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Conto | Valéria, o Cuscuz e os Biscoitos.

  Universos opostos, sonho e realidade jamais se misturam e qualquer tentativa de unir estes paralelos resulta em decepções. Para ilustrar bem esta situação, abaixo contarei uma estória que reflete o universo do sonho e o da realidade, assim como a tentativa de uni-los. Semelhante a água e óleo que mesmo quando colocados em um mesmo copo tendem a separar-se, os sonhos e a vida real também pertencem a mundos separados que não devem ser confundidos.  Entre um e outro existe uma lacuna que não pode ser preenchida devido a natureza de cada universo. Quando resumimos a nossa vida apenas na realização dos nossos desejos e vontades, passamos a ser escravos de uma vida irreal que nos parece ser a que sonhamos, mas na realidade passamos a descobrir que não era aquilo que queríamos. A vida real tem a propriedade de nos mostrar, de maneira nua e crua, as correntes que nos prendem e tornam a nossa vida resumida apenas aos desejos, ás vontades, enquanto que percebemos que a vida não é somente pautada nesta esfera. Dentro dos desejos humanos mais comuns constam o amar e ser amado, ser capaz de ser e fazer alguém feliz, ser útil, cuidar e ser cuidado, sorrir junto, construir sonhos juntos, sofrer e chorar juntos, enfim viver a vida com todos os seus temperos e sabores independente da situação. Equilibrado é o ser humano que não permite-se dominar por seus sonhos e muito menos levar uma vida confusa. Ele é capaz de decidir sobre seus atos e provar esta capacidade através das suas atitudes. Decidir sobre si mesmo. Sonhos bons ajudam a construir vidas, regatá-las do nevoeiro de ilusões, de situações absurdas nas quais nos envolvemos quando nos deixamos dominar por sonhos errados. Um sonho ruim é um pesadelo do qual temos dificuldade de acordar e reagir. Pesadelo que nos empurra para situações irreais, mentirosas e perigosas que tentam nos dominar enquanto dormimos. Um pesadelo costuma durar enquanto dormimos e só acaba quando acordamos para a realidade que muitas vezes não é a que desejamos, mas é excelentemente melhor que viver um pesadelo.

Prosa | Afinal Quem É Você Meu Amor?

  Quem é você que me consome, que chega  e some, que mexe com minha cabeça e faz com que eu esqueça meu passado, minha vida anterior, que me faz lembrar de ti, do teu amor? Quem é você que faz assim, com que eu me esqueça de tudo, de todos, até de mim? Quem é você que me acalma e me agita, que movimenta e me precipita?  Que poderes tem que me tira do sério, me põe tão forte e tão frágil, tão inerte e ao mesmo tempo tão ágil, tão grande e tão pequenino, tão homem e tão menino. Quem é você que se tornou assim, dona dos meus pensamentos, do meu amor, da minha vida, dona de mim? Quem é você que possui esta poderosa magia que se chama amor, que me domina, me prendeu, me conquistou? Afinal, quem é você que me tem tão fácil, de forma tão rápida e sutil?  ...

Conto | O Amor Pede Passagem.

  Já passava das 15 horas quando Dimas chegou em casa. Estava cansado e resolveu tomar um banho e deitar-se. O dia amanhecera frio na pequena cidade de Serra Vermelha no Maranhão. Durante o verão o clima era agradável ali. A rua onde morava era bem arborizada e ornamentava o ambiente e os pássaros cantando enchiam de som o local. Dimas relaxou e dormiu até as 19:00 h e em seguida foi preparar algo para comer. Saiu ás 20:00 h para encontrar-se com amigos. Não sabia ele que aquele encontro despretensioso com amigos iria marcar sua vida. Naquela noite Dimas teria seu primeiro contato com seu grande amor. Saiba mais. Continue lendo...

Ebook | O Amor Fala Francês | Romance | Tony Casanova.

   O amor fala Francês conta a estória da jovem Justine, uma francesinha de 19 anos que vive com a família nos arredores da cidade de Bordeaux, na França. Filha de pequenos Vinicultores, a moça sonha em formar-se como Engenheira Agrônoma e ajudar sua família nos vinhedos. O que Justine ou a família sabiam é que seu ingresso como bolsista na Universidade da França iria mudar completamente suas vidas. Um Romance completo com nuances de traição, paixão e morte, onde todos os personagens vivem aventuras que fatalmente mudarão suas vidas. O amor fala Francês é o primeiro Romance publicado em livro pelo autor, que já escreve desde 1976, tendo inclusive já escrito alguns romances sem que os tenha publicado. Uma leitura que promete aos corações apaixonados e que gostam de uma leitura suave e romântica com pinceladas de aventura. Continue lendo...

E-book | Lançamento | Tony Casanova Lançará Próximo Livro.

  O escritor e autor brasileiro Tony Casanova prepara-se para o lançamento do seu próximo livro que deverá ser publicado nas versões E-book e Impressa.  As editoras escolhidas para o lançamento ainda não foram selecionadas, mas provavelmente uma delas será a americana Amazon  onde o autor já publicou quatro das suas cinco obras publicadas.  O gênero deste novo livro será o Romance, de acordo com ele, um sucessor de "O Amor Fala Francês". As promessas são de uma trama que deverá acontecer fora do Brasil e haverão vários personagens envolvidos em torno do casal protagonista.  Provavelmente seguirá a mesma linha de abordagem do Romance anterior, mas desta vez com mais aventura. O autor confessa que seu primeiro Romance publicado funcionou como uma espécie de teste de público e sempre esteve com suas metas voltadas a este estilo literário. Continue lendo abaixo em Mais Informações...  

Conto | Nas Ondas do Amor. | Tony Casanova.

  Marion e Victor eram o que se podia chamar de casal perfeito. Sincronizados, viviam o sentimento de uma forma plena madura e apesar de serem jovens, possuíam bastante segurança nas suas decisões. Gostavam do que jovens gostam sem esquecer que já não eram mais adolescentes e que precisavam pensar e planejar o futuro sem precipitações. Optavam pela alegria sempre e quando um sentia a tristeza do outro, corria para ampará-lo. Os pais, diante de um sincronismo tão grande, obviamente os apoiavam naquilo que decidiam. Como em qualquer relacionamento, havia alguns altos e baixos, mas logo o casal era cercado do carinho e afeto de toda família que os acolhia como se fossem uma só pessoa. Continue lendo...

Relacionamentos | Narrativa | Somos Nós e o Amor.

  Antes éramos dois que buscavam e que a vida aproximou e o amor uniu. Dois que o amor tornou em um. Nossas vidas se uniram, se misturaram e assim conhecemos um sentimento maior que nós e passamos a vivê-lo. Todas as lutas se tornaram mais fáceis de serem vencidas, os problemas, antes enormes, pareciam menores e já não havia medo de enfrentá-los. As alegrias eram divididas, assim como todas as emoções vividas. Sorríamos de tudo e de tudo brincávamos, como se as tristezas fossem reduzidas á zero e um sorriso bastasse. A noite se tornava curta para nossas conversas e o silêncio era rompido pelas gargalhadas. Não havia hora para rir, porque ali, éramos eu, você e o amor. Não éramos dois, mas um.
  Apesar da simplicidade da condição, tínhamos permissão para ser felizes e éramos. Sempre, independente do que estivesse acontecendo, encontrávamos um jeito de dar a volta e sorrir, de encontrar esperanças e certezas que só nós víamos. Só nós curtíamos como se aquele mundo fosse um espaço privado e nele só coubesse um; eu e você. Água e óleo não se unem, mas não éramos assim. Sempre fomos da mesma matéria; o amor. O amor que nos modelou, nos uniu e nos prometeu um ao outro. Unidos por uma liga indestrutível que não pode ser rompida ou arranhada por nada. Algo tão maravilhoso que chega a ser surpreendente. Que foge á compreensão humana. Nossos dias eram mais claros, mesmo quando nublados e neles havia luz forte, a forte luz do nosso sentimento.
  Conseguimos, através desta magia, alcançar a adolescência que parecia ter ficado para trás, mas não ficou. Descobrimos juntos que a adolescência sempre estivera conosco e com ela nossos sorrisos, nossa vontade de fazer coisas que adultos já não fazem pela vergonha que sentem. Coisas simples, mas extremamente importantes. Coisas naturais e belas como observar ondas quebrando na praia em um indo e vindo infinito, como descreve Lulú Santos na sua canção. Também descobrimos que nada do que foi será do jeito que já foi um dia, por isso precisávamos criar, inventar e reinventar novas maneiras de encontrar sorrisos. Descobrimos que um abraço tem muito valor quando o mundo está desabando. Sentir o calor do corpo quentinho nos ajuda a manter acesa a chama da esperança. 
  Quando misturamos nossas vidas, misturamos tudo em nós. Misturamos sorrisos e choros, alegrias e tristezas, decepções, mágoas e rancores, transformamos tudo em felicidade. Fizemos isso porque a vida assim nos ensinou. Assim nos ensinou o amor e assim fizemos. Não fizemos apostas porque não há jogo. Não fizemos sacrifício, fizemos entrega voluntária. Nos doamos um ao outro e nos completamos. Vimos em cada nova luta mais uma oportunidade para vitória e passamos a encarar cada desafio como uma chance de vencer juntos. E a cada vitória um abraço, um novo sorriso e nossas esperanças. Crescemos juntos e quando diminuímos fizemos isto juntos também. Mas jamais permitimos que nos diminuíssem.
  Provamos e vivemos o amor assim, em sua essência, como ele deve ser vivido, com fé e determinação e por assim ser, acabamos por descobrir que não há distância, barreira ou obstáculo capaz de separar aquilo que o verdadeiro amor uniu. E nós não fomos unidos por palavras, por promessas e declarações, mas pelas ações que nos ajudaram e ajudam a vencer todas as barreiras que atravessam nossos caminhos, sempre com o aval do nosso criador, aquele que é Senhor do amor e que por amor conseguiu perdoar todos os erros que cometemos e mais ainda, consegue nos proteger de todas as investidas e setas que o inimigo possa lançar em nossa direção. Assim, pela fé, somos nós e o amor, mais que vitoriosos.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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 Relationships | Narrative | It's Us and Love.

 Before we were two who sought and that life came and love united. Two that love has become one. Our lives have merged, blended together and thus we know a greater feeling than ourselves and come to live it. All the struggles became easier to overcome, the problems, once enormous, seemed smaller and there was no longer any fear of facing them. The joys were divided, as were all the emotions experienced. We laughed at everything and everything we played, as if the sorrows were reduced to zero and a smile was enough. The night became short for our conversations, and the silence was broken by laughter. There was no time to laugh, because there, it was me, you and love. We were not two, but one.
  Despite the simplicity of the condition, we were allowed to be happy and we were. Whatever was happening, we always found a way to turn around and smile, to find hopes and certainties that only we saw. Only we enjoyed ourselves as if this world were a private space and only one of them; you and me. Water and oil do not come together, but we were not. We have always been of the same material; love. The love that shaped us, united us and promised us each other. United by an indestructible league that can not be broken or scratched by anything. Something so wonderful that it comes as astonishing. That escapes human understanding. Our days were clearer, even when cloudy and in them there was strong light, the strong light of our feeling.
  Through this magic we managed to reach the adolescence that seemed to have lagged behind, but it was not. We discovered together that adolescence had always been with us and with it our smiles, our willingness to do things that adults no longer do because of the shame they feel. Simple things, but extremely important. Natural and beautiful things like watching waves crashing on the beach in an endless coming and going, as Lulú Santos describes in his song. We also discovered that nothing was as it was a day, so we had to create, invent and reinvent new ways to find smiles. We find that a hug is very valuable when the world is falling apart. Feeling the warmth of the warm body helps us keep the flame of hope alive.
  When we mix our lives, we mix everything in ourselves. We mix smiles and cries, joys and sorrows, disappointments, sorrows and grudges, we turn everything into happiness. We did this because life taught us so. This is how love taught us and we did. We did not make bets because there is no game. We did not sacrifice, we did voluntary surrender. We donate each other and we complete each other. We saw in each new fight another opportunity for victory and we came to face each challenge as a chance to win together. And with each victory a hug, a new smile and our hopes. We grew up together and when we slowed down we did it together as well. But we never allowed them to diminish us.
  We prove and live love in its essence, how it must be lived, with faith and determination and so to be, we find out that there is no distance, barrier or obstacle capable of separating what true love has united. And we were not united by words, by promises and declarations, but by the actions that helped us and help overcome all the barriers that cross our paths, always with the endorsement of our creator, the Lord of love and who for love forgiving all the mistakes we have made and even more, can protect us from all the attacks and arrows that the enemy can throw towards us. So by faith, it is us and love, more than victorious.

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 Relaciones | Narrativa | Somos nosotros y el amor.

 Antes éramos dos que buscaban y que la vida se acercó y el amor unió. Dos que el amor hizo en uno. Nuestras vidas se unieron, se mezclaron y así conocemos un sentimiento mayor que nosotros y pasamos a vivirlo. Todas las luchas se hicieron más fáciles de vencer, los problemas, antes enormes, parecían más pequeños y ya no había miedo de enfrentarlos. Las alegrías se dividían, así como todas las emociones vividas. Nos fuimos de todo y de todo jugábamos, como si las tristezas fueran reducidas a cero y una sonrisa bastara. La noche se hacía corta para nuestras conversaciones y el silencio se rompía por las carcajadas. No había hora para reír, porque allí, éramos yo, tú y el amor. No éramos dos, sino uno.
  A pesar de la simplicidad de la condición, teníamos permiso para ser felices y éramos. Siempre, independientemente de lo que ocurría, encontrábamos una manera de dar la vuelta y sonreír, de encontrar esperanzas y certezas que sólo nosotros veníamos. Sólo nosotros cortamos como si aquel mundo fuera un espacio privado y en él sólo cabría uno; tú y yo. Agua y aceite no se unen, pero no éramos así. Siempre fuimos de la misma materia; el amor. El amor que nos modeló, nos unió y nos prometió el uno al otro. Unidos por una aleación indestructible que no puede romperse o arañada por nada. Algo tan maravilloso que llega a ser sorprendente. Que huye a la comprensión humana. Nuestros días eran más claros, incluso cuando nublados y en ellos había luz fuerte, la fuerte luz de nuestro sentimiento.
  Conseguimos, a través de esta magia, alcanzar la adolescencia que parecía haber quedado atrás, pero no se quedó. Descubrimos juntos que la adolescencia siempre estuvo con nosotros y con ella nuestras sonrisas, nuestra voluntad de hacer cosas que los adultos ya no hacen por la vergüenza que sienten. Cosas simples, pero extremadamente importantes. Cosas naturales y bellas como observar las olas rompiendo en la playa en un ir y venido infinito, como describe Lulú Santos en su canción. También descubrimos que nada de lo que fue será de la manera que ya fue un día, por eso necesitábamos crear, inventar y reinventar nuevas maneras de encontrar sonrisas. Descubrimos que un abrazo tiene mucho valor cuando el mundo se está desmoronando. Sentir el calor del cuerpo calentito nos ayuda a mantener encendida la llama de la esperanza.
  Cuando mezclamos nuestras vidas, mezclamos todo en nosotros. Mezclamos sonrisas y lloras, alegrías y tristezas, decepciones, penas y rencores, transformamos todo en felicidad. Lo hicimos porque la vida nos enseñó. Así nos enseñó el amor y así lo hicimos. No hicimos apuestas porque no hay juego. No hicimos sacrificios, hicimos entrega voluntaria. Nos damos el uno al otro y nos completamos. Vimos en cada nueva lucha más una oportunidad para ganar y pasamos a encarar cada desafío como una oportunidad de vencer juntos. Y a cada victoria un abrazo, una nueva sonrisa y nuestras esperanzas. Crecimos juntos y cuando disminuimos lo hicimos juntos también. Pero jamás permitimos que nos disminuir.
  Hemos probado y vivimos el amor así, en su esencia, cómo debe ser vivido, con fe y determinación y por así ser, acabamos por descubrir que no hay distancia, barrera o obstáculo capaz de separar aquello que el verdadero amor unió. Y nosotros no fuimos unidos por palabras, por promesas y declaraciones, sino por las acciones que nos ayudaron y ayudan a vencer todas las barreras que atravesan nuestros caminos, siempre con el aval de nuestro creador, aquel que es Señor del amor y que por amor logró perdonar todos los errores que cometemos y más aún, nos puede proteger de todas las embestidas y flechas que el enemigo pueda lanzar hacia nosotros. Así, por la fe, somos nosotros y el amor, más que victoriosos.

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Conto | Romance | O Mar, a Bola e o Amor.

  O ano era 1992 e o cenário uma das praias mais lindas do Brasil; a Orla de Atalaia, situada na capital batizada com o nome de Aracaju, pertencente ao Estado de Sergipe.  O fato de ser o segundo menor Estado da União não afetava a sua beleza natural, cujas praias banhavam sua face até as divisas com os Estados de Alagoas e Bahia, tornando o local aprazível e de grande potencial turístico pouco explorado na época. De frente para Aracaju, a Ilha de Santa Luzia ou Barra dos Coqueiros a observava silenciosa e entre eles, o mar era varrido pelas águas do Rio Sergipe, formando ali fortes correntes submersas naquele aparentemente tranquilo encontro entre rio e mar. A formação de ondas, dependendo do tempo, arrastavam-se lentamente e pareciam lamber as areias da praia e eu naquela manhã, estava sentado observando este vai-e-vem infinito como se tentasse descobrir algo que nem mesmo eu sabia o que.
  Faltavam poucas semanas para o fim do verão e a temperatura podia ser considerada fria, levando-se em conta que ali era uma praia cujo sol castigava e bronzeava muitos corpos durante a alta temporada. Eu sentia na pele uma brisa fresca e como meu objetivo era a prática do Voleibol de Praia, esporte  em que tornei-me instrutor autônomo, não importava qual intensidade do sol, desde que a chuva e o vento não atrapalhassem os saques durante os treinos. Foi exatamente o que aconteceu naquela manhã. Os ventos começaram a soprar mais forte e impossibilitou os treinamentos, por esta razão estávamos apreciando as ondas. Junto comigo mais três pessoas, sendo um homem, o Alan e duas moças, a Ana e a Carine, todos treinávamos juntos para formarmos duplas que competiriam extra oficialmente. 
  Apesar de não estarmos jogando, sentimos que aquele intervalo serviria para nos aproximar mais, já que durante os treinos tudo que fazíamos era jogar incessantemente até a exaustão, chovesse ou fizesse sol. Pela primeira vez houve espaço para rirmos, conversarmos e nos conhecer melhor. Foi então que Alan sugeriu que criássemos uma brincadeira para exercitar e aquecer os músculos afim de vencer o frio. Todos foram unânimes em aceitar a sugestão. Ana então disse que poderíamos disputar a posse da bola que alguém do grupo estaria segurando em defesa da sua dupla. Assim fizemos e aquilo foi ótimo. Na areia podíamos correr e saltar derrubando o adversário para resgatar a bola e repassá-la para o companheiro de equipe.
  Estávamos em dupla eu e a Ana enquanto o Alan fazia dupla com a Carine. Eles iniciaram com a bola em mãos e era nossa obrigação recuperar a bola. Numa destas avançadas eu saltei para tomar a bola da Carine que desequilibrada caiu e durante a queda me arrastou junto. Eu cai sobre ela e nossos rostos ficaram colados a tal ponto que eu sentia sua respiração ofegando em meu rosto.  Naquele momento houve um silencio entre nós e nossos sorrisos descansaram enquanto os olhares se cruzavam. Olhei-a bem no fundo dos olhos e ela os fechou e entreabriu a boca. Aquilo foi como um convite que eu não recusei. Beijei-a demoradamente sem que nenhum de nós dois se importasse com nossos parceiros de jogo, que no mínimo deviam estar observando sem acreditar no que estava acontecendo.
  Sem dizer palavra, estendi-lhe a mão que prontamente foi aceita, então ajudeia-a a erguer-se do chão e como se nada tivesse acontecido, gritei: - Vamos ao jogo! Pararam por que? Olhei para Carine e sorrimos juntos. Obviamente que encerramos a brincadeira ali, afinal a todo instante surgia um novo convite para um beijo e eu nunca fui muito de recusar estes desafios.  Dali em diante, eu e a Carine passamos então a formar uma dupla fixa e inseparável que durou até que chegou o inverno do ano seguinte e ela teve que partir com os pais para outro Estado. O que posso dizer é que éramos imbatíveis, não no nosso Voleibol, mas na arte de trocar beijos durante o jogo (risos).  

   ***Nota: Esta é uma obra de ficção e qualquer semelhança com nomes dos personagens terá sido mera coincidência.  Esta obra está protegida por Direitos Autorais que se reservam ao autor Tony Casanova, não sendo permitido o seu uso de qualquer natureza, utilizando qualquer meio, do todo ou parte dele, sem a autorização legal do autor sob pena de infração das Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O desrespeito aos Direitos do autor implicará na aplicação das Sanções Legais Cabíveis nos Rigores da Legislação vigente.
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  Tale | Romance | The Sea, the Ball and the Love.

 The year was 1992 and the scenery is one of the most beautiful beaches in Brazil; the Orla de Atalaia, located in the capital named Aracaju, belonging to the State of Sergipe. The fact that it was the second smallest State of the Union did not affect its natural beauty, whose beaches bathed its face to the borders with the States of Alagoas and Bahia, making the place pleasant and of great tourism potential little explored at the time. Facing Aracaju, the Island of Santa Luzia or Barra dos Coqueiros watched silently and between them, the sea was swept by the waters of the Sergipe River, forming strong currents submerged there in that apparently quiet encounter between river and sea. The formation of waves, depending on the weather, crawled slowly and seemed to lick the sands of the beach and I that morning, was sitting watching this infinite back and forth as if trying to discover something that even I did not know what.
  It was only a few weeks before the end of summer, and the temperature could be considered cold, bearing in mind that it was a beach where the sun punished and tanned many bodies during the high season. I felt a fresh breeze on my skin and as my goal was the practice of Beach Volleyball, a sport in which I became an autonomous instructor, no matter what intensity of the sun, as long as rain and wind did not disturb the looting during training. That's exactly what happened that morning. The winds began to blow stronger and made the training impossible, for this reason we were enjoying the waves. Along with three other people, one man, Alan and two girls, Ana and Carine, we all trained together to form doubles who would compete extra officially.
  Although we were not playing, we felt that interval would serve to bring us closer, since during the training all we did was to play incessantly until exhaustion, rain or sun. For the first time there was room to laugh, talk and get to know each other better. It was then that Alan suggested that we create a joke to exercise and warm the muscles in order to overcome the cold. Everyone was unanimous in accepting the suggestion. Ana then said that we could dispute the possession of the ball that someone from the group would be holding in defense of their pair. So we did and that was great. In the sand we could run and jump knocking down the opponent to rescue the ball and pass it on to the teammate.
  We were in a double me and Ana while Alan was dating Carine. They started with the ball in hand and it was our obligation to recover the ball. In one of these advancers I jumped to take the carine ball that unbalanced fell and during the fall dragged me along. I fell on her and our faces were glued to the point that I felt her breath panting in my face. At that moment there was silence between us and our smiles rested as the eyes met. I looked deep into her eyes and she closed them and opened her mouth. That was like an invitation I did not refuse. I kissed her long before neither of us cared about our game partners, who at the very least had to be watching without believing what was happening.
  Without saying a word, I held out the hand that was readily accepted, then helped her to rise from the floor, and as if nothing had happened, I shouted: "Let's go to the game!" Why did they stop? I looked at Carine and we smiled together. Obviously we ended the joke there, after all at all times there was a new invitation for a kiss and I have never been much to refuse these challenges. From then on, Carine and I began to form a fixed and inseparable duo that lasted until the winter of the following year, and she had to leave with her parents to another state. What I can say is that we were unbeatable, not in our Volleyball, but in the art of exchanging kisses during the game (laughs).

   *** Note: This is a work of fiction and any resemblance to the names of the characters will have been mere coincidence. This work is protected by Copyright that is reserved to the author Tony Casanova, not being allowed its use of any nature, using any means, all or part of it, without the legal authorization of the author under penalty of violation of the National and International Laws of Intellectual Property Rights. Failure to respect the rights of the author will imply the application of legal sanctions in compliance with the requirements of the current legislation.
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  Cuento | Romance | El Mar, la Bola y el Amor.

 El año era 1992 y el escenario una de las playas más lindas de Brasil; la Orla de Atalaia, situada en la capital bautizada con el nombre de Aracaju, perteneciente al Estado de Sergipe. El hecho de ser el segundo menor Estado de la Unión no afectaba a su belleza natural, cuyas playas bañaban su cara hasta las divisas con los Estados de Alagoas y Bahía, haciendo el lugar apacible y de gran potencial turístico poco explorado en la época. Frente a Aracaju, la Isla de Santa Luzia o Barra de los Coqueiros la observaba silenciosa y entre ellos, el mar era barrido por las aguas del río Sergipe, formando allí fuertes corrientes sumergidas en aquel aparentemente tranquilo encuentro entre río y mar. La formación de olas, dependiendo del tiempo, se arrastra lentamente y parecían lamer las arenas de la playa y yo aquella mañana, estaba sentado observando este vaivén infinito como si intentara descubrir algo que ni siquiera sabía lo que.
  A las pocas semanas para el final del verano y la temperatura podía ser considerada fría, teniendo en cuenta que allí era una playa cuyo sol castigaba y bronceaba muchos cuerpos durante la temporada alta. Yo sentía en la piel una brisa fresca y como mi objetivo era la práctica del Voleibol de Playa, deporte en el que me convertía en un instructor autónomo, no importaba qué intensidad del sol, desde que la lluvia y el viento no obstaculizar los saqueos durante los entrenamientos. Fue exactamente lo que ocurrió aquella mañana. Los vientos empezaron a soplar más fuerte e imposibilitó los entrenamientos, por esta razón estábamos apreciando las olas. Junto conmigo a tres personas, siendo un hombre, el Alan y dos muchachas, Ana y Carine, todos entrenábamos juntos para formar dobles que competir extra oficialmente.
  A pesar de no estar jugando, sentimos que ese intervalo serviría para acercarnos más, ya que durante los entrenamientos todo lo que hacíamos era jugar incesantemente hasta el agotamiento, llover o hacer sol. Por primera vez hubo espacio para reír, conversar y conocernos mejor. Fue entonces cuando Alan sugirió que creáramos una broma para ejercitar y calentar los músculos para vencer el frío. Todos fueron unánimes en aceptar la sugerencia. Ana entonces dijo que podríamos disputar la posesión de la pelota que alguien del grupo estaría sosteniendo en defensa de su pareja. Así lo hicimos y eso fue genial. En la arena podíamos correr y saltar derribando al adversario para rescatar la pelota y repasarla para el compañero de equipo.
  Estábamos en pareja yo y Ana mientras Alan hacía doble con Carine. Ellos comenzaron con el balón en las manos y era nuestra obligación recuperar la pelota. En una de estas avanzadas salí para tomar la bola de la Carina que desequilibrada cayó y durante la caída me arrastró junto. Yo caí sobre ella y nuestros rostros quedaron pegados a tal punto que sentía su respiración que se deslumbra en mi cara. En aquel momento hubo un silencio entre nosotros y nuestras sonrisas descansaron mientras las miradas se cruzaban. La miré bien en el fondo de los ojos y ella los cerró y entreabrió la boca. Eso fue como una invitación que no rechazé. La besé largamente sin que ninguno de nosotros se importara con nuestros compañeros de juego, que por lo menos debían estar observando sin creer lo que estaba pasando.
  Sin decir palabra, le extendí la mano que pronto fue aceptada, entonces ayúdala a levantarse del suelo y como si nada hubiera pasado, grité: - ¡Vamos al juego! ¿Por qué? Miré a Carine y sonríen juntos. Obviamente, cerramos la broma allí, al final en cada instante surgía una nueva invitación para un beso y yo nunca fui mucho de rechazar estos desafíos. De ahí en adelante, yo y Carine pasamos entonces a formar una doble fija e inseparable que duró hasta que llegó el invierno del año siguiente y ella tuvo que partir con los padres a otro Estado. Lo que puedo decir es que éramos imbatibles, no en nuestro voleibol, sino en el arte de intercambiar besos durante el juego (risas).

   Nota: Esta es una obra de ficción y cualquier semejanza con los nombres de los personajes ha sido mera coincidencia. Esta obra está protegida por derechos de autor que se reservan al autor Tony Casanova, no siendo permitido su uso de cualquier naturaleza, utilizando cualquier medio, del todo o parte de él, sin la autorización legal del autor bajo pena de infracción de las Leyes Nacionales e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. La falta de respeto a los derechos del autor implicará en la aplicación de las sanciones legales aplicables en los riegos de la legislación vigente.
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O Amor Fala Francês | Romance | Resenha

  Ela tinha 19 anos e vivia com a família em uma pequena cidade rural nos arredores de Bordeaux, na França. Uma linda e sonhadora jovem cujo sonho maior era formar-se em Engenharia Agrônoma e ajudar sua família no vinhedo que possuíam. Sendo a mais jovem dos filhos, era natural que Justine tivesse a atenção especial dos pais e irmãos, que a tratavam com um carinho muito especial. Viviam todos em um clima harmônico e tranquilo típico de famílias que vivem a vida no campo.
 A diversão coletiva ficava por conta dos churrascos e pequenas festas dadas na propriedade onde se reuniam familiares e amigos nos finais de semana. Jean Paul e Thierry, os filhos homens do casala Madeleine e Maurice, eram os braços direitos na administração do vinhedo. Os demais cuidavam cada um de outras tarefas. Justine aplicava o que aprendia e opinava com sugestões de melhorias, enfim assim viviam os "Duboi", sobrenome da família da moça.   
  A escolha do cenário para este Romance não poderia ser melhor. Não há um outro lugar no mundo capaz de inspirar tantas paixões quanto a França, conhecida pela sua atmosfera romântica presente até na língua falada dos nativos. A área rural confere a inocência casta do Romance. Apesar de toda aura apaixonada do livro, na trama estão envolvidos elementos com muita ação como ciúmes, traição, morte e suspense. O Amor Fala Francês traz em suas páginas o desfecho de uma paixão híbrida que nasce no coração de uma virgem e acaba por envolver toda a família e amigos. 
   Justine estudava em Bordeaux e estava cumprindo o primeiro semestre do seu último ano ali quando recebeu a notícia de que havia sido selecionada para uma bolsa de estudos na França. Ela não imaginava que aquela notícia não só mudaria sua vida estudantil, familiar como também sua vida pessoal. Estudar na famosa Universidade da França era um sonho antigo da moça e a conquista desta bolsa a conduziria para a realização maior da sua vida. Todos vibraram com a notícia e mais ainda dona Madeleine e seu Maurice. 
  Já na Universidade da França Justine conhece Gustave e como se fosse algo mágico eles encontraram um no outro algo que os uniu de forma misteriosa. Era o amor. Dali em diante suas vidas estariam seladas para sempre. Paris preparava-se para originar mais um dos seus eternos romances na estória linda e apaixonada de Justine e Gustave.  Abaixo você encontra o link da minha página para aquisição do Livro O Amor Fala Francês, disponível nas versões E-book através da Livraria Saraiva e na versão Impressa através da Editora Clube de Autores.


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   Speaks French Love | Romance | review

    She was 19 and lived with his family in a small rural town on the outskirts of Bordeaux, France. A beautiful and dreamy young woman whose greatest dream was to form in Agronomic Engineering and help your family in the vineyard owned. Being the youngest of the children, it was natural that Justine had the attention of parents and siblings, who treated her with a very special affection. They all lived in a harmonious and peaceful atmosphere typical of families living the country life.
 The collective was fun because of the barbecues and small parties given on the property where they met family and friends on weekends. Jean Paul and Thierry, the Casala's sons Maurice and Madeleine were the right arms in vineyard management. The other took care of each other tasks. Justine applied what I learned and opined with suggestions for improvements, so finally lived the "Duboi" family surname of the girl.
  The choice of setting for this romance could not be better. There is no other place in the world able to inspire so many passions as France, known for its romantic atmosphere present even in the spoken language of the natives. The rural area gives chaste innocence romance. Despite all passionate aura of the book, the plot elements are involved with a lot of action as jealousy, betrayal, death and suspense. Speaks French love brings in its pages the outcome of a hybrid passion that is born in the heart of a virgin and ultimately involve the whole family and friends.
   Justine studied in Bordeaux and was serving the first half of his final year there when he received the news that he had been selected for a scholarship in France. She did not imagine that this news would change not only his student life, family as well as your personal life. Studying at the famous University of France was an old girl's dream and the achievement of this exchange would lead to the greatest achievement of his life. All were thrilled with the news and more owner Madeleine and her Maurice.
  In the University of France Justine knows Gustave and as something magical they found in each other something that brought them together in a mysterious way. It was love. From then on their lives would be sealed forever. Paris was preparing to give more of your eternal novels in the beautiful and passionate story of Justine and Gustave. Below you can find the link on my page for the acquisition of the Book The Love Speaks French, available in versions E-book by Saraiva and the printed version by Publisher Authors Club.

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  Habla francés del amor | Romance | crítica

    Ella tenía 19 años y vivía con su familia en un pequeño pueblo rural en las afueras de Burdeos, Francia. Una mujer joven y bella y soñadora cuyo mayor sueño era formar en Ingeniería Agronómica y ayudar a su familia en el viñedo propiedad. Siendo el más joven de los hijos, era natural que Justine tenía la atención de los padres y hermanos, que la trataron con un afecto muy especial. Todos ellos vivían en un ambiente armonioso y pacífico típico de las familias que viven la vida en el campo.
 El colectivo fue muy divertido debido a las barbacoas y los partidos pequeños dados en la propiedad donde se reunieron amigos y familiares los fines de semana. Jean Paul y Thierry, los hijos del Casala Maurice y Madeleine eran los brazos derechos en el manejo del viñedo. El otro se encargó de cada otras tareas. Justine aplicar lo que he aprendido y opinó con sugerencias de mejoras, por lo que finalmente vivió la "Duboi" apellido de la chica de la familia.
  La elección del valor predeterminado de este romance no podría ser mejor. No hay otro lugar en el mundo capaz de inspirar a tantas pasiones como Francia, conocido por su ambiente romántico presentes incluso en el idioma que se habla de los nativos. La zona rural da casta inocencia romance. A pesar de todo aura apasionada del libro, los elementos de la trama están involucrados con mucha acción como los celos, la traición, la muerte y el suspenso. Habla Francesa amor trae en sus páginas el resultado de una pasión híbrido que nace en el corazón de una virgen y en última instancia, implica toda la familia y amigos.
   Justine estudió en Burdeos y estaba sirviendo el primer semestre de su último año allí cuando recibió la noticia de que había sido seleccionado para una beca en Francia. Ella no se imagina que esta noticia iba a cambiar no sólo su vida de estudiante, familia, así como su vida personal. Estudiar en la famosa Universidad de Francia era el sueño de una niña y el logro de este intercambio daría lugar a la mayor logro de su vida. Todos estaban encantados con la noticia y más dueño Madeleine y su Maurice.
  En la Universidad de Francia Justine sabe Gustave y como algo mágico que encontraron en sí algo que los unió de una manera misteriosa. Fue amor. A partir de entonces su vida sería sellado para siempre. París se prepara para dar más de sus novelas eterno en la historia hermosa y apasionada de Justine y Gustave. A continuación puede encontrar el enlace en mi página para la adquisición del libro El Amor Habla francés, disponible en versiones de E-libro de Saraiva y la versión impresa por editorial Autores del club.


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    Parle Amour Français | Romance | examen

    Elle avait 19 ans et vivait avec sa famille dans une petite ville rurale à la périphérie de Bordeaux, France. Une belle et rêveuse jeune femme dont le plus grand rêve était de former dans Agronomique Ingénierie et aider votre famille dans le vignoble appartenant. Étant le plus jeune des enfants, il était naturel que Justine avait l'attention des parents et des frères et sœurs, qui l'a traité avec une affection très spéciale. Ils vivaient tous dans une atmosphère harmonieuse et paisible typique des familles vivant la vie du pays.
 Le collectif était amusant parce que des barbecues et des petits partis donnés sur la propriété où ils ont rencontré la famille et les amis le week-end. Jean Paul et Thierry, fils du Casala Maurice et Madeleine étaient le bras droit dans la gestion du vignoble. L'autre a pris soin les uns des autres tâches. Justine appliqué ce que j'appris et opiné avec des suggestions d'amélioration, donc finalement vécu le "Duboi" nom de famille de la jeune fille.
  Le choix des paramètres de ce roman ne pouvait pas être mieux. Il n'y a aucun autre endroit dans le monde capable d'inspirer tant de passions que la France, connue pour son atmosphère romantique présente même dans la langue parlée par les indigènes. La zone rurale donne chaste innocence romance. Malgré tout aura passionné du livre, les éléments de l'intrigue sont impliqués avec beaucoup d'action comme la jalousie, la trahison, la mort et de suspense. Parle amour français apporte dans ses pages le résultat d'une passion hybride qui est né dans le cœur d'une vierge et, finalement, impliquer toute la famille et les amis.
   Justine a étudié à Bordeaux et a été au service de la première moitié de sa dernière année là quand il a reçu les nouvelles qu'il avait été sélectionné pour une bourse d'études en France. Elle n'a pas imaginer que ces nouvelles changerait non seulement sa vie d'étudiant, famille ainsi que votre vie personnelle. Étudier à la célèbre université de la France était le rêve d'une jeune fille et à la réalisation de cet échange conduirait à la plus grande réussite de sa vie. Tous ont été ravis avec les nouvelles et plus propriétaire Madeleine et son Maurice.
  Dans l'Université de la France Justine sait Gustave et comme quelque chose de magique qu'ils ont trouvé dans l'autre quelque chose qui les a réunis de façon mystérieuse. Il était l'amour. A partir de là leur vie serait scellé pour toujours. Paris se préparait à donner plus de vos romans éternels dans l'histoire belle et passionnée de Justine et de Gustave. Ci-dessous vous trouverez le lien sur ma page pour l'acquisition du livre L'Amour parle français, disponible en versions E-book par Saraiva et la version imprimée par l'éditeur Auteurs du Club.

Conto | Corações Que se Encontram

 Aquele dia poderia ser igual a qualquer outro, mas para  Richard não foi.  Entediado e após ter vivido diversas decepções amorosas, ele optou por permanecer sem compromissos temendo novos relacionamentos que pudessem lhe trazer sofrimentos. Considerou o fato de que estava jovem ainda com seus 28 anos e para ajudar a passar o tempo resolvera matricular-se em uma academia fitness para exercitar o corpo. 
  Matriculou-se e começou a frequentar o local que lhe trazia alegria devido ao clima das pessoas animadas que faziam sua séries de exercícios ali. Em um destes dias notou uma jovem com dificuldades para montar o aparelho e como o instrutor estava atendendo outras pessoas ele resolveu auxiliar a moça.  Ela agradeceu a ajuda e sorriu para ele que retornou ás suas atividades físicas.
 Vários dias se passaram e tudo transcorria normalmente para Richard. Ele visitava a academia, fazia suas séries e retornava para casa de onde partia para o trabalho. Tudo dentro da normalidade até que um dia ele reencontrou a mesma moça a quem ajudara dias atrás. Notou o sorriso nos lábios dela e retribuiu. Daquele momento em diante eles trocaram olhares e sorrisos e na saída despediram-se com a promessa de se verem na próxima aula. Richard pensou na desconhecida o dia inteiro e algo em seu coração lhe dizia que ali havia perigo. Porque a imagem daquele rosto jovem e bonito não lhe saía da mente?
  Naquela manhã Richard estava com um motivo a mais para ir á academia; queria encontrar a moça que lhe roubara o sono.  Logo na entrada lá estava ela com aquele sorriso inesquecível. Passos apressados, um seguiu em direção ao outro e se cumprimentaram e em seguida Richard apresentou-se e a moça fez o mesmo. Ela chama-se Carol e tinha 25 anos. Também vítima de uma recente decepção com o noivo, ela lamentou e disse ter preferido ficar sozinha. Concordaram entre si e logo marcaram para saírem e conversarem um pouco mais.
  Ansioso, Richard não via a hora de encontrar Carol e sentiu que de alguma forma estava gostando muito dela. Havia algo em seu sorriso que lhe encantava.  Enfim chegou a noite e eles puderam se encontrar sem que cada um pudesse esconder a ansiedade e o nervosismo por estarem juntos. Escolheram uma mesa e sentaram-se. O ambiente descrevia um clima de penumbra e parecia ter sido decorado para estes encontros. As luzes eram fracas, o silêncio era quebrado apenas por uma música ambiente romântica. Nas mesas vizinhas vários casais conversavam baixinho, trocando olhares e sorrisos.
  Enquanto Carol conversava Richard não parava de olhar seus lábios e a moça estava inquieta, sem jeito.  Percebendo ele se conteve e a moça aquietou-se. Quando ela pediu para ir ao toilete ele acompanhou com o olhar o corpo da moça. Percebeu que suas curvas eram perfeitas,  uma cintura fina, quadris largos e um bumbum arredondado.  Richard não pode deixar de perceber a forma como ela caminhava. Quando ela retornou o rapaz desviou o olhar para não deixá-la constrangida. Carol era bastante extrovertida, simpática e alegre. Riso fácil, o que encantava ainda mais o Richard.
  A moça sentiu enquanto conversava, a aproximação da mão de Richard em busca da sua. Permitiu o toque e deixou que o rapaz acariciasse a sua mão sobre a mesa. Ela não conseguia entender porque aquele toque mexia tanto com ela a ponto de deixá-la corada. Encorajado, Richard arriscou um beijo e Carol entregou-se. Aquele foi o beijo mais longo de suas vidas. Esqueceram o tempo e o mundo. Eles não escondiam a felicidade.  Naquele momento eles tiveram a certeza de que na vida sempre existem Corações Que se Encontram.  

    O presente texto está sob a proteção de Direitos de Propriedade Intelectual reservados a Tony Casanova sendo proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação total ou parcial, utilizando-se qualquer meio, independente dos fins, sem a autorização prévia e expressa do autor. O desrespeito está previsto como crime nas Legislações Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e está passivo das medidas legais cabíveis.
Tony Casanova, Escritor e Autor Brasileiro. Escreveu os livros:
1 - Panorama das Arte – Editora Clube de Autores – Versões Impressa e E-book
2 - No Litoral das Relações – Editora Clube de Autores – Versões Impressa e E-book
3 - Relações Instáveis – Editora Amazon (E-book) e Clube de Autores (Impresso)
4 - O Amor Segundo a Bíblia – Editora Amazon (E-book) e Clube de Autores (Impresso)
5 - O Amor Fala Francês – Editora Saraiva (E-book) e Clube de Autores (Impresso)
Para saber mais sobre o autor e onde adquirir seus livros você pode seguir  ESTE LINK
***Tradução Automática feita sob responsabilidade de terceiros feito a partir de texto originalmente escrito na Língua Portuguesa do Brasil.

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        Tale | Hearts That Lie

    That day could be like any other, but Richard was not. Bored and after living several heartbreak, he chose to remain uncompromised fearing new relationships that could bring you suffering. He considered the fact that he was still young with his 28 years and to help pass the time decided to enroll in a fitness gym to exercise the body.
  It enrolled and began attending the place that brought joy because you climate of excited people who were his series of exercises there. One of these days he noticed a young man struggling to assemble the device and how the instructor was meeting other people he decided to help the girl. She thanked the help and smiled at him returned to his physical activities.
 Several days passed and everything usually wore on for Richard. He visited the academy, made his series and returned home where left for work. All within normal until one day he met again the same girl who helped ago. He noticed the smile on her lips and returned. From that moment on they exchanged glances and smiles and output it is dismissed with a promise to see in the next class. Richard thought of the unknown all day and something in his heart told him that there was no danger. Because the image of young, handsome face left him no mind?
  This morning Richard was one more reason to go to the gym; I wanted to meet the girl who had stolen his sleep. At the entrance there she was with that unforgettable smile. Hurried footsteps, one headed toward the other and shook hands and then Richard introduced himself and the girl did the same. Her name is Carol and was 25 years old. Also the victim of a recent disappointment with her fiance, she wept and said he preferred to be alone. They agreed among themselves and then marked to go out and talk some more.
  Looking forward, Richard did not wait to find Carol and felt that somehow was really enjoying it. There was something in his smile that charmed him. Finally came the night and they were able to find out that each one could hide anxiety and nervousness to be together. They chose a table and sat down. The environment described a twilight mood and seemed to have been decorated for these meetings. The lights were low, the silence was broken only by a romantic background music. In the neighboring tables several couples talking quietly, exchanging glances and smiles.
  While talking Carol Richard kept looking his lips and the girl was restless awkwardly. Realizing he restrained himself and the girl quieted down. When she asked to go to the toilet he followed with his eyes the girl's body. She realized that her curves were perfect, a thin waist, wide hips and a rounded bottom. Richard can not help but notice the way she walked. When she returned the boy looked away not to let her embarrassed. Carol was very outgoing, friendly and cheerful. Riso easy, which further delighted Richard.
  She felt while talking, the approach of Richard's hand in search of his. He allowed the tap and let the boy stroked his hand on the table. She could not understand why that touch both moved with her to the point of leaving her flushed. Encouraged, Richard ventured a kiss and Carol handed. That was the longest kiss of their lives. They forgot the time and the world. They did not hide happiness. At that moment they were sure that in life there are always Hearts That Lie.

    This article is under Rights Protection Intellectual Property reserved Tony Casanova is prohibited to copy, paste, reproduction or total or partial disclosure, using any means, regardless of the purpose, without the prior and express authorization of the author. Disrespect is planned as a crime in the National Legislation and Protection International of Intellectual Property Rights and is a liability of legal action.
Tony Casanova, Writer and Author Brazilian. He wrote the books:
1 - Overview of Art - Publisher Authors Club - Printed versions and E-book
2 - The Coastal Relations - Publisher Authors Club - Printed versions and E-book
3 - Unstable relations - Publisher Amazon (E-book) and Authors Club (Printed)
4 - Love According to the Bible - Publisher Amazon (E-book) and Authors Club (Printed)
5 - The Love Speaks French - Editora Saraiva (E-book) and Authors Club (Printed)
To learn more about the author and where to get your books you can follow THIS LINK
*** Automatic Translation made under third party liability made from text originally written in Portuguese in Brazil.

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     Cuento | Corazones Que se Encuentran

    Ese día podría ser como cualquier otra, pero Richard no lo era. Aburrido y después de vivir varios angustia, él decidió permanecer sin compromisos por temor a nuevas relaciones que podrían traerle sufrimiento. A su juicio, el hecho de que todavía era joven, con sus 28 años y para ayudar a pasar el tiempo decidió inscribirse en un gimnasio para ejercitar el cuerpo.
  Se inscribió y comenzó a asistir al lugar que trajo alegría, ya que el clima de las personas que estaban excitados su serie de ejercicios allí. Uno de estos días se dio cuenta de un hombre joven que lucha para montar el dispositivo y cómo el instructor fue conocer a otras personas que decidió ayudar a la niña. Dio las gracias a la ayuda y le sonrió volvió a sus actividades físicas.
 Pasaron varios días y todo lo que normalmente pasaban por Richard. Visitó la academia, hizo su serie y volvió a casa, donde se fue a trabajar. Todo dentro de lo normal hasta que un día se encontró de nuevo la misma chica que hace ayudó. Se dio cuenta de la sonrisa en los labios y se volvió. A partir de ese momento se intercambiaron miradas y sonrisas y de salida se despidió con la promesa de ver en la siguiente clase. Richard pensó en lo desconocido durante todo el día y algo en su corazón le dijo que no había ningún peligro. Debido a que la imagen de la cara joven, guapo no le dejó mente?
  Esta mañana Richard era una razón más para ir al gimnasio; Quería conocer a la chica que le había robado el sueño. En la entrada hay que estaba con aquel inolvidable sonrisa. pasos apresurados, se dirigieron hacia el otro y se dieron la mano y luego Richard se presentó y la joven hicieron lo mismo. Su nombre es Carol y tenía 25 años. También víctima de una reciente decepción con su prometido, ella lloró y dijo que prefería estar solo. Se pusieron de acuerdo entre sí y luego marcados para salir y hablar un poco más.
  De cara al futuro, Richard no esperó encontrar Carol y sentía que de alguna manera estaba disfrutando de verdad. Había algo en su sonrisa que le encantaba. Finalmente llegó la noche y fueron capaces de descubrir que cada uno de ellos podía ocultar la ansiedad y el nerviosismo de estar juntos. Eligieron una mesa y se sentaron. El entorno describe un estado de ánimo y el crepúsculo parecía haber sido decorada para estas reuniones. Las luces estaban bajas, el silencio sólo fue roto por una música romántica de fondo. En las mesas vecinas varias parejas a hablar en voz baja, el intercambio de miradas y sonrisas.
  Mientras habla Carol Richard siguió mirando sus labios y la chica no descansaba torpemente. Al darse cuenta de que él se contuvo y la chica se calmó. Cuando ella pidió ir al baño le siguió con los ojos del cuerpo de la chica. Se dio cuenta de que sus curvas eran perfectas, una cintura delgada, caderas anchas y un fondo redondeado. Richard no puede dejar de notar la manera en que caminaba. Cuando regresó el muchacho apartó la mirada de no dejar que su vergüenza. Carol era muy simpático, amable y alegre. Riso fácil, que hizo las delicias más Richard.
  Se sentía mientras se habla, el enfoque de la mano de Richard en busca de su. Permitió el grifo y dejar que el niño se acarició la mano sobre la mesa. No podía entender por qué ese toque tanto se trasladó con ella al punto de dejarla enrojecida. Alentados, Richard aventuró un beso y Carol entregó. Ese fue el beso más largo de sus vidas. Se olvidaron del tiempo y del mundo. No ocultaron la felicidad. En ese momento estaban seguros de que en la vida siempre hay corazones que se encuentran.

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Tony Casanova, escritor y autor brasileño. Él escribió los libros:
Las versiones impresas y E-libro - 1 - Descripción general del Arte - Autores club de editor
Las versiones impresas y E-libro - 2 - Las Relaciones costeras - Autores club de editor
3 - las relaciones inestables - Editorial Amazon (E-book) y Autores Club (impreso)
4 - Amor De acuerdo con la Biblia - Editorial Amazon (E-book) y Autores Club (Impreso)
5 - El Amor Habla francés - Editora Saraiva (E-libro) y los autores del club (Impreso)
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