Esta é uma pergunta para a qual muita gente tem resposta pronta, afinal a traição é algo tão indigesto e doloroso que há quem prefira nem tocar no assunto. Quanto á resposta, por padrão ela é sempre não por envolver e atingir a parte mais sensível de um relacionamento: A confiança. É sobre Traição que farei esta matéria. Você seria capaz de perdoar uma traição? Esta é a grande pergunta deste artigo e aguardo seu comentário, caso você deseje participar da matéria. Se gostar compartilhe, siga este blog. Sua participação é importante, pois a escolha dos temas leva em consideração o fato de você poder participar e interagir dando-nos a sua opinião. Neste tema, por exemplo, muitas pessoas conseguem perdoar a traição, desde que tenha sido ato único e isolado, outras conseguem perdoar até mesmo a reincidência, muitos jamais perdoariam e você, qual a sua posição? Continue Lendo...
Críticas literárias, sobre arte, cultura e tradições. Música, Dança, Cinema, Televisão, Teatro e textos informativos.
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Relacionamento | O Preço da Infidelidade.
Mais uma vez volto a falar sobre o tema Infidelidade e como sempre faço vou explicar que meus textos não fazem defesa de gêneros, mesmo porque a infidelidade deixou de ser uma exclusividade masculina já faz muito tempo. Priorizando o assunto e o conduzindo de maneira imparcial, foco nas consequências nocivas desta ação sem procurar atribuí-la a este ou aquele gênero. Veremos o que leva o ser humano a trair e como evitar cair nestas ciladas que são as opções fáceis ou mesmo a tentação de permitir que as vontades pessoais nos dominem. Aquele que deseja ser fiel consegue fazer isso sem nenhum esforço e cabe a cada um dos cônjuges manter-se distante do que possa representar um risco ao pacto de fidelidade. Continue Lendo...
Relacionamento | Traição | Por Que?
Ela é alvo de artigos nas revistas, tema de piadas nos programas humorísticos e tem inclusive citação Bíblica, não sendo um assunto novo, mas que sem dúvida alguma é razão de discussão e polêmica sempre que se torna centro das discussões. A traição conjugal representa para muitos um trauma, assunto delicado a ser discutido e nada agradável de ser lembrado por envolver pessoas cujos relacionamentos foram interrompidos ou mesmo a confiança no cônjuge tenha sido abalada. Em alguns casos as feridas emocionais são tão profundas que fazem com que muios deixem de acreditar na Instituição Casamento. Destas decepções um número enorme de pessoas tem dificuldade de envolver-se em novas relações ou dar crédito ás novas relações.
A traição, seja ela de qualquer natureza é um erro gravíssimo, sem justificativa e sem precedentes, mas que não justifica um outro erro: O de imaginar que a falha de caráter de um, esteja presente em todas as pessoas. Se fôssemos pensar desta forma e levar ás ações este pensamento, fatalmente não haveriam mais namoros, noivados e casamentos. Um outro erro que aqueles que foram traídos comete é achar que são eles os culpados(as), quando na verdade ninguém pode ser culpado da falta de caráter de terceiros. Afirmar qualquer coisa na tentativa de justificar-se por ter traído é tão absurdo quanto a própria traição. Mas e o amor, como fica nisto tudo? Pois é, ai começa a nossa jornada para entendermos como a lógica do amor funciona e como ele pode resgatar um relacionamento fadado á dissolução.
Talvez não caiba na sua cabeça, sequer lhe passe pela ideia perdoar alguém que trai, mas está ai o paradoxo escondido nesta ação. Trair é errado, não há a menor dúvida disto, mas será que uma traição não merece ser perdoada? Racione sobre isto sobriamente, de maneira calma, sem deixar-se envolver pelas emoções. Qual a máxima do amor quanto ás relações humanas, não é perdoar? O perdão não faz parte do caráter divino e não é um dos mandamentos de Deus? Um erro é trair e o outro é não perdoar, afinal porque nós não nos consideramos traidores, não significa que um dia também nós não possamos trair. Está no perdão a concepção da paz para a alma, da libertação não só daquele que perdoa, mas também de quem é perdoado. O perdão representa o zerar da conta e o reinício, o recomeço á partir do zero da relação.
Mas existem casos em que não dá para manter o relacionamento e salvar o casamento? Sim, claro que existe, mas isto não significa não perdoar. Há casos em que a reincidência não permite a continuidade do relacionamento devido ao enorme número de repetições da infidelidade, o que torna frágil qualquer laço afetivo e acaba por eliminar todas as tentativas de resgatar a confiança e manter a segurança na relação. Porém é preciso esgotar-se as tentativas antes da dissolução definitiva, mesmo porque em muitos casos há toda uma vida que foi construída juntos, filhos envolvidos e laços que foram criados e que não serão esquecidos de forma tão fácil. Eu não estou aqui tentando estabelecer parâmetros para você, cada um conhece seu próprio limite e o grau de aceitação para cada coisa. Tudo que estou fazendo é um pedido de que haja mais racionalidade e menos emoção na tomada de uma decisão tão importante quanto a separação definitiva, lembrando que isto vale para homens e mulheres e ressaltando que a traição não é um privilégio apenas de homens.
Independente do que diz aquela canção ou da forma como aquele humorista trate da questão, este problema é de foro muito íntimo e individual e cada um deve procurar agir da maneira mais prudente e sensata possível visando preservar a integridade física do outro. Não se pode fazer da vida moeda de troca, banalizando a existência como se ela fosse descartada. Tentar resolver um erro cometendo um crime não resolve coisa alguma, pelo contrário, vai trazer problemas para todas as partes envolvidas e aqueles que a cercam. Antes de pensar em fazer qualquer ato tresloucado e insano, pense nos seus filhos, eles não te traíram e independentemente do casal estar junto, eles precisam de ambos para lhes dar carinho e afeto. A melhor hora para se tornar grande é crescer em pensamentos e lembrar que se o outro errou, você também está sujeito ao erro, mas se não perdoar poderá também não ser perdoado(a).
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Relationship | Betrayal | Because?
She is the subject of articles in magazines, a subject of humorous jokes and has even a Biblical citation, not a new subject, but which is undoubtedly a reason for discussion and controversy whenever it becomes the center of the discussions. Marital betrayal is for many a trauma, a delicate subject to be discussed, and nothing pleasant to be remembered for involving people whose relationships have been disrupted or even trust in the spouse has been shaken. In some cases the emotional wounds are so deep that they often stop believing in the Marriage Institution. Out of these disappointments, a large number of people find it difficult to engage in new relationships or give credit to new relationships.
Betrayal, whether it be of any nature, is a most serious error, without justification and without precedent, but which does not justify another mistake: that of imagining that one's lack of character is present in all persons. If we were to think in this way and take this thought to action, there would inevitably be no more courtship, betrothal, and marriage. Another mistake that those who have been betrayed commit is to think that they are to blame, when in fact no one can be guilty of a third party's lack of character. To assert anything in the attempt to justify yourself for betraying is as absurd as the betrayal itself. But what about love, how does it all stand? Well, there begins our journey to understand how the logic of love works and how it can rescue a relationship bound to dissolution.
Maybe it does not fit in your head, do not even think of forgiving someone who betrays, but there is the paradox hidden in this action. Betraying is wrong, there is not the slightest doubt of it, but does a betrayal not deserve to be forgiven? Rely on it soberly, calmly, without being overwhelmed by emotions. What is the maxim of love as to human relations, is not forgiveness? Is not forgiveness part of the divine character and not one of God's commandments? One mistake is to betray and the other is not to forgive, after all because we do not consider ourselves traitors, does not mean that one day we can not betray either. There is in forgiveness the conception of peace for the soul, of the liberation not only of the one who forgives, but also of the one who is forgiven. Forgiveness represents the zeroing of the account and the resumption, the resumption from the zero of the relation.
But are there cases where you can not maintain the relationship and save the marriage? Yes, of course it exists, but that does not mean not to forgive. There are cases in which recidivism does not allow the continuity of the relationship due to the enormous number of repetitions of infidelity, which makes any affective bond fragile and ends up eliminating all attempts to rescue trust and maintain security in the relationship. But attempts must be exhausted before final dissolution, because in many cases there is a whole life that has been built together, children involved and bonds that have been created and will not be forgotten so easily. I am not here trying to set parameters for you, each one knows its own limit and the degree of acceptance for each thing. All I am doing is a request that there be more rationality and less emotion in making a decision as important as the definitive separation, remembering that this holds true for men and women and pointing out that betrayal is not a privilege only of men.
Regardless of what that song says or how that humorist deals with the issue, this problem is very intimate and individual, and each one must seek to act in the most prudent and sensible way possible in order to preserve the physical integrity of the other. Life can not be made of exchange, banalizing existence as if it were discarded. Trying to solve a mistake by committing a crime does not solve anything, on the contrary, it will bring problems for all parties involved and those around them. Before thinking about doing any crazy and insane act, think about your children, they did not betray you and regardless of the couple being together, they need both to give them affection and affection. The best time to become great is to grow in your thoughts and to remember that if the other has erred, you are also subject to error, but if you do not forgive you may not be forgiven.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Relaciones | Traición | ¿Por qué?
Es objeto de artículos en las revistas, tema de chistes en los programas humorísticos y tiene incluso citación Bíblica, no siendo un tema nuevo, pero que sin duda alguna es razón de discusión y polémica siempre que se convierte en centro de las discusiones. La traición conyugal representa para muchos un trauma, asunto delicado a ser discutido y nada agradable de ser recordado por involucrar a personas cuyas relaciones se interrumpieron o incluso la confianza en el cónyuge ha sido sacudida. En algunos casos las heridas emocionales son tan profundas que hacen que muchos dejan de creer en la Institución Matrimonio. De estas decepciones un número enorme de personas tienen dificultades para involucrarse en nuevas relaciones o dar crédito a las nuevas relaciones.
La traición, sea de cualquier naturaleza, es un error gravísimo, sin justificación y sin precedentes, pero que no justifica otro error: El de imaginar que la falta de carácter de uno, esté presente en todas las personas. Si fuésemos a pensar de esta manera y llevar a las acciones este pensamiento, fatalmente no habrían más novios, novios y bodas. Otro error que los que fueron traicionados comete es creer que son ellos los culpables cuando no puede ser culpable de la falta de carácter de terceros. Afirmar cualquier cosa en el intento de justificarse por haber traicionado es tan absurdo como la propia traición. Pero y el amor, ¿cómo queda en esto todo? Pues es, ay comienza nuestra jornada para entender cómo la lógica del amor funciona y cómo él puede rescatar una relación fadada a la disolución.
Tal vez no caiga en su cabeza, ni siquiera le pase por la idea perdonar a alguien que traiciona, pero está ahí la paradoja escondida en esta acción. Traer es incorrecto, no hay la menor duda de esto, pero ¿será que una traición no merece ser perdonada? Razone sobre esto sobriamente, de manera tranquila, sin dejarse envolver por las emociones. ¿Cuál es la máxima del amor en cuanto a las relaciones humanas, no es perdonar? ¿El perdón no forma parte del carácter divino y no es uno de los mandamientos de Dios? Un error es traicionar y el otro es no perdonar, al final porque nosotros no nos consideramos traidores, no significa que un día también nosotros no podamos traicionar. Está en el perdón la concepción de la paz para el alma, de la liberación no sólo del que perdona, sino también de quien es perdonado. El perdón representa el cero de la cuenta y el reinicio, el reanudamiento a partir del cero de la relación.
Pero hay casos en que no se puede mantener la relación y salvar la boda? Sí, claro que existe, pero esto no significa no perdonar. Hay casos en que la reincidencia no permite la continuidad de la relación debido al enorme número de repeticiones de la infidelidad, lo que hace frágil cualquier lazo afectivo y acaba por eliminar todos los intentos de rescatar la confianza y mantener la seguridad en la relación. Pero hay que agotarse los intentos antes de la disolución definitiva, incluso porque en muchos casos hay toda una vida que fue construida juntos, hijos involucrados y lazos que fueron creados y que no serán olvidados de forma tan fácil. No estoy tratando de establecer parámetros para usted, cada uno conoce su propio límite y el grado de aceptación para cada cosa. Todo lo que estoy haciendo es una petición de que haya más racionalidad y menos emoción en la toma de una decisión tan importante como la separación definitiva, recordando que esto vale para hombres y mujeres y resaltando que la traición no es un privilegio sólo de hombres.
Independiente de lo que dice aquella canción o de la forma en que ese humorista trate de la cuestión, este problema es de foro muy íntimo e individual y cada uno debe procurar actuar de la manera más prudente y sensata posible para preservar la integridad física del otro. No se puede hacer de la vida moneda de cambio, banalizando la existencia como si fuera descartada. Intentar resolver un error cometiendo un crimen no resuelve nada, por el contrario, traerá problemas para todas las partes involucradas y aquellos que la rodean. Antes de pensar en hacer cualquier acto traslúcido e insano, piense en sus hijos, ellos no te traicionaron e independientemente de la pareja estar juntos, ellos necesitan ambos para darles cariño y afecto. La mejor hora para llegar a ser grande es crecer en pensamientos y recordar que si el otro se equivocó, usted también está sujeto al error, pero si no perdonar, tampoco puede ser perdonado (a).
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Relacionamento | Traição | Perdoar ou Não?
A infidelidade tem sido alvo de discussões em todas as rodas sociais e é considerada uma das questões mais polêmicas deste século. Não é atoa que seja assim, pois o assunto é realmente o fel das relações. Ainda mais discutida que a própria infidelidade é a questão que se refere ao perdão da traição. Movidos pelo chamado "Calor da Emoção", muitos assumem um comportamento vingativo em relação a isso, outros se resumem ao desprezo puro e simples e há ainda aqueles que somem e passam a ignorar o outro. O fato é que ainda que haja o perdão, certamente ele não estará necessariamente vinculado ao esquecimento e será, sem dúvida uma lembrança amarga no decorrer da vida dos envolvidos. A violência obviamente não conduz a lugar algum senão a mais violência e infelizmente traz consequências altamente prejudiciais a ambos, sendo portanto injustificada independente da razão que se apresente. Ninguém pode justificar a banalização da vida em nome do amor e qualquer ação contra a vida de outro, além de criminosa é absolutamente insana.
Se a violência não se justifica em casos de infidelidade, a traição também não é justificável em hipótese alguma, não importa quais os argumentos sejam expostos ou que razões se apresente. Ao assumir-se um relacionamento, consequentemente arca-se com todos os compromissos inerentes a ele, independente da distância, da ausência de afeto, de toques e qualquer outra situação que se possa utilizar como argumento de justificativa para uma traição. Somente a dissolução da relação pode anular a carga de compromissos assumidos e isentar de responsabilidades ou culpas, a presença de outra pessoa na vida alguém. No amor não se aplica o termo literário "Triângulo Amoroso" e ele, ainda que possa render uma boa trama é de absoluta pejoração á honra daquele é traído. Fato que se aplica á espécie humana e não somente ao gênero.
Vamos falar um pouquinho então do perdão? Perdoar é um gesto nobre, qualidade própria do amor e por assim ser, o perdão exige um esforço absurdo do ser humano, mas ao passo que ele parece-nos ser absurdamente difícil, torna-se possível graças a presença do amor. Não importa a quantos sentimentos somos submetidos, o amor será sempre mais forte que todos juntos e a melhor parte é que o amor é gerador de outros sentimentos benéficos que quando associados, tornam a relação em uma imensa e frutífera árvore. Afirmar que é impossível perdoar uma traição é uma mentira! É possível sim, claro, mas isto depende e varia de caso para caso. De quanto a pessoa traída foi magoada e se está disposta a esquecer o fato. Como a traição é uma quebra de confiança, perdoar muitas vezes torna-se mais fácil que esquecer uma traição.
Uma grande parcela das mágoas sentidas pela pessoa traída está no fato de considerar-se enganada, mas não é só isso, quem porventura já viveu esta situação sabe como isto afeta consideravelmente a fé que se deposita no amor. Um erro claro que acaba transformando o amor em culpado pelas falhas de caráter humano. Obviamente um erro não deve justificar o outro, mas quem pode conter alguém ferido e descontente? A resposta para a pergunta inicial sobre Perdoar ou Não uma traição deve ser respondida por cada um de nós de forma consciente e livre do sabor das emoções. Não adianta fingir que perdoa e seguir com o relacionamento apenas na intenção de continuar junto. Esta atitude poderá representar uma relação seca, amarga e improdutiva. É preciso que cada um pese os prós e os contras de prosseguir afim de evitar novas mágoas, dores e decepções.
Quanto a perdoar é possível sim, qualquer pessoa pode agir com nobreza e amor perdoando a infidelidade, mas é preciso antes por as cartas á mesa e abrir um diálogo sério e definitivo sobre a questão. Exponha tudo que pensa, tudo que acha e tudo que quer do outro e procure deixar claro quais as consequências de qualquer ato falho que se repita. Este tipo de diálogo deve ser o mais franco e aberto possível, sem rodeios ou maquiagens na fala. Perdoar uma traição é atribuir ao outro a renovação do voto de confiança perdido e assim resgatar uma relação que faliu no momento em que este elo de confiança foi rompido. É preciso ter certeza de que o perdão realmente vale a pena e se com ele você conseguirá salva seu relacionamento.
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Relationship | Betrayal | Forgive or Not?
Infidelity has been the subject of discussions on all social wheels and is considered one of the most controversial issues of this century. It is no such thing, for the subject is really the gall of relationships. Even more discussed than the infidelity itself is the question that refers to the forgiveness of betrayal. Moved by the so-called "Heat of Emotion," many take vindictive behavior toward it, others boil down to pure and simple contempt, and there are still those who come and ignore each other. The fact is that even if there is forgiveness, it certainly will not necessarily be linked to oblivion and will undoubtedly be a bitter reminder throughout the lives of those involved. Violence obviously leads to nothing but more violence and unfortunately brings consequences highly harmful to both, and is therefore unjustified regardless of the reason that presents itself. No one can justify the trivialization of life in the name of love and any action against the life of another as well as criminal is absolutely insane.
If violence is not justified in cases of infidelity, betrayal is also not justifiable at all, no matter what arguments are put forward or why. In assuming a relationship, therefore, he takes upon himself all the commitments inherent to him, regardless of distance, absence of affection, touch and any other situation that can be used as an argument for justification for betrayal. Only the dissolution of the relationship can nullify the burden of commitments assumed and exempt from liability or guilt, the presence of another person in someone's life. In love does not apply the literary term "Love Triangle" and he, although it can yield a good plot is of absolute improvement to the honor of the one is betrayed. This fact applies to the human species and not only to the genus.
Let's talk a bit about forgiveness then? To forgive is a noble gesture, a quality proper to love, and so to be, forgiveness demands an absurd effort from the human being, but while it seems to us to be absurdly difficult, it is made possible by the presence of love. No matter how many feelings we undergo, love will always be stronger than all together and the best part is that love is the generator of other beneficial feelings that when associated, make the relationship into an immense and fruitful tree. To say that it is impossible to forgive a betrayal is a lie! It is possible, of course, but this depends and varies from case to case. How much the betrayed person has been hurt and is willing to forget the fact. As betrayal is a breach of trust, forgiving often becomes easier than forgetting a betrayal.
A great deal of the sorrows felt by the betrayed person is in the fact of being deceived, but not only that, whoever has lived this situation knows how this affects considerably the faith that is deposited in love. A clear mistake that ends up turning love into a guilty one because of the flaws of human character. Obviously one mistake should not justify the other, but who can contain someone hurt and displeased? The answer to the initial question about Forgiving or Not a betrayal must be answered by each of us consciously and free from the taste of emotions. It's no use pretending to forgive and follow through with the relationship just in order to continue together. This attitude may represent a dry, bitter and unproductive relationship. It is necessary that each weighs the pros and cons of pursuing in order to avoid new hurts, pains and disappointments.
As for forgiving is possible, yes, anyone can act with nobility and love forgiving the infidelity, but it is necessary before the cards at the table and open a serious and definitive dialogue on the issue. Expose everything you think, everything you find and everything you want from the other, and try to make it clear what the consequences of any failed act are. This type of dialogue should be as frank and open as possible, without blunt or make-up in speech. To forgive a betrayal is to attribute to the other the renewal of the vow of lost trust and thus to redeem a relationship that went bankrupt at the moment this bond of trust was broken. You have to make sure that forgiveness really pays off and if you can save your relationship with it.
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Relaciones | Traición | ¿Perdonar o no?
La infidelidad ha sido objeto de discusiones en todas las ruedas sociales y es considerada una de las cuestiones más polémicas de este siglo. No es acto que sea así, pues el asunto es realmente el hiel de las relaciones. Aún más discutida que la propia infidelidad es la cuestión que se refiere al perdón de la traición. En el caso de que el llamado "Calor de la Emoción", muchos asumen un comportamiento vengativo en relación a eso, otros se resumen al desprecio puro y simple y hay todavía aquellos que suman y pasan a ignorar al otro. El hecho es que aunque haya el perdón, ciertamente no estará necesariamente vinculado al olvido y será, sin duda, un recuerdo amarga en el transcurso de la vida de los involucrados. La violencia obviamente no conduce a ningún lugar más que la más violencia y desgraciadamente trae consecuencias altamente perjudiciales a ambos, siendo por lo tanto injustificada independiente de la razón que se presente. Nadie puede justificar la banalización de la vida en nombre del amor y cualquier acción contra la vida de otro, además de criminal es absolutamente insana.
Si la violencia no se justifica en casos de infidelidad, la traición tampoco es justificable en ninguna hipótesis, no importa cuáles sean los argumentos expuestos o qué razones se presentan. Al asumir una relación, consecuentemente se arca con todos los compromisos inherentes a él, independientemente de la distancia, de la ausencia de afecto, de toques y cualquier otra situación que se pueda utilizar como argumento de justificación para una traición. Sólo la disolución de la relación puede anular la carga de compromisos asumidos y eximir de responsabilidades o culpas, la presencia de otra persona en la vida alguien. En el amor no se aplica el término literario "Triángulo Amoroso" y él, aunque pueda rendir una buena trama es de absoluta rotación al honor de aquel es traicionado. Hecho que se aplica a la especie humana y no sólo al género.
¿Vamos a hablar un poquito entonces del perdón? Perdonar es un gesto noble, calidad propia del amor y por tanto ser, el perdón exige un esfuerzo absurdo del ser humano, pero mientras que nos parece ser absurdamente difícil, se hace posible gracias a la presencia del amor. No importa cuantos sentimientos somos sometidos, el amor será siempre más fuerte que todos juntos y la mejor parte es que el amor es generador de otros sentimientos benéficos que cuando asociados, hacen la relación en un inmenso y frutífera árbol. ¡Afirmar que es imposible perdonar una traición es una mentira! Es posible sí, claro, pero esto depende y varía de caso a caso. De cuánto la persona traicionada fue herida y se está dispuesta a olvidar el hecho. Como la traición es una quiebra de confianza, perdonar muchas veces se vuelve más fácil que olvidar una traición.
Una gran parte de las penas sentidas por la persona traicionada está en el hecho de considerarse engañada, pero no es sólo eso, quien ya ha vivido esta situación sabe cómo esto afecta considerablemente la fe que se deposita en el amor. Un error claro que termina transformando el amor en culpable por las fallas de carácter humano. Obviamente un error no debe justificar al otro, sino quién puede contener a alguien herido y descontento? La respuesta a la pregunta inicial sobre Perdonar o No una traición debe ser respondida por cada uno de nosotros de forma consciente y libre del sabor de las emociones. No sirve de nada fingir que perdona y seguir con la relación sólo con la intención de seguir juntos. Esta actitud puede representar una relación seca, amarga e improductiva. Es necesario que cada uno pese a los pros y los contras de proseguir con el fin de evitar nuevos dolores, dolores y decepciones.
En cuanto a perdonar es posible sí, cualquier persona puede actuar con nobleza y amor perdonando la infidelidad, pero es necesario antes por las cartas a la mesa y abrir un diálogo serio y definitivo sobre la cuestión. Exponga todo lo que piensa, todo lo que cree y todo lo que quiere del otro y procure dejar claro cuáles son las consecuencias de cualquier acto fallido que se repita. Este tipo de diálogo debe ser lo más franco y abierto posible, sin rodeos o maquillajes en el habla. Perdonar una traición es atribuir al otro la renovación del voto de confianza perdido y así rescatar una relación que falló en el momento en que este eslabón de confianza se rompió. Es necesario estar seguro de que el perdón realmente vale la pena y si con él podrás salvar tu relación.
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Enquete | Você Perdoaria Uma Traição?
Um dos assuntos mais indigestos que existem está sendo trazido agora para o inaugural da nossa nova coluna Roda Cultural Enquetes. Vamos abrir falando de Infidelidade. Não apenas a infidelidade entre casados, mas também entre namorados e noivos também. Obviamente ao assumirmos um relacionamento com ele também adquirimos não somente direitos, mas também deveres e obrigações. Um destes deveres é o da fidelidade, elo que estabelece a confiança mútua. Ao declararmos nosso compromisso, não só o fazemos diante do outro, mas também publicamente, desta forma externamos que nos cabe respeitar aquele que nos honra também com o compromisso do respeito.
Nas últimas décadas porém, com a declarada liberdade sexual e o apelo sexual crescente, está se tornando corriqueiro o número de casais que se separam por conta da infidelidade. Em seu termo popular conhecida como "Traição", a infidelidade tem sido a causa de dissolução de vários matrimônios e desunião de casais. Não existem dados que apontem qual gênero é mais infiel, principalmente nesta década em que adquiriu-se o hábito de tratar e resolver assuntos do tipo na base do "Dente por dente e Olho por olho. Mulheres dizem que são os homens, homens dizem que são as mulheres, enfim há uma troca de acusações em que se generaliza tudo e não há consenso.
O fato é que a infidelidade existe praticada não só por homens, mas também por mulheres e o que não é possível precisar é em que patamar está o percentual que poderia indicar quem trai mais, se o homem ou a mulher. Seja lá quem for está cometendo um erro que não se justifica. Trair é uma demonstração extrema de falta de caráter e uma prova de desonra para com o outro. Independente daquilo que se alega para ter traído, nada justifica a traição. Nossa enquete deseja colher a sua opinião e por isso somos isentos da obrigação de apontarmos este ou aquele.
Esta é a primeira de uma série de postagens para a coluna Roda Cultural Enquetes que trará vários assuntos polêmicos para coletarmos a sua opinião. Esta fase é Beta e estamos nos adaptando, por isso a sua ajuda é muito importante. Se quiser você pode sugerir temas para serem abordados nas enquetes através de comentários. A enquete será aberta hoje, 28 de Dezembro de 2016 precisamente ás 00:00 (Horário de Brasília) e encerrará ás 00:00 do dia 30 de Dezembro. Participe conosco e seja bem vindo. Aproveite para deixar abaixo o seu voto.


Você perdoaria uma traição?
Survey | Would You Forgive a Betrayal?
One of the most indigestible subjects that exist is being brought now to the inaugural of our new column Wheel Cultural Polls. Let's open talking about Infidelity. Not just infidelity between married couples, but also between boyfriends and fiancees as well. Obviously by entering into a relationship with him we also acquire not only rights, but also duties and obligations. One of these duties is fidelity, which establishes mutual trust. When we declare our commitment, we not only do it in front of the other, but also publicly, in this way we externalize that it is up to us to respect who also honors us with the commitment of respect.
In the last decades, however, with the declared sexual freedom and the growing sexual appeal, the number of couples separated by infidelity is becoming commonplace. In its popular term known as "Betrayal," infidelity has been the cause of dissolution of various marriages and disunion of couples. There is no data to indicate which gender is most unfaithful, especially in this decade when the habit of treating and resolving issues of the type on the basis of "Tooth for a tooth and an eye for an eye has been acquired." Women say that it is men, men say Are women, finally there is an exchange of accusations in which everything is generalized and there is no consensus.
The fact is that infidelity is practiced not only by men, but also by women and what can not be determined is at what level is the percentage that could indicate who betrays more, whether the man or the woman. Whoever it is is making a mistake that is not justified. Betraying is an extreme demonstration of lack of character and a proof of dishonor towards one another. Regardless of what is alleged to have betrayed, nothing justifies betrayal. Our poll wants to collect your opinion and therefore we are exempt from the obligation to point this or that.

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sondeo | Usted ¿Le perdonaría una traición?
Una de las cuestiones más digeribles que están siendo llevados ahora a la apertura de nuestra nueva columna Encuestas ruedas Cultural. Vamos a abrir hablar de infidelidad. No sólo la infidelidad entre los casados, sino también entre los novios y novios también. Obviamente para asumir una relación con él no sólo adquirir derechos, sino también deberes y obligaciones. Una de estas funciones es la fianza de fidelidad que establece la confianza mutua. Para declarar nuestro compromiso, no sólo las hacen frente a la otra, sino también públicamente en esta forma externamos que hay que respetar que honramos también con el compromiso de respeto.
En las últimas décadas, sin embargo, con la libertad sexual declarado y aumentar el atractivo sexual, que se está convirtiendo en un lugar común el número de parejas que se separan a causa de la infidelidad. En su término popular conocido como "traición" La infidelidad ha sido la causa de la disolución de muchos matrimonios y parejas desunión. No hay punto de datos que el género es más infiel, especialmente en esta década que tiene el hábito de tratar y resolver cuestiones del tipo sobre la base de "diente por diente y ojo por ojo. Las mujeres dicen que son los hombres, los hombres dicen son mujeres, finalmente, se produce un intercambio de acusaciones que generaliza todo y no hay consenso.
El hecho es que la infidelidad no se practica no sólo por los hombres, sino también por las mujeres y lo que no es necesario que el nivel es el porcentaje que podría indicar que traiciona más, ya sea hombre o mujer. El que está cometiendo un error no está justificada. Traición es una manifestación extrema de la falta de carácter y una prueba de la desgracia uno para el otro. Independientemente de lo que se supone que ha traicionado, nada justifica la traición. Nuestros sondeo quieren cosechar su opinión y por lo tanto están exentos de la obligación señalamos esto o aquello.
Esta es la primera de una serie de mensajes a la columna de la Encuestas de ruedas cultural que traerá varios temas controvertidos para recoger su opinión. Esta fase es beta y estamos adaptando, por lo que su ayuda es muy importante. Si lo desea puede sugerir temas que se abordarán en las encuestas a través de comentarios. La encuesta estará abierta hoy, 28 de Diciembre, el año 2016 exactamente a las 00:00 (horario de Brasilia) y se cerrará a las 00:00 el 30 de diciembre. Únete a nosotros y será bienvenida. Disfrutar de más abajo para dejar su voto.
One of the most indigestible subjects that exist is being brought now to the inaugural of our new column Wheel Cultural Polls. Let's open talking about Infidelity. Not just infidelity between married couples, but also between boyfriends and fiancees as well. Obviously by entering into a relationship with him we also acquire not only rights, but also duties and obligations. One of these duties is fidelity, which establishes mutual trust. When we declare our commitment, we not only do it in front of the other, but also publicly, in this way we externalize that it is up to us to respect who also honors us with the commitment of respect.
In the last decades, however, with the declared sexual freedom and the growing sexual appeal, the number of couples separated by infidelity is becoming commonplace. In its popular term known as "Betrayal," infidelity has been the cause of dissolution of various marriages and disunion of couples. There is no data to indicate which gender is most unfaithful, especially in this decade when the habit of treating and resolving issues of the type on the basis of "Tooth for a tooth and an eye for an eye has been acquired." Women say that it is men, men say Are women, finally there is an exchange of accusations in which everything is generalized and there is no consensus.
The fact is that infidelity is practiced not only by men, but also by women and what can not be determined is at what level is the percentage that could indicate who betrays more, whether the man or the woman. Whoever it is is making a mistake that is not justified. Betraying is an extreme demonstration of lack of character and a proof of dishonor towards one another. Regardless of what is alleged to have betrayed, nothing justifies betrayal. Our poll wants to collect your opinion and therefore we are exempt from the obligation to point this or that.

Você perdoaria uma traição?
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sondeo | Usted ¿Le perdonaría una traición?
Una de las cuestiones más digeribles que están siendo llevados ahora a la apertura de nuestra nueva columna Encuestas ruedas Cultural. Vamos a abrir hablar de infidelidad. No sólo la infidelidad entre los casados, sino también entre los novios y novios también. Obviamente para asumir una relación con él no sólo adquirir derechos, sino también deberes y obligaciones. Una de estas funciones es la fianza de fidelidad que establece la confianza mutua. Para declarar nuestro compromiso, no sólo las hacen frente a la otra, sino también públicamente en esta forma externamos que hay que respetar que honramos también con el compromiso de respeto.
En las últimas décadas, sin embargo, con la libertad sexual declarado y aumentar el atractivo sexual, que se está convirtiendo en un lugar común el número de parejas que se separan a causa de la infidelidad. En su término popular conocido como "traición" La infidelidad ha sido la causa de la disolución de muchos matrimonios y parejas desunión. No hay punto de datos que el género es más infiel, especialmente en esta década que tiene el hábito de tratar y resolver cuestiones del tipo sobre la base de "diente por diente y ojo por ojo. Las mujeres dicen que son los hombres, los hombres dicen son mujeres, finalmente, se produce un intercambio de acusaciones que generaliza todo y no hay consenso.
El hecho es que la infidelidad no se practica no sólo por los hombres, sino también por las mujeres y lo que no es necesario que el nivel es el porcentaje que podría indicar que traiciona más, ya sea hombre o mujer. El que está cometiendo un error no está justificada. Traición es una manifestación extrema de la falta de carácter y una prueba de la desgracia uno para el otro. Independientemente de lo que se supone que ha traicionado, nada justifica la traición. Nuestros sondeo quieren cosechar su opinión y por lo tanto están exentos de la obligación señalamos esto o aquello.
Esta es la primera de una serie de mensajes a la columna de la Encuestas de ruedas cultural que traerá varios temas controvertidos para recoger su opinión. Esta fase es beta y estamos adaptando, por lo que su ayuda es muy importante. Si lo desea puede sugerir temas que se abordarán en las encuestas a través de comentarios. La encuesta estará abierta hoy, 28 de Diciembre, el año 2016 exactamente a las 00:00 (horario de Brasilia) y se cerrará a las 00:00 el 30 de diciembre. Únete a nosotros y será bienvenida. Disfrutar de más abajo para dejar su voto.
Relacionamentos | Traição Deve ser Perdoada? | Tony Casanova
Falar sobre infidelidade é sempre polêmico. O assunto envolve feridas abertas e provoca discussões entre traidores e traídos onde nem sempre há consenso naquilo que cada um expõe. Hoje resolvi ventilar este assunto nesta matéria e dar ao leitor a oportunidade de refletir sobre a questão.
Vou fazer a introdução do tema abordando uma frase popular muito usada nas mídias que diz: "Quem ama não trai". A frase estaria corretíssima não fosse por um detalhe; O amor é um sentimento puro, mas todos somos humanos. Se por ventura há o lado perfeito do amor, por outro existem as imperfeições humanas. Mas sigamos nesta frase e vamos observar algo interessante: A Bíblia não aprova a infidelidade, ou melhor, Deus não aprova em hipótese alguma esta ação, mas há algo relacionado a este tema que tem 100% de aprovação divina; O perdão.
Agora serei um pouco mais profundo e vamos quebrar alguns erros exposto durante as discussões deste tema. Existem três elementos de ação distintos nesta questão, vejamos quais são:
Perdoar. Esta é a ação daquele que perdoa e de acordo com a Bíblia, ele deve ser exercido por todos em um número infinito de vezes. O perdão é a prova do amor de quem foi vitimado e demonstra maturidade, honradez e riqueza de caráter. Contrariando aqueles que repetem a frase "Quem ama não trai", eu lembro que também há outra frase tão popular quanto e que tem respaldo Bíblico que diz: "Quem ama perdoa". O exercício do perdão traz benefícios não só para aquele que exerce, mas também para quem o recebe.
Esquecer. Entramos agora na ação do esquecer, talvez a parte mais difícil desta equação, afinal mágoas são feridas expostas e cuja cicatrização é muito complicada. Voltando ao Perdão, a ação de perdoar não significa esquecer o que te magoa, mas deter os efeitos maléficos causados em princípio. É algo como "neutralizar" os efeitos e tornar as lembranças sem ação. Há quem consiga obter da infidelidade grandes lições de vida e crescimento, desta forma obtendo maturidade e segurança, mas há também efeitos reversos onde muitos se tornam inseguros e infantis, frágeis demais para uma reação favorável a si próprio.
Amar. Nesta ação encontramos o elemento mais importante da vida. É no amor que estão as respostas a todas as nossas perguntas. Ninguém é infiel por amar o outro, mas por amar a si mesmo. Lembrando que no amor não há correntes, propriedades ou obrigações. Não devemos confundir compromisso com o título de propriedade. Qualquer relacionamento envolvendo duas pessoas, mesmo que não esteja oficializado em papel, envolve compromisso entre as partes. A fidelidade é um destes compromissos firmados, mesmo que não prometamos, que não juremos, mas este é o dever de quem relaciona-se.
Fato comum é a pessoa que foi traída sentir-se insegura e magoada, mas não consegue esquecer o outro e muito menos a traição. Casos assim são muito comuns e produzem traumas profundos que, de acordo com o perfil de caráter de cada um, pode transformar por completo as regras de conduta futura de alguém. Os malefícios de uma traição são incalculáveis e seus efeitos podem ser devastadores levando pessoas á depressão, baixa-autoestima, amargura, sofrimento e tristeza. A insegurança é um dos efeitos mais comuns e pode afetar relações futuras devido a falta de confiança e o medo de novas decepções.
Em casos de comprovada traição, a ordem da equação que solucionará o problema é inerente ao amor e seu organograma. Pela ordem natural devemos amar primeiramente a Deus, depois a nós mesmos e em seguida o próximo, portanto o que há de melhor a ser feito após constatar uma traição é amar-se como nunca e importar-se consigo, algo que infelizmente o outro foi incompetente para fazer.
O presente texto está sob a proteção de Direitos de Propriedade Intelectual reservados a Tony Casanova sendo proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação total ou parcial, utilizando-se qualquer meio, independente dos fins, sem a autorização prévia e expressa do autor. O desrespeito está previsto como crime nas Legislações Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e está passivo das medidas legais cabíveis.
Tony Casanova, Escritor e Autor Brasileiro. Escreveu os livros:
1 - Panorama das Arte – Editora Clube de Autores – Versões Impressa e E-book
2 - No Litoral das Relações – Editora Clube de Autores – Versões Impressa e E-book
3 - Relações Instáveis – Editora Amazon (E-book) e Clube de Autores (Impresso)
4 - O Amor Segundo a Bíblia – Editora Amazon (E-book) e Clube de Autores (Impresso)
5 - O Amor Fala Francês – Editora Saraiva (E-book) e Clube de Autores (Impresso)
Para saber mais sobre o autor e onde adquirir seus livros você pode seguir ESTE LINK
***Tradução Automática feita sob responsabilidade de terceiros feito a partir de texto originalmente escrito na Língua Portuguesa do Brasil.
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Relationships | Should Treason Be Forgiven? | Tony Casanova
Talking about infidelity is always controversial. The subject involves open wounds and provokes discussions between traitors and betrayed where there is not always consensus in what each one exposes. Today I decided to discuss this matter in this matter and give the reader the opportunity to reflect on the matter.
I will introduce the theme by addressing a popular phrase used in the media that says: "Lovers do not betray." The phrase would be correct if it were not for a detail; Love is a pure feeling, but we are all human. If by chance there is the perfect side of love, on the other side there are human imperfections. But let us follow this sentence and let us observe something interesting: The Bible does not approve of infidelity, or rather, God does not approve of this action in any case, but there is something related to this subject that has 100% divine approval; The forgiveness.
Now I will be a little deeper and we will break some errors exposed during the discussions of this theme. There are three distinct elements of action in this question, let us see what they are:
To forgive. This is the action of the one who forgives and according to the Bible, it must be exercised by all in an infinite number of times. Forgiveness is the proof of the love of one who has been victimized and shows maturity, honesty and richness of character. Contrary to those who repeat the phrase "Who loves does not betray", I remember that there is also another phrase as popular as and that has Biblical support that says: "He who loves forgives." The exercise of forgiveness brings benefits not only to the one who exercises, but also to those who receive it.
Forget. We now enter into the action of forgetting, perhaps the most difficult part of this equation, after all sorrows are exposed wounds and whose healing is very complicated. Returning to Forgiveness, the act of forgiving does not mean forgetting what hurts you, but halting the evil effects caused in principle. It's something like "neutralizing" the effects and turning the memories into action. There are those who succeed in gaining from infidelity great lessons in life and growth, thus achieving maturity and security, but there are also reversal effects where many become insecure and childish, too fragile for a self-favorable reaction.
Love. In this action we find the most important element of life. It is in love that the answers to all our questions are. No one is unfaithful for loving the other, but for loving oneself. Remembering that in love there are no chains, properties or obligations. We should not confuse commitment with title deed. Any relationship involving two people, even if it is not formalized on paper, involves a compromise between the parties. Fidelity is one of these commitments made, even if we do not promise, that we do not swear, but this is the duty of those who relate.
Common fact is the person who was betrayed to feel insecure and hurt, but can not forget the other let alone the betrayal. Such cases are very common and produce deep traumas that, according to the character profile of each one, can completely transform one's future rules of conduct. The wrongs of a betrayal are incalculable and its effects can be devastating leading people to depression, low self-esteem, bitterness, suffering and sadness. Insecurity is one of the most common effects and can affect future relationships due to lack of confidence and fear of further disappointment.
In cases of proven betrayal, the order of the equation that will solve the problem is inherent in love and its organization chart. By the natural order we are to love God first, then ourselves and then our neighbor, so the best thing to do after discovering a betrayal is to love yourself as never before and to care for yourself, something that unfortunately the other was Incompetent to do.
The present text is under the protection of Intellectual Property Rights reserved to Tony Casanova being prohibited the copying, collage, reproduction or total or partial disclosure, using any means, independent of the ends, without prior and express authorization of the author. Disrespect is envisaged as a crime in National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights and is subject to applicable legal measures.
Tony Casanova, Writer and Brazilian Author. He wrote the books:
1 - Panorama of Art - Publisher Club of Authors - Printed and E-book versions
2 - On the Coast of Relationships - Editora Clube de Autores - Printed and E-book versions
3 - Unstable Relations - Amazon Publisher (E-book) and Clube de Autores (Printed)
4 - Love According to the Bible - Amazon Publisher (E-book) and Clube de Autores (Printed)
5 - Love Speaks French - Editora Saraiva (E-book) and Clube de Autores (Printed)
To know more about the author and where to get your books you can follow THIS LINK
*** Automatic translation made under the responsibility of third parties made from text originally written in the Portuguese language of Brazil.
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Relaciones | La Traición Debe ser Perdonado? | Tony Casanova
Hablar sobre la infidelidad es siempre controvertido. La cuestión consiste en heridas abiertas y provoca el debate entre los traidores y traicionado, donde no siempre hay consenso sobre lo que cada uno expone. Hoy he decidido ventilar esta cuestión en este asunto y dar al lector la oportunidad de reflexionar sobre el tema.
Voy a hacer la introducción del tema frente a una frase popular ampliamente utilizado en los medios de comunicación que dice: "¿Quién no traiciona el amor." La frase no sería muy correcto por un detalle; El amor es un sentimiento puro, pero todos somos humanos. Si acaso existe el lado perfecto de amor, en el otro están las imperfecciones humanas. Pero sigamos esta frase y notaremos algo interesante: La Biblia no aprueba la infidelidad, o más bien, Dios no aprueba de ninguna manera esta acción, pero hay algo relacionado con este tema que tiene 100% de aprobación divina; El perdón.
Ahora voy a ser un poco más profundo y vamos a romper algunos errores expuestos durante los debates sobre este tema. Hay tres elementos distintos de actuación en esta materia, vamos a ver lo que son:
Indulgente. Esta es la acción de una persona que perdona y según la Biblia, debe ser ejercido por todos en un número infinito de veces. El perdón es la prueba de amor que fue víctima y demuestra la madurez, la honestidad y el carácter de la riqueza. Al contrario de los que repiten la frase "¿Quién ama no traiciona," Recuerdo que también hay otra frase tan popular y tiene apoyo bíblico que dice: "El que ama perdona." El ejercicio del perdón trae beneficios no sólo a aquel que ejerce, sino también para el receptor.
Olvidar. Ahora hemos entrado en la acción de olvido, tal vez la parte más difícil de esta ecuación, después de todas las heridas están expuestos heridas cuya curación es muy complicado. Volviendo al perdón, el acto de perdonar no significa olvidar lo que duele, pero detener los efectos perjudiciales causados en principio. Es algo así como "neutralizar" el efecto y hacer que los recuerdos no se toman medidas. Algunas personas pueden obtener infidelidad grandes lecciones de la vida y el crecimiento, ganando así la madurez y la seguridad, pero también hay efecto en el que muchos se vuelven inseguros e infantil, demasiado frágil para una misma reacción favorable inversa.
Amor. En esta acción, nos encontramos con el elemento más importante de la vida. Es en el amor que son las respuestas a todas nuestras preguntas. Nadie es infiel a amarnos unos a otros, pero el amor a sí mismo. Recordando que en el amor no hay corriente, propiedades o bonos. No hay que confundir el compromiso con el título de propiedad. Cualquier relación que involucra a dos personas, aunque no de manera oficial en el papel, implica compromiso entre las partes. La fidelidad es uno de los compromisos adquiridos, incluso si no prometamos, no juréis, pero este es el deber de los que se refieren.
hecho común es la persona que ha hecho trampa se sienten inseguros y herido, pero no puede olvidar a la otra, por no hablar de la traición. Estos casos son muy comunes y producen traumas profundos que, de acuerdo con el perfil de cada personaje, pueden transformar por completo las reglas de comportamiento futuro de una persona. Los efectos nocivos de la traición son incalculables y sus efectos pueden ser devastadores haciendo que la gente va a la depresión, la baja autoestima, la amargura, el dolor y la tristeza. La inseguridad es uno de los efectos más comunes y puede afectar a las relaciones futuras debido a la falta de confianza y el temor a nuevas decepciones.
En los casos de fraude comprobado, el orden de la ecuación para resolver el problema es inherente en el amor y su organigrama. El orden natural debe primero amar a Dios, entonces nosotros mismos y luego el siguiente, así que lo que es mejor que hacer después de encontrar una traición al amor es como siempre, y el cuidado de ti, algo que, lamentablemente, el otro era incompetente para hacerlo.
Este artículo está bajo protección de los derechos de propiedad intelectual reservados a Tony Casanova está prohibido copiar, pegar, reproducción o divulgación total o parcial, por cualquier medio, independientemente de la finalidad, sin la autorización previa y expresa del autor. La falta de respeto está previsto como delito en la legislación nacional y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual y es una responsabilidad de las acciones legales.
Tony Casanova, escritor y autor brasileño. Él escribió los libros:
Las versiones impresas y E-libro - 1 - Descripción general del Arte - Autores club de editor
Las versiones impresas y E-libro - 2 - Las Relaciones costeras - Autores club de editor
3 - las relaciones inestables - Editorial Amazon (E-book) y Autores Club (impreso)
4 - Amor De acuerdo con la Biblia - Editorial Amazon (E-book) y Autores Club (Impreso)
5 - El Amor Habla francés - Editora Saraiva (E-libro) y los autores del club (Impreso)
Para obtener más información sobre el autor y dónde obtener sus libros que puede seguir ESTE ENLACE
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