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Relacionamentos | Amores Conturbados, Almas Magoadas.

  Que coisa maravilhosa é estar amando! Aquela fase em que conhecemos o amor da nossa vida, ocasião em que tudo conspira e a alegria nos torna bobos, cegos de paixão.  É um período em que unir se torna o objetivo e contamos as horas para que estejamos juntos. Nesta fase buscamos aproveitar o máximo dos momentos e o sorriso nasce fácil, brota como de uma nascente. Realmente é o melhor período de nossas vidas, mas a vida e a experiência trazida por ela nos ensina que por mais que desejemos parar o tempo, infelizmente isso não é possível e tudo tem sua tendência evolutiva e as paixões humanas são voláteis, costumam chegar até o ápice, mas não permanecem nele. Elas possuem o seu tempo útil e após isso, inicia-se o amor e as responsabilidades do amadurecimento. Este é o tema de abertura de hoje. Saiba mais. Continue lendo...

Relacionamentos | Relações Perfeitas Existem?

  A resposta para a pergunta tema desta matéria é não. Não há relações perfeitas porque os seres humanos não são perfeitos, mas semelhantes á peças com formas diferentes, é preciso que cada um busque encaixar-se perfeitamente ao outro e formar um só conjunto. A perfeição é uma meta humana que está longe de ser alcançada e nas relações todas as mulheres sonham com príncipes encantados que não existem enquanto os homens buscam princesas que só se exibem em contos de fadas. Na adversidade das pessoas no mundo há quem possua uma quantidade maior de imperfeições, outros possuem esta quantidade menor, em alguns se destacam mais as qualidades, em outros mais as imperfeições. Mas é fato que não existe ser humano isento de imperfeições porque elas são parte de todos nós. Podemos acentuar mais esta ou aquela virtude, procurarmos ser virtuosos no máximo de tempo possível, mas nossas imperfeições permanecem conosco e mais cedo ou mais tarde nós tendemos a exibi-las.
  Contudo há algo que é preciso ser ressaltado aqui: Ser imperfeito não necessariamente quer dizer ser mau ou ruim, posto que nascemos imperfeitos, mas não o fato de possuirmos capacidade para o mal não nos obriga a ser maus. Outro fato é que não podemos alegar que não tínhamos opções de escolha entre ser bons ou maus porque esta opção existe para nós. Quanto ao relacionamento entre casais, sempre haverão discrepâncias, arestas a serem aparadas e que gerarão atritos. O aconselhável quando o atrito é iminente e inevitável é tentar diminuí-lo o máximo possível. Uma ótima dica é pensar antes de agir. Refletir bastante sobre as consequências de ações consideradas importantes e que podem afetar a vida do casal ou até mesmo da família. Decisões corretas são passos que se acerta em direção do nosso objetivo, então cada um deve certificar-se de que a decisão a ser tomada resultará em boas consequências sobre todos os envolvidos.
  É comum o nosso eu, as vezes, falar mais alto e pensamos em decidir coisas que só trariam benefícios para nós, mas que poderiam resultar em prejuízos para os outros. O simples fato de estarmos pensando apenas, indica que estamos refletindo sobre a ação e suas consequências, isto é bom, porém não será assim se apenas decidirmos levando em conta apenas o que queremos. É preciso descobrir se o que quero é bom para todos ou somente para mim e neste caso vale ressaltar que relacionamentos bons devem produzir bons resultados para todos, não apenas para uns. Isto seria egoísmo e nós já sabemos que egoísmo e relacionamentos não se misturam. O egoísmo tende a ser tão ruim que mesmo em pessoas distantes de relacionamentos ele provoca estragos. 
  Por padrão, nós já nascemos de um relacionamento e somos relacionados á nossa família, após isso vem amigos, vizinhos, colegas enfim. Quando chegamos ao campo do relacionamento entre duas pessoas que constituirão ou que já constituem uma família, ai de fato percebemos como é difícil equilibrar a equação. Para muito pode parecer simples, mas de fato não é. Unir gostos, desejos e vontades é como misturar padrões que muitas vezes são diferentes. O choque de valores, de princípios e até mesmo de culturas individuais pode produzir enormes atritos, por isso a convivência anterior ao passo matrimonial é importante para que se descubram os limites um do outro. Então seguindo á risca a cartilha de relacionamentos segue-se o momento inicial onde as pessoas se conhecem, o início de namoro onde há a preparação para um passo mais avançado, o noivado que consiste no agrupamento de ideias comuns, planejamento e organização de vida á dois e por fim o matrimônio onde oficialmente se declara a união.
  Estes passos são só o começo e nenhum deles serve para dar garantias de uma boa relação. A convivência diária irá ensinar a cada um como renunciar, como recuar ou avançar e acima de tudo, como dividir e partilhar momentos que solidifiquem a relação. Por ora é só. Gostou, deixe seu comentário, sugira temas, participe! Abração.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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 Relationships | Perfect Relationships Are There?

 The answer to the theme question of this matter is no. There are no perfect relationships because human beings are not perfect, but similar to pieces with different forms, each one must seek to fit perfectly into the other and form a single whole. Perfection is a human goal that is far from being achieved and in relationships all women dream of enchanted princes who do not exist while men seek princesses who only display themselves in fairy tales. In the adversity of the people in the world there are those who possess a greater amount of imperfections, others possess this smaller quantity, in some the qualities stand out more, in others more imperfections. But it is a fact that there is no imperfection-free human being because they are part of us all. We can accentuate this or that virtue more, seek to be virtuous in as much time as possible, but our imperfections remain with us and sooner or later we tend to exhibit them.
  But there is something that needs to be emphasized here: Being imperfect does not necessarily mean being bad or bad, since we are born imperfect, but not having our capacity for evil does not compel us to be evil. Another fact is that we can not claim that we had no choice between being good or bad because this option exists for us. As for the relationship between couples, there will always be discrepancies, edges to be trimmed and that will generate friction. The advisable when the friction is imminent and inevitable is to try to reduce it as much as possible. A great tip is to think before you act. Reflect a lot on the consequences of actions considered important and that can affect the life of the couple or even the family. Right decisions are steps that are right toward our goal, so each one must make sure that the decision to be taken will result in good consequences on everyone involved.
  It is common for our self to speak up sometimes and we think about deciding things that would only benefit us, but that could result in harm to others. The mere fact that we are only thinking indicates that we are reflecting on the action and its consequences, that is good, but it will not be so if we only decide taking into account only what we want. It is necessary to find out if what I want is good for everyone or only for me and in this case it is worth emphasizing that good relationships should produce good results for all, not just for some. This would be selfishness and we already know that selfishness and relationships do not mix. Selfishness tends to be so bad that even in people distant from relationships it wreaks havoc.
  By default, we are already born of a relationship and are related to our family, after that comes friends, neighbors, colleagues anyway. When we come to the field of the relationship between two people who will constitute or already constitute a family, then indeed we realize how difficult it is to balance the equation. For a lot it may seem simple, but in fact it is not. Joining tastes, desires and wants is like mixing patterns that are often different. The clash of values, principles and even individual cultures can produce enormous friction, so the coexistence before the matrimonial step is important to discover the limits of each other. So following the primer of relationships follows the initial moment where people know each other, the beginning of courtship where there is preparation for a more advanced step, the engagement consisting of the grouping of common ideas, planning and organization of life two and finally the marriage where the union is officially declared.
  These steps are only the beginning and none of them serve to give guarantees of a good relationship. The daily coexistence will teach each one how to renounce, how to retreat or move forward and, above all, how to share and share moments that solidify the relationship. Just for now. Like, leave your comment, suggest topics, participate! Thank you.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

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 Relaciones | Relaciones Perfectas ¿Existen?

 La respuesta a la pregunta tema de esta materia es no. No hay relaciones perfectas porque los seres humanos no son perfectos, sino semejantes a piezas con formas diferentes, es necesario que cada uno busque encajar perfectamente al otro y formar un solo conjunto. La perfección es una meta humana que está lejos de ser alcanzada y en las relaciones todas las mujeres sueñan con príncipes encantados que no existen mientras los hombres buscan princesas que sólo se exhiben en cuentos de hadas. En la adversidad de las personas en el mundo hay quienes poseen una cantidad mayor de imperfecciones, otros poseen esta cantidad menor, en algunos se destacan más las cualidades, en otros más las imperfecciones. Pero es un hecho que no existe ser humano exento de imperfecciones porque son parte de todos nosotros. Podemos acentuar más esta o aquella virtud, procurar ser virtuosos en el máximo tiempo posible, pero nuestras imperfecciones permanecen con nosotros y tarde o temprano tendemos a exhibirlas.
  Pero hay algo que hay que resaltar aquí: Ser imperfecto no necesariamente quiere decir ser malo o mal, puesto que nacimos imperfectos, pero no el hecho de poseer capacidad para el mal no nos obliga a ser malos. Otro hecho es que no podemos alegar que no teníamos opciones de elección entre ser buenos o malos porque esta opción existe para nosotros. En cuanto a la relación entre parejas, siempre habrá discrepancias, aristas a ser recortadas y que generarán fricciones. Lo aconsejable cuando la fricción es inminente e inevitable es intentar disminuir lo máximo posible. Una buena sugerencia es pensar antes de actuar. Reflejar bastante sobre las consecuencias de acciones consideradas importantes y que pueden afectar la vida de la pareja o incluso de la familia. Las decisiones correctas son pasos que se aciertan hacia nuestro objetivo, entonces cada uno debe cerciorarse de que la decisión a tomar resultará en buenas consecuencias sobre todos los involucrados.
  Es común a nuestro yo, a veces, hablar más alto y pensamos en decidir cosas que sólo traerían beneficios para nosotros, pero que podrían resultar en perjuicios para los demás. El simple hecho de estar pensando sólo, indica que estamos reflexionando sobre la acción y sus consecuencias, esto es bueno, pero no será así si sólo decidimos teniendo en cuenta sólo lo que queremos. Es necesario descubrir si lo que quiero es bueno para todos o sólo para mí y en este caso vale resaltar que buenas relaciones deben producir buenos resultados para todos, no sólo para unos. Esto sería egoísmo y ya sabemos que el egoísmo y las relaciones no se mezclan. El egoísmo tiende a ser tan mal que incluso en personas distantes de relaciones él provoca estragos.
  Por defecto, ya nacimos de una relación y estamos relacionados con nuestra familia, después de eso viene amigos, vecinos, colegas en fin. Cuando llegamos al campo de la relación entre dos personas que constituir o que ya constituyen una familia, de hecho percibimos cómo es difícil equilibrar la ecuación. Para mucho puede parecer simple, pero de hecho no lo es. Unir gustos, deseos y voluntades es como mezclar patrones que a menudo son diferentes. El choque de valores, de principios e incluso de culturas individuales puede producir enormes fricciones, por lo que la convivencia anterior al paso matrimonial es importante para que se descubran los límites uno del otro. Entonces, siguiendo a la derecha la cartilla de relaciones se sigue el momento inicial donde las personas se conocen, el inicio de citas donde hay la preparación para un paso más avanzado, el compromiso que consiste en el agrupamiento de ideas comunes, planificación y organización de vida dos y por fin el matrimonio donde oficialmente se declara la unión.
  Estos pasos son sólo el comienzo y ninguno de ellos sirve para dar garantías de una buena relación. La convivencia diaria enseñará a cada uno cómo renunciar, cómo retroceder o avanzar y sobre todo, cómo dividir y compartir momentos que solidifiquen la relación. Por ahora es sólo. Al igual, dejar sus comentarios, sugerir temas, participar! Abrazo.

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Relacionamentos | As Relações e as Redes Sociais.

  A relação poder ser um namoro, um noivado ou mesmo o casamento, mas a base que constitui qualquer relacionamento é a mesma. Relações são mantidas com base na segurança que um transmite ao outro e a segurança se converte na confiança que temos em virtude das ações praticadas. A quebra desta frágil imaginária chamada segurança pode gerar desconfianças e quando chegamos a este ponto, o relacionamento está a um passo de ruir. As redes sociais tem contribuído fortemente para a dissolução de vários relacionamentos, seja pela insegurança natural ou pelas ações deliberadamente suspeitas de um dos parceiros.  A entrada da internet e das redes sociais de forma massiva no ambiente doméstico trouxe a fragilidade das relações até o limite e colocou em cheque a duração de namoros, noivados e casamentos com a mesma velocidade em que chegou.
  Ato falho, muitos acreditam que a raiz desta questão esteja no enorme leque de opções que as redes sociais oferecem aos parceiros que supostamente buscam novos contatos e novas amizades. Não é bem assim. Opções sempre existiram, sempre existirão e pensar em infidelidade justificando a quantidade de opções é absurdo. É lançar no lixo qualquer possibilidade de confiança que um possa ter no outro. Quando o caráter é falho, utiliza-se qualquer desculpa para justificá-lo. Não importa em que tipo de relacionamento se está, mas o compromisso de manter a segurança e a confiança do outro existe enquanto a relação existir.  Qualquer ação fora disto é injustificável, desrespeitosa e egoísta. Não é um mais que o outro em direitos, deveres ou obrigações, ninguém pode mais, pois ambos tem a missão de tornarem-se felizes respeitando e amparando um ao outro independente da situação. A fidelidade de um é a honra do outro e a infidelidade é a desonra dos dois.
  As redes sociais aproximam pessoas de diferentes locais, muitos próximos, outros distantes e na maioria dos casos oculta intenções desconhecidas, porém não são as intenções de terceiros que fazem ruir os relacionamentos, mas as fraquezas de caráter que possam afetar os relacionados. Enquanto navega na internet mergulhado em redes sociais, há um número enorme de oportunidades de sermos infiéis. Sempre tem alguém ameaçando a nossa relação com promessas e juras de amor. Recorrer a uma destas opções é assinar uma declaração de infidelidade e promover o rompimento da linha de confiança que mantém o casal seguro. É lançar a última pá de terra em um compromisso que muitas vezes foi firmado há anos e cujo desfecho poderia ser diferente caso houvesse a escolha pelo respeito incondicional.
  Afirma que as redes sociais não afetam relações é como negar aquilo que está próximo das nossas vistas, sendo que hoje não só relacionamentos homem e mulher são eliminados pela influência da redes, mas também relações familiares, fraternais e sociais sofrem com a corrupção trazida pelo modismo cibernético. As relações humanas em geral são as que mais sofrem. Como zumbis dedicamos mais tempo a este ou aquele aplicativo do que aos nossos cônjuges, aos nossos filhos, á nossa família e amigos. Já não falamos com nossos vizinhos, não mantemos contatos reais e não vivemos o cotidiano, exceto o virtual. A internet chegou trazendo as redes sociais como se fossem um enorme meteoro em rota de colisão com nossos hábitos e costumes, procurando perigosamente mudá-los e distorcê-los de forma a parecerem melhores, mas não é bem assim a realidade.
  O fato é que colocamos em segundo plano tudo que não seja virtual. Passamos a viver em função disto e passamos a descartar relacionamentos por conta da visão da gigantesca quantidade de opções que o mundo virtual oferece. Banalizamos a família, os filhos, os vizinhos e amigos e trocamos tudo por nova realidade, a chamada realidade virtual. Ambiente em que tudo é permitido, tudo é possível e parece ser impune. Só parece. As consequências disto são a dependência cada vez mais forte desta convivência que nos transforma em zumbis. Ilusões, decepções e tristezas, amarguras e dor, muita dor é o que tem sido o retorno daqueles que se iludem pela facilidade virtual de relacionamentos.

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 Relationships | Relations and Social Networks.

 The relationship could be a dating, an engagement or even a marriage, but the basis of any relationship is the same. Relationships are maintained based on the security that one transmits to the other and the security becomes the confidence that we have by virtue of the actions practiced. The breakdown of this fragile imaginary called security can generate mistrust and when we get to this point, the relationship is a step closer to collapse. Social networks have contributed greatly to the dissolution of various relationships, either by natural insecurity or by the deliberately suspicious actions of one of the partners. The entry of the internet and social networks in a massive way into the domestic environment brought the frailty of relations to the limit and put in check the duration of dating, engagements and marriages with the same speed in which it arrived.
  Failing that, many believe that the root of this issue lies in the wide range of options that social networks offer partners who are supposed to seek new contacts and new friendships. Not really. Options have always existed, there will always be and thinking of infidelity justifying the amount of options is absurd. It is throwing in the trash any possibility of trust that one may have in the other. When character is flawed, any excuse is used to justify it. It does not matter what kind of relationship one is in, but the commitment to maintaining the other's security and trust exists as long as the relationship exists. Any action outside of it is unjustifiable, disrespectful and selfish. It is not one more than the other in rights, duties or obligations, no one else can, since both have the mission to become happy respecting and supporting each other regardless of the situation. The fidelity of one is the honor of the other and infidelity is the dishonor of the two.
  Social networks approach people from different places, many close, others distant and in most cases hidden unknown intentions, but it is not the intentions of third parties that crumble the relationships, but the weaknesses of character that can affect those related. While surfing the internet plunged into social networks, there are a huge number of opportunities to be unfaithful. There is always someone threatening our relationship with promises and swear love. To resort to one of these options is to sign a declaration of infidelity and to promote the disruption of the line of trust that keeps the couple safe. It is to throw the last shovel of land in a compromise that was often signed years ago and whose outcome could be different if there were the choice for unconditional respect.
  Affirms that social networks do not affect relationships is like denying what is close to our eyes, and today not only are relationships man and woman eliminated by the influence of networks, but also family, fraternal and social relationships suffer from the corruption brought by the fashion cybernetic Human relations in general suffer most. As zombies we spend more time on this or that application than on our spouses, our children, our family and friends. We no longer talk to our neighbors, we do not maintain real contacts and we do not live everyday except the virtual. The internet has come bringing social networks as if they were a huge meteor in a collision course with our habits and customs, looking dangerously to change them and to distort them in order to appear better, but not quite the reality.
  The fact is that we put in the background everything that is not virtual. We live with it and we begin to discard relationships because of the vision of the huge amount of options that the virtual world offers. We banalize the family, the children, the neighbors and friends and we exchange everything for a new reality, the so-called virtual reality. Everything in which everything is allowed, everything is possible and seems to be unpunished. Just seems. The consequences of this are the increasing dependence of this coexistence that turns us into zombies. Illusions, disappointments and sorrows, bitterness and pain, much pain is what has been the return of those who delude themselves by the virtual ease of relationships.

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 Relaciones | Las relaciones y las redes sociales.

 La relación puede ser un noviazgo, un compromiso o incluso el matrimonio, pero la base que constituye cualquier relación es la misma. Las relaciones se mantienen en base a la seguridad que uno transmite al otro y la seguridad se convierte en la confianza que tenemos en virtud de las acciones practicadas. La ruptura de esta frágil imaginaria llamada seguridad puede generar desconfianzas y cuando llegamos a este punto, la relación está a un paso de ruidos. Las redes sociales han contribuido fuertemente a la disolución de varias relaciones, ya sea por la inseguridad natural o por las acciones deliberadamente sospechosas de uno de los socios. La entrada de Internet y de las redes sociales de forma masiva en el ambiente doméstico trajo la fragilidad de las relaciones hasta el límite y puso en cheque la duración de novios y bodas con la misma velocidad en que llegó.
  El acto fallido, muchos creen que la raíz de esta cuestión está en el enorme abanico de opciones que las redes sociales ofrecen a los socios que supuestamente buscan nuevos contactos y nuevas amistades. No es así. Las opciones siempre existieron, siempre existirán y pensar en la infidelidad justificando la cantidad de opciones es absurdo. Es lanzar en la basura cualquier posibilidad de confianza que uno pueda tener en el otro. Cuando el carácter es fallido, se utiliza cualquier excusa para justificarlo. No importa en qué tipo de relación se está, pero el compromiso de mantener la seguridad y la confianza del otro existe mientras la relación existe. Cualquier acción fuera de esto es injustificable, irrespetuosa y egoísta. No es más que el otro en derechos, deberes u obligaciones, nadie puede más, pues ambos tienen la misión de hacerse felices respetando y amparándose el uno al otro independiente de la situación. La fidelidad de uno es el honor del otro y la infidelidad es la deshonra de los dos.
  Las redes sociales acercan a personas de diferentes lugares, muchos cercanos, otros distantes y en la mayoría de los casos oculta intenciones desconocidas, pero no son las intenciones de terceros que hacen ruir las relaciones, sino las debilidades de carácter que puedan afectar a los relacionados. Mientras navega por Internet sumido en redes sociales, hay un número enorme de oportunidades de ser infieles. Siempre hay alguien amenazando nuestra relación con promesas y juramentos de amor. Recurrir a una de estas opciones es firmar una declaración de infidelidad y promover el rompimiento de la línea de confianza que mantiene a la pareja segura. Es lanzar la última pala de tierra en un compromiso que muchas veces se ha firmado desde hace años y cuyo desenlace podría ser diferente si hubiera la elección por el respeto incondicional.
  En el caso de las redes sociales no afectan las relaciones es como negar lo que está cerca de nuestras vistas, siendo que hoy no sólo las relaciones hombre y mujer son eliminadas por la influencia de las redes, pero también las relaciones familiares, fraternales y sociales sufren con la corrupción traída por el modismo cibernético. Las relaciones humanas en general son las que más sufren. Como zombis dedicamos más tiempo a este o aquella aplicación que a nuestros cónyuges, a nuestros hijos, a nuestra familia y amigos. Ya no hablamos con nuestros vecinos, no mantenemos contactos reales y no vivimos lo cotidiano, excepto lo virtual. La Internet llegó trayendo las redes sociales como si fueran un enorme meteoro en ruta de colisión con nuestros hábitos y costumbres, buscando peligrosamente cambiarlos y distorsionarlos para que parezcan mejores, pero no es así la realidad.
  El hecho es que colocamos en segundo plano todo lo que no sea virtual. Pasamos a vivir en función de esto y pasamos a descartar relaciones por la visión de la gigantesca cantidad de opciones que el mundo virtual ofrece. Banalizamos la familia, los hijos, los vecinos y amigos y cambiamos todo por nueva realidad, la llamada realidad virtual. El ambiente en que todo está permitido, todo es posible y parece ser impune. Sólo parece. Las consecuencias de esto son la dependencia cada vez más fuerte de esta convivencia que nos transforma en zombis. Ilusiones, decepciones y tristezas, amarguras y dolor, mucho dolor es lo que ha sido el retorno de aquellos que se engañan por la facilidad virtual de relaciones.

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