Era uma manhã ensolarada no pequeno município de Itaporanga D"Ajuda em Sergipe. Eu havia sido designado para sinalizar uma área que media 5.000 mt/2 que ficava afastada da cidade. Era um local aprazível e alegre, muito relaxante por ser próximo de uma mata de onde se podia ouvir o canto dos pássaros e as vozes de outros animais que ali viviam. Eu fazia meu trabalho tranquila e cuidadosamente, sempre de olho nas instruções do responsável pelo local que ficava dentro de uma dependência que possuía enormes paredes de vidro que garantiam a observação de toda a área enquanto ele controlava os equipamentos de emergência que ficava ali prontos a serem acionados caso fosse necessário. Fique sabendo mais deste conto. Continue lendo...
Críticas literárias, sobre arte, cultura e tradições. Música, Dança, Cinema, Televisão, Teatro e textos informativos.
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Conto | Valéria, o Cuscuz e os Biscoitos.
Universos opostos, sonho e realidade jamais se misturam e qualquer tentativa de unir estes paralelos resulta em decepções. Para ilustrar bem esta situação, abaixo contarei uma estória que reflete o universo do sonho e o da realidade, assim como a tentativa de uni-los. Semelhante a água e óleo que mesmo quando colocados em um mesmo copo tendem a separar-se, os sonhos e a vida real também pertencem a mundos separados que não devem ser confundidos. Entre um e outro existe uma lacuna que não pode ser preenchida devido a natureza de cada universo. Quando resumimos a nossa vida apenas na realização dos nossos desejos e vontades, passamos a ser escravos de uma vida irreal que nos parece ser a que sonhamos, mas na realidade passamos a descobrir que não era aquilo que queríamos. A vida real tem a propriedade de nos mostrar, de maneira nua e crua, as correntes que nos prendem e tornam a nossa vida resumida apenas aos desejos, ás vontades, enquanto que percebemos que a vida não é somente pautada nesta esfera. Dentro dos desejos humanos mais comuns constam o amar e ser amado, ser capaz de ser e fazer alguém feliz, ser útil, cuidar e ser cuidado, sorrir junto, construir sonhos juntos, sofrer e chorar juntos, enfim viver a vida com todos os seus temperos e sabores independente da situação. Equilibrado é o ser humano que não permite-se dominar por seus sonhos e muito menos levar uma vida confusa. Ele é capaz de decidir sobre seus atos e provar esta capacidade através das suas atitudes. Decidir sobre si mesmo. Sonhos bons ajudam a construir vidas, regatá-las do nevoeiro de ilusões, de situações absurdas nas quais nos envolvemos quando nos deixamos dominar por sonhos errados. Um sonho ruim é um pesadelo do qual temos dificuldade de acordar e reagir. Pesadelo que nos empurra para situações irreais, mentirosas e perigosas que tentam nos dominar enquanto dormimos. Um pesadelo costuma durar enquanto dormimos e só acaba quando acordamos para a realidade que muitas vezes não é a que desejamos, mas é excelentemente melhor que viver um pesadelo.
Conto | Menino de Algodão.
No pequeno vilarejo de Guaricema, interior do Ceará, no Nordeste do Brasil, veio ao mundo um garoto que foi batizado de Rubens, que carinhosamente foi apelidado de Rubinho, como era chamado na região. Filho de pais pobres, família numerosa, o menino se tornara conhecido por estar sempre criando estórias, inventando coisas e viver sonhando. Suas estórias eram um misto dos seus sonhos e da sua realidade e ele as escrevia num velho caderno que ganhou. Cada situação vivida pelo menino ele aproveitava para criar um sonho e inventar uma estória e lá ia escrever tudo no seu caderninho. Os moradores achavam o garoto muito inteligente e criativo e gostavam muito de ler seus textos. Para saber mais sobre Rubinho e suas criações, continue lendo...
Conto | O Amor Pede Passagem.
Já passava das 15 horas quando Dimas chegou em casa. Estava cansado e resolveu tomar um banho e deitar-se. O dia amanhecera frio na pequena cidade de Serra Vermelha no Maranhão. Durante o verão o clima era agradável ali. A rua onde morava era bem arborizada e ornamentava o ambiente e os pássaros cantando enchiam de som o local. Dimas relaxou e dormiu até as 19:00 h e em seguida foi preparar algo para comer. Saiu ás 20:00 h para encontrar-se com amigos. Não sabia ele que aquele encontro despretensioso com amigos iria marcar sua vida. Naquela noite Dimas teria seu primeiro contato com seu grande amor. Saiba mais. Continue lendo...
Conto | As Aventuras de Um Menino Sonhador.
Infância pobre, barriga muitas vezes vazia, mas a cabeça cheia de sonhos. Quem nunca sonhou nos seus tempos de infância? Eu sonhava bastante com aventuras que via em gibis de escoteiros, revistas e filmes infantis. Para mim, na época tudo era mágico. Acreditava poder voar, salvar o mundo, enfim coisas da cabeça de um menino. O bom de ser criança e que viajamos sem pagar passagens e passeamos em lugares que jamais chegaremos a ver na vida. Nestes sonhos aventureiros o perigo sempre ronda, mas não nos ameaça na vida real. É este o nosso tema de hoje. As aventuras de um menino que sonhava realidades inexistentes e vivia em um mundo completamente particular sempre ás voltas com as aventuras e os perigos que ele mesmo criava. Saiba mais e me acompanhe meste conto. Continue lendo...
Conto | Nas Ondas do Amor. | Tony Casanova.
Marion e Victor eram o que se podia chamar de casal perfeito. Sincronizados, viviam o sentimento de uma forma plena madura e apesar de serem jovens, possuíam bastante segurança nas suas decisões. Gostavam do que jovens gostam sem esquecer que já não eram mais adolescentes e que precisavam pensar e planejar o futuro sem precipitações. Optavam pela alegria sempre e quando um sentia a tristeza do outro, corria para ampará-lo. Os pais, diante de um sincronismo tão grande, obviamente os apoiavam naquilo que decidiam. Como em qualquer relacionamento, havia alguns altos e baixos, mas logo o casal era cercado do carinho e afeto de toda família que os acolhia como se fossem uma só pessoa. Continue lendo...
Conto | Como Era nos Tempos de Mamãe.
Ela era uma negra um pouco acima da média de estatura feminina chegando aos seus quase 1,70 m de altura e possuía um corpo magro devido aos esforços constantes do trabalho. Apesar de não dar privilégios á beleza enquanto trabalhava, tinha guardada, como toda mulher, seus momentos de vaidade, principalmente com os longos cabelos cacheados que vivia penteando sempre que lhe sobrava tempo. Dedicava a eles uma hidratação natural á base de óleo de coco e babosa que ela mesmo fazia em casa. Eu ficava ali com ela por horas "aprendendo"a extrair óleo de cocos e para mim eram horas preciosas, importantes e agradáveis, afinal eu estava com ela, minha mãe. Excetuando a severidade natural de uma mãe preocupada por estar criando sozinha um filho homem, tínhamos todos os momentos só nossos. Horas de brincar, sorrir, de contarmos e ouvirmos estórias, horas de vivermos.
Estou certo de que aqueles que nasceram na década de 60 todos tenham excelentes lembranças das suas infâncias e dos seus pais. Eram outros idos, tempos maravilhosos em que a família era ativa e atuante no seu papel, sem sofrer influências externas tão consistentes como nos dias de hoje. Óbvio que todos os pais querem o melhor para seus filhos, mas naqueles tempos a situação era bem outra. Vivíamos sozinhos em uma velha casa, mas aquilo nunca foi problema nem para mim e nem para dona Mira, uma guerreira que fazia com que aquela habitação humilde parecesse um palácio. E era. Aquela casa, durantes anos e anos fora o nosso abrigo seguro, nossa fortaleza, local onde recostávamos as nossas cabeças para o descanso de cada dia. Foi nesta casa que construímos parte da nossa história, sempre com dificuldades e muitas lutas, mas com muito amor.
Nunca tivemos uma vida de luxo e apesar de parecer estranho, a situação nos aproxima ainda mais. Sabíamos que não estávamos sós; tínhamos Deus e um ao outro e nas horas mais difíceis, naquelas em que nos sentíamos mais fracos, procurávamos nos confortar. Era um hábito nosso depois que nos deitávamos, começar a contar estórias e anedotas e assim adormecíamos após muitos risos. Na manhã seguinte cada um seguia para cuidar das suas tarefas. Eu com os preparativos para ir á escola e mamãe cuidando do café da manhã. Nada de glamour, de especial e eu lembro que na época do Natal ela sempre vinha me contar sobre os presépios, Papai Noel e qual o verdadeiro significado do Natal. Lia a Bíblia para mim, apesar de não ser uma religiosa declarada, jamais negou sua fé em Deus e transmitia para mim estes preceitos.
Hoje analisando as atitudes daquela mulher que muitas vezes chorava escondida para não demonstrar suas fraquezas para mim, que por tantas vezes franzia o senho tentando mostrar dureza nas ações, mas que não conseguia esconder o coração enorme que possuía, fico pensando que nela não havia apenas uma coisa especial. Tudo era especial naquela pessoa. Você talvez pense que seja um filho falando, mas o fato é que todos que de fato a conheceram pensavam da mesma forma que eu. Uma mulher capaz de ter morrido, mas mantido viva as suas memórias era sim uma pessoa especial. Logicamente quando partimos desta vida nada levamos conosco e o pouco que deixarmos, com o tempo será consumido, mas as memórias não. Estas permanecerão vivas eternamente, pois são sementes que foram deixadas conosco e que em momento oportuno darão seus frutos.
Era isso que valorizávamos no tempo de mamãe. Havia um zelo muito grande pela construção e manutenção do caráter, da formação do indivíduo e exaustivamente estes pontos eram reforçados diariamente. Na época talvez eu não entendesse muito, não compreendesse o porque de tudo aquilo, mas hoje é possível saber que aquela estratégia era eficaz e correta. Por isso sempre faço questão de relatar tais questões nas minhas matérias, não por acreditar que mães assim sejam super, mas com certeza elas são heroínas, as nossas heroínas de cada dia.
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Tale | As It Was in Mama's Times.
She was a black woman just above the average height of a woman who was almost six feet tall and had a lean body due to the constant efforts of the work. Although she did not give privileges to beauty while she worked, she had kept, like every woman, her moments of vanity, especially with her long curly hair that she combed whenever time was left. He gave them a natural hydration based on coconut oil and aloe that she herself did at home. I would stay with her for hours "learning" how to extract coconut oil and for me it was precious, important and pleasant hours, after all I was with her, my mother. Except for the natural severity of a mother worried that she was raising a son by herself, we had all our own moments. Hours of playing, smiling, of telling and hearing stories, hours of living.
I am sure that those who were born in the 60's all have excellent memories of their childhoods and their parents. They were other times, wonderful times in which the family was active and active in its role, without suffering external influences as consistent as today. Obviously all parents want the best for their children, but in those times the situation was quite different. We lived alone in an old house, but that was never a problem for me and for Dona Mira, a warrior who made that humble dwelling look like a palace. And was. That house, for years and years, had been our safe haven, our fortress, where we lay our heads for the rest of each day. It was in this house that we built part of our history, always with difficulties and many struggles, but with much love.
We never had a life of luxury and although it seems strange, the situation brings us closer. We knew we were not alone; we had God and one another and in the most difficult times, in those where we felt weaker, we tried to comfort ourselves. It was our habit after we lay down, start telling stories and anecdotes and so we fell asleep after a lot of laughter. The next morning each one went to do his chores. I with the preparations to go to school and Mom taking care of breakfast. No glamor, special and I remember that at Christmas time she always came to tell me about cribs, Santa Claus and what the true meaning of Christmas. She read the Bible to me, though she was not an outspoken nun, she never denied her faith in God and told me these precepts.
Today, analyzing the attitudes of that woman who often cried hidden to not show her weaknesses to me, who often had her heart tried to show harshness in her actions, but who could not hide her enormous heart, I think that there was not only her a special thing. Everything was special in that person. You may think it is a son speaking, but the fact is that everyone who actually knew it thought the same way I did. A woman who could have died but kept alive her memories was a special person. Of course, when we leave this life we take nothing with us and what little we leave, in time will be consumed, but the memories will not. These will remain alive forever, because they are seeds that have been left with us and that will give their fruits in due time.
This was what we valued in Mom's time. There was a great zeal for the construction and maintenance of the character, the formation of the individual and exhaustively these points were reinforced daily. At the time I may not have understood much, I did not understand why all this, but today it is possible to know that strategy was effective and correct. So I always make a point of reporting such issues in my subjects, not because I believe that mothers are so super, but surely they are heroines, our daily heroines.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Cuento | Como era en los Tiempos de Mamá.
Ella era una negra un poco por encima del promedio de estatura femenina llegando a sus casi 1,70 m de altura y poseía un cuerpo flaco debido a los esfuerzos constantes del trabajo. A pesar de no dar privilegios a la belleza mientras trabajaba, había guardado, como toda mujer, sus momentos de vanidad, principalmente con los largos cabellos rizados que vivía peinando siempre que le sobraba tiempo. Dedica a ellos una hidratación natural a base de aceite de coco y babosa que ella misma hacía en casa. Me quedaba allí con ella por horas "aprendiendo" a extraer aceite de cocos y para mí eran horas preciosas, importantes y agradables, al final yo estaba con ella, mi madre. Exceptuando la severidad natural de una madre preocupada por estar creando sola un hijo varón, teníamos todos los momentos sólo nuestros. Horas de jugar, sonreír, de contar y oír historias, horas de vivir.
Estoy seguro de que aquellos que nacieron en la década de los 60 todos tienen excelentes recuerdos de sus infancias y de sus padres. Eran otros ancianos, tiempos maravillosos en que la familia era activa y actuante en su papel, sin sufrir influencias externas tan consistentes como en los días de hoy. Es obvio que todos los padres quieren lo mejor para sus hijos, pero en aquellos tiempos la situación era otra. Vivíamos solos en una vieja casa, pero eso nunca fue problema ni para mí ni para doña Mira, una guerrera que hacía que aquella habitación humilde pareciera un palacio. Y era. Aquella casa, durante años y años fuera nuestro refugio seguro, nuestra fortaleza, lugar donde recostábamos nuestras cabezas para el descanso de cada día. Fue en esta casa que construimos parte de nuestra historia, siempre con dificultades y muchas luchas, pero con mucho amor.
Nunca tuvimos una vida de lujo y, a pesar de parecer extraño, la situación nos acerca aún más. Sabíamos que no estábamos solos; teníamos Dios y el uno al otro y en las horas más difíciles, en aquellas en las que nos sentíamos más débiles, buscábamos confortar. Era un hábito nuestro después de que nos acostábamos, empezar a contar historias y anécdotas y así dormimos después de muchas risas. A la mañana siguiente cada uno seguía para cuidar de sus tareas. Yo con los preparativos para ir a la escuela y mamá cuidando el desayuno. Nada de glamour, de especial y recuerdo que en la época de Navidad ella siempre venía a contarme sobre los pesebres, Papá Noel y cuál es el verdadero significado de la Navidad. Lía la Biblia para mí, a pesar de no ser una religiosa declarada, jamás negó su fe en Dios y me transmitió a mí estos preceptos.
Hoy, analizando las actitudes de aquella mujer que muchas veces lloraba escondida para no demostrar sus debilidades para mí, que por tantas veces franchaba el sentido intentando mostrar dureza en las acciones, pero que no logra ocultar el corazón enorme que poseía, me quedaba pensando que en ella no había sólo una cosa especial. Todo era especial en aquella persona. Quizás pienses que es un hijo hablando, pero el hecho es que todos los que de hecho la conocieron pensaban de la misma forma que yo. Una mujer capaz de haber muerto, pero mantenido viva sus memorias era sí una persona especial. Lógicamente cuando partimos de esta vida nada llevamos con nosotros y lo poco que dejamos, con el tiempo será consumido, pero las memorias no. Estas permanecerán vivas eternamente, pues son semillas que se dejaron con nosotros y que en el momento oportuno darán sus frutos.
Eso era lo que valorábamos en el tiempo de mamá. Había un celo muy grande por la construcción y mantenimiento del carácter, de la formación del individuo y exhaustivamente estos puntos eran reforzados diariamente. En la época tal vez yo no entendiera mucho, no comprendiera el por qué de todo aquello, pero hoy es posible saber que esa estrategia era eficaz y correcta. Por eso siempre hago cuestión de relatar tales cuestiones en mis materias, no por creer que madres así sean super, pero con certeza ellas son heroínas, nuestras heroínas de cada día.
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Filosofia | Pequenos Gravetos.
Eu trago comigo várias memórias da época da minha infância. Boas lembranças que somente depois de adulto, eu pode absorver lições valiosas com cada situação vivida. Na vida de todos nós existem lembranças assim com lições ocultas nas situações e que se pararmos para observar com atenção, elas se aplicam aos dias atuais. É algo semelhante á pequena história que vou contar e a lição que ela me trouxe nestes dias. Houve tempos em que se falava muito em escotismo, isto nas décadas de 70 e 80, até os anos 90. Foi quando estouraram as vendas e a popularidade dos sobrinhos do famoso personagem de gibis Tio Patinhas. Huguinho, Zezinho e Luizinho, como se chamavam os sobrinhos do velho e conhecido muquirana, eram escoteiros e viviam aprontando peripécias nas suas aventuras. Minha história tem pouco a ver com os personagens, exceto pelo fato de serem escoteiros, mas é também uma boa recordação daquela época.
PEQUENOS GRAVETOS.
Eu estudava em uma das escolas públicas estaduais de Aracaju no Estado de Sergipe e lembro-me bem de um professor da matéria Técnicas Comerciais que é um doas protagonistas deste meu relato. Na verdade nunca cheguei a ser escoteiro, não havia como pois mamãe dependia dos meus cuidados porque já estava enferma, mas ela manifestava assim mesmo desejos de que eu ingressasse em um dos grupos de escoteiros existentes na cidade. Nunca fui, porém o meu professor, que também era monitor de escoteiros, soube do fato e resolveu me dar uma forcinha. Sempre que podia, solicitava a permissão de mamãe e me conduzia nas aventuras do seu grupo. Foi em um destes acampamentos que o professor ensinou-me a fazer uma fogueira sem usar os fósforos ou isqueiro.
Eu garoto da cidade grande, aprendendo a se virar no meio do mato, utilizando apenas o que havia nas mochilas para garantir a nossa sobrevivência. Nos sentamos ali ao cair da tarde e seguindo as instruções do professor, começamos a juntar os elementos necessários para fazer uma fogueira. Catamos a lenha seca que havia disponível no local, mas não conseguíamos atear fogo nela. Não tínhamos permissão para levar nada semelhante a fósforos, isqueiros, papel ou qualquer outra coisa que nos auxiliasse na tarefa. Então o professor falou que precisávamos substituir o papel por capim seco e juntarmos também pequenos gravetos. A mata encheu-se do barulho das pedras que batíamos e como não conseguimos faíscas necessárias ao fogo, mudamos a tática. Usamos a técnica do atrito entre gravetos. Deu certo!
Após atritados, os gravetos ficaram aquecidos e viraram brasas que juntamos ao capim e sopramos. Lá estava a fumaça e logo depois as chamas. Nossa fogueira estava acesa e todos nós orgulhosos pelo trabalho de equipe. As lições que extrai desta situação foram: Sozinhos tudo se torna mais difícil e vencer em grupo é bem mais fácil. Segundo que é possível encarar e enfrentar situações para as quais não estejamos preparados, desde que haja disposição. Terceiro: Éramos um grupo e todo grupo precisa de um líder experiente, sem o qual as decisões ficam impossíveis de serem tomadas e o objetivo ser alcançado. Quarto: É preciso respeitar a hierarquia e a disciplina do grupo. Porém a maior de todas as lições é a de que não importa o tamanho da árvore, ela não é mais importante que um simples graveto.
Aquele graveto largado ali no chão da mata, insignificante, aparentemente feio, teve uma importância vital na hora de acender a fogueira para nos iluminar e aquecer. E se tentássemos atear fogo na imponente e gigantesca árvore, certamente não conseguiríamos, portanto árvore e gravetos são especiais e cabe a nós olhar para ambos com extremo respeito, afinal todo graveto já foi uma árvore e toda árvore um dia será um graveto. Todos nós somos iguais em espécie, nascemos á partira da mesma semente e se hoje somos lindas árvores, não nos tornamos melhores que os magros gravetos. Eis a lição que aprendi com aquela situação observando-a nos dias de hoje.
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Philosophy | Small Sticks.
I bring with me several memories from the time of my childhood. Good memories that only after adult, I can absorb valuable lessons with every situation lived. In all our lives there are memories like this with hidden lessons in situations and if we stop to observe with attention, they apply to the present day. It is something like the little story I'm going to tell and the lesson she brought me these days. There were times when there was a lot of scouting, in the 70's and 80's until the 90's. It was when the sales and popularity of the nephews of the famous cartoon character Tio Patinhas burst. Huguinho, Zezinho, and Luizinho, as the nephews of the old and well-known Quiquana were called, were scouts and lived on in adventures. My story has little to do with the characters except for being Scouts, but it's also a good reminder of that era.
SMALL GRAVES.
I was studying at one of Aracaju's state public schools in the State of Sergipe, and I remember well a professor of the subject of Commercial Techniques who is one of the protagonists of this story. In fact, I never got to be a Boy Scout, there was no way that Mother depended on my care because she was already sick, but she expressed my wishes that I should join one of the scout groups in the city. I never went, but my teacher, who was also a scout monitor, knew the fact and decided to give me a little. Whenever I could, he would ask for my mother's permission and lead me on the adventures of his group. It was at one of these camps that the teacher taught me how to make a bonfire without using matches or a lighter.
I was a kid from the big city, learning how to turn around in the woods, using only what was in the backpacks to ensure our survival. We sat there at dusk and following the teacher's instructions, we began to gather the elements necessary to build a fire. We dug the dry firewood that was available on the spot, but we could not set fire to it. We were not allowed to carry anything like matches, lighters, paper or anything else that would aid us in the task. Then the teacher said we needed to replace the paper with dry grass and we also had to add small sticks. The woods were filled with the noise of the stones we beat and as we did not get sparks needed to fire, we changed the tactic. We use the technique of friction between sticks. It worked!
After rubbing, the sticks became warm and became embers that we joined the grass and we blow. There was the smoke and then the flames. Our campfire was lit and we were all proud of the teamwork. The lessons he draws from this situation were: Alone it all becomes more difficult and winning in a group is much easier. Secondly, it is possible to face and face situations for which we are not prepared, as long as there is provision. Third: We were a group and every group needs an experienced leader, without whom decisions are impossible to take and the goal to be achieved. Fourth: You have to respect the hierarchy and discipline of the group. But the greatest of all lessons is that no matter the size of the tree, it is no more important than a simple twig.
That boulder lying there on the floor of the woods, insignificant, apparently ugly, was vitally important at the time of lighting the fire to light and warm us up. And if we tried to set fire to the imposing and gigantic tree, we certainly could not, so tree and sticks are special and it is up to us to look at each with extreme respect, after all every twig was already a tree and every tree will one day be a twig. We are all equal in kind, born of the same seed, and today we are beautiful trees, we have not become better than the thin sticks. This is the lesson I learned from that situation by observing it today.
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Filosofía | Pequeños Dibujos.
Yo traigo conmigo varias memorias de la época de mi infancia. Buenos recuerdos que sólo después de adulto, puedo absorber lecciones valiosas con cada situación vivida. En la vida de todos nosotros existen recuerdos así con lecciones ocultas en las situaciones y que si paramos para observar con atención, ellas se aplican a los días actuales. Es algo semejante a la pequeña historia que voy a contar y la lección que me ha traído en estos días. Hubo tiempos en que se hablaba mucho de esculturas, esto en las décadas de 70 y 80, hasta los años 90. Fue cuando estallaron las ventas y la popularidad de los sobrinos del famoso personaje de cómic Tio Patinhas. Huguinho, Zezinho y Luizinho, como se llamaban los sobrinos del viejo y conocido muquirana, eran scouts y vivían aprontando peripecias en sus aventuras. Mi historia tiene poco que ver con los personajes, excepto por el hecho de ser scouts, pero es también un buen recuerdo de aquella época.
PEQUEÑOS GRAVETOS.
Yo estudia en una de las escuelas públicas estatales de Aracaju en el Estado de Sergipe y recuerdo bien de un profesor de la materia Técnicas Comerciales que es un dones protagonistas de este mi relato. En realidad nunca llegué a ser scout, no había como pues mamá dependía de mis cuidados porque ya estaba enferma, pero ella manifestaba así deseos de que yo ingresara en uno de los grupos de scouts existentes en la ciudad. Nunca fui, pero mi profesor, que también era monitor de scouts, supo del hecho y resolvió darme una horca. Siempre que podía, pedía el permiso de mamá y me conducía en las aventuras de su grupo. Fue en uno de estos campamentos que el profesor me enseñó a hacer una hoguera sin usar los fósforos o encendedor.
Yo chico de la gran ciudad, aprendiendo a girar en medio del bosque, utilizando sólo lo que había en las mochilas para garantizar nuestra supervivencia. Nos sentamos allí al caer la tarde y siguiendo las instrucciones del profesor, comenzamos a juntar los elementos necesarios para hacer una hoguera. Pasamos la leña seca que había disponible en el lugar, pero no conseguimos encender en ella. No teníamos permiso para llevar nada semejante a fósforos, encendedores, papel o cualquier otra cosa que nos ayudara en la tarea. Entonces el profesor habló que necesitábamos sustituir el papel por pasto seco y juntar también pequeños gravillas. La mata se llenó del ruido de las piedras que golpeábamos y como no conseguimos chispas necesarias al fuego, cambiamos la táctica. Usamos la técnica de la fricción entre los gravillas. ¡De cierto!
Después de tumbados, los grabados se calentaron y se voltearon brasas que juntamos al pasto y soplamos. Allí estaba el humo y luego las llamas. Nuestra hoguera estaba encendida y todos nosotros orgullosos por el trabajo de equipo. Las lecciones que extrae de esta situación fueron: Solo todo se vuelve más difícil y ganar en grupo es mucho más fácil. Según que es posible encarar y enfrentar situaciones para las que no estamos preparados, siempre que haya disposición. Tercero: Éramos un grupo y todo grupo necesita un líder experimentado, sin el cual las decisiones quedan imposibles de ser tomadas y el objetivo ser alcanzado. Cuarto: Es necesario respetar la jerarquía y la disciplina del grupo. Pero la mayor de todas las lecciones es la de que no importa el tamaño del árbol, no es más importante que un simple grave.
Aquel granito que se solía allí en el suelo de la mata, insignificante, aparentemente feo, tuvo una importancia vital a la hora de encender la hoguera para iluminarnos y calentar. Y si intentáramos prender fuego en el imponente y gigantesco árbol, ciertamente no conseguimos, por lo tanto, el árbol y los gravillas son especiales y cabe a nosotros mirar a ambos con extremo respeto, después de todo todo lo grave ya fue un árbol y todo árbol un día será un grave. Todos nosotros somos iguales en especie, nacemos a partir de la misma semilla y si hoy somos hermosos árboles, no nos hacemos mejores que los magros gravados. He aquí la lección que he aprendido con esa situación observándola en los días de hoy.
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Relacionamentos | Narrativa | Somos Nós e o Amor.
Antes éramos dois que buscavam e que a vida aproximou e o amor uniu. Dois que o amor tornou em um. Nossas vidas se uniram, se misturaram e assim conhecemos um sentimento maior que nós e passamos a vivê-lo. Todas as lutas se tornaram mais fáceis de serem vencidas, os problemas, antes enormes, pareciam menores e já não havia medo de enfrentá-los. As alegrias eram divididas, assim como todas as emoções vividas. Sorríamos de tudo e de tudo brincávamos, como se as tristezas fossem reduzidas á zero e um sorriso bastasse. A noite se tornava curta para nossas conversas e o silêncio era rompido pelas gargalhadas. Não havia hora para rir, porque ali, éramos eu, você e o amor. Não éramos dois, mas um.
Apesar da simplicidade da condição, tínhamos permissão para ser felizes e éramos. Sempre, independente do que estivesse acontecendo, encontrávamos um jeito de dar a volta e sorrir, de encontrar esperanças e certezas que só nós víamos. Só nós curtíamos como se aquele mundo fosse um espaço privado e nele só coubesse um; eu e você. Água e óleo não se unem, mas não éramos assim. Sempre fomos da mesma matéria; o amor. O amor que nos modelou, nos uniu e nos prometeu um ao outro. Unidos por uma liga indestrutível que não pode ser rompida ou arranhada por nada. Algo tão maravilhoso que chega a ser surpreendente. Que foge á compreensão humana. Nossos dias eram mais claros, mesmo quando nublados e neles havia luz forte, a forte luz do nosso sentimento.
Conseguimos, através desta magia, alcançar a adolescência que parecia ter ficado para trás, mas não ficou. Descobrimos juntos que a adolescência sempre estivera conosco e com ela nossos sorrisos, nossa vontade de fazer coisas que adultos já não fazem pela vergonha que sentem. Coisas simples, mas extremamente importantes. Coisas naturais e belas como observar ondas quebrando na praia em um indo e vindo infinito, como descreve Lulú Santos na sua canção. Também descobrimos que nada do que foi será do jeito que já foi um dia, por isso precisávamos criar, inventar e reinventar novas maneiras de encontrar sorrisos. Descobrimos que um abraço tem muito valor quando o mundo está desabando. Sentir o calor do corpo quentinho nos ajuda a manter acesa a chama da esperança.
Quando misturamos nossas vidas, misturamos tudo em nós. Misturamos sorrisos e choros, alegrias e tristezas, decepções, mágoas e rancores, transformamos tudo em felicidade. Fizemos isso porque a vida assim nos ensinou. Assim nos ensinou o amor e assim fizemos. Não fizemos apostas porque não há jogo. Não fizemos sacrifício, fizemos entrega voluntária. Nos doamos um ao outro e nos completamos. Vimos em cada nova luta mais uma oportunidade para vitória e passamos a encarar cada desafio como uma chance de vencer juntos. E a cada vitória um abraço, um novo sorriso e nossas esperanças. Crescemos juntos e quando diminuímos fizemos isto juntos também. Mas jamais permitimos que nos diminuíssem.
Provamos e vivemos o amor assim, em sua essência, como ele deve ser vivido, com fé e determinação e por assim ser, acabamos por descobrir que não há distância, barreira ou obstáculo capaz de separar aquilo que o verdadeiro amor uniu. E nós não fomos unidos por palavras, por promessas e declarações, mas pelas ações que nos ajudaram e ajudam a vencer todas as barreiras que atravessam nossos caminhos, sempre com o aval do nosso criador, aquele que é Senhor do amor e que por amor conseguiu perdoar todos os erros que cometemos e mais ainda, consegue nos proteger de todas as investidas e setas que o inimigo possa lançar em nossa direção. Assim, pela fé, somos nós e o amor, mais que vitoriosos.
A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.
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Relationships | Narrative | It's Us and Love.
Before we were two who sought and that life came and love united. Two that love has become one. Our lives have merged, blended together and thus we know a greater feeling than ourselves and come to live it. All the struggles became easier to overcome, the problems, once enormous, seemed smaller and there was no longer any fear of facing them. The joys were divided, as were all the emotions experienced. We laughed at everything and everything we played, as if the sorrows were reduced to zero and a smile was enough. The night became short for our conversations, and the silence was broken by laughter. There was no time to laugh, because there, it was me, you and love. We were not two, but one.
Despite the simplicity of the condition, we were allowed to be happy and we were. Whatever was happening, we always found a way to turn around and smile, to find hopes and certainties that only we saw. Only we enjoyed ourselves as if this world were a private space and only one of them; you and me. Water and oil do not come together, but we were not. We have always been of the same material; love. The love that shaped us, united us and promised us each other. United by an indestructible league that can not be broken or scratched by anything. Something so wonderful that it comes as astonishing. That escapes human understanding. Our days were clearer, even when cloudy and in them there was strong light, the strong light of our feeling.
Through this magic we managed to reach the adolescence that seemed to have lagged behind, but it was not. We discovered together that adolescence had always been with us and with it our smiles, our willingness to do things that adults no longer do because of the shame they feel. Simple things, but extremely important. Natural and beautiful things like watching waves crashing on the beach in an endless coming and going, as Lulú Santos describes in his song. We also discovered that nothing was as it was a day, so we had to create, invent and reinvent new ways to find smiles. We find that a hug is very valuable when the world is falling apart. Feeling the warmth of the warm body helps us keep the flame of hope alive.
When we mix our lives, we mix everything in ourselves. We mix smiles and cries, joys and sorrows, disappointments, sorrows and grudges, we turn everything into happiness. We did this because life taught us so. This is how love taught us and we did. We did not make bets because there is no game. We did not sacrifice, we did voluntary surrender. We donate each other and we complete each other. We saw in each new fight another opportunity for victory and we came to face each challenge as a chance to win together. And with each victory a hug, a new smile and our hopes. We grew up together and when we slowed down we did it together as well. But we never allowed them to diminish us.
We prove and live love in its essence, how it must be lived, with faith and determination and so to be, we find out that there is no distance, barrier or obstacle capable of separating what true love has united. And we were not united by words, by promises and declarations, but by the actions that helped us and help overcome all the barriers that cross our paths, always with the endorsement of our creator, the Lord of love and who for love forgiving all the mistakes we have made and even more, can protect us from all the attacks and arrows that the enemy can throw towards us. So by faith, it is us and love, more than victorious.
The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.
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Relaciones | Narrativa | Somos nosotros y el amor.
Antes éramos dos que buscaban y que la vida se acercó y el amor unió. Dos que el amor hizo en uno. Nuestras vidas se unieron, se mezclaron y así conocemos un sentimiento mayor que nosotros y pasamos a vivirlo. Todas las luchas se hicieron más fáciles de vencer, los problemas, antes enormes, parecían más pequeños y ya no había miedo de enfrentarlos. Las alegrías se dividían, así como todas las emociones vividas. Nos fuimos de todo y de todo jugábamos, como si las tristezas fueran reducidas a cero y una sonrisa bastara. La noche se hacía corta para nuestras conversaciones y el silencio se rompía por las carcajadas. No había hora para reír, porque allí, éramos yo, tú y el amor. No éramos dos, sino uno.
A pesar de la simplicidad de la condición, teníamos permiso para ser felices y éramos. Siempre, independientemente de lo que ocurría, encontrábamos una manera de dar la vuelta y sonreír, de encontrar esperanzas y certezas que sólo nosotros veníamos. Sólo nosotros cortamos como si aquel mundo fuera un espacio privado y en él sólo cabría uno; tú y yo. Agua y aceite no se unen, pero no éramos así. Siempre fuimos de la misma materia; el amor. El amor que nos modeló, nos unió y nos prometió el uno al otro. Unidos por una aleación indestructible que no puede romperse o arañada por nada. Algo tan maravilloso que llega a ser sorprendente. Que huye a la comprensión humana. Nuestros días eran más claros, incluso cuando nublados y en ellos había luz fuerte, la fuerte luz de nuestro sentimiento.
Conseguimos, a través de esta magia, alcanzar la adolescencia que parecía haber quedado atrás, pero no se quedó. Descubrimos juntos que la adolescencia siempre estuvo con nosotros y con ella nuestras sonrisas, nuestra voluntad de hacer cosas que los adultos ya no hacen por la vergüenza que sienten. Cosas simples, pero extremadamente importantes. Cosas naturales y bellas como observar las olas rompiendo en la playa en un ir y venido infinito, como describe Lulú Santos en su canción. También descubrimos que nada de lo que fue será de la manera que ya fue un día, por eso necesitábamos crear, inventar y reinventar nuevas maneras de encontrar sonrisas. Descubrimos que un abrazo tiene mucho valor cuando el mundo se está desmoronando. Sentir el calor del cuerpo calentito nos ayuda a mantener encendida la llama de la esperanza.
Cuando mezclamos nuestras vidas, mezclamos todo en nosotros. Mezclamos sonrisas y lloras, alegrías y tristezas, decepciones, penas y rencores, transformamos todo en felicidad. Lo hicimos porque la vida nos enseñó. Así nos enseñó el amor y así lo hicimos. No hicimos apuestas porque no hay juego. No hicimos sacrificios, hicimos entrega voluntaria. Nos damos el uno al otro y nos completamos. Vimos en cada nueva lucha más una oportunidad para ganar y pasamos a encarar cada desafío como una oportunidad de vencer juntos. Y a cada victoria un abrazo, una nueva sonrisa y nuestras esperanzas. Crecimos juntos y cuando disminuimos lo hicimos juntos también. Pero jamás permitimos que nos disminuir.
Hemos probado y vivimos el amor así, en su esencia, cómo debe ser vivido, con fe y determinación y por así ser, acabamos por descubrir que no hay distancia, barrera o obstáculo capaz de separar aquello que el verdadero amor unió. Y nosotros no fuimos unidos por palabras, por promesas y declaraciones, sino por las acciones que nos ayudaron y ayudan a vencer todas las barreras que atravesan nuestros caminos, siempre con el aval de nuestro creador, aquel que es Señor del amor y que por amor logró perdonar todos los errores que cometemos y más aún, nos puede proteger de todas las embestidas y flechas que el enemigo pueda lanzar hacia nosotros. Así, por la fe, somos nosotros y el amor, más que victoriosos.
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Conto | Aprendiz de Adulto | A Pescaria.
O sol já começava a baixar naquele sábado e nós estávamos todos eufóricos preparando os apetrechos para a pescaria. Estávamos eu e mais quatro adultos, sendo duas mulheres. Iríamos no caminhão de um deles e a pesca seria feita com uma rede de malha fina que media cerca de seis metros de comprimento por três de altura. Colocamos nas mochilas comida, fósforos, facas e facões, um pequeno fogareiro, carvão, álcool, gelo e gravetos secos para atear o fogo. Também levávamos água potável e bebidas, além algum dinheiro para emergências. Na época não haviam celulares. O nosso líder e proprietário do caminhão havia escolhido aquela noite de sábado por causa da fase da lua, que segundo ele, estava propícia para a pesca e ofereceria boa luminosidade e uma visão boa para nós. Como era mais experiente na pesca, todos concordaram e após arrumarmos as coisas, seguimos embarcando no velho caminhão dele.
O local escolhido não era muito distante dali e fica á margem de uma avenida chamada de Beira-Mar, área de encontro entre o rio Sergipe e o Oceano Atlântico que banha Aracaju. A Coroa do Meio, como é conhecida a região, possui uma pequena faixa de manguezal nas suas margens e logo á frente é possível ver os coqueirais da Ilha de Santa Luzia que carinhosamente é conhecida como Barra dos Coqueiros. A visão ali era impressionante, principalmente ao por-do-sol. O rio Sergipe desaguava bem ali, com suas águas mansas e suas traiçoeiras correntes ocultas. Por ser um lugar de encontro de águas a vida marinha era abundante na época em que havia poluição mínima do local. Chegamos e logo começamos a improvisar uma pequena barraca com a lona do caminhão e as varetas que trouxemos. Acendemos o fogareiro e ficamos aguardamos as ordens do nosso "comandante".
Antes de começarmos a pescar o Ari, proprietário do caminhão, senhor da pesca e nosso comandante chefe resolveu exibir-se e nos contar suas tantas aventuras de pescador. Justificou ele que estava muito cedo e que devíamos aguardar a altura certa da lua para enxergar os cardumes de peixes Tainhas e camarões que viriam alimentar-se ali. Estávamos sentados na areia, sob a luz tênue da lua e ouvidos abertos para as estórias de pescador do Ari. Como os demais eram adultos e apenas eu ainda estava na adolescência, ficava ali olhando para ele, curioso, acreditando em tudo que a criatura dizia. Contou-nos que certa vez havia deixado um enorme peixe (Ele abriu os braços para mostrar o tamanho) morder e engolir metade do seu braço apenas para tira-lo das águas. Imagine eu, quase uma criança, prestes a entrar nas águas escuras de um rio que encontrava com o mar e produzia fortes correntezas, como estava naquele momento. O coração coitado, quase saltando pela boca de tanto desespero.
Pergunte-lhe se ali haviam tubarões. Ele afirmou que sim.Quase chorei me borrando de medo. Mas enfim chegou a hora do tudo ou nada. Entramos na água e eu, num surto de loucura, pedi para segurar uma das varas da rede. Sabendo nadar como ninguém ali, resolvi também me exibir. Fui para a parte mais profunda segurando a vara da rede. Foi neste momento que escutei o barulho de algo caindo na água. Não sei como meus olhos não saíram da órbita. Olhei na direção do barulho e pude ver um enorme vulto preto de um peixe saltando e mergulhando nas águas escuras bem próximo a mim. Mas foi quando olhei para o comandante e não vi mais ninguém que resolvi correr dali e só parar no próximo caminhão onde todos estavam. Quantos valentes! Ah maldita pescaria. Vimos um golfinho que brincava nas águas e que Ari jurava que era um tubarão. Nossa pescaria terminou sendo nas margens rasas, distante das Tainhas e bem longe do "tubarão". Mas valeu, enchemos várias latas com siris e camarões o que salvou aquela noite em que nos borramos juntos com medo de um golfinho.
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Tale | Adult Apprentice | The Fishery.
The sun was already beginning to drop that Saturday and we were all euphoric preparing the gear for the fishery. It was me and four adults, two women. We would go in the truck of one of them and the fishing would be done with a net of fine mesh that measures about six meters of length by three of height. We put food, matches, knives and machetes in the backpacks, a small stove, charcoal, alcohol, ice and dry sticks to set the fire. We also brought drinking water and drinks, plus some money for emergencies. At the time there were no cell phones. Our leader and truck owner had chosen that Saturday night because of the phase of the moon, which he said was suitable for fishing and would offer good light and a good view for us. As he was more experienced at fishing, we all agreed and after we got things sorted, we continued to board his old truck.
The chosen place was not very far from there and it is on the edge of an avenue called Beira-Mar, meeting area between the river Sergipe and the Atlantic Ocean that bathes Aracaju. The Coroa do Meio, as the region is known, has a small strip of mangrove swamps on its banks, and soon you can see the coconut groves of Santa Luzia Island, which is affectionately known as Barra dos Coqueiros. The view there was impressive, especially at sunset. The Sergipe River flowed right there, with its calm waters and its treacherous hidden currents. Being a place of encounter of waters the marine life was abundant in the time in which there was minimum pollution of the place. We arrived and soon began to improvise a small tent with the canvas of the truck and the sticks we brought. We lit the stove and waited for the orders of our "commander".
Before we started fishing for Ari, the owner of the truck, master of fishing, and our chief commander decided to show off and tell us his many adventures as a fisherman. He justified that it was very early and that we should wait for the right time of the moon to see the schools of mullet fish and shrimps that would come to feed there. We were sitting on the sand in the dim light of the moon and ears open to Ari's fisherman's stories. Since the others were adults and only I was still in my teens, I would stare at him curiously, believing everything the creature said. He told us that he had once left a huge fish (He spread his arms to show his size) to bite and swallow half of his arm just to get him out of the water. Imagine me, almost a child, about to enter the dark waters of a river that meets the sea and produces strong currents, as it was at that moment. The poor heart, almost leaping from the mouth of so much despair.
Ask him if there were sharks. He said yes. Almost cried, blurring me with fear. But at last the time of everything or nothing. We went into the water and I, in a frenzy of madness, asked to hold one of the rods of the hammock. Knowing how to swim like no one there, I also decided to show myself. I went to the deepest part holding the rod of the net. It was at this moment that I heard the sound of something falling in the water. I do not know how my eyes got out of orbit. I looked in the direction of the noise and could see a huge black figure of a fish jumping and diving in the dark waters right next to me. But it was when I looked at the commander and saw no one else that I decided to run from there and just stop at the next truck where everyone was. How many braves! Ah fucking fish. We saw a dolphin playing in the water and Ari swore it was a shark. Our fishery ended up being on the shallow banks, far from the Mullets and well away from the "shark". But good enough, we stuffed several cans with snails and shrimp which saved that night when we blurted out together for fear of a dolphin.
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Cuento | Aprendiz de Adulto | La Pesquería.
El sol ya empezaba a bajar aquel sábado y nosotros estábamos todos eufóricos preparando los utensilios para la pesca. Estábamos yo y cuatro adultos, siendo dos mujeres. Iríamos en el camión de uno de ellos y la pesca se haría con una red de malla fina que media cerca de seis metros de largo por tres de altura. Colocamos en las mochilas comida, fósforos, cuchillos y machetes, un pequeño fogón, carbón, alcohol, hielo y grabados secos para encender el fuego. También llevábamos agua potable y bebidas, además de algún dinero para emergencias. En la época no había celulares. Nuestro líder y propietario del camión había escogido aquella noche de sábado debido a la fase de la luna, que según él, era propicia para la pesca y ofrecería buena luminosidad y una buena visión para nosotros. Como era más experimentado en la pesca, todos concordaron y después de arreglar las cosas, seguimos embarcando en el viejo camión de él.
El lugar elegido no estaba muy lejos de allí y se encuentra al margen de una avenida llamada de Beira-Mar, área de encuentro entre el río Sergipe y el Océano Atlántico que baña Aracaju. La Corona del Medio, como es conocida la región, posee una pequeña franja de manglares en sus márgenes y luego al frente es posible ver los coqueros de la Isla de Santa Luzia que cariñosamente es conocida como Barra de los Coqueiros. La visión allí era impresionante, principalmente a la puesta de sol. El río Sergipe desaguaba bien allí, con sus aguas mansas y sus traicioneras corrientes ocultas. Por ser un lugar de encuentro de aguas la vida marina era abundante en la época en que había contaminación mínima del local. Llegamos y luego empezamos a improvisar una pequeña carpa con la lona del camión y las varillas que trajimos. Encendimos el fogón y esperamos las órdenes de nuestro "comandante".
Antes de empezar a pescar el Ari, propietario del camión, señor de la pesca y nuestro comandante jefe resolvió exhibirse y contarnos sus tantas aventuras de pescador. Justificó que estaba muy temprano y que debíamos aguardar la altura correcta de la luna para ver los cardúmenes de peces Tainhas y camarones que vendrían a alimentarse allí. Estábamos sentados en la arena, bajo la luz tenue de la luna y oídos abiertos a las historias de pescador del Ari. Como los demás eran adultos y sólo yo todavía estaba en la adolescencia, quedaba allí mirándole, curioso, creyendo en todo lo que la criatura decía. Nos contó que una vez había dejado un enorme pescado (Él abrió los brazos para mostrar el tamaño) morder y tragar la mitad de su brazo sólo para sacarlo de las aguas. Imagínese, casi un niño, a entrar en las aguas oscuras de un río que encontraba con el mar y producía fuertes corrientes, como estaba en aquel momento. El corazón pobre, casi saltando por la boca de tanta desesperación.
Pregúntele si allí había tiburones. Él afirmó que sí. Casi lloré me enmascarando de miedo. Pero finalmente llegó la hora de todo o nada. Entramos en el agua y yo, en un brote de locura, pedí para sostener una de las varas de la red. Sabiendo nadar como nadie allí, resolví también exhibirme. Fui a la parte más profunda sosteniendo la vara de la red. Fue en este momento que escuché el ruido de algo cayendo en el agua. No sé cómo mis ojos no salieron de la órbita. Miré hacia el ruido y pude ver un enorme bulto negro de un pez saltando y sumergido en las aguas oscuras muy cerca de mí. Pero fue cuando miré al comandante y no vi a nadie más que resolví correr de allí y sólo parar en el próximo camión donde todos estaban. ¡Cuántos valientes! Ah maldita pescar. Vimos un delfín que jugaba en las aguas y que Ari juraba que era un tiburón. Nuestra pesquería terminó siendo en los márgenes rasos, lejos de las Tainhas y muy lejos del "tiburón". Pero valió, llenamos varias latas con siris y camarones lo que salvó aquella noche en que nos marchamos juntos con miedo de un delfín.
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Prosa | Aventura | Onde Começa o Céu.
Vivia incomodado, pensando em como seria o encontro do céu e da terra, se isto acontecesse um dia. Pensava nas nuvens lambendo as montanhas e os picos invadindo o céu, como se fosse um evento colossal, algo que hoje um sonho, pudesse parecer normal. Mas ele mal sabia que isto de fato já acontecia nos picos mais altos da terra onde não é fácil de se chegar, quando céu e montanha se beijam e parecem saborosamente se amar. Um pensamento poético eu diria, mas que ele sonhou que contemplaria antes que a sua vida pudesse acabar. Iria até os confins da terra, se fosso preciso, iria em busca do paraíso e veria finalmente, a imagem que te deixaria contente; céu e terra a se encontrar.
Mas que faria quando visse um fenômeno tão magistral? Algo de tal porte, tão fenomenal que poucas visões alcançaram? Faria fotos por certo, registraria o momento e vibraria por dentro, vivendo seu episódio único do encontro dos elementos que fazem a vida acontecer. Escreveria um livro talvez, contando sua aventura fantástica e nele incluiria as fotos para que todos vissem aquilo que ele viu. O dia em que a terra subiu para encontrar-se com o céu ou ainda quando o céu desceu para fazer um afago gentil na terra que o esperava. Na verdade estava tão encantado só com o sonho de ver a cena, que nem saberia o que ao certo escrever, mas de algo ele já sabia, um dia iria ver o lugar onde o encontro se daria.
Ele jovem ainda, quase que um menino, não fossem seus 27 anos de história, sonhava em viver aquela glória e ver o céu bem de pertinho do alto de uma montanha. Até então, uma visão que ele só imaginava e somente ter este sonho, de fato já lhe encantava, transportava seus pés do chão. Como seria afinal, tal acontecimento? Remoía em pensamentos aquele ideia principal que não lhe dava sossego. Era dia e noite pensando nisto e de como conseguiria realizar este feito. Mas estava decidido, faria de qualquer jeito, não importava quanto custasse, ele não desistiria de conhecer o lugar onde o céu e a terra se encontrariam.
Um dia o jovem Rockfeller, assim se chamava o moço, descobriu um lugar que descrevia com perfeição o colosso daquele seu sonho incomum. Parecia lugar nenhum pelas fotos que ele via, mas de fato ele existia e o rapaz partiu até lá. Foram dias de viagem de ônibus e avião até de carro particular até que ele chegasse perto daquele lugar. Quando de longe ele viu as montanhas e o céu se encontrando não se conteve, começou então a chorar. Era uma alegria incontida, destas que só se sente uma vez na vida para nunca mais esquecer. Decidiu então se aproximar o mais que podia e então contratou um guia que o levasse até lá. O guia experiente, contou dos perigos que havia e o moço disse que enfrentaria, mas gostaria de ir.
Subiram a montanha de terreno acidentado, pouco ar para respirar e rara vegetação, a não a grama bem rala. Viram animais pequenos, passarinhos e serpentes, mas não havia um pé de pessoa, nenhum sinal de gente. Quanto mais subiam mais o ar lhes faltava, no guia pelo falta de oxigênio, no moço pela visão que contemplava. Chegaram ao pico, ponto mais alto da montanha e diante do que via, Rockfeller nem falava. Só abria a boca encantado, quase hipnotizado enquanto seus olhos saltavam. Pronto! Seu sonho estava realizado. Presenciou o encontro tão esperado e o beijo do céu na terra como romance sacramentado nos seus sonhos de muitos anos. Exatamente como previa, aquilo era algo que sonhara a vida inteira e neste momento realizava. Partiu dali satisfeito igual a criança contente, alegre e sorridente a brincar, pensando em qual seria finalmente, o próximo sonho a realizar.
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Prose | Adventure | Where Heaven Begins.
He was troubled, thinking about what it would be like to meet heaven and earth, if it ever happened. He thought of the clouds licking the mountains and the peaks invading the sky, as if it were a colossal event, something that today a dream, might seem normal. But he barely knew that this was already happening on the highest peaks of the earth where it is not easy to get to, when heaven and mountain kiss and tastefully love each other. A poetic thought I would say, but that he dreamed he would contemplate before his life could end. I would go to the ends of the earth, if I had to, I would go in search of paradise and finally see the image that would make you happy; heaven and earth to meet.
But what would he do when he saw such a masterful phenomenon? Something of such size, so phenomenal that few visions have reached? He would take pictures for sure, record the moment and vibrate inside, living his unique episode of meeting the elements that make life happen. He would write a book perhaps, telling his fantastic adventure and would include the photos in it so that everyone would see what he saw. The day the earth ascended to meet the sky or even when the sky came down to make a gentle caress in the land that awaited him. In fact he was so enchanted with only the dream of seeing the scene, he would not even know what to write, but something he already knew, one day he would see where the meeting would take place.
He was still young, almost a boy, but for his 27-year history, he dreamed of living that glory and seeing the sky very close to the top of a mountain. Until then, a vision that he only imagined and only to have this dream, in fact already enchanted to him, transported his feet of the ground. What, then, would such an event be? He was reeling in thought that main idea that did not give him peace. It was day and night thinking about this and how he could accomplish this feat. But he was determined, he would do anyway, no matter how much it cost, he would not give up knowing the place where heaven and earth would meet.
One day the young Rockefeller, that's the name of the young man, discovered a place that perfectly described the colossus of his unusual dream. It seemed nowhere near the pictures he saw, but in fact he existed and the boy left. It was days of travel by bus and plane to private car until he got close to that place. When from afar he saw the mountains and the sky found he could not contain himself, he began to cry. It was an uncontained joy, of which only one feels once in a lifetime never to forget. He decided to get as close as he could and then hired a guide to take him there. The experienced guide, told of the dangers that there was and the boy said he would face, but would like to go.
They climbed the mountain of rugged terrain, little air to breathe, and rare vegetation, not the very sparse grass. They saw small animals, birds and snakes, but there was not a person's foot, no sign of people. The more they went up the air the more they lacked, the guide for the lack of oxygen, the boy by the sight he was watching. They reached the peak, the highest point of the mountain, and in front of what he saw, Rockfeller did not even speak. He only opened his enchanted mouth, almost hypnotized as his eyes leapt. Ready! His dream was fulfilled. He witnessed the long awaited meeting and the kiss of heaven on earth as a sacrament romance in his long-held dreams. Just as he foresaw, it was something he had dreamed his whole life, and now he was doing. Satisfied, happy, happy, smiling child jumped out of it, thinking of what would finally be the next dream.
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Prosa | Aventura | Donde comienza el cielo.
Vivía incomodado, pensando en cómo sería el encuentro del cielo y de la tierra, si esto sucediera un día. Pensaba en las nubes lamiendo las montañas y los picos invadiendo el cielo, como si fuera un evento colosal, algo que hoy un sueño, pudiera parecer normal. Pero él apenas sabía que esto de hecho ya ocurría en los picos más altos de la tierra donde no es fácil de llegar, cuando cielo y montaña se besan y parecen sabiamente amarse. Un pensamiento poético yo diría, pero que él soñó que contemplaría antes de que su vida pudiera acabar. Yo iría hasta los confines de la tierra, si fuese preciso, iría en busca del paraíso y vería finalmente la imagen que te dejaría contenta; cielo y tierra a encontrarse.
Pero ¿qué haría cuando viera un fenómeno tan magistral? Algo de tal porte, tan fenomenal que pocas visiones alcanzaron? Faria fotos por cierto, registraría el momento y vibrar por dentro, viviendo su episodio único del encuentro de los elementos que hacen la vida suceder. En ese momento, escribía un libro tal vez, contando su aventura fantástica y en él incluiría las fotos para que todos vieran lo que él vio. El día en que la tierra subió para encontrarse con el cielo o aún cuando el cielo descendió para hacer un abrazo gentil en la tierra que lo esperaba. En realidad estaba tan encantado sólo con el sueño de ver la escena, que ni sabría lo que a escribir, pero de algo él ya sabía, un día iba a ver el lugar donde el encuentro se daría.
El joven aún, casi un niño, no fueran sus 27 años de historia, soñaba con vivir aquella gloria y ver el cielo bien de cerca de una montaña. Hasta entonces, una visión que él sólo imaginaba y sólo tener este sueño, de hecho ya le encantaba, transportaba sus pies del suelo. ¿Cómo sería, después de todo, tal acontecimiento? Quitaba en pensamientos aquella idea principal que no le daba tranquilidad. Era día y noche pensando en esto y de cómo lograría realizar este hecho. Pero estaba decidido, haría de cualquier manera, no importa cuánto costara, él no desistiría de conocer el lugar donde el cielo y la tierra se encontrarían.
Un día el joven Rockfeller, así se llamaba el mozo, descubrió un lugar que describía con perfección el coloso de aquel su sueño inusual. En el caso de las fotos que él veía, pero de hecho él existía y el muchacho partió hasta allí. Fueron días de viaje en autobús y avión hasta en coche privado hasta que llegase cerca de aquel lugar. Cuando de lejos él vio las montañas y el cielo se encontró no se contuvo, comenzó a llorar. Era una alegría incontenible, de las que sólo se siente una vez en la vida para nunca olvidar. Decidió entonces acercarse lo más que podía y entonces contrató una guía que lo llevara hasta allí. El guía experimentado, contó de los peligros que había y el mozo dijo que se enfrentaría, pero me gustaría ir.
Subieron la montaña de terreno accidentado, poco aire para respirar y rara vegetación, a no la hierba bien rala. Vieron animales pequeños, pajaritos y serpientes, pero no había un pie de persona, ningún signo de gente. Cuanto más subían más el aire les faltaba, en el guía por la falta de oxígeno, en el mozo por la visión que contemplaba. Llegaron al pico, punto más alto de la montaña y delante de lo que veía, Rockfeller ni hablaba. Sólo abría la boca encantada, casi hipnotizada mientras sus ojos saltaban. ¡Listo! Su sueño estaba realizado. Presenció el encuentro tan esperado y el beso del cielo en la tierra como romance sacramentado en sus sueños de muchos años. Exactamente como preveía, aquello era algo que soñó la vida entera y en este momento realizaba. Se partió de allí satisfecho igual al niño alegre, alegre y sonriente a jugar, pensando en cuál sería finalmente, el próximo sueño a realizar.
La presente obra, así como todos los textos contenidos en esta página web, se encuentran protegidos por las Leyes Nacionales e Internacionales de Derechos de Propiedad Intelectual, siendo prohibidas las copias, collages, reproducción, divulgación o uso de los contenidos presentados en este blog, independiente de los medios o sin la autorización expresa del autor Tony Casanova, a quien corresponde, única y exclusivamente los Derechos sobre el material presentado. La violación de estos Derechos se constituye crimen previsto en la Legislación y será sancionada con los rigores legales.
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Conto | Memórias | Sonhos de Um Infante.
Buscando velhas memórias da minha infância me surpreendo como os tempos mudaram e com ele as pessoas. Quando crianças, como todo menino eu tinha sonhos, mas não os sonhos de um adulto ou mesmo uma criança de hoje. Eram sonhos apropriados de uma criança dos anos 70 e 80. Época em que crianças agiam como crianças, pensavam e falavam, também sonhavam como crianças. Havia um mundo próprio dos infantes que não sofria a forte influência do mundo adulto e das mídias perniciosas. Tudo era bem menos expostos e os respingos eram menores. Lembro-me do meu primeiro amor, eu que tão jovem, imaturo e inexperiente dizia-me apaixonado pela Aninha, uma linda menina que estudava na mesma classe que eu. Obviamente nunca fui bonito, mas me destacava pelo esforço nos estudos e habilidade e desempenho nas provas, o que me garantia uma certa vantagem quanto ás outras crianças. Não foi difícil aproximar-me da moça e depois cortejá-la. Lembro-me de que ela me convidou a conduzi-la até em casa, o que era considerado praticamente um namoro quando a moça permitia que o rapaz a acompanhasse.
Nervoso e ansioso ao mesmo tempo, fui acompanhando a Aninha enquanto conversávamos sobre assuntos aleatórios. Era mantida uma distância entre nós, mesmo porque qualquer aproximação da moça me deixava muito nervoso. Em todas as ações havia a sombra do respeito, da responsabilidade que sufocava o desejo de abraçar e beijar. É óbvio que havia o desejo de ambos, mas era um sentimento contido, controlado. Seguimos assim por grande parte do caminho até que nossas mãos esbarraram e num gesto que podia ser considerado de extrema ousadia, eu segurei a mão dela. Não posso descrever a sensação daquele toque em suas mãos. Comecei a suar, ficar trêmulo, a respiração ofegava e eu não conseguia olhar no rosto dela. Aliás, nenhum de nós conseguia se olhar. Era como se aquele toque revelasse algo em nós que tentávamos esconder.
De mãos dadas prosseguimos com a certeza de que aquele enlace de mãos representava o selo do namoro e marcava um compromisso entre nós. Chegamos enfim á porta do prédio onde ela morava. Como ainda estava cedo ou pelo menos nós pensávamos que estivesse, resolvemos conversar um pouco. Na verdade naquela época o conversar era "namorar", onde eram evitados os toques físicos que poderiam levar a algo desejado, mas completamente proibido para os padrões. Nos despedimos após resistir á vontade de selar o primeiro beijo, onde o máximo da noite foi um beijo na testa, beijo este que nos deixou ainda mais nervosos.
No dia seguinte mais uma vez fui levá-la em casa e já não houve a mesma sensação ao pegar em sua mão. Não havia mais vergonha ou inibição. O gesto veio de forma natural. Apesar de sermos jovens e de todo desejo que sentíamos, nós sabíamos que se rompêssemos as barreiras que nos limitavam no namoro, haveriam consequências para as quais não estávamos preparados. Este era o grande diferencial da época em relação ás crianças. Tínhamos acesso ás informações sim, mas não com distorções, pois não havia mídias acessíveis para nos corromper, mas a presença constante de pais e responsáveis que nos auxiliavam na nossa disciplina. Eram crianças melhores que as de hoje? Não! Eram apenas crianças, assim como todas as crianças de hoje. O que mudou foram os adultos, a forma como educam e disciplinam as crianças de hoje.
O primeiro beijo que eu e a Aninha trocamos não se pareceu em nada com os beijos trocados por crianças de hoje. Não havia malícia ou conotação sexual, mas muito nervosismo e sudação por conta da ousadia considerada no gesto. Nos abraçamos e foi difícil esconder a excitação, aliás não foi difícil, mas impossível. Então você me pergunta: Qual a diferença, se hoje as crianças sentem o mesmo? Eu vou te responder que a diferença não está contida no desejo, este que é próprio do ser humano, é natural, mas a grande diferença é que eu e a Aninha ficamos por ali. Não houve avanço porque sabíamos das consequências e não era este o objetivo. A chave da questão não está em impedir o desejo que se sente, mas em impedir que ele avance e traga prejuízos para ambos. Nisto eu poderia dizer que naquele momento nós dois, enquanto crianças, estávamos sendo mais adultos que muitos adultos dos tempos atuais.
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Tale | Memory | Dreams of an Infant.
Seeking old memories of my childhood surprised me how times have changed and with it people. As children, like every boy I had dreams, but not the dreams of an adult or even a child of today. They were appropriate dreams of a child of the 70s and 80s. At a time when children acted like children, they thought and talked, they also dreamed like children. There was a world of infants that did not suffer the strong influence of the adult world and pernicious media. Everything was far less exposed and the spills were smaller. I remember my first love, I, who was so young, immature and inexperienced, told me that I was in love with Aninha, a beautiful girl who studied in the same class as me. Obviously I was never handsome, but I stood out for the effort in studies and ability and performance in the tests, which gave me a certain advantage over other children. It was not difficult to approach the girl and then court her. I remember she invited me to drive her home, which was considered almost a date when the girl allowed the boy to accompany her.
Nervous and anxious at the same time, I went along with Aninha as we talked about random matters. There was a distance between us, even though any approach of the girl made me very nervous. In all actions there was the shadow of respect, the responsibility that choked the desire to embrace and kiss. Obviously there was the desire of both, but it was a contained, controlled feeling. We followed for much of the way until our hands bumped and in a gesture that could be considered of extreme daring, I took her hand. I can not describe the feel of that touch in his hands. I started to sweat, I trembled, my breath gasped and I could not look into her face. In fact, none of us could look at each other. It was as if that touch revealed something in us that we tried to hide.
Hand in hand, we proceeded with the certainty that this bond of hands represented the seal of the courtship and marked a compromise between us. We finally arrived at the door of the building where she lived. Since it was still early or at least we thought it was, we decided to talk a little. In fact at that time the talk was "dating", where the physical touches that would lead to something desired, but completely forbidden by standards, were avoided. We said goodbye after resisting the urge to seal the first kiss, where the maximum of the night was a kiss on the forehead, a kiss that made us even more nervous.
The next day one more time I took her home and there was no longer the same sensation when I took her hand. There was no more shame or inhibition. The gesture came naturally. Although we were young and with every desire we felt, we knew that if we broke the barriers that limited us in dating, there would be consequences for which we were not prepared. This was the great differential of the time in relation to children. We had access to information, yes, but not with distortions, because there were no accessible means to corrupt us, but the constant presence of parents and guardians who helped us in our discipline. Were children better than today? No! They were just kids, just like all kids today. What has changed are the adults, the way they educate and discipline the children of today.
The first kiss that Aninha and I exchanged looked nothing like the kisses exchanged by children today. There was no malice or sexual connotation, but much nervousness and sweating because of the boldness considered in the gesture. We hugged each other and it was difficult to hide the excitement, but it was not difficult, but impossible. So you ask me: What's the difference, if today the children feel the same? I'm going to tell you that difference is not contained in desire, that which is proper to the human being, is natural, but the great difference is that Aninha and I stay there. There was no progress because we knew the consequences and this was not the goal. The key to the issue is not to stop the urge you feel but to prevent it from moving forward and bringing harm to both. In this I could say that at that moment both of us, as children, were being more adults than many adults of the present times.
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Cuento | Memorias | Sueños de un Infante.
Buscando viejos recuerdos de mi infancia me sorprendo cómo los tiempos cambiaron y con él las personas. Cuando niños, como cada niño tenía sueños, pero no los sueños de un adulto o aún un niño de hoy. Eran sueños apropiados de un niño de los años 70 y 80. Época en que niños actuaban como niños, pensaban y hablaban, también soñaban como niños. Había un mundo propio de los infantes que no sufría la fuerte influencia del mundo adulto y de los medios perniciosos. Todo estaba mucho menos expuesto y las salpicaduras eran más pequeñas. Recuerdo mi primer amor, yo que tan joven, inmaduro e inexperto me decía enamorado de la Aninha, una hermosa niña que estudiaba en la misma clase que yo. Obviamente nunca fui bonito, pero me destacaba por el esfuerzo en los estudios y habilidad y desempeño en las pruebas, lo que me garantizaba una cierta ventaja en cuanto a los otros niños. No fue difícil acercarme a la muchacha y luego cortarla. Recuerdo que ella me invitó a conducirla hasta en casa, lo que se consideraba prácticamente un noviazgo cuando la muchacha le permitía que el muchacho la acompañara.
Nervoso y ansioso al mismo tiempo, fui acompañando a la Aninha mientras conversábamos sobre temas aleatorios. Se mantenía una distancia entre nosotros, incluso porque cualquier acercamiento de la muchacha me dejaba muy nervioso. En todas las acciones había la sombra del respeto, de la responsabilidad que sofocaba el deseo de abrazar y besar. Es obvio que había el deseo de ambos, pero era un sentimiento contenido, controlado. Seguimos así por gran parte del camino hasta que nuestras manos chocaron y en un gesto que podía ser considerado de extrema osadía, yo sostenía su mano. No puedo describir la sensación de ese toque en sus manos. Comencé a sudar, quedarse trémulo, la respiración se agitaba y yo no podía mirar en su rostro. Por cierto, ninguno de nosotros podía mirar. Era como si aquel toque revelara algo en nosotros que intentábamos ocultar.
De las manos dadas seguimos con la certeza de que aquel enlace de manos representaba el sello del noviazgo y marcaba un compromiso entre nosotros. Llegamos a la puerta del edificio donde vivía. Como todavía estaba temprano o al menos pensábamos que estuviera, resolvemos conversar un poco. En realidad, en aquella época el conversar era "enamorarse", donde se evitaban los toques físicos que podrían llevar a algo deseado, pero completamente prohibido para los patrones. Nos despedimos después de resistir la voluntad de sellar el primer beso, donde el máximo de la noche fue un beso en la frente, beso este que nos dejó aún más nerviosos.
Al día siguiente una vez más fui a llevarla en casa y ya no hubo la misma sensación al tomar en su mano. No había más vergüenza o inhibición. El gesto vino de forma natural. A pesar de ser jóvenes y de todo deseo que sentíamos, nosotros sabíamos que si rompíamos las barreras que nos limitaban en el noviazgo, habría consecuencias para las que no estábamos preparados. Este era el gran diferencial de la época en relación a los niños. En el caso de que se produzca un cambio en la calidad de la información, se debe tener en cuenta que, ¿Eran niños mejores que los de hoy? ¡No! Eran sólo niños, así como todos los niños de hoy. Lo que cambió fueron los adultos, la forma en que educan y disciplinan a los niños de hoy.
El primer beso que yo y la Aninha cambiamos no se pareció en nada con los besos intercambiados por niños de hoy. No había malicia o connotación sexual, sino mucho nerviosismo y sudoración por la osadía considerada en el gesto. Nos abrazamos y fue difícil ocultar la excitación, por lo demás no fue difícil, pero imposible. Entonces usted me pregunta: ¿Cuál es la diferencia, si hoy los niños sienten lo mismo? Yo te voy a responder que la diferencia no está contenida en el deseo, éste que es propio del ser humano, es natural, pero la gran diferencia es que yo y la Aninha quedamos por allí. No hubo avance porque sabíamos de las consecuencias y no era éste el objetivo. La clave de la cuestión no está en impedir el deseo que se siente, sino en impedir que él avance y traiga perjuicios para ambos. En esto podría decir que en ese momento los dos, mientras que los niños, estábamos siendo más adultos que muchos adultos de los tiempos actuales.
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