teníamos en el otro, pero el amor nos permite perdonar. Veamos entonces cómo es magnífica su desempeño: Cuando somos heridos tenemos el amor que nos capacita al perdón y cuando lastimamos él ofrece la misma capacitación al otro, por esta razón necesitamos entregarnos a él y permitir sus acciones en nuestras vidas. El sufrimiento es una constante en la vida humana, siempre ha sido y siempre será así porque es de la naturaleza humana el egoísmo, el orgullo, la soberbia, la avaricia, la lujuria, en fin el pecado. El hombre ya nace con esta inclinación y lo que cambia con la presencia del amor es la capacidad que tendremos para perdonar el ser amado.
Piense en el amor como el motivador del perdón, de la generosidad, de las acciones benéficas y no como causante de dolores y sufrimientos. Es fácil cuando, una vez decepcionados, ante la amargura sentida buscamos atribuir la culpa al amor y no le falta. Evidentemente no hay duda alguna de que el que realmente ama es capaz de producir acciones muchas veces increíbles por ser maravillosas. Estas acciones son tan grandes en el volumen de su benevolencia que dejan claro que sin la acción del amor no serían posibles. No podemos decir exactamente lo que seríamos capaces de hacer por amor, pero seguramente haríamos mucho, pero sin amor alguno no haríamos nada! No es lo que prometemos, que declaramos poder hacer, sino lo que hacemos cuando la necesidad exige que hagamos. Así es el amor.
El amor está presente en la vida humana desde su nacimiento, cuando el bebé aprende a amar a sus padres y por él también es amado. Este amor obliga al hombre a confiar en aquellos que ama y este cambio de dependencia y confianza hace viable el ciclo del amor en las relaciones. Las decepciones están presentes en todas las formas de relaciones, ya sea fraterno, materno, paterno o incluso social, cualquier relación que implique el amor siempre redundará en sufrimiento en razón de lo que se espera y que no llega a ser cumplido, sino que viene del amor la oportunidad que pueden llevarnos a perdonar y también ser perdonados.
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Relacionamento | Construindo a Fé no Amor.
Ele buscava acreditar no amor, não no amor que se fala, naquele que nas promessas se diz, mas o amor concreto, o que faz de fato feliz. Ele acreditava porque sabia que no amor quanto mais se cria, mais ele multiplicava, mais ele crescia e tinha certeza de que para amar, não precisava ambiente, não dependia de lugar, ama-se em qualquer canto e em qualquer situação. Assim dizia seu insistente coração de ser humano. Não importa quanto tempo se leva, um dia, um mês, um ano, até mais que isso, o amor sobrevivia e vivia livre em cada um que acreditasse nele.
Nos seus pensamentos não havia fórmula para o amor a não ser a prática incessante e por mais que tudo mudasse, não fosse como era antes, o amor permanecia, sempre cada vez maior e também melhor. Ele sabia que isso não era um sonho, uma ilusão de poeta, coisa de utopistas. Era uma certeza que tinha e acreditar era tudo que na sua mente vinha, nada mais podia fazer, senão desejar o amor e por fim nele crer. Dizer que amar é fácil, isto ele nunca disse, nem de brincadeira. Amar é viver abaixado, escondido na trincheira, escutando balas passando, mas gostava deste sabor, de viver sempre em batalha, ora esquiva-se das balas, outras horas atirando. Amar é assim, sabia ele, das tantas experiências vividas, que não lhe deixavam dúvida alguma, amar é esperar tudo, as vezes receber coisa nenhuma.
Quantas vezes ele mesmo não pensou no sofrimento, na dor que amar causa em alguns momentos, mas sabia que nem tudo é sofrimento, choro e lamentação, existem as recompensas para aqueles que sabem viver o amor, coisas muito além das mágoas, das decepções e da dor. Na vida conheceu muita gente que tinha medo de amar, muitas com medo de sofrer, medo das decepções, medo de se enganar. E ele sabe que tem quem não se entregue ao amor, apenas finja que o sente, não se permite vencer o medo de sentir emoções novamente. Estas pessoas enganam a si e as outras que acreditam no amor que sente e assim tem tanta gente que engana porque já foi enganado, pagando ás vezes dobrado, a dor que já foi sentida, fazendo com que outra vida, sinta aquilo que já sentiu.
E perguntaram a ele por que o amor é assim? Ele responde que não é o amor, mas as pessoas que sentem dor, que guardam mágoas passadas e vivem uma vida presa, doente e encarcerada nas lembranças do passado, feridas profundas e abertas, difíceis de cicatrizar que mais que estas pessoas duvidem, só o amor pode curar. E cura! Acredita ele que sim e por isso sempre faz assim; quando uma decepção lhe chega, forte e doída, ele acorda enfim para a vida e se dispõe a amar. E cada que ama é um amor mais forte que a primeira vez e assim segue amando uma, duas, três, quantas vezes a vida lhe permita até que não possa mais. Nisso o amor lhe satisfaz, na certeza de que pode viver e sonhar com um amor sempre maior que o primeiro.
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Relationship | Building Faith in Love.
He sought to believe in love, not in the love that is spoken, in the one that in the promises is said, but the concrete love, which makes indeed happy. He believed because he knew that in love the more he was created, the more he multiplied, the more he grew and he was sure that in order to love, he needed no environment, he did not depend on place, he loved himself in any corner and in any situation. That was what his insistent heart of human being said. No matter how long it takes, a day, a month, a year, even more than that, love survived and lived free in everyone who believed in it.
In his thoughts there was no formula for love but the incessant practice and however much it all changed, were it not as it was before, love remained, ever greater and better. He knew this was not a dream, an illusion of a poet, a utopian thing. It was a certainty he had and believing was all that came into his mind, he could do nothing but desire for love and finally believe in it. To say that loving is easy, this he never said, not even a joke. To love is to live down, hidden in the trench, listening to bullets passing by, but liked this flavor, to live always in battle, now dodge bullets, other hours shooting. To love is thus, he knew, from the many experiences he had lived that left him no doubt, to love is to expect everything, sometimes to receive nothing.
How many times has he not thought about suffering, the pain that love causes at times, but he knew that not everything is suffering, crying and whining, there are rewards for those who know how to live love, things far beyond sorrows, disappointments and of pain. In life he met many people who were afraid to love, many afraid of suffering, fear of disappointments, fear of deceiving. And he knows there are those who do not give in to love, just pretend to feel it, do not allow yourself to overcome the fear of feeling emotions again. These people deceive you and others who believe in the love you feel and so many people deceive you because you have already been deceived, paying sometimes doubled, the pain that has already been felt, making another life, feel what you have already felt.
And they asked him why love is like this? He responds that it is not love, but people who feel pain, who hold past hurts and live a life trapped, sick and imprisoned in the memories of the past, deep and open wounds, difficult to heal that more than these people doubt, only the love can heal And heal! He believes he does, and so he always does; when a disappointment comes to him, strong and sick, he finally awakens to life and is willing to love. And every one who loves is a stronger love than the first time and so he continues to love one, two, three, as many times as life allows him until he can no more. In this love satisfies you, in the certainty that you can live and dream of a love ever greater than the first.
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Relaciones | Construyendo la Fe en el Amor.
Él buscaba creer en el amor, no en el amor que se habla, en el que en las promesas se dice, sino el amor concreto, lo que hace de hecho feliz. Él creía porque sabía que en el amor cuanto más se crea, más él multiplicaba, más él crecía y estaba seguro de que para amar, no necesitaba ambiente, no dependía de lugar, se ama en cualquier rincón y en cualquier situación. Así decía su insistente corazón de ser humano. No importa cuánto tiempo se lleva, un día, un mes, un año, más que eso, el amor sobrevivía y vivía libre en cada uno que creyera en él.
En sus pensamientos no había fórmula para el amor a no ser la práctica incesante y por más que todo cambiar, no fuera como era antes, el amor permanecía, siempre cada vez mayor y también mejor. Él sabía que eso no era un sueño, una ilusión de poeta, cosa de utopistas. Era una certeza que tenía y creer era todo lo que en su mente venía, nada más podía hacer, sino desear el amor y por fin en él creer. Decir que amar es fácil, esto nunca dijo, ni de broma. El amor es vivir bajado, escondido en la trinchera, escuchando balas pasando, pero le gustaba este sabor, de vivir siempre en batalla, ora esquiva de las balas, otras horas disparando. Amar es así, lo sabía, de las tantas experiencias vividas, que no le dejaban duda alguna, amar es esperar todo, a veces recibir nada.
¿Cuántas veces él mismo no pensó en el sufrimiento, en el dolor que amar causa en algunos momentos, pero sabía que no todo es sufrimiento, llanto y lamentación, existen las recompensas para aquellos que saben vivir el amor, cosas mucho más allá de las penas, de las decepciones y de las decepciones del dolor. En la vida conoció a mucha gente que tenía miedo de amar, muchas con miedo de sufrir, miedo a las decepciones, miedo de engañar. Y él sabe que tiene quien no se entrega al amor, apenas finja que lo siente, no se permite vencer el miedo de sentir emociones nuevamente. Estas personas se engañan a ti ya las demás que creen en el amor que siente y así tiene tanta gente que engaña porque ya ha sido engañado, pagando a veces doblado, el dolor que ya se ha sentido, haciendo que otra vida, sienta lo que ya ha sentido.
¿Y le preguntaron por qué el amor es así? Él responde que no es el amor, sino las personas que sienten dolor, que guardan dolor y pasan a vivir una vida presa, enferma y encarcelada en los recuerdos del pasado, heridas profundas y abiertas, difíciles de cicatrizar que más que estas personas duden, el amor puede curar. ¡Y cura! Crees que sí y por eso siempre hace así; cuando una decepción le llega, fuerte y dolida, él despierta en fin para la vida y se dispone a amar. Y cada uno que ama es un amor más fuerte que la primera vez y así sigue amando una, dos, tres, cuántas veces la vida le permita hasta que no pueda más. En eso el amor le satisface, en la certeza de que puede vivir y soñar con un amor siempre mayor que el primero.
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Vamos Falar de Amor? | Com Tony Casanova.
No que se refere ao amor, muitos acreditam nas jura se esquecem de observar ações, porém são as ações a grande prova do que se diz. Não podemos embasar um relacionamento creditando-o em promessas que muitas vezes ficam vazias, inúteis e inverídicas. Promessas alimentam expectativas e quando elas não são correspondidas causam decepções enormes, portanto é mais indicado ser comedido nas juras e promessas e mais assíduo nas ações. Uma atitude benéfica vale mais que qualquer promessa. Quando usamos a simbologia da aliança ao falarmos de amor, estamos nos referindo aos laços afetivos que obviamente deve ser plenamente correspondidos afim de tornarem-se estreitos.
Se usarmos esta simbologia do laço iremos perceber a necessidade do equilíbrio emocional nos relacionamentos, afinal os nós representam laços que foram apertados demais e se tornaram sufocantes. Manter a relação estabilizada não é algo fácil, mas também não é impossível, desde que haja a consciência de que é preciso se ater mais ás ações e não somente isso, estas ações devem ser benéficas a ambos, mesmo porque temos depositado em nós aquilo que por direito é de outro e este direito é adquirido a partir do momento em que recebemos e aceitamos o amor destinado a nós por aquela pessoa. Desconheço a autoria de uma frase muito profunda que diz: "Toda relação que acaba em nó é porque deixou de ser laço". Fica muito bem ilustrada aqui a equação das relações.
Quando entramos em um relacionamento automaticamente assumimos um compromisso, desta forma torna-se um compromisso mútuo e onde ambos tem responsabilidades um com o outro. Romper o elo é quebrar as limitações naturais existentes nas relações. A base fundamental é o respeito e é ele que rege qualquer relacionamento. Não o respeito que se promete ou aquele que se jura, mas o respeito nas atitudes presenciais ou não. O estreitamento dos laços afetivos se dá quando se retribui o afeto, carinho e amor que se recebe. Somente o equilíbrio é capaz de manter estável um relacionamento e para isso o respeito é o maior fundamento de apoio para equilibrar..
Vale lembrar que nenhum relacionamento resiste sem respeito, sem suas bases fundamentais, portanto a preservação destas bases é que fortalece as relações. Saber exercitar a tolerância, a dedicação, a compreensão, respeito, atenção, enfim tudo quanto julgamos ser bom para nós. A isto damos o nome de retribuição e é esta máxima que complementa sentimentos e gera ações ás quais chamamos de amor. Amar não significa vida sem problemas, mas vida com responsabilidades e muitos problemas que surgirão para se resolver juntos.
Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis.
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Let's talk about Love? | With Tony Casanova.
As far as love is concerned, many believe in the jura they forget to observe actions, but actions are the great proof of what is said. We can not support a relationship by crediting it with promises that are often empty, useless, and untrue. Promises feed expectations and when they are not met, they cause enormous disappointments, so it is more appropriate to be measured in the jura and promises and more assiduous in actions. A beneficial attitude is worth more than any promise. When we use the symbology of the covenant in speaking of love, we are referring to the affective bonds which obviously must be fully reciprocated in order to become narrow.
If we use this symbology of the tie we will realize the need for emotional balance in relationships, after all the nodes represent ties that were too tight and suffocating. Maintaining a stabilized relationship is not an easy thing, but it is also not impossible, as long as there is the awareness that we need to stick to more actions and not only that, these actions should be beneficial to both, even though we have deposited in us what by right is of another and this right is acquired from the moment we receive and accept the love destined for us by that person. I do not know the author of a very profound phrase that says: "Every relationship that ends in knot is because it is no longer a bond." The relationship equation is very well illustrated here.
When we enter a relationship we automatically make a commitment, this way it becomes a mutual commitment and where both have responsibilities with each other. Breaking the link is breaking the existing natural limitations in relationships. The fundamental basis is respect and it is he who governs any relationship. Not the respect that is promised or the one who swear, but the respect in the face-to-face actions or not. The narrowing of affective bonds takes place when one reciprocates the affection, affection and love one receives. Only balance is able to maintain a stable relationship and for that respect is the highest support foundation to balance ..
It is worth remembering that no relationship resists without respect, without its fundamental bases, therefore the preservation of these bases is that it strengthens the relations. To know how to exercise tolerance, dedication, understanding, respect, attention, in short, everything we think is good for us. To this we give the name of retribution and it is this maxim that complements feelings and generates actions that we call love. Love does not mean life without problems, but life with responsibilities and many problems that will arise to resolve together.
Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of the means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.
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¿Hablar de amor? | Con Tony Casanova.
En lo que se refiere al amor, muchos creen en los jura se olvidan de observar acciones, pero son las acciones la gran prueba de lo que se dice. No podemos basar una relación creyéndola en promesas que a menudo quedan vacías, inútiles e invertidas. Las promesas alimentan expectativas y cuando no se corresponden causan decepciones enormes, por lo tanto es más indicado ser comedido en los juramentos y promesas y más asiduo en las acciones. Una actitud benéfica vale más que cualquier promesa. Cuando usamos la simbología de la alianza al hablar de amor, nos estamos refiriendo a los lazos afectivos que obviamente deben ser plenamente correspondidos a fin de llegar a ser estrechos.
Si utilizamos esta simbología del lazo, percibir la necesidad del equilibrio emocional en las relaciones, después de todo los nudos representan lazos que se han apretado demasiado y se han vuelto sofocantes. Mantener la relación estabilizada no es algo fácil, pero tampoco es imposible, siempre que haya la conciencia de que hay que atenerse más a las acciones y no sólo eso, estas acciones deben ser beneficiosas a ambos, incluso porque hemos depositado en nosotros aquello que por derecho es de otro y este derecho es adquirido a partir del momento en que recibimos y aceptamos el amor destinado a nosotros por esa persona. No conozco la autoría de una frase muy profunda que dice: "Toda relación que acaba en nudo es porque dejó de ser lazo". Está muy bien ilustrada aquí la ecuación de las relaciones.
Cuando entramos en una relación automáticamente asumimos un compromiso, de esta forma se convierte en un compromiso mutuo y donde ambos tienen responsabilidades uno con el otro. Romper el eslabón es romper las limitaciones naturales existentes en las relaciones. La base fundamental es el respeto y es él quien rige cualquier relación. No el respeto que se promete o el que se jura, sino el respeto en las actitudes presenciales o no. El estrechamiento de los lazos afectivos se da cuando se retribuye el afecto, cariño y amor que se recibe. Sólo el equilibrio es capaz de mantener estable una relación y para ello el respeto es el mayor fundamento de apoyo para equilibrar.
Es importante recordar que ninguna relación resiste sin respeto, sin sus bases fundamentales, por lo tanto la preservación de estas bases es que fortalece las relaciones. Saber ejercitar la tolerancia, la dedicación, la comprensión, el respeto, la atención, en fin todo lo que creemos que es bueno para nosotros. A esto damos el nombre de retribución y es esta máxima que complementa sentimientos y genera acciones a las que llamamos amor. Amar no significa vida sin problemas, pero vida con responsabilidades y muchos problemas que surgir para resolver juntos.
Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los Derechos Reservados y garantizados por las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Prohibida la copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier naturaleza, del todo o parte de él, independientemente de los medios o fines. La violación de estos derechos se constituye en delito y está pasiva de las sanciones legales apropiadas.
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